Começou o outono em Ierevan!

Quem me segue no Instagram acompanhou minha ida ao Brasil, que foi super intensa e acabou interferindo no meu ritmo de postagens aqui no blog! Deus é testemunha da quantidade de posts que estão na pasta de rascunhos e que eu espero terminar de escrever/revisar/editar em breve pra publicar aqui!

Cheguei em Ierevan terça feira de noite, com as malas cheias de lembranças e muito amor brasileiro. Não deu pra ver todas as pessoas queridas, mas graças a Deus consegui encontrar grande parte dos meus familiares e alguns amigos, e até fiz novas amizades!

Por aqui, a mudança na paisagem já começou: o Ararat não tem mais nem um pouquinho de neve, e as árvores já estão mudando de cor!

E hoje fui almoçar na rua com o marido e pude constatar oficialmente que começou o outono em Ierevan! Fomos almoçar no La Piazza, que é um dos nossos restaurantes preferidos por aqui, e eu pedi o risotto clássico que eu adoro.

As temperaturas já não passam dos 20ºC, e já não dá pra ficar sem um casaquinho. Todo mundo já tá andando mais agasalhado, e até o restaurante já oferece mantinhas para aqueles que optam ficar nas mesinhas externas. Pelo menos as mesinhas externas ainda estão sendo ocupadas!!

Já que esfriou, declarei aberta a temporada de Cinnabon! Eu adoro Cinnabon, mas não consigo comer no calor. Acho que é uma coisa muito quente e muito gorda pros dias de verão, então eu tava sem comer Cinnabon há vários meses – acho que o último que comi foi em abril! Então hoje já parei por ali pra comer um clássico acompanhado de expresso duplo – afinal de contas, se é pra encarar o frio, que seja com bastante café e gordices maravilhosas! Seja bem vindo, outono! Que seja lindo!

Wizarding World of Harry Potter: Diagon Alley & Hogsmeade

Tô com muita saudade de Orlando. Muita muita mesmo. Tipo de sonhar todo dia. De sentir gosto da Butterbeer. Talvez isso tenha sido exacerbado porque teve um monte de gente conhecida passando por lá nos últimos tempos. E, pra ver se amenizo um pouquinho dessa saudade, resolvi compartilhar com vocês um post super completo sobre as duas áreas que compõem o Wizarding World of Harry Potter no Universal Orlando Resort: Diagon Alley (Beco Diagonal), no Universal Studios, e Hogsmeade, no Islands of Adventure. Embora Hogsmeade já seja velha conhecida minha (desde julho/2010! Ô sorte!), eu conheci o Beco Diagonal em outubro/2014, 3 meses depois da abertura oficial, mas ainda não sei quando vou poder repetir a dose (#sofrência).

E, por isso, posso dizer: o Beco Diagonal é INCRÍVEL! É ainda mais legal do que Hogsmeade no Islands! E ligar os dois parques com o Expresso de Hogwarts foi mesmo uma ideia genial. Pra quem é fã do Harry, é pura magia! E pra quem não é, também é um passeio muito legal por conta da riqueza de detalhes!!

Vou escrever o mais explicado possível tudo o que eu vi e vivi por lá pra ajudar ao máximo quem quiser explorar essa novidade, sendo fã da história ou não!

LONDRES

morrendo de felicidade chegando em

morrendo de felicidade chegando em “Londres”

O prédio que é branco em baixo (onde tem as portas) e marrom em cima (onde tem as janelas) fica na “rua” Grimmauld Place (tem uma plaquinha). A casa no. 12 é do Sirius Black, padrinho do Harry. Na janela, aparece o elfo doméstico Kreacher, que servia à família Black. Vale a pena olhar esse detalhe, porque o Kreacher mexe na cortina, e é um efeito bem legal. O ônibus roxo que fica do lado da estátua de Eros é o Noitebus. E é o Noitebus que indica a entrada pro Beco Diagonal. No Noitebus, o Shrunken Head e o Condutor interagem com os passantes. Eu acho que devo ter ficado conversando com eles pelo menos uns 5 minutos, e eu não parava de rir. A entrada pra área nova fica no metrô Leicester Square. A entrada pro “metrô” tá fechada, e do lado tem uma passagem. Acho importante sinalizar isso, porque muita gente já deixou de entrar no Beco Diagonal porque não achou onde ficava a entrada. Sad bud true. O último prédio é a Estação de King’s Cross, mas vou deixar pra falar dele por último.

Sirius, deixa eu morar na sua casa?

Sirius, deixa eu morar na sua casa?

aquele papo animado antes de pegar o Knightbus

aquele papo animado antes de pegar o Knight Bus

BECO DIAGONAL

reação totalmente compreensível

reação totalmente compreensível

Ao entrar no Beco Diagonal, é difícil de acreditar no tamanho do que existe lá dentro. Eu fiquei impressionada! É de uma grandiosidade inexplicável. O prédio que tem o dragão em cima chama Banco de Gringotts, e é ali dentro que fica a atração nova (Harry Potter and the Escape from Gringotts). O dragão é maneiríssimo porque ele solta fogo mesmo! Tem que prestar atenção no barulho que ele faz, porque logo em seguida sai o fogo. Isso acontece a cada mais ou menos 5 minutos.

Beco Diagonal, coisa linda

vista geral do Beco Diagonal

A entrada pra Escape from Gringotts fica à direita desse prédio que tem o dragão. Na entrada tem escrito o nome da atração, e na frente tem a estátua de um duende em “ouro”. Nessa atração também não pode entrar de mochila, igual ao Harry Potter and the Forbidden Journey, que fica dentro do Castelo de Hogwarts. Um pouco mais à esquerda ficam os lockers gratuitos pra uso. Mas vou falar mais sobre essa atração daqui a pouco.

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O Beco Diagonal tem um restaurante, o Caldeirão Furado (Leaky Cauldron). O Leaky Cauldron fica à esquerda de quem entra, e é logo na entradinha mesmo, em frente à Weasley’s Wizard Wheezes. Os preços, bem como no Três Vassouras de Hogsmeade, são um pouquinho mais elevados do que nos outros restaurantes do parque. Tem uma sorveteria (Florean Fortescue’s Ice-Cream Parlour), que tem sabores especialmente criados pro parque. Fica à esquerda do dragão, em frente ao banheiro, antes da entrada pra Travessa do Tranco (Knockturn Alley). Tomei o sorvete de chocolate chilli e é bem apimentado mesmo!

Butterbeer no Leaky Cauldron

Butterbeer no Leaky Cauldron

dentro da sorveteria

dentro da sorveteria, que além de ter sabores deliciosos (e exclusivos!) é linda ❤

O Knockturn Alley é escuro e frio o tempo inteiro, porque é assim mesmo no livro. É difícil até de enxergar. Lá só tem uma loja, a Borgin and Burkes, que vende coisas “das trevas”.

Travessa do Tranco

Travessa do Tranco

O Beco Diagonal abriga basicamente lojas (são 7 ao todo!), e tem também dois showzinhos: um é musical, com a Celestina Warbeck and the Banshees, e o outro é um teatro, encenando O Conto dos Três Irmãos, um d’Os Contos de Beedle o Bardo. Esses showzinhos acontecem em um palco montado no Carkitt Market, uma rua com nome inédito (a própria autora J.K. Rowling escolheu esse nome!) que abriga algumas das lojinhas, um ou dois carrinhos que vendem pequenos lanches e bebidas, e uma “casa de câmbio” pra mudar o dinheiro pra dinheiro de bruxo (válido nos dois parques, o Universal Studios e o Islands of Adventure).

rainmaker!

rainmaker!

vitrine da Weasleys' Wizard Wheezes com interatividade

vitrine da Weasleys’ Wizard Wheezes com interatividade

Uma das grandes novidades do Beco Diagonal, que também foi inserida em Hogsmeade, são as varinhas interativas. Claro que eu comprei e testei: dá pra fazer “mágica de verdade” nos dois parques! A maioria fica em vitrines das lojas. Cada varinha interativa sai por cerca de 50 dólares com o imposto.

