Lei francesa proíbe o pagamento em espécie de compras acima de €1000

Tô devendo os posts sobre Dubai e Abu Dhabi? Sim. Tô devendo a publicação do conteúdo sobre Teerã? Também. Mas estou em Paris desde a última quinta feira, e este blog quer prestar um serviço de utilidade pública ao divulgar uma informação importante, que eu descobri de repente e me surpreendeu: na França, há uma lei que proíbe o pagamento de compras com valor acima de 1000 euros em espécie.

É isso mesmo: se você está com viagem marcada para a França e planeja fazer uma compra cara, você obrigatoriamente terá que pagar essa compra no cartão. Segundo informações colhidas, a lei entrou em vigor em 01/01/2018, objetivando aumentar a segurança na luta contra o terrorismo. Essa medida só se aplica à França (pelo menos por enquanto), uma vez que cada país da União Européia tem autonomia para definir suas leis internas.

Mas e o nosso temido IOF? O cartão de crédito não perdoa! A alternativa que me vem à cabeça é usar um daqueles cartões de débito pré-pagos, com bandeira Visa ou MasterCard, que são aceitos no mundo inteiro.

Onde comer em Dublin?

Nossa passagem por Dublin foi muito divertida, e nós descobrimos alguns bons cantinhos para comer pela cidade, que vou dividir com vocês agora!

  • Flanagan’s

Em plena O’Connell Street, que é uma das principais ruas da cidade, o Flanagan’s é um restaurante muito tradicional de Dublin, comandado pela mesma família desde 1980. O ambiente do restaurante é mesmo de família, acolhedor e com uma comida deliciosa. Nós pedimos o pão de alho (garlic bread, €4,95), as asinhas de frango picantes da casa (flanagan’s chicken wings, €13,95) e meia costela de porco (baby back ribs half sheet, €6,50) no molho barbecue caseiro, com cerveja pra acompanhar, é claro. A decoração Art Déco merece a atenção.

  • Arthur’s Bar (Guinness Storehouse)

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Acho que vale a pena aqui deixar registrada a qualidade da comida do Arthur’s Bar, que fica na Guinness Storehouse. Como vocês já sabem, a Guinness Storehouse foi praticamente a nossa primeira parada em Dublin, e nós adoramos a experiência. Eu pedi o cachorro quente com linguiça artesanal, que estava de comer rezando de tão bom. O marido provou o guizado irlandês que, segundo ele, era espetacular.

  • Smokin Bones

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No coração de Temple Bar, está o Smokin Bones, com seus molhos artesanais e costelas cozidas lentamente. Nós dividimos um two meat combo (€14,95), que dá a opção ao cliente de escolher 2 carnes e 2 acompanhamentos. Nós escolhemos a costela defumada por 4h (baby back ribs) com asinhas de frango (chipotle wings), acompanhados de milho preparado com manteiga e sal (corn on cob) e batatas fritas caseiras (skin on fries). Estava divino.

  • Fujiyama

Subindo uma escadinha na O’Connell Street, está o Fujiyama, uma das boas surpresas de Dublin, já que passamos algumas vezes por ele e não estávamos botando muita fé, até que resolvemos subir e fomos agraciados com comida japonesa da melhor qualidade, preparada com cuidado e peixe fresco. Pra começar, nós pedimos a gyoza tradicional (€6,90), que o marido ama e eu não sou muito fã, mas esta estava incrivelmente boa e talvez agora eu dê uma chance para as gyozas do mundo. Depois, pedimos rolls de atum (€8,00) e salmão (€8,00), e sushis também de salmão (€8,00) e atum (€8,00).

  • Hard Rock Café

O clássico dos clássicos que de vez em quando a gente visita nas nossas viagens. O Hard Rock Café de Dublin também fica em Temple Bar, mas, no momento, está fechado para obras, reabrindo no começo de maio de 2018. Ficamos numa mesa coladinha na memorabília dos Foo Fighters, então imagina a minha alegria! Nós pedimos o jumbo combo, que é mesmo enorme, e matamos a nossa fome com asinhas de frango, onion rings, tiras de frango frito, rolinhos primavera e bruschetta, servidos com molho honey mustard, hickory barbecue e blue cheese. O atendimento nos Hard Rocks do mundo costuma ser muito bom, e em Dublin não foi diferente.

