quase lá

último dia de novembro, tô quase lá.

dezembro vem chegando, tô quase lá.

aniversário, Natal, Ano Novo.

tô quase lá.

mas, hoje, ainda tô aqui.

wishlist de dezembro

Essa semana eu completarei 24 primaveras! Eu nunca fui muito de querer comemorar o meu aniversário, principalmente depois de tanta festa entre os 2 e 15 anos. Sinto como se eu já tivesse comemorado pra uma vida inteira!

eu x minha wishlist

Mas nunca deixo de fazer minha wishlist – que, muitas vezes, acaba incluindo coisinhas pra ganhar no Natal também.

banner

E, nesse ano, vou publicar essa wishlist aqui no Geek Land pra dividir com vocês tudo o que eu queria ganhar nesse mês tanto pelo meu aniversário quanto pelo Natal – e também pra mandar o link por email pra todo mundo que possivelmente irá me presentear hihihi

– tênis Converse por Isolda

Dona Coisa

Eu não sei bem certo porquê, mas é sempre nessa época que eu vejo o quão acabados os meus tênis estão e o quanto eu preciso de novos All Stars para caminhar por aí. Não que eu não goste de All Star velho – pelo contrário, sou do time que acha que quanto mais velho e sujo melhor – mas é que, depois de um certo tempo, eles começam a se ~desintegrar~ e aí não tem mais jeito. E, tem pouquinho tempo (mais precisamente durante o Fashion Rio), foi lançada essa coleção especial da Isolda, com os tênis mais queridos do mundo estampados com cores e padronagens únicas. É claro que eu pirei nas estampas e fiquei doida pra comprar um – ou vários – mas acabei deixando pra que eles façam parte da wishlist de dezembro. Pra quem quiser me dar de presente, fica a dica: eu calço 35! xD

– GoPro HERO3: White Edition

Eu já falei um pouquinho aqui no Geek Land que eu sou apaixonada por fotografia, né? Já tive oportunidade de comprar a GoPro outras vezes, mas nunca tinha desejado de fato. Aí andei lendo um pouquinho mais sobre ela nos últimos tempos e descobrindo todas as maravilhas que poderia fazer com uma dessas, e logo logo ela superou todos os outros equipamentos de fotografia na minha listinha de desejos. Se eu pudesse, comprava (ou pedia!) logo a Black Edition, mas já vou dar muitos pulinhos de alegria quando tiver a White nas mãos pra fotografar esse mundo.

– um beijo do John Mayer

Ai, gente, não resisti à brincadeirinha! Hihihihi. Sou muito fã do John Mayer há quase 13 anos e só agora em 2013 eu consegui realizar o sonho de vê-lo ao vivo, então ficou faltando só um abraço e um beijinho do meu muso! Ok, ficou faltando ver um show mais longo do que o que ele fez no Rock in Rio, mas eu já fiquei super feliz de ter ouvido tantas das “minhas músicas” que, se ganhasse um beijinho e um abraço dele, já fechava 2013 satisfeita!

– coisas da Via Mia

Via Mia madness

A Via Mia sempre cria coleções que me deixam cheia de vontade de comprar tudo. Os calçados, além de super confortáveis, são super bonitos e tem um preço muito amigo. As bolsas são muito lindas, e os acessórios são super fofos, também mantendo um precinho bem amigo. Sempre dou uma passadinha na loja e fico doida, querendo tudo. Eu não consigo escolher só uma coisinha de lá pra ganhar de presente, e já pedi pros meus pais pra que avisem a todos os familiares e amigos que manifestarem vontade de me dar presente de aniversário e/ou Natal que comprem qualquer coisa da Via Mia pra mim e eu ficarei super feliz!

– iPhone 5s 16GB Space Gray

Captura de Tela 2013-11-22 às 21.14.56

É, eu sei, é uma coisa cara pra caramba, mas eu quero. E, bem, se a wishlist é de aniversário e de Natal, não custa sonhar, né? O meu iPhone 4s já tá completando 2 aninhos de uso, a mamãe já tá de olho nele (porque ela gosta mesmo é de “herdar” as coisas da Apple que ela mesma compra pra mim), e eu consigo ver uma boa evolução do 4s pro 5s. Quem sabe, né?

– mais livros de Harry Potter

coleção da Scholastic

coleção da Scholastic

coleção “The Hogwarts Library”, com hardcover

Olha, eu até já tenho todos esses livros (dert), mas eu queria muito essas coleções que estão lindas demais. Na minha casa sempre vai ter espaço pra mais um livro dessa série que acompanha a minha vida.

– discos

discos

Eu sei que é muito mais fácil fazer o download, mas é que tem algumas bandas que são tão queridas que eu faço questão de sempre ter os discos pra guardar. Esses são alguns dos que ainda estão faltando na minha ~discoteca~, mas aceito outros também. Ah, também aceito vinis de presente!

– livros

livros

Claro que não podia faltar uma ~pequena~ seleção de livros sobre política externa e energia nuclear na minha wishlist de aniversário/Natal. Afinal, #bolsistasofre, e é nessas horas que a gente aproveita pra colocar a biblioteca em dia com os livros mais caros e/ou difíceis de encontrar.

– skate e/ou patinete

skate e patinete

Eu sempre quis ter um skate. Quando eu era menorzinha, a minha vó me deu um patinete, na esperança de suprir essa vontade com um troço ~parecido~ porém um tanto mais seguro para uma pessoa descoordenada desde sempre (eu o/). Mas a vontade de ter um skate continua, e não tem um aniversário/Natal que eu não peça pra ganhar um. Esse ano resolvi pedir um skate e/ou um patinete. Porque, né, vai que.

– bolsa de oncinha

oncinha Lee Loo

Eu sempre quis ter uma bolsa de oncinha, mas nunca tinha achado uma que me fizesse brilhar os olhos de emoção. Até que vi essa da Lee Loo e eu quase chorei de emoção de tanto que eu amei. Ela é perfeita por vários motivos: além de ser no formato box estruturadinha, tem o tamanho ideal pra carregar só as tranqueiras mais essenciais (tô tentando fazer um exercício pra diminuir a quantidade de coisas que mora na minha bolsa!), e tem a alça longa (praticidade); ainda por cima, tem esses detalhes dourados maravilhosos hipnotizantes. Eu tô hipnotizada.

iPhone 5s e iPhone 5c no Brasil

Na última sexta feira (22/novembro) os novos modelos de iPhone começaram a ser comercializados oficialmente no Brasil, tanto pela Apple Store quanto pelas operadoras de telefonia móvel (Oi, Tim, Vivo, Claro) e também por grandes lojas como Saraiva, FNAC, Fast Shop, entre outras. Mesmo com os preços altos (o iPhone 5c desbloqueado mais simples custa R$1.999 e o iPhone 5s desbloqueado mais simples custa R$2.799), a primeira leva dos aparelhos já estão esgotados em muitas dessas lojas online, bem como em algumas lojas físicas.