ESCAPE FROM GRINGOTTS

tava vazio #sqn

tava vazio #sqn

Esse brinquedo é sensacional!! Conseguiu superar – e muito! – o do castelo de Hogwarts! Bem como em Hogwarts, a atração já começa na fila, com os duendes trabalhando no Banco, depois com uma visita ao escritório de Bill Weasley, e enfim o trajeto final até o carrinho. O brinquedo é classificado como uma “roller coaster“, mas não é: está mais pra um simulador de altíssima tecnologia com movimento. São 4 pessoas por fileira no carrinho. (Pra quem já foi aos parques, acho que o melhor jeito de explicar é assim: Gringotts mistura o carrinho da Múmia com a experiência de Transformers/Spider-Man.) É um simulador 3D (com óculos) absurdamente bem feito, com gráficos impressionantes, que mistura cenários reais às projeções. O 3D de Gringotts é outro nível mesmo!! O carrinho se move com alguma rapidez, mas não chega a ser uma montanha russa. [SPOILER ALERT: quem tem medo de répteis como eu deve ser avisado: a “mascote” do Lorde das Trevas aparece em um dos telões, e eu demorei umas 3 idas no brinquedo pra conseguir ficar de olho aberto nessa parte (e o pobre do Felipe quase ficou com a mão quebrada de tanto que eu apertava).]

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no lado externo da fila, com o carrinho usado no filme!

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já dentro do Banco, com os duendes

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Quem quiser só conhecer o Banco de Gringotts tem a opção de fazer apenas o “walking tour”, sem ficar na fila que leva ao brinquedo. É só perguntar pra um dos cast members que eles indicam o caminho.

KING’S CROSS STATION

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Pra mim, a sacada mais genial de todas. A Universal realmente se superou ligando os dois parques com o Expresso de Hogwarts, exatamente como acontece no livro. O processo é bem simples: na entrada (bem à esquerda de quem olha), é preciso escanear novamente os ingressos usados na entrada do parque. Depois disso, não precisa mais dos ingressos. Tem a fila (é claro), e é totalmente temática. Primeiro, estamos mesmo na Estação de King’s Cross, até que um outdoor escrito “Make a little Magic” sinaliza que estamos chegando na “parte mágica” da coisa. E aí é mágico mesmo: por conta de um efeito, nós “atravessamos” a parede entre as plataformas 9 e 10, como descrito no livro, e logo depois saímos na Plataforma 9 3/4, que é perfeita, na falta de uma palavra melhor pra descrevê-la. Um pouquinho mais de fila e as pessoas são organizadas em grupos de 8 para ocupar as cabines no trem.

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HOGWARTS EXPRESS

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O Expresso de Hogwarts não é só um meio de transporte entre os parques, é uma atração nele mesmo! Cada cabine tem uma “janela” (tv de altíssima resolução) que mostra as paisagens da viagem entre Londres e Hogsmeade. Além da decoração minuciosamente perfeita, as experiências de ir de Londres pra Hogsmeade e de Hogsmeade pra Londres são diferentes: tem um vídeo pra cada trecho. E mais: nas portas das cabines, há projeções diferentes pra cada trecho da viagem, que parecem sombras reais. No trecho Londres-Hogsmeade, vemos o Hagrid na janela (tv), e dementadores aparecem na porta. No trecho Hogsmeade-Londres, Hagrid é o primeiro a aparecer na janela (tv), e depois os gêmeos Weasley também aparecem, fazendo peraltice para divulgar a loja deles no Beco Diagonal (a Weasley’s Wizard Wheezes). Em ambos os trajetos há projeções do Harry, do Ron e da Hermione nas portas das cabines. O trajeto dura cerca de 5 minutos.

HOGSMEADE STATION

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Desembarcando em Hogsmeade, não precisa mais dos ingressos. Saímos bem na entrada de Hogsmeade, e à direita estará o pórtico que separa Hogsmeade do Lost Continent. Pra ir de Hogsmeade pra Londres, é o mesmo processo: só precisa escanear o ingresso na entrada, e curtir a viagem “de volta”.

HOGSMEADE

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A pequena vila de Hogsmeade continua encantadora com seus detalhes, encantando ainda mais agora com a adição da experiência das varinhas interativas. Em Hogsmeade são apenas 3 lojas, e um restaurante (o Três Vassouras), embora conte com alguns carrinhos que vendem pequenos lanches e bebidas, entre elas Butterbeer.

sendo feliz almoçando no Três Vassouras

sendo feliz almoçando no Três Vassouras

Butterbeer <3

Butterbeer ❤

tomando uma Butterbeer na área externa (traseira) do Três Vassouras

tomando uma Butterbeer na área externa (traseira) do Três Vassouras

Entretanto, Hogsmeade abriga 3 brinquedos: a Dragon Challenge (que reproduz a primeira tarefa do Torneio Tribruxo com duas montanhas russas), a Flight of the Hippogriff (montanha russa direcionada para o público infantil), e a Harry Potter and the Forbidden Journey, que fica dentro do Castelo de Hogwarts.

HOGWARTS CASTLE/HARRY POTTER AND THE FORBIDDEN JOURNEY

HOME ❤

Esse simulador é maravilhoso. Eu já perdi a conta de quantas vezes andei nele na minha vida, e mesmo assim fico sempre com vontade de ir de novo, e de novo. Entrar no Castelo de Hogwarts é, pra mim, uma emoção indescritível desde a primeira vez em 2010, e todas as vezes desde então. A grandiosidade do Castelo impressiona, e a riqueza de detalhes faz qualquer um ficar boquiaberto. Nesse brinquedo não é permitido entrar com bolsas e mochilas, e são disponibilizados lockers gratuitos logo na entrada do Castelo (à esquerda) para uso durante o percurso.

Espelho de Eirised

Espelho de Ojesed

Sala de Poções

Sala de Poções

Logo na entrada, vemos o Espelho de Ojesed (Mirror of Erised), e também algumas portas que levariam à salas de aula. Em seguida, chegamos à Estufa, e, subindo, vemos Mandrágoras em seus pequenos vazinhos, logo antes de entrarmos, de fato, no Castelo.

a fila para a Forbidden Journey passa pela Estufa

a fila para a Forbidden Journey passa pela Estufa

Ao entrarmos no Castelo de Hogwarts, passamos pela estátua do Arquiteto de Hogwarts, que, na história, fica localizada no hall de entrada do Castelo. Bastante conveniente, não?! Em seguida, vemos o contador de pontos das casas de Hogwarts. Ao final desse corredor, está a grandiosa gárgula que serve de passagem para o escritório de Albus Dumbledore, diretor de Hogwarts.

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o Arquiteto de Hogwarts

1000 pontos pra Grifinória!

1000 pontos pra Grifinória!

impossível tirar uma foto boa aqui.

impossível tirar uma foto boa aqui.

O primeiro ambiente interno que visitamos é o escritório do Professor Dumbledore.

Dumbledore vive!

Dumbledore vive!

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the Pensieve

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Um dos meus itens favoritos nesse ambiente é a Penseira. Logo depois, conhecemos a sala de aula de Defesa Contra as Artes das Trevas, com uma aparição surpresa de Harry, Ron e Hermione, e também com um pouquinho de neve, que parece deixar tudo ainda mais mágico.

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sala de aula de Defesa Contra as Artes das Trevas

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Harry, Ron e Hermione fazem uma aparição nessa sala, mas a máquina fotográfica não pegou ):

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neve!

Em seguida, conhecemos a sala comunal da Grifinória, mas não sem antes passar por um corredor cheio de quadros que falam e se movimentam, como deve ser! É ali que estão Godric Gryffindor, Helga Hufflepuff, Rowena Ravenclaw e Salazar Slytherin pela primeira vez em “carne e osso”, já que ainda não os tínhamos visto na história. Depois do sala comunal da Grifinória, vemos o Chapéu Seletor saudando as pessoas logo antes de tomarmos nossos assentos em nossas “vassouras”.

o Chapéu Seletor

o Chapéu Seletor

mais uma, porque sim.

mais uma, porque sim.

Quando foi lançado, Forbidden Journey superou toda a tecnologia de parques existente, e só foi superada agora em 2014 pelo Escape from Gringotts. Forbidden Journey é, também, um simulador com altíssima tecnologia e bastante movimento, misturando projeções 3D (sem uso de óculos) com cenários reais, como o Salgueiro Lutador na Floresta Proibida, a sala de Astronomia, e a Câmara Secreta. E o assento foi projetado para que tenhamos a sensação real de que estamos voando em uma vassoura! É, simplesmente, mágico.

Vale notar que, bem como no Banco de Gringotts, quem quiser só conhecer o Castelo de Hogwarts tem a opção de fazer apenas o “walking tour”, sem ficar na fila que leva ao brinquedo. É só perguntar pra um dos cast members que eles indicam o caminho.

