Onde comer em Paris?

Não é novidade pra ninguém que Paris é a capital mundial da gastronomia. Em Paris, há comida boa para todos os gostos e bolsos – e algumas furadas também. É por isso que venho humildemente dividir com vocês algumas dicas de lugares que eu gostei, e também outros que eu não gostei tanto assim, e como tentar evitar furadas gastronômicas na Cidade Luz!

Pra facilitar, vou falar dos restaurantes e cafés de acordo com os seus respectivos bairros (arrondissements) em Paris. Também vou criar uma legenda de faixa de preços médios pra vocês terem uma ideia melhor de quanto custa comer em cada um destes lugares.

faixas de preços médios (refeições com bebida para uma pessoa)
  • até 20€ = €
  • entre 25€ até 35€ = €€
  • entre 40€ até 50€ = €€€
  • mais de 50€ = €€€€

1er arrondissement

  • Café de la Régence (€€)

Pertinho do Musée du Louvre e do Musée des Arts Décoratifs, em plena Rue Saint Honoré, serviço muito simpático num ambiente super agradável. Eles tem serviço contínuo, o que é ótimo pra quem está de férias e não tem muito compromisso com horário para alimentar-se (o que nunca é o meu caso, mas não custa dividir a informação!).

4e arrondissement

  • Carette (€)

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Um pequeno café em plena Place des Voges, que é um charme e vale a visita, pertinho do Marais. A comida é boa, o ambiente é gostoso, os preços são justos com um serviço rápido. Eles tem uma oferta de pâtisserie de dar água na boca!

5e arrondissement

  • Chez René (€€)

Em pleno Boulevard Saint-Germain, esse charmoso café tem uma boa oferta de pratos onde os peixes são os protagonistas.

6e arrondissement

  • Le Hibou (€€ médio, mas tem pratos €)

Talvez a melhor sopa que já tomei na minha vida! Dei muita sorte de ir ao Le Hibou, que fica no Carrefour de l’Odéon, num dia em que a sopa do dia era de alho poró com batatas e estava UM SONHO! Eu estava passando mal, há dias sem comer nada direito, e poder me deleitar com essa sopinha foi praticamente um milagre. Estava tão boa que comi duas, porque sim.

  • Les Deux Magots (€)

Um clássico de Paris, daqueles que vale a pena ir porque não decepciona. Gosto de tomar um cafézinho a tarde e degustar algum dos deliciosos doces.

  • Huguette, Bistro de la mer (€€€)

Especializado em frutos do mar, é um bistrô super charmoso e bem localizado, e um menu recheado de coisas deliciosas.

  • Le Golfe de Naples (€)

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Simples e honesto, bem na frente da loja da Apple do Marché Saint-Germain. Gostei da pizza, verdadeiramente napolitana.

  • L’Avant comptoir du Marché (€€)

Meio estranho, porque há pouquíssimos lugares pra sentar, e algumas mesinhas pra se ficar mesmo em pé. Os petiscos são bem gostosos, então eu recomendaria como uma boa opção para um happy hour.

  • Le Relais de L’Entrecôte (€€)

Aquele clássico que está sempre na lista daqueles que visitam Paris pela primeira vez, bem como daqueles que são fãs da famosa formule.

7e arrondissement

  • Primo Piano (€€)

Dentro do Le Bon Marché, coladinho na seção de livros, o Primo Piano tem um ótimo cardápio pra quem está em meio às compras e quer comer sem perder muito tempo, mantendo a qualidade. Infelizmente, eu não gostei muito do café gourmand deles, mas tudo bem, acontece.

  • Maison de la Truffe – L’atelier (€€)

La Grande Épicerie é um paraíso para quem é apaixonado por comida e gastronomia, e é lá dentro que está uma pequena filial da Maison de la Truffe. Eu não gosto muito de fazer reservas em restaurantes (#preguiça), então aproveitei a chance de provar um prato deste famoso restaurante sem filas, no ambiente delicioso da Grande Épicerie. Comi um ravioli com trufas que estava bem gostoso, mas achei que economizaram um pouquinho na trufa pra quantidade de ravioli servido.