A verdade é que os ~applemaníacos~ não resistem a uma novidade, e a gente pira logo nos lançamentos. Mas quais são as diferenças desses modelos em relação aos seus anteriores?!

iPhone 4s

Captura de Tela 2013-11-25 às 20.41.47

  • O modelo mais antigo entre os comercializados pela Apple, disponível nas cores preto e branco.
  • Entre os três, ele é o mais “gordinho” (9,3mm) e com a tela menor (3,5 polegadas), e pesa 140 gramas.
  • Resolução da tela: 960 x 640 pixels, 326 ppi; a proporção de contraste é de 800:1; o brilho máximo é de 500 cd/m2.
  • A câmera iSight tem resolução de 8 megapixels, com abertura ƒ/2.4, um flash LED, sensor de retroiluminação e foco automático, e opções de fotos panorâmicas. Além disso, grava vídeos em HD com 1080p. A câmera frontal tem resolução VGA.
  • O tempo de conversação em 3G é de até 8h; o tempo de espera é de até 200h; o tempo para uso da internet em 3G é de até 6h e, no WiFi, até 9h. Reproduz vídeos por até 10h, e músicas por até 40h.
  • Conexão de 30 pinos para USB com carregador.
  • O que eu tenho a dizer sobre o iPhone 4s: é o que eu tenho desde janeiro de 2012, e eu gosto bastante dele. Senti muita diferença quando comprei, já que usava, antes, um iPhone 3G – e do 3G pro 4s é um pulo imenso.

iPhone 5c

Captura de Tela 2013-11-25 às 20.54.27

  • São cinco cores disponíveis (branco, rosa, amarelo, azul, verde) em modelos de 16GB ou 32GB.
  • Tem 8,97mm de espessura, com uma tela retina de 4 polegadas, e pesa 132 gramas.
  • Resolução de tela: 1136 x 640 pixels, 326 ppi; a proporção de contraste também é de 800:1; o brilho máximo também é de 500 cd/m2.
  • A câmera iSight tem resolução de 8 megapixels, com abertura ƒ/2.4 e lente de cristal safira, um flash LED, sensor de retroiluminação e foco automático, e opções de fotos panorâmicas. Além disso, grava vídeos em HD com 1080p, e é possível tirar fotos enquanto se grava um vídeo. A câmera frontal tem resolução 1,2 megapixels, e é possível gravar vídeo HD de 720p.
  • O tempo de conversação em 3G é de até 10h; o tempo de espera é de até 250h; o tempo para uso da internet em 3G é de até 8h e, no WiFi, até 10h. Promete reproduzir vídeos por até 10h, e músicas por até 40h.
  • Conexão “lightning” (8 pinos) para USB com carregador, e o iPhone 5c vem com os fones do tipo EarPods.
  • O que eu tenho a dizer sobre o iPhone 5c: quando foi lançado, eu detestei essa ideia das cores. Mas vi um ao vivo na sexta passada e não achei tão feio quanto pensava. Mesmo assim, eu ainda não me acostumei com a ideia de iPhones coloridos.

iPhone 5s

Captura de Tela 2013-11-25 às 21.09.48

  • Disponível nas cores cinza espacial (aka preto), dourado e prateado (aka branco), em versões de 16GB, 32GB, e 64GB.
  • É o mais fino dos três: 7,6mm de espessura. E é o mais leve também: pesa só 112 gramas.
  • Tem chip A7 de 64bits, e coprocessador de movimento M7.
  • É o único modelo com Touch ID, um sensor de impressão digital integrado ao botão de início.
  • A tela de retina de 4 polegadas tem resolução de 1136 x 640 pixels, com 326 ppi. A proporção de contraste também é de 800:1; o brilho máximo também é de 500 cd/m2.
  • A câmera iSight tem resolução de 8 megapixels, com abertura ƒ/2.4 e lente de cristal safira, um flash True Tone, sensor de retroiluminação e foco automático, e opções de fotos panorâmicas. Tem também estabilizador automático de imagem, e modo contínuo. Além disso, grava vídeos em HD com 1080p, com zoom de 3x, e é possível tirar fotos enquanto se grava um vídeo. A câmera frontal tem resolução 1,2 megapixels com sensor de retroiluminação, e é possível gravar vídeo HD de 720p.
  • O tempo de conversação em 3G é de até 10h; o tempo de espera é de até 250h; o tempo para uso da internet em 3G é de até 8h e, no WiFi, até 10h. Promete reproduzir vídeos por até 10h, e músicas por até 40h.
  • Conexão “lightning” (8 pinos) para USB com carregador, e o iPhone 5s também vem com os fones do tipo EarPods.
  • O que eu tenho a dizer sobre o iPhone 5s: esse, sim, mexeu com o meu coração. O design dele, pouco (ou nada?!) diferente do iPhone 5, faz meus olhos brilharem. Na verdade, as mudanças do iPhone 5 pro iPhone 5s foram bem poucas. Gosto mesmo é do preto (não consigo chamar essa cor de ~cinza espacial~) – como sempre -, mas ainda acho que o dourado é menos pior do que o prateado (eu sempre detestei organicamente iPhone branco/prateado). Embora eu ainda não me sinta 100% segura de usá-la em um aparelho que pode ser roubado (sejamos realistas), acho o Touch ID um recurso muito interessante.

A Apple também investiu em capinhas próprias para os modelos 5c e 5s. Para iPhone 5c, as capinhas custam R$139 e, para o iPhone 5s, custam R$189. Ainda não vi nenhuma dessas capinhas de perto, mas achei as do 5s ótimas, enquanto as do 5c me dão nervoso por motivos de elas são ~furadinhas~.

Captura de Tela 2013-11-25 às 21.21.30

capinhas para iPhone 5s

Captura de Tela 2013-11-25 às 21.22.14

capinhas para iPhone 5c. entendo que elas são furadinhas pra deixar a cor do iPhone aparecer, mas me dá muito nervoso porque eu acho que o iPhone pode ser arranhado através desses buraquinhos. (neurótica)

Alguém aí já comprou algum dos modelos novos? Vocês também ficam doidinhos com os lançamentos da Apple? Ou vocês passam longe dos aparelhos da ~maçãzinha~? Conta pra gente!

*Vale lembrar que o iPhone 5 parou de ser produzido/vendido pela Apple, sendo substituído pelos dois novos modelos.

Islands of Adventure

Desde que falei aqui sobre o Wizarding World of Harry Potter, fiquei devendo um post sobre o parque onde esta área fica situada. Mas eu sabia que eu ia demorar muiiiitoooo escrevendo sobre um dos parques que eu mais gosto de ir em Orlando: Islands of Adventure!

"The Pharos Lighthouse" no Port of Entry do Islands of Adventure

“The Pharos Lighthouse” no Port of Entry do Islands of Adventure

O parque Islands of Adventure faz parte do complexo da Universal Orlando Resort de entretenimento, e foi inaugurado em 28 de maio de 1999. Durante o período de design e construção, a equipe da Universal pode contar com ninguém mais ninguém menos do que Steven Spielberg para a consultoria criativa. A entrada do parque leva os visitantes ao “Port of Entry” e, de lá, o parque se divide em 6 “ilhas da aventura”: Marvel Super Hero Island, Toon Lagoon, Jurassic Park, The Wizarding World of Harry Potter – Hogsmeade, The Lost Continent, e Seuss Landing.

~todo mundo se aventurando~

~todo mundo se aventurando~

Port of Entry

Port of Entry 03

  • É, literalmente, o portal de entrada pro restante do parque. Nessa área não tem nenhum brinquedo, porém encontramos coisas úteis como o Guest Services, banheiros (tem sempre alguém que quer ir no banheiro assim que chega no parque, impressionante), e também restaurantes e lojas. A Islands of Adventure Trading Company é a maior loja do parque, e é onde podemos encontrar merchandise de todas as áreas em um só lugar. Já encontrei o Pica Pau “uniformizado” dando sopa por ali pra tirar foto.

Marvel Super Hero Island

porque, né, normal tirar foto no bueiro.

porque, né, normal tirar foto no bueiro.