DRAGON CHALLENGE

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Essa montanha russa já existia no parque antes da construção do Wizarding World, e chamava Dueling Dragons. O que a Universal fez foi transformar completamente o ambiente através da decoração temática – o que fez toda a diferença. A ideia desse brinquedo é simular a primeira tarefa do Torneio Tribruxo, e os participantes podem escolher entre o Hungarian Horntail (azul, mais alta) e o Chinese Fireball (vermelha, mais rápida), que parecem que vão colidir em vários momentos, deixando a experiência ainda mais eletrizante.

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Ford Anglia <3

Ford Anglia ❤

o Cálice de Fogo na tenda dos campeões

o Cálice de Fogo na tenda dos campeões

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riqueza de detalhes

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Taça Tribruxo

ovo!

ovo!

velas flutuantes

velas flutuantes

No percurso até chegar aos “dragões”, passávamos por vários banners de torcida, pelo Ford Anglia (meu carro amado <3), pela tenda dos campeões, pelo Cálice de Fogo, pela Taça Tribruxo, pelos ovos que fizeram parte da primeira tarefa, e também por um céu encantado com velas. Ah! E, antes de tudo isso (bem, na verdade, logo depois dos banners de torcida), uma vista maravilhosa do Castelo de Hogwarts, talvez a minha vista favorita!!

minha vista favorita do Castelo de Hogwarts <3

minha vista favorita do Castelo de Hogwarts ❤

Recentemente a montanha russa foi fechada e dará lugar a uma nova atração mágica. Confesso que fiquei meio tristinha com isso, porque tinha uma relação de muito amor com a Dragon Challenge, e também tô meio apreensiva porque não sei o que eles vão fazer com o Ford Anglia e todas as outras decorações que faziam parte desta atração! É esperar pra ver!

FLIGHT OF THE HIPPOGRIFF

Como mencionei acima, essa é uma montanha russa voltada para o público infantil. Mas eu acho ela tão bacana! Sempre que tá sem fila, ou tá sobrando tempo, eu ando nela.

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foto de julho de 2010! A casa do Hagrid fica elevada no caminho da fila, e eu “escalei” pra tirar essa foto. Quando voltei em dezembro do mesmo ano, já tinham fechado o acesso a essa escadinha. Hihihi!

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Além de oferecer uma vista espetacular do Castelo de Hogwarts, tem a cabana do Hagrid na fila, e também o Bicuço logo no começo do trajeto, saudando os riders.

Bicuço!

Bicuço!

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E, pra ser uma montanha russa de criança, ela é até bem rápida e emocionante. Não tem nada de entediante. Então, se possível, não deixei de aproveitar mais esse brinquedo.

OLLIVANDERS

Muito mais do que uma loja, uma experiência. Tá sempre com fila e fica lotada, então entrei poucas vezes pra participar do showzinho #confissões.

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É o seguinte: depois de enfrentar uma mega fila, entramos na Olivaras em grupo (cerca de 20 ou 30 pessoas) e o bruxo vendedor da loja (que pode ou não ser parecido com o Mr. Ollivanders) desce a escadinha lateral até chegar próximo a nós. Daí ele escolhe alguém do grupo (geralmente uma criança) pra ser “escolhido” pela sua própria varinha. Efeitos especiais acontecem na loja, simulando a vez que o Harry comprou a sua varinha, até que a varinha certa escolhe o novo bruxo. O método de escolha, criado pela própria J.K. Rowling, envolve o dia e o mês do nascimento do bruxo. A minha varinha é a Elder, e a do Felipe é a Oak, e a dele já é a interativa.

LOJAS DE HOGSMEADE: FILCH’S EMPORIUM OF CONFISCATED GOODS, DERVISH AND BANGES, HONEYDUKES

As lojas de Hogsmeade são muito fofas, mas ficam muito cheias com muita facilidade, pois são bem pequenas e cheias de itens bacanas à venda!! Não gosto nem de pensar na quantidade de dólares que já larguei por lá… hihihi!

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O Filch’s Emporium of Confiscated Goods fica na saída do Harry Potter and the Forbidden Journey – portanto, no Castelo de Hogwarts. A Dervish and Banges fica junto da Ollivanders, e, além das varinhas tem muita coisa relacionada à Quadribol. Na Honeydukes, todos os doces com os quais sempre sonhamos! Destaque para os sapos de chocolate, que vem com cartões colecionáveis, Feijõezinhos de Todos os Sabores, e varinhas de chocolate.

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a antiga “divisão” entre Honeydukes e Zonko’s

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uma das minhas últimas visitas à Zonko’s

Antes da abertura do Beco Diagonal. em anexo à Honeydukes, ficava a Zonko´s, cheia de brinquedos divertidíssimos. Com a abertura da Weasley’s Wizard Wheezes lá no Beco Diagonal, a Honeydukes foi expandida e os itensantes vendidos na Zonko’s agora são encontrados na loja dos Weasley. Entretanto, manteve-se em Hogsmeade a fachada da Zonko’s, que rende boas risadas e boas fotos.

OWLERY

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O Corujal de Hogsmeade é uma área de descanso, coberta, mas não climatizada, bem em frente ao Três Vassouras e anexa à Dervish and Banges. Fica pertinho da Dragon Challenge, então é um bom lugar pr’aqueles que não querem ir na montanha russa ficarem esperando os aventureiros e descansando.

ENTRETENIMENTO EM HOGSMEADE

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alunos de Durmstrang, alunas de Beauxbatons, e duas alunas de Hogwarts bem na frente (x hihihi!

Em Hogsmeade, dois mini shows acontecem em um palco montado próximo ao Castelo de Hogwarts: Frog Choir (ou Coral de Sapos) e Triwizard Spirit Rally. O Frog Choir é formado por alguns alunos de Hogwarts que, com sapos cantores, iguais aos que aparecem em Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, apresentam algumas canções famosas dos filmes da série. O Triwizard Spirit Rally é composto por alunas de Beauxbatons e por alunos de Durmstrang, que se apresentam artísticamente, como em Harry Potter e o Cálice de Fogo.

Espero que vocês tenham gostado desse post imenso, e que seja útil pra quem for explorar o Wizarding World! Escrevi tudo com muito carinho e amor no coração, e muita saudade também!

Diário de Viagens: Las Vegas

Desde nossa viagem pela África do Sul (com post em breve nessa mesma categoria!), sabia que o Felipe gosta de uma jogatina. Ele também é chegado em pegar a estrada, e terminar a nossa viagem em Las Vegas tinha um quê de emoção, aventura e coisas inesperadas que só reforçava a ideia de que a sin city tinha que ser destino certo.

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De San Diego a Las Vegas, normalmente, gastaríamos cerca de 5 horas de viagem, sem contar o tempo que paramos pra almoçar num McDonald’s da estrada. Mas quando já estávamos quase chegando em Vegas, o trânsito simplesmente parou.

Pois é. Imaginem uma freeway de velocidade 70mph totalmente PARADA. Até hoje a gente não sabe  direito o que aconteceu, exceto pelas muitas viaturas de “highway patrol” que vimos passando e por um resquício de acidente mais na frente da estrada, mas sabemos que ficamos mais de 1 hora parados.

Chegando em Vegas, já deu pra ver o quanto a cidade é louca. Basicamente, tudo acontece em uma rua: a Las Vegas Strip. O nosso hotel era o The Signature by MGM Grand, no sul da Strip. Localização maravilhosa, atendimento incrível, e suítes super espaçosas. Como a gente não queria (e nem podia!) perder tempo, fomos logo jantar e aproveitar o que Vegas tem pra oferecer.

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Jantamos dentro do próprio MGM Grand, no japonês Shibuya – que é muito mais do que um sushi bar, oferecendo também opções sofisticadas da cozinha japonesa.

Depois fomos explorar, de fato, a Strip, andando do MGM até o Caesars Palace, parando pra ver as águas do Bellagio. Nesse dia, fomos pro PURE Nightclub.

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No dia seguinte, fomos cumprir um dos must-do na nossa lista de Las Vegas: os brinquedos radicais na Stratosphere Tower, do hotel & casino Stratosphere, que não fica na Strip. A torre do Stratosphere tem mais de 100 andares (se não me engano, são 108) e o ticket de acesso de um dia inteiro à torre e aos 3 brinquedos custou US$34,00.

Mas o que a gente queria mesmo era andar nos brinquedos: X-Scream, Insanity, e Big Shot. A gente tava com a adrenalina tão em alta só de olhar que eu não fotografei nada ): mas catei no Google umas imagens pra mostrar pra vocês.