  • Le Café du Musée (€)

Não tive uma experiência muito boa, mas pode ter sido apenas azar. Fica bem pertinho do Musée de l’Armée, no Boulevard des Invalides.

8e arrondissement

  • Café Mademoiselle (€€€)

No limite entre o 8e e o 1er arrondissements, o café Mademoiselle é um charme e tem um dos melhores cafés gourmands (10€) que já provei em Paris.

  • Pedra Alta (€)

Especializados em frutos do mar, a unidade da rue Marbeuf tem uma localização super conveniente para quem está passeando pela Champs-Élysées, Arc de Triomphe e arredores. Eu amo comida portuguesa, e o atendimento impecável desse restaurante me faz voltar sempre. A maioria dos pratos é muito grande, então serve de 2 a 3 pessoas com fartura. O bacalhau grelhado é um troço do outro mundo, e o pastel de nata é divino, coisa dos céus.

  • Crêperie Framboise (€)

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Essa creperia é uma rede, com várias unidades em Paris. A que visitei foi no 8e arrondissement; uma vez tentei ir na unidade que fica perto do Louvre, no 1er arrondissement, mas estava lotada e preferi não esperar. Eles tem algumas formules interessantes, com bons preços. Os crepes são bem gostosos, e tem alguns sabores “pouco convencionais”, que vale a pena experimentar.

  • Café de L’Avenue Boulevard Haussmann (€)

Esse não é “O” L’Avenue, então não vamos nos confundir. Esse café fica praticamente na esquina do Boulevard Haussmann com a Rue de Monceau, e é uma opção honesta para refeições rápidas na cidade. Dos cafés mais simples (leia-se: com preços mais baixos e não tão famosos) que já visitei, é um dos que tem a comida mais gostosa.

  • Matsuri (Boëtie) (€)

Quer ir num japonês em Paris sem ter que deixar um rim pra pagar a sua refeição? A rede Matsuri entrega o que promete: comida de qualidade com preço justo, ambiente bacaninha, localizações convenientes (são 9 unidades espalhadas por Paris). A unidade de Boëtie tinha aquela esteira em que podíamos escolher os sushis e sashimis, que tinham seus preços sinalizados pela cor do prato. Coloquei na faixa de preço de até 20€ mas sua refeição pode sair um pouquinho mais cara dependendo da quantidade que você escolher comer (mas acho difícil de passar de 35€ por pessoa, mesmo tomando vinho ou saquê).

15e arrondissement

  • L’Oustal (€)

Um dos cafés mais bacanas do 15e, com um menu sucinto e honesto.

  • Le Royal Cambronne (€)

O meu preferido da minha área preferida de Paris! Eu adoro ficar no 15e, que é perto de tudo porém tem cara de bairro mesmo, com vida normal, farmácia, etc, e eu sempre vou no Royal Cambronne quando fico por lá porque, além de terem um serviço bem legal, os pratos são muito gostosos. Destaque para a sopa de legumes, que é um carinho no estômago nas noites frias. Os pratos do dia costumam ser muito bons também.

  • Le Bouquet de Grenelle (€)

Pedi uma sopa gratinée à l’oignon que estava uma delícia, mas achei a porção grande demais quando se trata de uma sopa tão pesada.

16e arrondissement

  • Le Coq (€€)

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A localização do Le Coq é perfeita para quem está passeando no Trocadéro ou no Palais Galliera, por exemplo. Curti o ambiente bem bonito e moderno, o serviço é rápido e os pratos tem bela apresentação.

  • Les Grands Verres (€€€€)

Um restaurante caro, porém maravilhoso, dentro do Palais de Tokyo. É daquelas refeições que valem a pena pela experiência como um todo: o restaurante é espetacular, o serviço é excelente, a comida é impecável, e a vista é incrível.