  • Os geek pira nessa parte do parque. São várias atrações, lojas e restaurantes inspirados nos super heróis da Marvel. Alguns dos melhores brinquedos do parque estão ali: tem a Incredible Hulk Coaster, montanha russa super rápida (105km/h) e super verde; tem The Amazing Adventures of Spider-Man, simulador 3D que leva os visitantes pra Nova Iorque através do universo dos quadrinhos do Homem Aranha.; tem Storm Force Accelatron, inspirada pelos X-Men; tem Doctor Doom’s Fearfall, porque os vilões também tem vez.
overview da Marvel Super Hero Island

overview da Marvel Super Hero Island

Marvel 02

apenas um pedacinho da Incredible Hulk Coaster

o prédio que abriga The Amazing Adventures of Spider-Man

o prédio que abriga The Amazing Adventures of Spider-Man

  • Pra quem quiser comer na área, tem o restaurante dedicado ao Quarteto Fantástico, o Café 4. Gosto da pizza de lá. Tem umas outras barraquinhas de comida na área, com lanchinhos como pretzels e pipoca, e também turkey leg (eu gosto mais da turkey leg vendida nos parques da Disney, mas isso é só a minha opinião).
Café 4

Café 4

  • Entre as lojinhas, a que sempre me faz pirar é a Comic Book Shop. Imagina uma loja inteirinha recheada de histórias em quadrinhos (tem paredes do chão até o teto cheias de prateleiras com os mais diversos quadrinhos), livros especiais dedicados ao universo das HQs da Marvel, e action figures colecionáveis. Pois é, essa é a Comic Book Shop.
Comic Book Shop

Comic Book Shop

Marvel loja de quadrinhos 03Marvel loja de quadrinhos 08Marvel loja de quadrinhos 04

antes de ser Magneto...

antes de ser Magneto…

  • E, como não poderia deixar de ser, temos a oportunidade de encontrar vários super heróis da Marvel ~circulando~ por ali! Os X-Men (Tempestade, Vampira, Wolverine, Ciclope) eu já consegui ver várias vezes, e o Homem Aranha também. Acho que o mais difícil de encontrar é o Capitão Americano América!

Marvel 07 Marvel 08 Marvel 10 Marvel 09

  • A Letícia pira, os geek pira, todos pira. Hihihi

Toon Lagoon

Toon Lagoon 03

  • É, com certeza, uma das áreas mais divertidas do parque. Nessa área, nós ficamos imersos no universo das tirinhas que estampavam os jornais de domingo. Além das cores que chamam a atenção, acho divertidíssimos os balões suspensos com frases que poderiam mesmo ter saído das tirinhas de quadrinhos.

Toon Lagoon 04 Toon Lagoon 11 Toon Lagoon 12

  • Nessa área, tem dois brinquedos – e os dois de água: Dudley Do-Right’s Ripsaw Falls, e Popeye & Bluto’s Bilge-Rat Barges. Além desses brinquedos, que molham MUITO, tem um playground interativo pra crianças, chamado Me Ship, the Olive, ambientado de acordo com a história e os personagens do Popeye.
Toon Lagoon 01

Dudley Do-Right’s Ripsaw Falls

  • O restaurante da Toon Lagoon é o Comic Strip Cafe, que tem nuggets de frango, peixe com batata frita, e cachorro quente. Bem como na ilha da Marvel, também tem barraquinhas de comida com pretzels, pipoca, e sorvete.

Toon Lagoon 07

  • Alguns personagens também ficam por ali: já encontrei Popeye e Olivia, e também a Betty Boop.

Toon Lagoon 09 Toon Lagoon 10

  • Sempre fico feito criança nessa área, e nem sei explicar direito o porquê!

Jurassic Park

Jurassic Park 01

  • Essa área do parque é muito legal por dois motivos principais: (1) insere a gente no universo do Parque dos Dinossauros, com direito a sonoplastia e tudo; (2) tem o River Adventure, que é um brinquedo que molha, mas não molha muito, e ainda oferece um passeio ~intrigante~. Lógico que eu não vou descrever com detalhes as rides (como vocês já devem ter percebido), senão perde a graça!
Jurassic Park 02

buh

  • O outro brinquedo da área é o Pteranodon Flyers. Eu só fui nesse brinquedo uma vez, peguei uma fila i-m-e-n-s-a e ainda por cima fiquei enjoada. Nunca mais voltei.
  • Eu gostava muito de um restaurante que tinha nessa área, mas acho que fechou. Todos os pratos vinham com milho verde, era ótimo.

The Wizarding World of Harry Potter – Hogsmeade

195

saudades, Hogwarts!

  • Vou pular essa área porque, né, já teve um post inteirinho dedicado a essa parte do parque.

The Lost Continent

Lost Continent 01

  • Essa área era bem maior antes da construção da vila de Hogsmeade, já que tanto as atuais Flight of the Hippogriff e Dragon Challenge faziam parte do Lost Continent, com os nomes The Flying Unicorn e Dueling Dragons.
entrada da Dueling Dragons, antes de ser incorporada ao Wizarding World

entrada da Dueling Dragons, antes de ser incorporada ao Wizarding World

  • Hoje, a área conta com as atrações Poseidon’s Fury e The Eight Voyage of Sindbad Stunt Show. Na Poseidon’s Fury, fazemos um passeio a pé pelos restos do templo de Poseidon, enquanto somos bombardeados por efeitos especiais. Faz um frio danado lá dentro. Já o Voyage of Sindbad é um show de 20min que conta a história da tentativa de Sindbad e Kabob para resgatar a Princesa Amoura. Honestamente, não gosto muito de nenhum dos dois.
essa foto já vai completar 10 anos, galere

entrada do Poseidon’s Fury

  • Depois dessas mudanças por conta do Wizarding World, restaram algumas lojinhas na área, e também o excelente Mythos Restaurant.
Mythos Restaurant do lado de fora (visão de quem chega no Lost Continent via Seuss Landing)

Mythos Restaurant do lado de fora (visão de quem chega no Lost Continent via Seuss Landing)

  • Esse restaurante já ganhou diversos prêmios durante vários anos – muitos deles consecutivos – por ser considerado o melhor restaurante dentro de um parque temático. Esse restaurante precisa de reservas, e tem duas áreas para refeições: dentro do restaurante, onde temos a impressão de que estamos numa caverna, e no pátio do lado de fora, beirando o lago do parque, com uma vista muito bonita da Marvel Super Hero Island, da Toon Lagoon, e do Jurassic Park. Dá pra ver também um pedacinho da Seuss Landing, mas bem de leve.

Seuss Landing

Seuss Landing 01

  • Essa é a área ~fofa~ do parque, que dá vida aos personagens e às histórias do Dr. Seuss, muito famosas entre os norte-americanos. Eu comecei a me familiarizar com os personagens e histórias da área depois que comecei a ir com alguma frequência pra Orlando, embora alguns dos seus personagens (o Grinch, o Gato, e, mais recentemente, o Lorax) tenham aparecido nos cinemas brasileiros. E, por lá, já encontrei com o Grinch, com o Gato, e com o Thing 2!

Seuss Landing 04 Seuss Landing 05 Seuss Landing 06

  • Além de alguns restaurantes e barraquinhas (Circus McGurkus Cafe Stoo-pendous; Green Eggs and Ham Cafe; Hop on Pop Ice Cream Shop; e Moose Juice, Goose Juice), e das lojas Cats, Hats & Things, All The Books You Can Read, Snookers & Snookers Sweet Candy Cookers, e Mulberry Street Stores Trading Co.; a área conta com algumas atrações mais voltadas para o público infantil. São elas: The Cat in the Hat, The High in the Sky Seuss Trolley Train Ride, One Fish Two Fish Red Fish Blue Fish, e Caro-Seuss-el.
Seuss Landing 03

sendo feliz no Caro-Seuss-el

Seuss Landing 02

  • Além desses brinquedos, acontece um show chamado Oh, The Stories You’ll Hear, onde as histórias do Dr. Seuss são contadas para as crianças. E há um playground interativo chamado If I Ran the Zoo, que é direcionado para as crianças, mas eu sempre vou pra lá ~brincar~ e tirar fotos porque eu acho muito bacana!
Islands of Adventures 039

gente que se diverte no parquinho.

é "o Joe" ou "a Joe"?!