 

11 coisas para fazer 1 semana antes de viajar

Quando estamos preparando uma viagem, a lista de coisas a resolver parece interminável, não é?  É por isso que um pouquinho de organização, nessas horas, pode garantir muita tranquilidade e paz de espírito. Pautada nas minhas experiências de viagens, resolvi dividir aqui 10 coisas que considero importantes fazer em até, no máximo, 1 semana antes de viajar. Estas dicas foram pensadas pra facilitar, principalmente, a vida de quem vai viajar para o exterior, mas algumas delas também são válidas para viagens nacionais!

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1- Contratar o seguro de viagem

Viajar sem um bom seguro de saúde é a maior furada: sabe Deus o que pode acontecer, e a última coisa que queremos quando estamos viajando é dor de cabeça. Se o seguro tiver uma franquia que também proteja a sua bagagem, melhor ainda.

2- Solucionar as finanças

Nesta etapa, você já sabe se vai trocar o dinheiro, habilitar o cartão de crédito para uso no exterior e/ou fazer um cartão de débito – ou todas as opções anteriores. Quando eu morava no Brasil, sempre negociava o câmbio com antecedência e trocava o dinheiro. Aqui em Ierevan, é muito fácil fazer câmbio: além dos bancos, é possível trocar dinheiro nos supermercados, lojas e shoppings em pequenas casas de câmbio oficiais. Por conta dessa facilidade, e porque a taxa cambial oscila muito pouco, às vezes eu faço câmbio até mesmo na véspera de viajar.

3-  Criar um documento online com todas as informações da viagem

Usar o Google Drive para guardar todas as informações da viagem pode ser uma boa: além de poder acessar de qualquer lugar todos os seus documentos (cópia do passaporte, reservas dos hotéis, e-tickets e passagens, cópia do seguro de viagem, etc), você pode compartilhar com sua família para que eles saibam da sua programação.

4- Imprimir cópias dos documentos da viagem

Mesmo tendo as cópias eletrônicas de todas as suas reservas e da apólice do seguro, é importante ter cópias impressas de toda a documentação, já que alguns países exigem que estes documentos sejam apresentados na imigração e, neste momento, não se pode usar o celular. O ideal é fazer uma pastinha com cópias impressas do seu bilhete eletrônico (comprovando a passagem de volta), do seguro de viagem, da comprovação da hospedagem e, em alguns casos, dos acordos de isenção de vistos. Com a documentação em mãos, ficará mais fácil preencher os formulários de imigração (se houver).

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5- Fazer backup do celular e da câmera, e esvaziar os cartões de memória

Aquele item auto-explicativo.

6- Preparar o seu entretenimento de bordo

Longas horas dentro de um avião são ideais para botar a leitura em dia, ou mesmo se atualizar naquele seriado do qual tá todo mundo falando. Desde que eu ganhei o Kindle, ele é meu grande companheiro nos meus vôos, e eu sempre deixo uns 3 ou 4 livros já prontos para serem lidos. E, como eu sou meio old school quando se trata de música, eu ainda viajo com meu iPod clássico recheado de todas as possíveis trilhas sonoras da viagem. Eu tenho muita dificuldade de dormir nos vôos, então eu gosto de estar bem preparada pra me distrair e tornar a experiência mais agradável!

7- Comprar comidinhas para o vôo

Meu organismo fica MUITO DOIDO em dias de viajar. Do mesmo jeito que eu posso ter um apetite feroz, eu posso simplesmente perder completamente a fome. Isso sem contar quando a comida do avião é simplesmente intragável… é por isso que eu não entro no avião sem umas comidinhas de jeito nenhum! Barrinhas de cereal, mix de nuts, pacotinhos de biscoito, ou mesmo um chocolatinho (M&M’s costumam ser a minha escolha) podem ser a salvação da pátria.