BÔNUS

  • Prêt-à-Manger

Já falei do Prêt-à-Manger no meu post sobre lugares para se comer em Londres, mas não custa deixar a dica aqui também, já que a rede tem algumas unidades espalhadas por Paris! Vale lembrar que é uma rede que oferece diversas comidas saudáveis, como sopas, sanduíches em baguettes e saladas, feitas com ingredientes orgânicos a preços amigos. O meu sanduíche preferido é o de atum com pepino, seguido de perto pelo de prosciutto com mozzarella e o de caprese. O café deles também é uma delícia, e vocês já sabem que eu sou fã da água de côco (em euros, custa 3,75€).

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Sejamos manjedouras!

“E a Palavra se fez carne e habitou entre nós. E nós contemplamos a sua glória, glória que recebe do Pai como Filho unigênito, cheio de graça e de verdade.” (João 1, 14)

Alegremo-nos n’Ele, por Ele e com Ele, porque o Senhor veio para ser o nosso Salvador! Hoje, é o dia da graça, da alegria e de cantar as maravilhas do Senhor, pois nasceu para nós Jesus, o nosso Salvador!

A alegria que celebramos hoje não é a alegria que vem das futilidades humanas. É a alegria que vem como um dom divino e celeste. É a alegria de ter a certeza de que não estamos abandonados nem fomos esquecidos: mais do que lembrados, fomos e somos inteiramente amados por Deus. Nada poderia ser tão divino como esse amor que Deus tem por nós: amor encarnado, amor que assume a nossa humanidade, que se faz um de nós naquilo que vivemos e somos.

Bendito seja Deus! Bendito seja seu divino Filho Jesus Cristo, Nosso Senhor e Salvador, Deus vivo e presente no meio de nós!

O Filho de Deus nasce da Virgem Maria, que entra na história para ficar no meio de nós. Renova a esperança, entrega-se como pão. Sua Palavra aquece o coração. E quem n’Ele crê, com seus olhos verá: “Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida”. O anjo se colocou na presença daquela jovem e disse: “Alegra-te cheia de graça! […]. Conceberás e darás à luz a um filho, e lhe porás o nome de Jesus” (cf. Lc. 1, 28.31). Este foi o maior e mais importante anúncio que o mundo poderia testemunhar: o anúncio do Anjo Gabriel fez com que a Virgem Maria ficasse grávida do próprio Filho do Deus Altíssimo. Realizou-se, naquele momento, o Mistério da Encarnação, aquilo que fora profetizado por inúmeros profetas do Antigo Testamento.

A partir desse anúncio do anjo Gabriel à Virgem Maria a humanidade tomou conhecimento de uma grande novidade: Deus é Pai, ou seja, Ele tem um Filho e o amor entre Eles é o Espírito Santo. Santo Agostinho afirma que o Espírito Santo é um ato de amor que o Pai e o Filho têm em comum, pelo qual se amam reciprocamente: o amor une o amante ao amado.

Portanto, o anúncio do Anjo Gabriel à Virgem Maria nos deu a consciência da existência da Santíssima Trindade. Até então se sabia que Deus existia, mas não se sabia desveladamente que esse único Deus era, também, trino. O véu se rasgou! Os nossos olhos e a nossa consciência se abriram! A Virgem Maria foi a primeira pessoa a conhecer essa luminosa verdade. Por meio do Anjo, Deus Pai anunciou o nascimento do Filho que foi gerado no ventre de Maria por obra do Espírito Santo (cf. Lc. 1, 35). Ela é a primeira que colaborou de forma plena e total com o desígnio salvador de Deus, que é a encarnação de Jesus no meio de nós. Humanamente, não é fácil de entender: os desígnios divinos estão muito além da nossa compreensão humana, e nem mesmo José entendeu, mas ele aceitou assumir a missão de fazer parte da Sagrada Família e cumprir os planos de Deus.

Aquilo que se realizou “na” e “com” a Virgem Maria é, de certa forma, a prefiguração daquilo que iremos contemplar, um dia, no céu. Lá, iremos contemplar a Deus Pai que gera o Filho no amor do Espírito Santo.