Fomos primeiro no Insanity, que tem nome muito apropriado. Imagina só: você senta numa cadeirinha num treco que parece uma garra daquelas de maquina de pegar bichinho, aí uma portinhola se abre, a garra vai pra fora do prédio, e começa a girar muito, muito rápido (velocidade média de 40mph), sem nada em baixo, a 270m de altura. A primeira sensação é de pânico total, é claro. Mas depois é absolutamente maravilhoso – parece que a gente tá voando. Tem vídeo aqui.

Depois fomos pro X-Scream, que também não é pra quem tem estômago fraco. A 264m do chão, a gente é lançado pra cima e pra baixo. É tipo uma catapulta muito alta, sabe? Tem vídeo aqui.

O Big Shot foi nosso terceiro e último brinquedo. Nada mais é do que um daqueles elevadores que sobem e descem muito rápido – e que eu amo. Só que ele é o brinquedo mais alto do mundo, com 329m. Tem vídeo aqui.

Eu confesso que pintou um cagaço feio em mim antes de andar, mas eu adorei! Me arrependi MUITO de não ter comprado as nossas fotos brincando, mas cada uma custava cerca de US$15,00 e eu tava muito mão de vaca nesse dia. Até hoje me arrependo dessa economia que fiz! Recomendando o passeio, eu provavelmente começaria pelo Big Shot, depois ia no X-Scream e aí pro Insanity. Tudo bem que o Big Shot é o mais alto, mas acho que ainda assim é o mais tranquilo.

Depois do Stratosphere, voltamos pra Strip. Era só primavera e o sol tava muito quente. Não dá pra andar por lá sem uma garrafa de água! Protetor solar também é importante.

De noite, a ideia era fazer noitadinha no Chateau Nightclub, que fica no Paris Las Vegas. Então foi pra lá que fomos!

Jantamos no Le Provencal, porque é claro que esquecemos de tentar uma reserva no Eiffel Tower Restaurant.

Dos casinos e restaurantes que visitamos, achei o Paris o mais sem gracinha /: ok, é super bonito lá dentro, tem todo jeitinho de Paris mesmo… mas não era nada demais. Gostei mais dos casinos do New York New York, do Mirage, e do próprio MGM Grand.

Sobre o New York New York Hotel & Casino: pra gente, era outra parada obrigatória. Como boa apaixonada por montanhas russas, não podia deixar de andar na The Roller Coaster. E foi lá que começamos o nosso último dia de passeios em Las Vegas.

A montanha russa é bem rápida – em velocidade e duração – mas é meio desconfortável. Bate muito a cabeça, sabe? Mas é bem bacana. Pra brincar uma vez, US$14,00 por pessoa. Claro que não comprei as nossas fotos de novo…

O melhor desse dia ainda estava mesmo por vir. Como bons fãs dos Beatles, não poderíamos deixar passar a oportunidade de ver The Beatles LOVE by Cirque du Soleil, um dos espetáculos fixos do Cirque du Soleil. Compramos os ingressos no concierge do nosso próprio hotel e seguimos pro Mirage, onde acontece o espetáculo.

Ainda fico buscando palavras pra descrever aquele verdadeiro espetáculo. Eu e o Felipe compartilhávamos um certo medinho de ficarmos desapontados, porque nossa expectativa era muito alta – mas nossas expectativas foram superadas.

Como nas outras apresentações do Cirque, também não é permitido filmar ou fotografar, mas no site oficial tem um vídeo com um preview do show (que tá no YouTube).

Na falta de mais palavras, apenas duas dicas. A primeira é: não economize (muito) nos ingressos. Quando não sabíamos de nada, queríamos ficar no setor E, o mais barato, mas acabamos indo pro C: a diferença de preço é relativamente pequena, e a visão é muito muito melhor. Também tive a impressão, ao longo do espetáculo, de que o setor A (o mais caro!) não tem a melhor das visões, porque é preciso olhar pra cima em alguns (vários) momentos. Só se for pra ver várias e várias vezes – o que, acredite, você vai ficar com vontade de fazer.

A outra dica é uma passadinha no REVOLUTION Lounge depois do espetáculo, que seduz com essas letras/puffs gigantes.

Claro que a gente não aproveitou nem metade do que Las Vegas tem pra oferecer, mas gostei bastante dos passeios que escolhemos. Passamos muito tempo dos nossos dias & noites nos casinos – mais ganhando do que perdendo dinheiro – e aproveitamos do nosso jeitinho. O bom de não fazer tudo é que sobram motivos pra voltar pra lá!

Diário de Viagens: Anaheim & San Diego

Anaheim está a cerca de meia hora de Los Angeles, e a verdade é que não é fundamental ficar em um hotel por lá se você quer conhecer a Disneyland; dá tranquilamente pra ir e voltar dos parques da Disney ficando hospedado em LA. Só que eu sou SUPER DISNEY FREAK (mais sobre isso em um post futuro nesta mesma categoria!) e queria aproveitar ao máximo o complexo onde toda a magia Disney começou a se tornar realidade, então foi comum acordo que ficássemos 2 dias por lá! Pra gente, isso foi vantajoso porque 1) não precisávamos enfrentar o trânsito caótico de LA depois de cansar o dia inteiro nos parques, e 2) quando o Felipe ficou cansado demais da maratona de parques temáticos deu pra voltar pro hotel rapidinho pra tirar uma sonequinha. Escolhemos o Hilton Anaheim Convention Center pra essa etapa da viagem, que tem um Starbucks dentro e shuttle pros parques!

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A Disney da Califórnia se resume a 2 parques: a Disneyland – onde tudo começou – e o Disney California Adventure. Entre os dois parques, fica o acesso à área de Downtown Disney, com restaurantes diversos, muitas lojas (tem até Sephora!) e também cinemas. Nós demos sorte e fomos pra lá justo no dia em que os parques ficariam abertos por 24h seguidas, dando início ao Monstruous Summer (ação pra promover o Monsters University). Ok, até que ponto foi sorte é discutível, já que os parques ficaram bem mais cheios do que o esperado.

No primeiro dia, fomos pro Disney California Adventure, que tem uma área inteira temática do filme “Carros”, chamada Cars Land, e o Paradise Pier, com roda gigante e tudo mais o que um píer californiano tem direito. Meus brinquedos favoritos foram, certamente, a Torre do Terror (eu adoro, eu me amarro!), o Toy Story Mania! (amor eterno, amor verdadeiro!), e as montanhas russas California Screamin’ e Radiator Springs Racers!

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De noite, rola no Paradise Pier o show World of Color, mas a gente (aka eu) optou por assistir ao Magical, o show de fogos da Disneyland. Nosso ingresso era o Park Hopper de 2 dias, então estávamos tranquilos quanto ao horário e mudança de parques. Eu não sei descrever a emoção de ver a Disneyland de noite. É linda demais! Aliás, todos os parques temáticos que já visitei parecem ganhar uma magia a mais de noite…

Como a Disney tava aberta por 24 horas, ainda demos uma passadinha em Downtown Disney nesse dia antes de voltar pro hotel pra visitar a World of Disney, loja que reúne muita muita muita merchandise dos parques e que me enlouquece.

O segundo dia foi dedicado só à Disneyland, e eu fiquei (de novo) super emocionada nesse parque, porque foi nele que o Walt Disney deu início a tudo o que me encanta nesse mundo. Pra completar a emoção, em frente à estátua “Partners” do Walt Disney com o Mickey na frente do castelo da Bela Adormecida, foi colocada uma placa onde se registra o dia do centenário do Walt Disney, o mesmo dia em que eu completei 12 anos de vida. Pois é, eu e Walt nascemos no dia 05 de dezembro! E isso explica muita coisa!

O parque estava muito cheio (ai, sábados), e já tínhamos ido aos clássicos Piratas do Caribe, Splash Mountain, e Space Mountain. De fato, já tínhamos conhecido o parque todo (o que é muito diferente de ir a todos os brinquedos), passando por todas as “lands” que o Walt Disney planejou. Adorei Toontown, onde ficam as casas de Minnie e Mickey! E a Minnie tava por lá tomando chá! Uma fofa ❤ Enfim. Como o sol tava muito forte e já estávamos cansados, o Felipe me convenceu a descansar um pouco no hotel (eu ficaria mais no parque, mas já passei da fase de gostar de curtir os parques sozinha).

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Depois do descanso, fomos jantar no Downtown Disney. Recomendo o Napolini, que oferece massas maravilhosas e uma carta de vinhos bacana.