é “o Joe” ou “a Joe”?!

a vaca amarela, que é muito bacana.

a vaca amarela, que é muito bacana.

  • Particularmente, eu gosto bastante dessa área! É tão fofinha que não dá pra não ficar feliz só de olhar pra tantas cores e tantas coisas bonitinhas. E eu acho o brinquedo The Cat in the Hat bem divertido também! Quando não tá com fila, acho que sempre dá pra aproveitar.

Eu sou do time que acha que tudo nos parques deve ser aproveitado ao máximo, e que a melhor coisa a se fazer em um parque temático é deixar livre a criança que vive dentro de cada um de nós – como eu já falei também aqui. Pra aproveitar o Islands of Adventure ou qualquer outro parque ao máximo, a minha dica é: não tenha medo de ser feliz! SE JOGA E APROVEITA MUITO!!

a aventura continua

a aventura continua!

estampas do Bart Simpson

O estilista norte-americano Jeremy Scott (que, hoje, é diretor criativo da Moschino) levou para as passarelas do seu desfile de outono/2012 algumas peças estampadas pelo personagem Bart Simpson, prestando homenagem a uma das séries mais divertidas de todos os tempos.

não, obrigada.

não, obrigada.

Logo logo surgiram as mais diversas versões inspiradas nessa homenagem, e com preços bem mais acessíveis do que os de uma coleção prêt-à-porter de um estilista como Scott. Jeans, t-shirts, camisas, suéters… Fiz uma seleção de alguns jeitos bacaninhas de usar essa estampa, encontrados em vários perfis do Lookbook.nu!

  • Eu adoro o combo t-shirt + short, e gosto dos shorts coloridos que me ajudam a fugir do jeans de sempre. A combinação de cores ficou super bacana: vermelho, azul e branco juntos são um clássico, e esse tom de azul mais claro ficou super bonito entre as outras duas cores.
  • Adorei o jeito como ela misturou a estampa do Bart no suéter com uma saia de oncinha super feminina, e ainda complementou com a bolsa de peixe. Tem bastante informação, mas não ficou “over“. Oncinha é o novo preto, gente.
  • O chapéu e a saia rodadinha deram um ar ladylike ao look que faz a camisa jeans do Bart brilhar ainda mais, por ser a peça mais diferente – uma escolha pouco óbvia pra ser combinada a uma saia roada.
  • Aqui, a mesma camisa jeans aparece jogada por cima dos ombros e aberta – e isso é um truque de styling que tem aparecido muito por aí. Eu acho meio perigoso, mas na Willabelle achei que ficou super bacana em um look que, pra mim, se resume em uma palavra: equilíbrio. Ela equilibrou bem as proporções com o short super largo, mas curtinho e acinturado, e o top cropped. Os creepers com a meia aparecendo e o gorrinho evitaram o possível ~piriguetismo~ que o cropped e o short curto poderiam evocar.
  • Camisa jeans do Bart para os rapazes! Achei bacana ele ter escolhido uma calça jeans em uma lavagem mais escura, e ter dobrado a bainha deixando à mostra um pedacinho da meia amarela.
  • De todos os looks com a estampa do Bart que eu já vi, esse foi, de longe, o meu favorito. Tanto que deixei uma foto extra ali do lado pra observar com maiores detalhes essa combinação tão interessante de peças: parka (S2) + cardigan vermelho + t-shirt com estampa bacaninha + short jeans do Bart + mochila + meia calça + coturno. Os headphones fazem as vezes de acessório, combinados aos óculos escuros de ar retrô, e ao gorrinho branco. Eu já perdi a conta de quantas vezes saí por aí combinando essas mesmas peças de roupa, variando as cores/estampas. Ela combinou tudo de um jeito tão fácil que eu consegui me identificar – e é sempre assim que eu mais me inspiro.
  • Apelidei esse look de “overdose de Bart”! Short + camisa jeans com a mesma estampa retomam o conceito dos conjuntinhos, que voltaram com força há algumas estações. A “overdose de Bart” da Anastasia se justifica pelo minimalismo no restante do look: as botas pretas trazem peso, ao mesmo tempo em que os poucos acessórios que ela usa [um anel, os óculos escuros redondinhos <3, e pulseiras(?) fininhas pretas] não brigam com o conjuntinho. Acho que é preciso coragem pra usar a “overdose de Bart”, mas o resultado final pode ser bacana.
  • E, em meio à tanto Bart, um Homer! Afinal, o pai da família mais divertida da tevê também merece a sua estampa, né?! Gostei muito das cores (azul/cinza) do suéter, combinando com a camisa xadrez que o Nicolas usou por baixo e deixou só uns pedacinhos aparecendo. Esse tênis mais bruto deu mais “interessância” do que um sapatênis, por exemplo.

Eu confesso que não aderi à moda das estampas do Bart, e continuo preferindo algumas coisinhas que comprei no brinquedo dos Simpsons do que essas estampas em suéters e peças jeans. Também confesso que achei que essa moda fosse mais passageira, mas continuo vendo looks com essas peças por aí. Acho que, de qualquer jeito, vale a inspiração pra qualquer personagem adorado que mereça homenagem!

fones de ouvido dos super heróis

Descobri dia desses, enquanto pesquisava um modelo novo de headphones pra comprar (tenho um da Sony há 2 anos que tá pedindo aposentadoria), que a iHome lançou uma linha de headphones dedicadas aos super heróis da Marvel. Achei genial! Imagina só que bacana poder ouvir músicas e podcasts com fones de super heróis?! É o tipo de coisa que ~agrega tudo~!

Hulk

Capitão América

Homem de Ferro

Cada um desses da iHome custa, em média, US$25. Depois da descoberta, fucei um pouquinho mais a internet, e descobri também alguns modelos da iHip, que homenageiam não só os heróis da Marvel, mas também da DC Comics!

Wolverine

HQs *.*

Liga da Justiça!

Mulher Maravilha

Super-Homem

Batman

Esses modelos da iHip custam, em média, US$18. Não conheço essa marca ainda, mas fiquei com vontade de testar – principalmente se for com esse modelo de headphones da Mulher Maravilha!! Além desses todos, achei uma opção na Amazon pra comprar esse pack com 3 fones por menos de US$50!

pack com fones d’Os Vingadores

Confesso que, de todos esses fones que achei, o meu preferido foi a versão do Homem de Ferro da iHome – porque, né, vocês já sabem que ele é o meu Vingador favorito. E eu ainda achei esses dois outros acessórios da iHome pra iPhone/iPod que fizeram meus olhinhos brilharem:

US$25 na Amazon

US$50 na Amazon

Já tô imaginando esse despertador no meu quarto e o dock no escritório! Quase não me aguentei com essa fofura do Homem de Ferro com a mãozinha levantada nesse dock!

coleção Disney na Colcci

Tá lá no blog da Colcci: “não, você não caiu no buraco do coelho e está alucinando”. A marca que sempre chama atenção na SPFW e que está presente em todo o Brasil acaba de lançar uma mini-coleção todinha de t-shirts estampadas com personagens da Disney. E o melhor: vários personagens “secundários” (não gosto muito desse título! #disneyfreak ama todo mundo do mesmo jeito hehehe) mereceram as suas próprias estampas! Irmãos Metralha, João Bafo de Onça, Capitão Gancho, Malévola, Cruela DeVil e muitos outros estampam essa linha de t-shirts maravilhosas, que chega nas lojas agora em novembro. A gente já falou aqui no blog sobre jeitos legais de usar t-shirts com estamparia geek, e acho que essas fotos da Colcci também servem de inspiração pra gente!