8- Organizar a “farmacinha”

O termo “farmacinha” nasceu lá nos idos de 2004 e desde então é o meu termo para definir minha bolsinha de remédios e outros itens “de farmácia”, como band-aids, esparadrapos, spray antisséptico, etc. Eu não viajo sem levar os remédios com os quais já estou habituada, principalmente porque em muitos países é impossível comprar remédios sem receita. Inclusive, quando nos mudamos pra Armênia, eu trouxe um estoque dos remédios que eu mais uso, renovei na minha viagem ao Brasil em agosto do ano passado, e já listei o que preciso repor na próxima ida para terras tupiniquins. É sempre bom conferir se os princípios ativos dos seus remédios são permitidos no seu país de destino, e alguns países exigem a apresentação da receita de medicamentos, principalmente no caso de substâncias controladas; neste caso, é bom providenciar também uma tradução para a língua oficial do país ou, no mínimo, uma tradução para o inglês.

9- Deixar a mala tomar ar

Seja você um viajante frequente ou não, você deve ter seu lugar de deixar a mala guardada entre um vôo e outro: por isso, é importante deixar a mala tomar ar e, se possível, um pouco de sol pra tirar qualquer cheirinho indesejado. E, se for a sua primeira viagem, e você tiver acabado de comprar uma mala, também é bom deixar que a mala tome ar e um pouco de sol pra tirar o cheiro intenso dos materiais usados na fabricação.

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10- Monitorar o clima do seu destino

Pra ajudar na hora de organizar a sua mala inteligente, e pra ter a certeza de que você vai viajar bem preparado pra encarar qualquer clima, comece a monitorar o clima do seu destino pelo menos uma semana antes. Assim, você consegue planejar bem a organização da sua mala e dificilmente será pego de surpresa.

11- Habilitar o roaming no celular ou providenciar SIM card internacional

Nem todo mundo habilita o roaming do celular pra viajar, principalmente em tempos de tanta facilidade de adquirir SIM cards que oferecem planos bem mais vantajosos do que os das operadoras nacionais. Ainda assim, eu acho que desde 2008 eu não viajo sem estar com o roaming habilitado, nem que seja só pra mandar um SMS quando o avião pousa avisando que tá tudo bem. A minha operadora aqui na Armênia oferece uns planos decentes de roaming de internet, então, dependendo do país de destino ou da duração da viagem, eu simplesmente habilito um desses planos e nem me preocupo com a compra de um SIM card novo. Mas já falei um pouco por aqui sobre SIM cards que compramos nas nossas últimas viagens (tenho que atualizar com a última operadora que usamos no Reino Unido!).

Onde comer em Belfast?

Como vocês já sabem, Belfast foi a cidade que ganhou o nosso coração nas últimas férias! Nós adoramos Belfast e a Irlanda do Norte, e agora é hora de contar pra vocês sobre os lugares onde comemos por lá. Não são muitos, já que fizemos 2 day trips e acabamos comendo naqueles destinos, mas são 4 bons lugares que tem o selo Letícia de aprovação gastronômica!

  • Town Square

Nós gostamos tanto desse restaurante/café/bar que fomos 2 vezes! O Town Square fica na Botanic Avenue, uma das ruas que mais concentra bons restaurantes e bares da cidade, e nós demos a sorte de ficar num hotel ali pertinho – então não estranhem quando virem os 3 primeiros dos 4 restaurantes dessa listinha sejam nessa rua! O ambiente do Town Square é muito agradável, porque parece um pub mas tem um toque de modernidade, e essa estante de livros no meio do restaurante ganhou meu coração.  A seleção de cervejas deles é ótima: são sempre 8 rótulos disponíveis, mas que mudam a cada mês de acordo com a curadoria. Eu fui fiel e comi o mesmo prato nas 2 vezes em que paramos por lá: o hambúrguer de carne com onion rings acompanhado de batatas fritas (£8,50). Nem preciso dizer que amei e recomendo, né.