Depois de jantar, voltamos pra Disneyland, para noooossa alegriiiia! E aí andamos nos brinquedos que faltavam: a Matterhorn e o simulador Star Tours. A gente ia também no brinquedo Indiana Jones Adventure, mas eu tenho fobia de um certo animal que aparece na decoração do brinquedo, e aí eu resolvi que não queria ir de jeito nenhum, porque já era tarde da noite e fiquei com medo de ter pesadelo (#soudessas). Daí aproveitamos e assistimos o Fantasmic!, que é igual ao que acontece no Disney’s Hollywood Studios em Orlando, e que eu amo de paixão. O Fantasmic! mistura pirotecnia e jogo de águas com projeção de imagens, e eu fico sorrindo e com vontade de dançar só de lembrar da musiquinha que embala o espetáculo.

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Eu não queria sair mais de Anaheim de jeito nenhum! Mas era hora de seguir viagem e aproveitar San Diego! Depois de cerca de 1h40 de viagem de carro – e uma parada esperta em um dos view points na Pacific Highway pra observar a imensidão do Oceano Pacífico – chegamos na cidade.

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San Diego era o único lugar onde não tínhamos muita certeza do que faríamos. E foi ótimo! As surpresas começaram com o hotel: sem querer, escolhemos um hotel da rede Ramada que manteve todas as características de quando foi construído na década de 60! Ok, nem todas as características, já que as suas instalações atendem aos padrões mínimos de uma cadeia internacional – mas não ao ponto de perder o seu arzinho vintage.

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Um dos lugares que tentamos visitar foi o San Diego Chargers Qualcomm Stadium, já que o Felipe é fã de futebol americano. Mas demos com a cara na porta, já que estava fechado por conta do feriado.

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Pois é. Coincidentemente, chegamos em San Diego num final de semana de  feriado: o Memorial Day! Daí tinha muita coisa fechada e a gente não sabia direito o que fazer. Resolvemos ir pra San Diego Harbor e andar sem rumo.

Foi uma grata surpresa descobrirmos por lá um porta aviões  (o USS Midway) que serve de museu e fica aberto à visitação! Logo quis visitar, porque achei oportunidade única!

Nem vi direito o tempo passar enquanto estávamos lá. Tinha tantos aviões pra ver, veteranos de guerra pra conversar, informações pra obter… e o dia tava lindo demais!

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Do lado do USS Midway, fica uma escultura ENORME reproduzindo aquele beijo que ficou famoso no mundo inteiro quando a Segunda Guerra Mundial teve fim. Chamada Unconditional Surrender, a escultura não é em p&b, mas nas cores que seriam os uniformes do marinheiro e da enfermeira que protagonizaram a cena. Perdi a conta de quantos casais vimos tentando reproduzir a cena pra tirar fotos!

Ali pertinho de San Diego Harbor, fica o centro histórico da cidade, cheio de bons restaurantes! E, falando em comida, essa foi provavelmente a etapa mais gorda da viagem: fomos ao Applebee’s, ao Cheesecake Factory, e até no IHOP (International House Of Pancakes)! E, é claro, descobrimos também uns cantinhos de comida japonesa muito gostosos (será que é assim por toda a Califórnia?).

Ah! E pra quem quiser fazer compras em San Diego, recomendo o Fashion Valley. É um shopping a céu aberto, com lojas pra todos os gostos e bolsos!

Diário de Viagens: Los Angeles

Chegamos por volta de meio dia na cidade, depois de muitas horas de vôo (eu fiz Rio-SP via SDU-CGH, depois peguei aquele ônibus de aeroporto pra Guarulhos, e de lá seguimos via Nova Iorque JFK pra Los Angeles LAX – ufa!). Depois de comprarmos um GPS na lojinha do aeroporto (achamos melhor comprar do que alugar! Assim levamos nas próximas viagens), pegamos o carro que estava reservado na Dollar/Thrifty e seguimos pro hotel.

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O escolhido foi o Beverly Garland’s Holiday Inn Universal Studios Hollywood. Sim, o nome do hotel é enorme assim mesmo! Eu fui positivamente surpreendida pelo hotel, já que esperava apenas mais um Holiday Inn; o que encontramos foi um hotel com jeitinho de interior, bem arborizado, staff super atencioso e instalações super confortáveis! O café da manhã não estava incluído na diária, e o servido no Tula’s (o restaurante ma-ra-vi-lho-so do hotel) custava cerca de US$17,00 por pessoa. É no melhor estilo brunch, com direito a salmão e champagne, mas optamos pelo Starbucks mais próximo nos outros dias. O hotel conta com wi-fi gratuito, e o estacionamento pra hóspedes custa US$16,00 por dia. Eles também dispões de shuttle gratuito pro complexo da Universal Studios Hollywood, que é bem pertinho!

Um dos passeios que mais gostei foi a nossa visita aos estúdios da Warner Bros. É preciso agendar online com alguma antecedência, e custava cerca de US$55,00 por pessoa. Cada tour acomodava até 12 pessoas e durava cerca de 2h15, período no qual a gente vê um pouquinho da magia por trás das cenas do cinema e da TV. A gente deu muita sorte de ser guiado por um cara que era super bem humorado, e se esforçava de verdade pra fazer daquela nossa experiência algo inesquecível – inclusive fez com que o Felipe e eu encenássemos um diálogo de Casablanca em frente a um dos sets outrora usado para a gravação do filme.

Enquanto estávamos lá, tava rolando gravações de Pretty Little Liars (alguém acompanha a série? Eu não consegui me desapegar da tristeza do fim de Gossip Girl pra assistir a outra série desse tipo…). O grupo pôde escolher 3 sets de TV pra visitar, e eu escolhi 2 (porque eu sou apressada e quis logo garantir coisas bacanas hehehe): The Big Bang Theory e 2 Broke Girls! O terceiro set visitado foi de The Mentalist. Nessa parte do passeio, não é permitido tirar fotos – bem como no museu que eles mantém com figurinos e props de filmes e séries como The Hangover, Batman, Inglorious Bastards, Gossip Girl, etc – e o segundo andar INTEIRO de Harry Potter. Claro que foi o lugar onde eu mais surtei e mais queria tudo, e logo onde não podia tirar nem uma foto. Em compensação, fotografamos bastante no set de FRIENDS, mantido intacto por lá!

Outra ideia de passeio bacana – e clássico – é o combo Calçada da Fama + Teatro Chinês + Hollywood sign. Dá pra conhecer tudo isso em um só dia, e estacionar o carro por um preço ok no shopping Hollywood & Highland Center, que tem uma Sephora ótima e várias outras marcas que podem saciar os nossos desejos consumistas!

Nesse shopping também tem um viewpoint do Hollywood sign, e um Hard Rock Café! Ah, sim, eu adoro Hard Rock Café, e sempre que dá faço pelo menos uma refeição da viagem num restaurante da cadeia!

Como eu sou APAIXONADA por parques temáticos (post sobre isso em breve nessa mesma categoria!), foi impossível resistir ao parque Universal Studios Hollywood tão pertinho do nosso hotel. Não usamos o shuttle do hotel, o que foi meio idiota, já que o estacionamento custava US$15,00, mas foi bom pra conhecer com calma o City Walk (uma área de restaurantes e entretenimento diversificado) antes de entrarmos no parque. Gostei porque tinha um brinquedo diferente de todos os que já tinha ido – o Transformers: The Ride 3D – e pude repetir experiências como The Simpsons Ride, The Mummy Ride, e The Jurassic Park River Adventure! Agora já tem um Wizarding World of Harry Potter nesse parque e eu estou doida pra voltar!

Outro lugar bacana que visitamos foi o píer de Santa Monica. Me lembrou muito os episódios de The O.C. com toda aquela vibe de praia da Califórnia, do jeitinho que eu imaginava. Ok, talvez um pouco mais frio do que eu imaginava! Jantamos no Bubba Gump Shrimp Co. de lá, olhando o Pacífico e aproveitando o finzinho de tarde. No píer, fica o Pacific Park, com roda gigante, montanha russa e brinquedos de arcade, e também um aquário enorme! Pertinho da praia, fica a Third Street, com lojas de departamento e também lojas fast fashion tipo Forever 21 e Zara pra quem quiser fazer comprinhas.

Nosso último dia em LA foi dedicado à vida dos rychos e famosos, e decidimos conhecer Beverly Hills e a Rodeo Drive. Acho que meu coração nunca deu tantos pulos de emoção como naquela rua, mas resisti bravamente aos impulsos (#bolsistasofre).