Eles já liberaram as fotos da campanha e um lookbook com as t-shirts. Essas fotos da campanha foram todas clicadas lá no Walt Disney World!!

t-shirts do Bambi e da Cruella DeVil, clicadas no EPCOT!

t-shirt da Alice e t-shirt do Bambi, no carrossel do Magic Kingdom (e eu pirei completamente nesse look com a t-shirt da Alice, quero essa saia amarela pra ontem)

t-shirt do Pinocchio clicada em Downtown Disney

camiseta do Bambi, clicada no hotel All Star Movies

duas t-shirts dedicadas à Rainha Má da Branca de Neve, clicadas no hotel All Star Movies (esse negócio amarelo aí atrás é uma máquina de refrigerante hehehe)

regata d’A Dama e o Vagabundo, clicadas em ? (não consegui identificar hihihi)

Já as fotos do lookbook estão ~padrão~, com um painel decorado pelos personagens Disney ao fundo.

01 02 03 04Eu já tô completamente apaixonada por várias das t-shirts da coleção, e quero logo ir numa Colcci ver tudo de perto. Ainda não sei os preços, mas imagino que fique entre R$100 e R$200 (ouch!!). Mas, como meu aniversário tá chegando, e o Natal também, quem sabe eu não consigo ganhar alguma de presente? (x

Trilhas sonoras de games

Uma boa trilha sonora faz a diferença. Em filmes isso é bastante claro. Senhor dos Anéis, do Peter Jackson, dificilmente seria tão épico sem a fantástica trilha composta por Howard Shore.

Nos videogames, não é diferente. Uma boa trilha nos indica perfeitamente o tom que o jogo está querendo transmitir naquele momento. Considerando os games enquanto uma forma de arte interativa, onde precisa-se de uma participação ativa – e não contemplativa – do jogador, uma música bem casada faz toda a diferença na experiência e imersão.

Peguemos o exemplo da série Resident Evil. Trabalhando com uma temática mais sombria, o jogo foi um dos pilares do terror nos videogames. E sua trilha não ficava para trás. Para quem é fã da série, ouvir essa música gera uma sensação de alívio e segurança, pois era dos únicos momentos do jogo onde estávamos, de fato, a salvo da horda de zumbis.

Pensando nisso, selecionei 5 indicações de trilhas sonoras de games que são, na minha opinião, marcantes. A escolha é totalmente pessoal e sei que existem trilhas muito melhores, mas fica de dica para quem quiser se aventurar nesse particular mundo musical.

Shadow of the Colossus: Roar of the Earth

Shadow of the Colossus, na minha humilde opinião, foi o melhor jogo da geração 128 bits e um dos 10 melhores jogos já feitos em toda a história dos videogames.

Partindo de uma premissa bastante simples – você tem que matar 16 chefões do tamanho de titãs -, o jogo encanta por sua beleza, inovação, diversão e alto valor artístico.

Composta por Kow Otani, a música do jogo alterna momentos de completo silêncio – nos campos à caminho da batalha com algum colosso – com momentos onde a música simplesmente explode.

Sonic the Hedgehog 2 Soundtrack

Uma homenagem à nostalgia. É isso que é a trilha de Sonic 2.

Para quem, como eu, passou sua infância jogando Mega Drive, essa trilha é um retorno ao melhor da vida.

Pautada em músicas simples – devido às limitações técnicas da época -, Sonic 2 encanta pelo seu caráter chiclete. Você não precisa ser um especialista em música ou trilha sonora para saber quando uma música é do game.

A trilha foi composta por Masato Nakamura, que já havia feito a trilha do primeiro jogo da série Sonic.

Chrono Trigger Original Sound Version

O jogo que estou jogando atualmente – sim, sou um herege.

Considerado por muitos como o melhor RPG já feito para videogames, Chrono Trigger foi a união de mentes brilhantes japonesas no chamado “Dream Team” da Square (hoje Square Enix): Hironobu Sakaguchi (criador da série Final Fantasy), Yuji Horii (criador da série Dragon Quest) e Akira Toriyama (criado de Dragon Ball e Dragon Ball Z).

A trilha ficou a cargo de Yasunori Mitsuda – que compôs a vasta maioria – e Nobuo Uematsu – compositor das trilhas de Final Fantasy e que fez 10 canções após o primeiro contrair uma úlcera durante o projeto.

Fica o destaque para Frog’s Theme – vídeo no post – e Wind Scene.

The Last of Us (Video Game Soundtrack)

O melhor jogo da última geração de videogames. Simples assim.

The Last of Us conseguiu reformar um tema batido – o apocalipse zumbi – nos videogames do mesmo modo que The Walking Dead fez na cultura pop como um todo.

Com uma dublagem – original, diga-se de passagem – digna de uma animação da Pixar, o jogo mais parece um roteiro de cinema tamanho seu realismo. Tratando de temas muito humanos, como a solidão, o medo e sobrevivência, o jogo é um exemplo de como jogos devem, sim, ser considerados como arte.

A trilha é composta por Gustavo Santaolalla, vencedor de duas estatuetas do Oscar – Brokeback Mountain e Babel.

Aqui, diferentemente de Resident Evil, por exemplo, a música tem um foco mais melancólico do que propriamente horror. De fato, classificar Last of Us enquanto horror não me soa algo adequado. A mistura de violão e percussão cai extremamente bem ao jogo e o confere todo o ar triste que a experiência exige.

The Legend of Zelda 25th Anniversary

Falar de Zelda é chover no molhado. Melhor jogo já feito, melhor série já feita, trilha sonora impecável. É tanto hors concours que nada que eu fale vai ser novo ou inovador.

Fica então minha sugestão de um excelente álbum lançado junto com um dos últimos games da série, Skyward Sword. Intitulado The Legend of Zelda 25th Anniversary, a trilha é uma composição do que Koji Kondo – compositor original das trilhas da série – chamou de “as melhores melodias da série The Legend of Zelda”.

Um álbum curto, simples, mas ímpar. Para um fã da série, um prato cheio.

necessaire pra uma viagem curtinha

Nesse final de semana, que tá um pouquinho maior por conta do feriado da República, vou fazer uma viagem rapidinha pra participar do casamento de amigos. Estava há pouco arrumando a mini-mala e aproveitei pra fotografar tudo o que vou levar na minha necessaire – que é, basicamente, o que me acompanha em qualquer viagem, às vezes mudando a marca de uma coisa ou outra, e adaptando o tamanho ao tempo que vou ficar fora.

Vocês vão notar que, no caso dessa viagem, eu dei preferência à miniaturas, e até mesmo algumas amostras grátis. Pra fotografar, dividi os meus “companheiros de viagem” em grupos: do banho; dos dentes; dos olhos; cuidados diversos; e primeiros socorros. Sempre que eu viajo, eu procuro organizá-los nesses grupos em diferentes necessaires pequenas, porque acho mais fácil pra achar alguma coisa quando preciso!

Do banho:

do banho

1 e 2: shampoo e condicionador EOS. Eu não tenho nenhuma frescura com marca de shampoo e condicionador, e o cheirinho desses me agradou bastante. O tamanho é bem conveniente pro que eu devo precisar nessa viagem. Quando acaba o conteúdo de uma embalagem assim, eu costumo encher com o shampoo (grandes chances de ser um Johnson’s Baby) e o condicionador que eu estiver usando naquela época, pra não ter que carregar a embalagem grande.

3: sabonete líquido de algum hotel. Sim, eu sempre faço o Ross nos hotéis e, ao final da viagem, se eu gostar do cheiro, eu pego todos os vidrinhos que foram colocados à disposição e não foram usados. Acho sabonete líquido bem prático de levar em viagens curtas, até porque sabonete é uma coisa que os hotéis e pousadas costumam disponibilizar. Se eu já não tivesse chegado num hotel que não tinha sabonete, eu acho que nem levaria – mas é melhor prevenir do que remediar!

4: sabonete íntimo Dermacyd. Cuidar da saúde íntima é importantíssimo, e eu adorei quando consegui esse vidrinho em miniatura, bem mais prático e conveniente pra carregar do que uma embalagem de, sei lá, 200ml.