Maria nos aproxima de Deus. Não há presença de Jesus no meio de nós sem a presença de Maria, a Mãe que O gerou e O trouxe até nós. Maria é a portadora de Deus, ela é a portadora do Verbo divino. Deus foi o primeiro a amar Maria profundamente a ponto de querer fazer morada nela. Amar Maria é amar os desígnios de Deus que se manifestam no ventre dela.

O ventre da Virgem Maria não apenas representa o ambiente celeste, mas trata-se propriamente do Céu. O ventre de Maria é a porta que permitiu que cada um de nós tivesse a possibilidade de acesso a Deus. Deus não veio direto a nós, Ele veio a nós por meio da Virgem Maria. Foi Deus quem escolheu esse caminho: Deus tudo pode e nada é impossível para Ele, e Ele poderia ter escolhido qualquer outro caminho. Mas Deus escolheu a mediação humana, e essa mediação tem nome: a Imaculada e Santíssima Virgem Maria. A humilde serva do Senhor foi e é a medianeira do Mediador, e é por isso que temos a graça de recorrer à intercessão da Bem-Aventurada.

Humildade é reconhecer a grandeza do Senhor e a nossa pequenez, é depender de Deus, é confiar n’Ele e saber que em todas as coisas Ele cuida de nós. Ser humilde é fazermo-nos servos de Deus no serviço aos outros. Por isso, Maria é a humilde serva do Senhor e ela existe para servir; ela não existe para ser servida nem para ser engrandecida. Nós exaltamos a Virgem Maria por aquilo que ela foi em toda a sua vida: um serviço pleno a Deus em todo o seu ser.

Hoje, mais do que nunca, precisamos descobrir e redescobrir diariamente a graça de servir. No mundo que valoriza e exalta, acima de tudo, o individualismo, Deus tem dificuldade para encontrar servos humildes, pessoas que tenham almas realmente abertas para o outro, que não estejam simplesmente focados em si, nas suas coisas, nas suas necessidades, mas que sabem fazer isso para além de suas próprias ocupações, que estão abertas para servir a Deus, para obedecer-Lhe, para ir ao encontro do outro.

Com Maria, exaltamos o Deus poderoso, grande, que olha para Seus humildes servos e faz, no coração de cada um, a Sua obra divina acontecer. Deus quer realizar no coração de cada um de nós aquilo que Ele realizou no coração de Maria. A graça de Deus permanecerá em nós quando formos humildes e servos.

Eu recebi Maria em minha vida, e me consagro a ela todos os dias. Maria é a discípula perfeita, é aquela que faz de nós presépios vivos no processo divino salvífico. A discípula perfeita me ensinou e me direciona todos os dias a buscar ser inteira de Deus, a amá-Lo, a abrir meu coração para que Ele faça morada em mim como Ele habitou nela. Ao recebermos a Virgem Maria em nossa vida, ela nos aponta a direção do Céu, nos aponta o caminho e a direção para amarmos a Deus sobre todas as coisas.

Por causa do “sim” dessa grande mulher, o que era temporal foi alargado pelo que era eterno. Celebrar o nascimento de Jesus é celebrar o Céu que se fez presente aqui na terra. Fomos visitados pelo Céu, e esse mesmo Céu está aberto para nós. É por esse motivo que a Virgem Maria é a “cheia de graça”, como o Anjo Gabriel proclamou.

Hoje, mais do que desejar Feliz Natal, quero, do fundo do meu coração, propor que nos coloquemos em torno de Jesus, que O celebremos e O amemos, que reconheçamos Jesus como grande dom e dádiva, como o grande presente que podemos oferecer uns aos outros neste dia. Quero que o Menino Jesus realmente nasça em nossos corações de uma maneira nova, que Ele nos renove inteiramente, e que possamos sempre caminhar na luz solidária do Deus Único e Verdadeiro. Quero que sejamos todos morada de Cristo Jesus, que O recebamos e acolhamos em nossos corações, que sejamos verdadeiras manjedouras para o Menino Deus, e que sejamos servos do Senhor seguindo o exemplo da Virgem Maria.

Glória a Deus no mais alto dos céus!