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Nossa viagem também foi permeada por uma peregrinação por restaurantes japoneses, e a verdade é que qualquer restaurante japonês em LA parece uma boa opção! A gente via um e logo entrava. Recomendo o Mikado – mas chegue cedo se for jantar, porque eles fecham sem dó nem piedade na cara do cliente se der a hora de terminar o expediente!!

Mas temos a estranha tradição de tentar comer comidas diferentes nas nossas viagens. E a sortuda descoberta na Califórnia foi um restaurante de comida pan-asiática sen-sa-ci-o-nal chamado Rocksugar, e foi certamente uma das melhores refeições que fizemos na viagem! Eu fiquei babando muito pela decoração do lugar… tanto que esqueci de tirar foto dos pratos também. He he he! Pegamos também um cineminha no Westgate Mall mais próximo, que também oferece boas oportunidades de compras.

Diário de Viagens: Cuba, 2013

Já que esse blog é sobre o mundo ser a nossa casa, resolvi resgatar por aqui algumas das viagens que fizemos em anos passados, registrando, aqui, nossos passeios e descobertas pelo mundo!

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Em dezembro de 2013, eu realizei um dos meus sonhos de viagem junto do marido (que, na época, ainda não era marido hihihihi): passamos uma semana em Cuba! Exploramos La Habana e Varadero, e conheci a ilha que guarda tanta história e tem tanto para se descobrir. É até difícil descrever a experiência que eu tive em Cuba; ao mesmo tempo em que guarda diferenças absurdas de todos os lugares por onde já passei, é incrivelmente familiar. No primeiro dia em Havana, já me sentia muito em casa, como se estivesse andando pelas ruas de Niterói ou do Rio. Sim, é diferente; mas, ao mesmo tempo, é muito igual.

Na época, a vantagem na conversão de Euros para CUC em relação aos dólares era muito grande: na nossa conversão, 1 Euro comprava 1,31 CUC (1 CUC +- R$2,33, parecido com o dólar), ao passo que 1 dólar comprava 0,60 CUC.

Quando chegamos ao Hotel Havana Libre, onde ficaríamos hospedados, almoçamos em um dos restaurantes de lá mesmo. Acontece que, além de mortos de fome, o quarto ainda não estava liberado quando chegamos, então a solução foi esperar o check in comendo. O restaurante escolhido foi o El Bodegón, que tem um menu executivo (uma entrada, um prato principal, a sobremesa, e uma bebida) por 15 CUC. Comida gostosa e atendimento cordial. Depois de feito o check in, tomado banho e roupa trocada, saímos para explorar Havana e a primeira parada foi La Casa del Habano – porque, né, charutos. Eles tem uma seleção excelente de todas as melhores marcas de charutos, e ainda contam com alguns funcionários que ~enrolam~ na hora. Esses eram os melhores, porque atendiam precisamente ao que o cliente queria.

Aliás, sobre charutos: fomos abordados diversas vezes nos mais diversos lugares para comprarmos “charutos mais baratos” do que os vendidos nas fábricas. Cuidado com isso! Esses charutos são todos ~falsificados~. É preferível comprar um artesanal em uma casa de charutos do que um Cohiba ou um Romeo y Julieta falsificado.

Depois fomos para o El Floridita, restaurante-bar famoso pelo favoritismo de Ernest Hemingway. Tinha um grupo tocando ao vivo, e tomamos bons drinks cubanos ouvindo bons boleros.

O segundo dia em Havana – o primeiro inteiro – começou com um passeio a pé até o Malecón, que é tipo o calçadão de Copacabana deles, só que sem os quiosques, mas com muitos cubanos abordando os turistas, tentando levá-los para “diversões” e tentar, com isso, arrancar alguns trocados de CUC (na época, 1 CUC = +- 23 moeda nacional).

No Malecón, estão erguidos vários monumentos a heróis cubanos: General Máximo Gomes, Antonio Maceo, General Calixto García, e também José Martí. É também por ali que fica o Castillo de la Real Fuerza, o Castillo de San Salvador de la Punta, o Torreón de San Lázaro, e o Hotel Nacional.

Dali, seguimos, ainda a pé, por Vedado até Habana Vieja, onde escolhemos almoçar no Hotel Inglaterra – que fica em frente a uma agradável praça.

Logo depois, fomos para a Plaza de la Revolución, um dos principais pontos turísticos de Havana. É lá que ficam os enormes rostos de Che Guevara e Camilo Cienfuegos, em frente ao Memorial José Martí. O Memorial José Martí estava fechado, e decidimos voltar no dia seguinte para conhecer por dentro.

Mas o dia ainda não havia terminado: ainda fomos até La Bodeguida del Medio, e depois jantamos no La Moneda Cubana, um paladar (nome dado aos restaurantes particulares, geralmente administrados por famílias) localizado no terraço de uma casa em uma pequena rua próxima à Plaza de la Catedral.

No dia seguinte, começamos o dia no Memorial José Martí, que é um pequeno museu, com uma vista sensacional da Plaza de la Revolución, e também da cidade de Havana.

De lá, seguimos para o Museo de la Revolución/Memorial Gramma. E, no trajeto, tivemos a alegria de circular em um autêntico taxi Lada! Uma gloriosa experiência.

Nosso almoço nesse dia foi em um mais um paladar, chamado Cabaña. Foi uma das melhores refeições que fizemos, não só porque a comida estava ótima, mas porque o ambiente é bem agradável. É pertinho da Plaza de las Armas, e tem comida boa com preço bem justo. Porque, gente, comida nos restaurantes cubanos é razoavelmente cara!!

E, lá pertinho, fica o Palacio de Artesanias, um lugarzinho recluso muito muito fofo, cheio de lojinhas para comprar camisetas e artesanatos cubanos. Dei muito mole de não ter comprado coisinhas nesse dia, porque depois me faltou oportunidade! kuén (#letíciafail)

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E, como o nosso grupinho era formado por nerds de carteirinha, passamos boa parte da tarde em uma livraria do povo! Compramos 7394890304 livros por, sei lá, R$20,00. A livraria escolhida chama El Ateneo, mas não se parece em nada com a famosa livraria argentina de mesmo nome. Essa El Ateneo que visitamos é uma autêntica livraria cubana para o povo, e os preços dos livros estavam em moeda nacional – quando fizemos a conversão, pagamos uma pechincha!

Passamos tanto tempo escolhendo os livros na El Ateneo que, quando vimos, já era hora de voltarmos ao hotel para nos prepararmos para o show dos integrantes do Buena Vista Social Club.

Foi um jeito excelente de fechar nossos dias em Havana. Tanta gente fofinha cantando e dançando e aproveitando a vida e fazendo a gente feliz! Não tem nem como descrever. Ficamos em uma mesa privilegiada, bem em frente ao palco, e jantamos comida gostosa ouvindo músicas maravilhosas. Foi divertidíssimo!

No dia seguinte, seguimos viagem para Varadero. Fomos de ônibus turístico, que buscava os hóspedes nos hotéis de Havana e nos deixava em nossos respectivos hotéis em Varadero. Essa opção de viagem era um pouco mais barata do que um carro particular, mas acabou demorando muito. E, ao chegarmos no Meliá Marina Varadero, encontramos um resort novinho s-e-n-s-a-c-i-o-n-al com tudo incluído (sim, isso mesmo, sistema all inclusive), e na beira da praia. Basta dizer que eu engordei 1kg nesse resort pra vocês imaginarem o tanto que eu comi.

Em Varadero, nossa rotina era acordar, toma café, tomar sol, lanchar, tomar mais sol, almoçar, brincar na piscina, beber mojitos e piña colada na beira da piscina, lanchar, dormir, jantar, beber mais um pouco, dormir de novo, e repetir todas as etapas anteriores.

O Meliá Marina Varadero conta com alguns restaurantes a la carte, para os quais era preciso fazer reserva, e provamos a comida de dois: Don Peperoni (comida italiana, bom) e Bana (cozinha oriental, razoável). Honestamente, eu preferia a comida do buffet El Pilar (abundância!) e também do bar da piscina (o Habana). Não me levem a mal, tanto o Don Peperoni quanto o Bana são bons restaurantes, mas é que vinha muito pouca comida, e a gorda aqui logo ficava com fome (hihihi).

Depois de dias agradáveis em Varadero, voltamos pra Habana, pois nosso vôo rumo ao Brasil sairia de lá. Ao invés de usarmos novamente o ônibus turístico, optamos por um carro particular. Ambos os meios podiam ser contratados nos próprios hotéis.

Dormimos mais uma noite no Havana Libre, e embarcamos rumo ao Brasil cheios de memórias incríveis!