5: sabonete líquido facial Clean & Clear da Johnson & Johnson. Na verdade, vai ser a primeira vez que eu vou viajar carregando um sabonete específico pra lavar o rosto. Fui na dermatologista essa semana e ela me recomendou um da La Roche-Posay pra uso diário, mas a embalagem dele é imensa. Há um tempo atrás ganhei um trio de miniaturas da linha Clean & Clear, e acho que não vai ter problema substituir uma marca pela outra nessa mini-viagem.

6: loção hidratante La Roche-Posay. Eu não viajo sem levar um bom hidratante pra passar depois do banho. Aliás, eu não saio de casa sem ter na bolsa um mini-hidratante. Essa versão pequenininha da La Roche-Posay foi a minha dermatologista que me deu, pra essas ocasiões de viagens rápidas mesmo, mas eu sempre usei bastante os hidratantes da Nivea e da Neutrogena, e também das marcas de farmácia dos EUA (CVS e Walgreens, por exemplo).

7: desodorante roll on Garnier. Eu não sou xiita em relação a nenhuma marca ou tipo de desodorante; pode ser roll on, spray, bastão, qualquer coisa serve, desde que garanta a proteção que a gente precisa. Tenho usado esse bí-o ClarifyRenov da Garnier porque tava na promoção e acabamos estocando aqui em casa, e tô satisfeita com ele.

8: óleo finalizador Moroccanoil. Eu já falei sobre a minha relação com o Moroccanoil naquele post sobre óleos para cabelo, onde eu também já tinha dado a dica de que usava esse vidrinho pequeno pra levar em viagens. Acho super prático, e é um jeito de levar o meu óleo favorito numa quantidade suficiente pro período que vou ficar viajando.

Dos dentes:

dos dentes

9 e 10: escova Condor e pasta de dentes Colgate. Esses dois andam sempre dentro da minha bolsa, pra onde quer que eu vá. Ultimamente tenho comprado (ou só pego mesmo com a minha dentista xD) sempre essas escovinhas da Condor, que são práticas porque já tem a proteção das cerdas, e ainda fica maiorzinha se a gente acoplar a tampa ao corpo da escova. As mini-pastas de dentes eu também consigo com a minha dentista, mas tá bem fácil de achar “kits de viagens” com essas mini-pastas de dentes nas farmácias.

11: enxaguante bucal Cepacol. Ninguém merece bafinho, né, e não dá pra descuidar quando a gente tá viajando. Já que não dá pra levar aqueles vidros imensos de enxaguante bucal, essas embalagens menores dão conta do recado. Vou levar essa da Cepacol que ganhei há pouco tempo, mas já enchi muito vidrinho de miniatura do enxaguante da Colgate com Listerine, e por aí vai. Mais uma vez, não me pego na marca disso não.

12: fio dental Sanifill. Ok, eu confesso: eu quase não uso fio dental. Eu sempre me machuco quando uso, acho que meus dentes são juntos demais, ou então eu não sei usar isso direito mesmo. Mas eu tento, tanto quando tô em casa quanto em viagens.

13: aparelho móvel dentro da caixinha. Importante, né, porque os dentes cismam em “apinhar” e eu não quero voltar a usar aparelho fixo pela 3ª vez.

Dos olhos:

dos olhos

14: solução para lentes de contato Renu. Eu tinha um frasco ainda menor (de 75ml), mas eu não consegui encontrar, então vou levar esse de 120ml mesmo. Eu gosto mais do Bio-True do que do Renu, mas ainda prefiro o Renu ao Opti-Free.

15: caixinha com lentes de contato. As próprias. Às vezes eu levo mais de um par, porque pra perder não custa. Teve uma vez que eu achei que tinha perdido as lentes no percurso SDU-BSB, e acabei comprando lentes descartáveis em Brasília (duas caixas, porque eu tenho graus diferentes nos olhos), pra depois descobrir que elas estavam dentro da bolsa o tempo todo.

16: óculos de grau. Eu demorei anos pra ser apta a usar lentes de contato porque tenho hipertrofia papilar. Acho que, por conta disso, eu ainda não consigo usar a lente 100% do tempo. Eu sinto logo que os meus olhos ficam cansados, irritados, e eu odeio essa sensação, então eu nunca viajo sem levar um par de óculos de grau. Muitas vezes eu nem saio de casa sem levá-los na bolsa, pra poder trocar caso eu tenha alguma uma irritação enquanto estiver na rua.

Cuidados diversos:

cuidados

17: creme para o rosto Normaderm da Vichy. Esse é um outro item que entra pela primeira vez na minha necessaire de viagem, depois da última visita à dermatologista, quando tive que fazer um micro-procedimento pra tirar uma espinha-que-não-nasceu. A minha dermatologista me recomendou usar esse creme à noite, pra hidratar o rosto, e prevenir cicatrizes depois desse micro-procedimento. Ela me deu alguns sachês do creme pra que eu leve nessas viagens curtinhas, e eu achei ótimo, porque uma embalagem de 75ml custou quase R$90 e vocês já sabem que #bolsistasofre.

18: lip balm Carmex. Eu não sei se já declarei aqui no blog o meu amor pelo Carmex nas suas mais variadas formas. Pode ser em bastão, em tubinho, ou como nesse potinho aí da foto: eu não vivo sem. Tenho um em cada bolsa, não saio de casa sem ter passado, e nunca deixei de ~fazer um estoque~ quando viajava com frequência pros EUA. Se não fosse o Carmex, os meus lábios ainda ficariam super ressecados e rachados, e eu ainda arrancaria muita pele deles – sim, era um hábito horrível que eu tinha. Com lip balm, sim, eu tenho mesmo preferência de marca, e o Carmex tem lugar garantido na minha vida!

19: lenços umedecidos Ricca. Eu sempre tive mania de andar com lenço umedecido na bolsa. A gente nunca sabe o que pode acontecer, né? Eu comprava aqueles de usar em bebê mesmo, e nunca ficava sem. Tem pouco tempo que descobri esse da Ricca, e achei a embalagem tão fofa que resolvi comprar.

20: perfume Coco Mademoiselle da Chanel. Eu adoro esse perfume, e quase sempre é o meu escolhido pra festas/eventos importantes que acontecem durante o dia. Sim, esse casamento nesse final de semana será durante o dia! Não saio de casa sem perfume, e não poderia viajar sem levar pelo menos um vidrinho.

21: lenços de papel. De qualquer marca ou tamanho, não vivo sem. A gente nunca sabe quando será o próximo espirro ou a próxima crise alérgica, então carrego sempre na bolsa ((vocês tão vendo que tem um sem número de coisas que andam sempre na minha bolsa, né? Qualquer dia eu mostro tudo o que carrego no “chumbo”, apelido carinhosamente dado pela minha mãe a toda e qualquer bolsa onde eu enfie todas as minhas tralhas).

22: Rub Relief da Dr Scholl. Eu não lembro quando foi que comprei um Rub Relief pela primeira vez, mas eu sei que ele mudou a minha vida. Sempre passo antes de sair de casa, carrego na bolsa, e não me arrisco a calçar nenhum sapato sem antes proteger o meu pé de eventuais machucados com ele.

23: lenços demaquilantes da CVS. Eu gosto bastante de usar os lenços demaquilantes da Neutrogena, da Ponds e da Nivea, mas comprei esse pacotinho na CVS numa emergência, e não me arrependi. Ele não irrita a minha pele e, por conter poucas unidades, é ótimo pra levar em viagens curtinhas. Sem contar que essa tampinha pra fechar é mega prática e não deixa os lencinhos ressecarem quando ficam guardados.