O que você precisa saber para alugar um carro e fazer uma road trip pela Europa

Quem me acompanha pelo instagram viu que nós fizemos uma viagem super bacana de carro pelo Leste Europeu em outubro! Nossa viagem começou e terminou em Viena, e fomos até a Polônia, passando pela República Tcheca, cruzando a Eslováquia, chegando até Hungria, Croácia e Eslovênia, passando por Salzburgo antes de devolver o carro em Viena. Antes de começar a contar sobre os passeios que fizemos em cada um destes países e os lugares incríveis que conhecemos, quero contar pra vocês os pormenores de alugar um carro e fazer uma road trip dessas!

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quando a viagem tem tantos trechos que não dá nem pra fechar a rota no Google Maps hihihi

 

Confira se a Carteira Nacional de Habilitação é aceita como documento internacional de condução de automóveis em todos os seus destino

É recomendável àqueles que pretendem alugar e/ou conduzir automóveis no exterior ter a Permissão Internacional para Dirigir (PID), emitida pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Embora o documento não seja obrigatório, ele é aceito em mais de 130 países e pode ajudar o motorista com a legislação local, com os agentes de trânsito, em casos de acidentes e infrações. Há alguns países, no entanto, que não exigem o PID para aluguel e condução de automóveis temporária por brasileiros, bastando a CNH e o passaporte. São eles:

  • Signatários da Convenção de Viena: África do Sul, Albânia, Alemanha, Angola, Argélia, Argentina, Austrália, Áustria, Azerbaidjão, Bahamas, Barein, Belarus (Bielo-Rússia), Bélgica, Bolívia, Bósnia-Herzegóvina, Bulgária, Cabo Verde, Cazaquistão, Chile, Cingapura, Colômbia, Coréia do Sul, Costa do Marfim, Costa Rica, Croácia, Cuba, Dinamarca, El Salvador, Equador, Eslováquia, Eslovênia, Estados Unidos, Estônia, Federação Russa, Filipinas, Finlândia, França, Gabão, Gana, Geórgia, Grécia, Guatemala, Guiana, Guiné-Bissau, Haiti, Holanda, Honduras, Hungria, Indonésia, Irã, Israel, Itália, Kuweit, Letônia, Líbia, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia, Marrocos, México, Moldávia, Mônaco, Mongólia, Namíbia, Nicarágua, Níger, Noruega, Nova Zelândia, Panamá, Paquistão, Paraguai, Peru, Polônia, Portugal, Reino Unido (Inglaterra, Irlanda do Norte, Escócia e País de Gales), República Centro – Africana, República Democrática do Congo, República Tcheca, República Dominicana, Romênia, San Marino, São Tomé e Príncipe, Seichelles, Senegal, Sérvia e Montenegro, Suécia, Suíça, Tadjiquistão, Tunísia, Turcomenistão, Ucrânia, Uruguai, Uzbequistão, Venezuela, Zimbábue.
  • Princípio de Reciprocidade: Angola, Argélia, Austrália, Canadá, Cabo Verde, Cingapura, Colômbia, Coréia do Sul, Costa Rica, El Salvador, Equador, Estados Unidos, Gabão, Gana, Guatemala, Guiné-bissau, Haiti, Holanda, Honduras, Indonésia, Líbia, México, Namíbia, Nicarágua, Nova Zelândia, Panamá, Portugal, Reino Unido (Inglaterra, Irlanda do Norte, Escócia e País de Gales), República Dominicana, São Tomé e Príncipe, Venezuela.

 

Consulte a lista de países que cada locadora de automóveis permite visitar

Na época em que estávamos cotando preços para alugar automóveis, o melhor preço para o período que queríamos alugar carro era da Budget, mas esta locadora não permitia conduzir o carro alugado até a Polônia, que era um dos nossos destinos pretendidos. Por isso, acabamos alugando o carro com a Alamo, que era a única que permitia viajar com o carro até os países que estavam no nosso roteiro. Cada locadora costuma cobrar também uma taxa para levar o carro para além as fronteiras do país onde foi alugado, mesmo na União Européia/Espaço de Schengen. Na Alamo, a partir de 3 países o valor já não mudava mais. Como nós pegamos e devolvemos o carro em Viena, não precisamos pagar nenhuma taxa de devolução em outra cidade.