  • Sakura

Localizado também na Botanic Avenue, o Sakura é avaliado como um dos melhores restaurantes japoneses de Belfast. Nós comemos sashimi de atum (£6,80) e salmão (£5,80), sushis de salmão (£3,50) e atum (£3,80), e alguns rolls (preços variam entre £2,50 e £6,80). O atendimento não foi uma maravilha, mas a qualidade dos peixes é excelente.

  • Scalini

Também fomos 2 vezes a este excelente restaurante italiano, que também fica na Botanic Avenue. O Scalini é ENORME e, nas 2 vezes em que lá estivemos, estava lotado. No nosso primeiro jantar por lá, tínhamos chegado da nossa day trip temática de Game of Thrones, já era tarde, eu estava cansada e meu estômago não estava pedindo nada com grande consistência, então pedi só a sopa do dia (£4,45). Já no dia em que voltamos, aproveitamos para provar uma das muitas pizzas disponíveis, feitas no forno à lenha. A nossa escolhida foi a campagnola (£10,65): tomate, queijo mozzarella, frango, bacon e milho. Estava boa DEMAIS e eu salivei aqui só de lembrar dessa pizza!

  • Tony Roma’s

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A rede mundial de restaurante Tony Roma’s tem uma filial em Belfast, na University Road, pertinho do Ulster Museum. Eu sou bem viciadinha em costelas de porco, então é claro que eu tinha que provar uma das famosas ribs dessa cadeia de restaurantes. Nós escolhemos dividir o prato fillet medallions and half rack baby backs (£24,99), um prato enorme com 2 medalhões de filé mignon e meia costela de porco, acompanhados de purê de batata e vegetais da época (que, naquele caso, eram os brócolis). Tudo estava MUITO bom e suculento!

DICA BÔNUS: PUB

  • The Points

Vocês realmente acharam que não ia ter uma dica de pub de Belfast por aqui? Claro que tem que ter! Localizado na Dublin Road, bem no coração do centro de Belfast, o The Points foi O PUB recomendado por TODOS os locais com quem conversamos. Lá, há música ao vivo todos os dias da semana com bandas irlandesas que vem de todo o país, e uma variedade de mais de 80 whiskeys e cervejas locais e internacionais. O ambiente é muito confortável e aconchegante, mas eles não servem comida – só o Irish stew (um dos pratos nacionais caseiros da Irlanda, o guisado irlandês é elaborado com carne de cabrito, batatas, couve branca, alho poró, cenoura e aipo), que pode acabar mais rápido do que a gente pensa (infelizmente, nós não conseguimos provar).

Onde comer em Edinburgh?

Ah, Edimburgo! Não tem como não lembrar com alegria dessa cidade que mora no meu coração! E, se Edimburgo mora no meu coração desde 2012, depois dessa última visita em dezembro do ano passado, posso dizer que mora no meu estômago também, pois conseguimos explorar alguns bons e ótimos restaurantes na nossa passagem por lá.

  • Vittoria 

Coladinho no The Elephant House, em plena George IV Bridge, o Vittoria on the Bridge tem um ambiente cool e family friendly, com um cardápio de culinária italiana descomplicada e clássica. Nós tínhamos chegado da nossa viagem de carro, saindo de Lanercost, e meu estômago faminto ficou muito feliz com o penne alla Milanese (£11,95) maravilhoso que eu comi. Há uma outra unidade do Vittoria em Edinburgh, o Vittoria on the Walk, que ocupa o mesmo lugar desde 1970.

  • Café Andaluz 

Outra rede de restaurantes que merece a sua atenção! Nós fomos na unidade de Glasgow no dia da nossa day trip pra lá, mas há uma unidade também em Edinburgh, pertinho do Vittoria on the Bridge. O Café Andaluz celebra a culinária ibérica em toda a sua glória, e as tapas são de comer rezando de tão boas. De segunda a sexta feira, entre 11h30 e 15h, pode-se escolher quaisquer 3 tapas por £13,95 (por pessoa). O ambiente é muito agradável, e o serviço foi ótimo. Nós comemos 4 tapas: croquetas de jamón y queso, albóndigas, pollo marinado, e vieiras con serrano. Tudo estava absurdamente delicioso, e eu recomendo fortemente esse restaurante.