24: demaquilante bifásico para os olhos da Sephora. Por muito tempo eu fui fiel ao Bi-Facil da Lancôme, mas recebi essa miniatura da versão bifásica da Sephora e não tenho o que reclamar dela. Ok, eu ainda gosto mais do da Lancôme, mas o da Sephora é bem mais barato, e tem dado conta do recado de tirar a maquiagem à prova d’água que costumo usar nos olhos.

25: mini-canivete e pinça. Esse mini-canivete tem tesourinha, lixa de unha, faquinha, e ainda é chaveiro! Super prático. E não dá pra andar sem pinça, né, porque sempre aparece na sobrancelha aquele pelo que não deveria estar ali, então acho fundamental ter sempre à mão (advinha? Também tenho sempre uma na bolsa!). O problema é que eu vivo perdendo minhas pinças (provavelmente quando troco de bolsa, né).

26: protetor solar em bastão Pure & Free Baby da Neutrogena. Há alguns anos que eu só uso os protetores solares da Neutrogena. Eu não sei nem explicar direito porquê eu gosto tanto deles, mas eu gosto. E eu adorei encontrar essa versão mini do Pure & Free, com FPS 60, em bastão. É super prático pra levar em viagens rapidinhas, e também na bolsa.

27: spray para pentear Split Remedy da Tré Semmé. Depois de anos negligenciando solenemente o meu cabelo, e ignorando qualquer procedimento de cuidado além do shampoo-condicionador-moroccanoil, surgiu esse spray pra pentear que não me exige nenhum esforço e ainda deixa os fios mais bonitos. Tem alguns meses que tô usando direto, e já percebi que meu cabelo não quebra tão facilmente, além de uma redução notável das pontas duplas.

Primeiros socorros:

primeiros socorros

28: micropore transparente e da cor da pele. Eu não consigo viver sem micropore. Eles conseguem resolver tantos problemas tão facilmente! Pra viajar, eu sempre levo esses dois tipos, porque nunca sei de qual vou precisar. Na bolsa, costumo levar o transparente mesmo, porque ele é mais durinho e é melhor pra colocar no pé, por exemplo, caso um machucado seja inevitável.

29: kit de primeiros socorros da Johnson & Johnson. Eu sou a rainha dos machucados, e esse kit já me salvou muitas vezes. Dentro dessa embalagem branca, tem band-aids de dois tamanhos, gaze e lenços antissépticos.

30: spray antisséptico Neosporin. Esse spray é ótimo: previne infecções em uma ferida sem arder. Nessa categoria eu também não me apego à marca não: desde que seja pequenininho e dê pra carregar na bolsa, tá valendo!

31: pomada antibiótica da CVS. Ok, ok, vocês já perceberam que eu levo 7399283 coisas de primeiros socorros, e podem até pensar que eu sou um pouquinho hipocondríaca. Mas eu tenho pavor de me machucar ou sofrer qualquer intercorrência e não ter com o que me cuidar. É por isso que levo também essa pomada antibiótica, principalmente pra aliviar eventuais coceiras e alergias.

32: loção repelente de insetos OUT Inset da Bom Bril. Não posso dar mole pros insetos, porque, se eles me mordem, fico logo com alergia, a pele fica vermelha (ou até roxa – já aconteceu!), e é um sofrimento. Esse repelente da Bom Bril é bem legal. Eu gostava mesmo de um que comprei em Botsuana, mas quem ia imaginar que eu ia gostar tanto que deveria estocar?! Nem passou pela minha cabeça, e eu não sei quando voltarei lá (será que algum dia eu ainda voltarei à Botsuana?!).

33: desinfetante em spray Lysol. Isso é muito prático pra ter sempre por perto! Um pouco de Lysol pode prevenir gripes, resfriados, e o contágio das mais diversas doenças virais.

34: gel para aliviar coceiras da CVS. Se o repelente não funcionar, e um inseto me morder, eu recorro à esse gel, que é super eficiente! A última vez que um inseto me mordeu e eu não usei esse gel, fiquei com uma ferida imensa na perna de tanto coçar (zero auto-controle quando o assunto é coceira).

35: tira-manchas Tide-to-Go. Esse é um verdadeiro salva-vidas, eu não sei viver sem ele há uns 5 anos, e é por isso que ele foi fotografado junto com os itens de primeiros socorros! Eu sou mestra em derramar refrigerante e espirrar molho em mim mesma (é, pois é), e esse Tide-to-Go já evitou muitas vezes que as manchas permanecessem nas minhas roupas. O cheiro dele é meio esquisito, mas compensa quando penso que evita manchas eternas nas rou

geek t-shirts

Eu acho que caiu a minha ficha do “smart is the new sexy” ou que “geek is the new chic” quando eu comecei a ver um monte de gente usando t-shirt com estampa inspirada em histórias em quadrinhos e/ou óculos de aro grosso como acessório de moda. No início, eu achava muito esquisito ver quem não precisava usar óculos pra corrigir problemas de visão apelando pros óculos como recurso fashion. Ok, isso eu ainda acho esquisito, porque eu já fiz de tudo pra me livrar dos óculos de grau, mas já aceito com mais facilidade do que antes.

ou “geek is the new chic”. pode escolher!! (:

Já as t-shirts com estampas inspiradas em histórias em quadrinhos eu amei desde o início. Cansei de ver olhares esquisitos sendo lançados na minha direção quando eu saía usando uma t-shirt estampada do Homem Aranha, ou dos X-Men, ou de outros heróis. Hoje, as t-shirts inspiradas nos quadrinhos, e também com dizeres diversos que remetem ao universo geek são consideradas no mundo da moda como ótimas opções para montar looks cheios de personalidade.

Eu sei que isso pode causar certa estranheza, como se a moda estivesse “roubando” as nossas coisas. Mas isso logo se inverte se pensarmos que é uma ótima chance de usarmos com ainda mais orgulho as t-shirts estampadas que habitam os nossos armários há muito tempo! Eu, pelo menos, penso assim – e saio por aí toda feliz quando escolho uma blusa estampada assim pra andar pela rua!

Então quis aproveitar o dia de hoje pra compartilhar com vocês alguns looks que servem de inspiração pra tirar as t-shirts de estamparia geek do armário sem apelar imediatamente pra calça jeans. E a calça jeans que não me leve a mal, porque eu amo calça jeans, mas tô tentando fazer um exercício forte de usar menos as calças jeans e aproveitar mais outras peças do meu armário.

Katherine, do http://poshbykat.com

Margaret (em dose dupla), no http://lookbook.nu/margalatte

E pra relembrar: eu já mostrei aqui como eu usei um blusão do Homem de Ferro de uma maneira ~arrumadinha~!

comparando o iPad (1ª geração) ao iPad mini

Eu não escondo de ninguém que adoro a Apple e as coisas que são lançadas pela marca. Sou fã mesmo, e fico sempre me coçando pra trocar meus gadgets pelas últimas versões – mas #bolsistasofre e, no meu caso, essas trocas podem demorar uns 2 ou 3 anos pra acontecer.

Quando o iPad foi lançado, eu comprei nos EUA assim que pude, e logo me viciei. Sabia que aquilo ali ia mudar a minha vida, e mudou mesmo. E não mudou só a minha não: a minha mãe também se tornou uma aficionada (mamãe geek) e, de 2011 até janeiro desse ano (ou seja: 2013), dividimos um único iPad (eu disse que #bolsistasofre, gente). Aqui em casa, só o meu pai que ainda não se rendeu ao iPad.