Lisboa: te vejo, Tejo!

Chegamos em Lisboa bem antes do que chegaríamos se tivéssemos usado o bilhete de trem que tínhamos comprado antes, como contei no post sobre Fátima. Fizemos check in no nosso hotel, o Ibis Styles Embaixador, e, depois de nos acomodarmos e tomarmos banho, fomos andando até a El Corte Inglés, a enorme loja de departamentos da capital portuguesa!

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Meu pai preferiu pular esta parte e ficou descansando no hotel. O nosso quarto era super espaçoso, com uma sala de estar onde ficava o sofá-cama em que eu dormi, e um bom banheiro. Eu gosto da rede Accor por conta disso: a gente sabe o que pode esperar e dificilmente fica decepcionado. E, no Ibis Styles, o café da manhã estava incluído!

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Eu e minha mãe, então, começamos a explorar Lisboa já neste primeiro passeio a pé. Do hotel até a El Corte Inglés, é uma caminhada de 15 minutos, que seria muito tranquila se não fosse cheia de subidas e sob um sol forte! Quando chegamos na loja e entramos no ar condicionado, a felicidade foi total.

Acho que vale a pena recomendar a El Corte Inglés pra quem quiser fazer compras em Lisboa porque, além de serem muitos andares que reúnem as mais diversas marcas de moda, beleza, eletrônicos, etc, eles oferecem um cartão para turistas que acumula 10% do valor das compras pra serem usados na loja – além do tax free. Este cartão é gratuito e basta apresentar o passaporte para obter um, com validade de 3 dias. E a gente ainda pegou a época da super liquidação! Vou descrever um pedacinho da minha experiência pra vocês entenderem como é bom: fiz a primeira compra, no valor de 90 euros, e registrei no cartão, acumulando 9 euros. Na segunda compra, a peça estava com desconto de 40% por conta da liquidação: o preço original era de 89 euros, mas, com 40% de desconto, saía por 53,40 euros. Usando o cartão turista, descontei mais 9 euros que eu já tinha acumulado antes, pagando 44,40 euros e acumulando mais 5,34 euros no cartão para a compra seguinte!

Nós também optamos por jantar por lá, já que o último andar da El Corte Inglés abriga o espaço de “Restauração” com vista para a cidade. Para o meu pai, levamos uma boa pizza de lá, já que ele estava cansado demais pra sair.

Tínhamos a terça feira para aproveitar Lisboa e assim fizemos: depois de desfrutarmos do café da manhã do Ibis Styles, que é bem satisfatório (e também tinha pastéis de nata), fomos até a Torre de Belém.

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Do lado da Torre de Belém, está o Memorial Aos Combatentes do Ultramar e o Museu do Combatente. O jardim que fica ali é tão agradável que me deu vontade de fazer um piquenique!

Ali pertinho também fica o Padrão dos Descobrimentos, que é um dos monumentos mais legais entre os que vi em Portugal. O Padrão dos Descobrimentos foi desenhado por Cottinelli Telmo, e esculpido por Leopoldo de Almeida, em homenagem ao Infante D. Henrique. O monumento fica na margem direita do Rio Tejo, e foi inaugurado em 1960.

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Estava tão agradável que ficamos por ali mesmo para o almoço, e escolhemos o Portugália, com vista para o Tejo. Pedimos uma carne picadinha com molho de mostarda, acompanhada de legumes e arroz branco, que estava uma delícia! Mesmo ficando bem ali num local super turístico, o restaurante tem um preço bem justo, e nossa refeição, incluindo as bebidas, saiu por menos de 60 euros pra nós três.

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Depois do nosso almoço calmo e farto, fomos para a Avenida da Liberdade, que é uma das principais avenidas da cidade e liga a Praça dos Restauradores à Praça do Marquês de Pombal. Nesta Avenida, há muitas estátuas e monumentos, inclusive uma estátua de Simón Bolívar e o monumento aos Mortos da Grande Guerra. A Avenida Liberdade também concentra as marcas de luxo. E é na Praça dos Restauradores que fica a Fábrica dos Pastéis de Nata, onde obviamente fizemos uma parada estratégica pra eu comer mais um pastelzinho de nata delicioso. Recomendo a visita à Fábrica porque, além do pastelzinho ser uma delícia divina, o ambiente é super bacana!

De lá, caminhamos mais um pouquinho pelas ruas ali próximas, mas estava calor demais pra ficarmos sob o sol. Decidimos, então, ir mais uma vez na El Corte Inglés pra fazermos as últimas comprinhas num ambiente com ar condicionado. Também acabamos jantando por lá – desta vez, os três juntos! Naquele dia, comi um bacalhau gratinado muito saboroso.

Na quarta feira, acordamos cedo pra tomarmos café da manhã com calma e arrumar as coisas para ir pro aeroporto! O aeroporto de Lisboa ficava bem pertinho do hotel, e levamos uns 15 minutos pra chegar lá. Despachamos nossas bagagens com a Aegean e fomos para a área de embarque. Lá, eu resolvi almoçar no McDonald’s, enquanto meus pais escolheram o Mercado – e a escolha deles foi, de fato, bem melhor do que a minha, já que lá eles servem boas opções de comida portuguesa.

Fizemos conexão em Atenas, na Grécia, e chegamos em Ierevan pouco antes das 4 da manhã do dia 6 de julho. Achei o aeroporto de Atenas bastante compacto, e, pra falar a verdade, não tinha muitas opções de alimentação no terminal em que estávamos – me alimentei praticamente das cavacas portuguesas que tínhamos comprado ainda no aeroporto de Lisboa. Mas o serviço de bordo da Aegean é muito bom: tanto no vôo entre Lisboa e Atenas quanto no vôo de Atenas pra Ierevan, as refeições estavam saborosas e adequadas pro percurso.

Fátima, uma experiência de fé

Chegamos em Fátima cansados da viagem de trem, como já contei no post sobre Porto. Mas nenhum cansaço foi maior do que a nossa vontade de ir logo até o Santuário!

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Fizemos nosso check in no hotel Cova da Iria, que, na sua simplicidade, é fantástico. O quarto era bastante confortável, o banheiro era muito bom, e o café da manhã era delicioso! E o que falar da equipe do hotel?! Só temos elogios! Todos muito simpáticos e prestativos, já na nossa chegada nos indicaram que, para seguirmos viagem no dia seguinte, a melhor opção seria comprar bilhetes de ônibus na rodoviária de Fátima. O hotel fica muito pertinho da rodoviária, e, mesmo perdendo os bilhetes de trem que já tínhamos comprado, gastaríamos menos comprando as passagens de ônibus.

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Depois de nos acomodarmos no quarto e nos refrescarmos da viagem super cansativa de trem, saímos em direção ao Santuário, e eu tava quase desmaiando de fome. No caminho, paramos pra comer no Apollo Café, que tem um ambiente simpático. Comi um cachorro quente excelente e, o melhor de tudo, Guaraná Antártica! Meu pai comeu uma francesinha (sanduíche tradicional português) que ele disse que tava muito bom.

Devidamente abastecidos, chegamos até o Santuário, e eu sou incapaz de descrever o que eu senti desde o primeiro momento em que lá chegamos. Foi mais do que uma experiência de fé, foi mais do que uma visita a um lugar santo. Eu me senti verdadeiramente encontrando Nossa Senhora de Fátima, sentindo a presença da Mãe do Senhor naquela imagem que representa as suas aparições naquela terra.

Neste ano, em 13 de maio, completaram-se 100 anos desde a aparição de Nossa Senhora, e houve grande festa com presença do Papa Francisco. Infelizmente não pudemos estar presentes nesta ocasião, mas fomos um pouquinho atrasados, quase 2 meses depois. Mas, ainda assim, foi emocionante poder celebrar este centenário naquele lugar santo. E qual foi a minha surpresa em encontrar também lá, em comemoração aos 300 anos da Sua aparição, Nossa Senhora Aparecida!

Desde o momento em que lá chegamos, eu andei muito vagarosamente, porque eu era incapaz de fazer qualquer movimento mais brusco ou rápido. Eu queria absorver cada segundo daquele lugar, sentir a presença de Nossa Senhora ali, me sentir na presença dela e do Filho dela.

Na Igreja, participamos da missa e rezei no túmulo de Francisco e Jacinta. Rezei, rezei, rezei, e rezei mais um pouco. Saindo da Igreja, nós voltamos para próximo da capela da aparição, primeiro acendendo velas no velário normal e no eletrônico, e depois esperando para participar da oração do terço.