  • Boteco do Brasil

Meu estômago expatriado quase surtou de felicidade quando descobrimos que, bem pertinho do nosso hotel, tinha um restaurante brasileiro (47 Lothian Street)! Guaraná Antártica, pão de queijo (£4,95), frango à passarinho (£4,95), linguiça com aipim (£4,95), coxinha (£4,95)… nós nos deleitamos num verdadeiro banquete! Além da unidade de Edimburgo, o Boteco do Brasil também tem uma unidade em Glasgow para os estômagos famintos de Brasil.

  • Kyloe Steak Restaurant & Grill

O restaurante escolhido para o meu almoço de aniversário! Kyloe foi o primeiro restaurante gourmet de carnes de Edimburgo. “Kyloe” é uma palavra escocesa antiga para o gado das Highlands, e foi escolhido para dar nome ao restaurante para representar a força e versatilidade dos produtos bovinos da Escócia. O restaurante fica no The Rutland Hotel, no West End de Edinburgh, com uma vista linda para o Castelo de Edimburgo. Os menus do restaurante foram elaborados pelo premiado Chef John Rutter. Nós escolhemos o Steak Sharing Option (£35,00) com 300g de filé mignon, servido com molho de whisky e pimenta, batatas fritas, ervilhas e salada, e estava uma delícia.

  • Cucina

Fomos jantar no Cucina no dia do meu aniversário. Esse restaurante fica no Radisson Collection Hotel da Royal Mile (antigo Hotel Missoni), comandado pelo premiado Chef Andrew McQueen. A experiência culinária proposta pelo Cucina é de pratos modernos e estilosos, executados com perfeição, combinando os sabores italianos aos ingredientes frescos sazonais. Neste charmoso restaurante, pedi o risotto alla zucca, beignet alla salvia e formaggio di capra di St Maure (£9,95), que estava muito gostoso.

  • Contini

O Contini é um dos restaurantes mais disputados de Edinburgh. Localizado no número 103 da George Street, esse restaurante faz uma releitura da cozinha tradicional italiana de uma maneira contemporânea num ambiente lindo. Pedimos arancini (£6,50) e burrata (£8) como entradas para dividir, e depois cada um comeu seu ravioli de espinafre e ricotta com molho amanteigado de tomates (£8). Tudo estava espetacular.

  • Söderberg

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Sabe aquela pausa gostosa pra um cafézinho no meio da tarde? Söderberg é um ótimo lugar pra isso. Menos lotado do que qualquer Starbucks e com um ambiente super cool, a rede de padarias e cafés tem algumas unidades na cidade de Edinburgh. Eu tomei um cafézinho com uma chokladboll, um pseudobrigadeiro coberto de flocos de côco que vale cada caloria.

  • Nanyang Malaysian Cuisine

Você já pensou em provar a culinária da Malásia? Não? Então não sabe o que está perdendo! O excelente Nanyang tem um ambiente muito agradável, propício para apresentar o melhor da culinária da Malásia, que tem fortes influências da região e da sua população diversa: as culturas malai, chinesa, indiana, thailandesa, javanesa e sumatran são as principais influências dessa culinária. Nós provamos a sopa wonton (£4,95) e o frango com legumes e molho Nanyang (£11,95). Tudo estava delicioso e as porções são generosas.

  • Wagamama

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A famosa rede, que tem filiais em todo o Reino Unido, tem cada prato melhor do que o outro. Naquele dia, eu escolhi o wagamama ramen, que combina frango grelhado, carne de porco, chikuwa, camarões e mexilhões num caldo de galinha com dashi e miso, além de meio ovo cozido, menma, wakame, cebolas e brotos de ervilha. Estava bom demais!