02

De lá pra cá, foram lançados outros 3 modelos de iPad, e o iPad mini. Esse, sim, me encantou o suficiente pra que eu quisesse desembolsar uma graninha e fazer um upgrade que, além de me colocar muito à frente tecnologicamente, ainda seria mais leve e menor – e, consequentemente, mais fácil de levar pro mestrado ou em viagens. Sem contar que agora a mamãe tem o iPad dela e eu tenho o meu mini, então nenhuma das duas fica ~#chatiada~ enquanto a outra tá usando (hihihi).

todo mundo já notou que tanto o iPad quanto o iPad mini tem Hogwarts como plano de fundo? xD

todo mundo já notou que tanto o iPad quanto o iPad mini tem Hogwarts como plano de fundo? xD

Posso comparar, então, os features de cada um desses modelos que fizeram/fazem parte da minha vida. As principais diferenças entre os dois modelos de iPad que habitam a minha casa são:

  • tela: a resolução da tela do iPad mini é infinitamente melhor, e a imagem fica muito mais bonita e mais bem definida do que no iPad.
  • câmeras: o iPad não tem câmera, e o mini tem câmera frontal e traseira.
  • tamanho/espessura/peso: pra carregar o iPad, eu sempre tinha que usar uma bolsa um pouquinho maior, enquanto o mini cabe em (quase) qualquer bolsa; além disso, dá pra pegar o mini com uma mão só (é sério); o peso, minha gente, o peso é, pra mim, a principal diferença: o mini é 237942304 vezes mais leve do que o iPad.
  • capacidade: quando comprei o iPad ~grandão~, escolhi a versão com 16GB que, na época, me pareciam suficientes; o tempo passou e eu vi que precisava de mais espaço pra armazenamento, então investi numa versão de 32GB.
dá pra segurar o iPad mini com uma mão

dá pra segurar o iPad mini com uma mão

E, sobre o tamanho/espessura/peso, eu preciso fazer um adendo: pra uma pessoa extremamente atrapalhada, o iPad mini oferece muito mais conforto. Eu explico: eu sou dessas que levava o iPad, e agora levo o iPad mini, pra cama, junto do iPhone, MacBook, essas coisas. E, em determinadas ocasiões, eu fico lendo deitada, segurando o iPad mini na frente da cara. Eu perdi a conta de quantas vezes, numa dessas, eu perdi a força e dei com o iPad na cara. E, gente, isso dói. Quando aconteceu com o mini, ok, doeu um tiquinho, mas foi bem menos – até porque eu demoro mais a cansar de segurar o mini do que eu demorava a cansar segurando o iPad.

a capa emborrachada da Apple: eu não entendo porquê eles pararam de fazer essas capas pros iPads em seus diversos modelos

a capa emborrachada da Apple: eu não entendo porquê eles pararam de fazer essas capas pros iPads em seus diversos modelos

Tem uma coisinha só que eu preferia do iPad em relação ao iPad mini: a capa. Eu sou super neurótica com essas coisas de proteger os gadgets (tão neurótica que não tirei eles da capa nem pra fazer as fotos do post), e a capa do iPad era um negócio que eu achava genial: ela reveste o iPad por completo, em um material emborrachado bem resistente. Pro iPad mini, só tem a Smart Cover (que eu acho bacana e até tenho), que deixa a parte de trás do mini “desprotegida”, e eu fui obrigada a comprar uma segunda capa pra usar combinada à Smart Cover. Além da Smart + a que protege a parte de trás, eu tenho essa verdinha que tá na foto, e uma outra preta em couro, que eu costumo usar pra viagens, porque acho que protege mais.

07

Ah, sim: além da capinha, eu protegi ambos com película protetora da Zagg, chamada Invisible Shield. Acho um excelente investimento, porque protege mesmo, e tem garantia ilimitada (a chamada lifetime guarantee) contra danos, caso a película não proteja efetivamente o device.

Hoje, no mercado, são 4 tipos de iPad disponíveis: iPad 2, iPad Air, iPad mini, e iPad mini com tela de retina. O meu iPad mini é sem tela de retina, e eu não pretendo trocá-lo tão cedo. Quando comprei, custou US$469 + taxas. Já o iPad custou, na época, US$499 + taxas. E eu nunca quis comprar nenhuma versão com 3G porque, como eu já tenho o 3G no iPhone, nunca senti necessidade; além disso, eu geralmente levo o iPad pra lugares onde tem wi-fi.

Os preços no Brasil estão disponíveis pra consulta na Apple Store brasileira. Sim, eles são um pouco mais caros do que comprando nos EUA, por exemplo, mas, se considerar que aqui dá pra parcelar, e não haverá necessidade de enfrentar a fila da alfândega na chegada de uma viagem pra registrar o gadget e ainda pagar o imposto, acho que vale a pena.

Pra vocês terem uma ideia, vou mostrar pra vocês a conta final da compra do meu iPad mini: US$469 (preço na loja da Apple nos EUA em janeiro de 2013) + 6,5% (imposto da Flórida) + 7% (IOF do cartão) + imposto na alfândega + conversão de US$ para R$ (na época cada US$ equivalia a uns R$2,15) = R$1.193,00

“Mas, Letícia, a gente não tem até US$500,00 de franquia na alfândega quando voltamos de uma viagem internacional?”

Pois é, minha gente, essa franquia existe, mas a alfândega brasileira tem sido cada vez mais rígida com esse limite – e com alguma razão, eu acho, já que tem gente que viaja pra fora do país e pira nas compras e não declara nada. Na prática, a franquia de US$500 dólares pode incluir qualquer objeto (principalmente eletroeletrônicos) comprados fora do país em qualquer época. Explico: se eu viajasse pros EUA com o meu iPad mais velho, e comprasse um novo, voltando pro Brasil com os dois na bagagem, eu pagaria um imposto equivalente ao excedente da soma dos dois, porque eu não registrei o iPad em 2011. Isso caberia pra qualquer eletrônico não-declarado, por mais velho que ele seja. Em janeiro/2013, então, eu declarei na alfândega brasilera o iPad mini, o iPod shuffle, e um HD externo de 2TB, pagando um imposto sobre o excedente dos US$500 dólares permitidos (acho que paguei, ao todo, US$110 de excedente).

Tá quase virando uma dica que caberia em um post do viajante geek, mas eu acho que o gancho é conveniente pra explicar isso mesmo. Eu acho muito arriscado “tentar passar pela alfândega sem declarar”. Das últimas vezes que fui pros EUA e desembarquei no Rio, todos estavam tendo que passar as malas nos raios-x e, aqueles que excediam esse valor permitido de US$500 e estavam na fila do “nada a declarar” acabavam pagando um imposto muito maior sobre o excedente, porque somava-se uma multa o imposto. Eu acho que é bem melhor fazer as coisas direito e certinho, garantindo a franquia livre pra uma próxima viagem, do que ficar ~fora da lei~ e acabar pagando mais do que precisava. No site da Receita Federal também tem explicações detalhadas sobre esses procedimentos de alfândega.

04

aproveitando para mostrar dois ângulos do Castelo de Hogwarts no Wizarding World (hihihi)

Isso tudo pra dizer que: se, na época, o iPad mini já estivesse sendo vendido no Brasil, eu teria preferido comprar aqui por R$1.399,00 (acho que foi esse o preço no lançamento), podendo pagar no boleto bancário com 5% de desconto (=R$1.329,00) ou dividindo o valor em infinitas parcelas (porque #bolsistasofre) sem juros. A diferença, no final das contas, ficaria bem pequena, e eu não teria que ficar hoooooras na alfândega pra declarar a compra do iPad mini. Quando fosse viajar, era só levar a nota fiscal de compra aqui do Brasil (quando eu viajo, eu sempre levo a nota fiscal do MacBook comigo por conta disso).

Só mais uma coisinha: eu costumo tentar trocar de gadgets da Apple quando as atualizações do iOS param de ficar disponíveis pr’aquele device que eu já tenho. Acho que esse é o sinal mais significativo de que tá na hora de fazer um upgrade! Geralmente esse sinal de obsolescência aparece a partir do 3º modelo lançado, o que dá uma margem de uso bem interessante – e também um tempinho ok pra juntar dinheiro pro próximo!