Se eu achava que já estava vivendo um dos dias mais especiais da minha vida, eu ainda tinha uma surpresa por vir. Quando o terço começou, a noite começou a chegar também, e o céu foi tomado de lindas cores, como uma pintura. A oração do terço no Santuário é absolutamente incrível, já que há sempre muitas nacionalidades reunidas, e cada mistério é rezado em uma língua. Naquele dia, além de brasileiros e portugueses, estavam lá irmãos italianos, húngaros, russos, franceses, poloneses, chineses, entre outros. Nessas horas, a fé sem fronteiras se torna palpável.

Depois do terço, teve início a procissão das velas, que acontece todos os dias entre a Páscoa e o Natal às 21h30 (entre o Natal e a Páscoa, somente aos domingos). A procissão das velas está, sem a menor dúvida, entre as 10 coisas mais bonitas que eu já testemunhei na minha vida. E que alegria tão grande não só poder testemunhar mas também participar! Toda aquela gente rezando junto, cantando junto, louvando junto, caminhando pelo Santuário honrando Nossa Mãe do Céu. É impossível não ficar emocionada só de lembrar.

Saímos do Santuário bem tarde, cansados e felizes. Meu coração transbordava e ainda transborda só de pensar em tudo o que vivi naquele fim de tarde!

No dia seguinte, segunda feira, acordamos cedo, aproveitamos o delicioso café da manhã do hotel (quem comi um monte de pastel de nata levanta a mão!) e fomos pro Santuário mais uma vez. É claro que eu não ia perder a oportunidade de ir a mais uma missa!

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Depois da missa, fomos até a rodoviária e compramos nossos bilhetes de ônibus para irmos para Lisboa, que seria nosso último destino em Portugal. Os ônibus entre Lisboa e Fátima saem a cada 30 minutos. As três passagens custaram 31 euros, e nós agendamos pro horário das 14h30, tendo sido informados de que, caso chegássemos mais cedo na rodoviária e quiséssemos adiantar a viagem, poderíamos, desde que tivesse vaga no ônibus.

Com as passagens compradas, fui em busca das lembrancinhas e imagens de Nossa Senhora. Eu pensava que, como no Santuário de Aparecida do Norte, encontraria uma lojinha no Santuário de Fátima, mas não. No Santuário mesmo, não há souvenires à venda, mas há muitas, muitas, muitas lojinhas com imagens de todos os tamanhos e preços, terços de todos os tipos, etc. Comprei muitos tercinhos pra usar nas minhas bolsas, uma Nossa Senhora de Fátima pra ficar na sala aqui de casa, e uma outra com os três pastorinhos juntos e que tá aqui no meu escritório, me acompanhando em tudo o que eu escrevo.

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Voltamos pro hotel pra terminarmos de ajeitar as coisas, fizemos nosso check out e fomos almoçar no restaurante Polo Norte, que fica muito muito pertinho do hotel Cova da Iria. Gente, que bacalhau delicioso! Foi o melhor bacalhau que comemos em Portugal. Depois de me fartar no almoço, pegamos nossa bagagem no hotel e fomos andando pra rodoviária. Mesmo com as malas, não demoramos nem 10 minutos. Então, chegando na rodoviária, pedimos pra adiantar o ônibus. Tivemos muita sorte porque o ônibus de 13h15 ainda tinha exatamente 3 lugares vazios!

O ônibus que faz este percurso é bem confortável, e a viagem é super rápida: 1h30. A rodoviária de Lisboa fica pertinho do zoológico da cidade, e conseguimos ir rapidinho pro nosso hotel.

Eu quero MUITO voltar a Fátima, e de preferência em breve. Se eu puder escolher, vou querer ficar 2 noites na cidade, pra poder aproveitar com mais calma e passar um dia inteirinho lá no Santuário, louvando Nossa Senhora e agradecendo à minha Mãezinha do Céu por ela ser minha intercessora junto à Jesus!!

#BackToHogwarts #19YearsLater

Eu não poderia deixar em branco este dia 01 de setembro, precisamente o dia em que acontece o último capítulo dos livros de Harry Potter, e que é o começo de Cursed Child!

Vocês já sabem que #omundoéaminhacasa, mas os lugares onde eu mais me sinto em casa no mundo são no WB Studio Tour: The Making of Harry Potter e no Wizarding World dos parques de Orlando. Então nada melhor do que aproveitar este dia para falar um pouquinho mais sobre o WB Studio Tour: The Making of Harry Potter, que fica em Watford Junction, pertinho de Londres! Os estúdios de Leavesden foram abertos para visitação do público em março de 2012, e já pude ir lá duas vezes: em julho de 2012, e agora em janeiro de 2017, com o marido, pra conferir a expansão que trouxe a Plataforma 9 3/4 e o Expresso de Hogwarts!

Mas, vamos por partes! Antes de tudo, se você quer fazer essa visita mágica, é preciso agendar a sua visita com antecedência pelo site oficial. Ao comprar o ingresso, eles enviam pro seu email a confirmação da compra, que deverá ser apresentada (cópia digital ou impressa) no dia da sua visita, para trocar pelo ingresso. No site também constam todas as indicações de como chegar até Leavesden: quando chegamos em Watford Junction, tomamos um shuttle para os estúdios. O tempo de deslocamento entre o centro de Londres e o WB Studio Tour é de cerca de 1h cada trecho, e recomenda-se chegar pelo menos 20min antes do horário agendado. O ingresso para The Making of Harry Potter inclui um audio guide, e também há a opção de comprar o souvenir guide, que sai mais barato do que quando comprado separadamente na loja.

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Tudo está lá: o majestoso Great Hall, a Gryffindor Common Room, The Burrow, o Ministério da Magia, o escritório de Albus Dumbledore, o Beco Diagonal, a sala de Poções, … muitos dos objetos usados nos filmes, os figurinos e varinhas; maquiagem, perucas, figurinos; Privet Drive n.4, Knightbus, Potter’s Cottage, Ford Anglia; modelos em miniatura de diversos cenários, e, ao final de tudo, um modelo em escala – simplesmente enorme, mas não o suficiente pra entrarmos nele – do Castelo de Hogwarts e suas adjacências. O modelo do Castelo é uma das coisas mais lindas e perfeitas que eu já vi na minha vida. Nas duas vezes, me emocionei em diversos momentos dos passeios (tanto que eu tô sempre com cara de choro nas fotos!), mas nada é tão incrível quanto ver Hogwarts tão majestosa na minha frente! Na primeira vez, acho que a emoção foi potencializada porque, ao entrar nessa sala, estava tocando “Leaving Hogwarts” – que, coincidentemente, foi a última música usada num filme Harry Potter. Na minha primeira visita, fiquei o dia inteiro por lá: consegui marcar meu ingresso pro primeiro horário, e só saí no último shuttle para Watford Junction!

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Nesta segunda visita, com o marido, nós chegamos lá por volta das 13h, e ficamos até 17h: fizemos uma visita bem mais rápida do que da primeira vez em que fui, mas não deixamos de admirar todos os detalhes, e aproveitar o espaço da Plataforma 9 3/4, que foi inaugurado entre uma visita e outra. Como ainda era inverno, pudemos aproveitar o finzinho do Hogwarts in the Snow, a produção que eles tem montado anualmente para cobrir o Castelo de Hogwarts de neve, as decorações natalinas, entre outras surpresinhas mágicas.

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Posso afirmar que meu cenário favorito continua sendo o Beco Diagonal; eu poderia ficar um dia inteirinho só naquele pedacinho do tour. Mas achei muito bacana poder entrar no Expresso de Hogwarts (em Orlando, já andamos no Expresso de Hogwarts que liga os parques da Universal, mas isso é assunto pra outro post!)!

Lá, há uma cafeteria antes da entrada do Tour, e a loja também pode ser acessada antes de entrar. Uma vez lá dentro, pode-se matar a fome e tomar Butterbeer no outro café. Na loja, estão disponíveis produtos do mundo mágico tanto relacionados à Harry Potter quanto à Animais Fantásticos!

Não dá pra ficar entrando em muito mais detalhes, porque a experiência é pra ser vivida, preferencialmente sem spoilers. Quem quiser mais alguma informação, pode deixar um comentário aqui no post que eu respondo! Acho que o importante é marcar a visita para um dia em que se possa dedicar pelo menos 4 horas para o passeio, já que, agora, temos também a Floresta Proibida aberta para visitação! É claro que eu já estou doida pra voltar e conferir mais esta novidade!