 

Verifique a cobertura do seguro

Eu sou do time que acha que é melhor prevenir do que remediar: sempre que nós alugamos carro, nos preocupamos com o seguro. Tem muita gente que se contenta com o seguro do cartão de crédito mas, depois que tivemos uma experiência bastante frustrante em Aracaju, preferimos também contratar alguma opção de seguro oferecida pela locadora de automóveis.

 

Esteja atento ao regime de pedágios de cada país que você vai visitar

As locadoras de automóveis deixam claro que os pedágios são sempre responsabilidade dos motoristas. Na Áustria, o sistema de pedágios é por vignette, e como alugamos o carro em Viena, já tínhamos a vignette austríaca paga pela locadora de automóveis. A vignette é um registro eletrônico do pagamento de pedágio, que, dependendo do país, pode ter validade de 3 dias até 1 ano. Na Polônia, os pagamentos de pedágios eram em cabines como estamos habituados no Brasil e era possível pagar em Euros e receber o troco em Złoty. Já na Croácia, pegávamos um ticket em cabines que ficavam nos pontos de entrada das rodovias, e o valor cobrado de acordo com o trecho percorrido era pago em outras cabines no ponto de saída da rodovia, já perto do nosso destino.

Nos outros países por onde passamos, a vignette podia ser adquirida em postos perto das fronteiras: embora não haja controle de fronteira na Área de Schengen, as fronteiras entre os países são sinalizadas e, no caso de exigirem vignettes, os pontos de venda também são sinalizados. E aí é preciso prestar bastante atenção para não passar batido por estes pontos de venda e correr risco de levar multas!

Na Eslovênia, o sistema vigente era de vignette mas não tinha nenhum ponto de venda na fronteira com a Croácia, porque, lá, a vignette é normalmente adquirida nos postos de gasolina.

É recomendável guardar todos os recibos de pagamentos de pedágios para não ser pego com calças curtas caso seu carro seja parado ou haja alguma cobrança indevida da locadora de automóveis!

 

É recomendável dividir a responsabilidade de condução

Nós percorremos cerca de 2.600km, e seria humanamente impossível deixar que apenas um de nós dirigíssemos o tempo todo. Portanto, pagamos a taxa extra da locadora para permitir um condutor adicional, e dividíamos a responsabilidade de condução. Como as estradas eram muito boas, decidimos que cada um seria responsável por um trecho, assim não precisaríamos revezar num único dia e dava tempo suficiente pro outro descansar.

As estradas são, de fato, muito boas, mas a maioria das autopistas é uma reta daquelas que dá sono. Por isso, nós nos programamos para que nenhum dos trechos fosse muito longo, e parávamos para comer e/ou tomar um café sempre que necessário. Nosso trecho mais longo foi do primeiro dia, de Viena para Cracóvia, com quase 5h de estrada, mas paramos para almoçar com calma em Brno, cidade da República Tcheca onde dormimos no caminho de Cracóvia para Budapeste – que, aliás, foi uma escolha de roteiro nossa porque vimos que as estradas que ligariam mais diretamente as duas cidades estavam em obras.

 

Procure planejar os trechos com antecedência, verificando a existência de obras e possíveis rotas alternativas! 

Isso é outra coisa importante do planejamento: nós também pegamos vários trechos com obras, que conservam as pistas em excelentes condições mas acabavam deixando as viagens de carro mais demoradas. O Google Maps é uma mão na roda pra esse planejamento. Sempre que podíamos, buscávamos rotas alternativas – como foi o caso de voltar para a República Tcheca, dormir por lá e então cortar a Eslováquia rumo à Budapeste.

 

Prepare-se para os gastos extras de estacionamento

Alugar carro garante uma liberdade que os horários de trens e vôos não te dão, e isso pode ser uma vantagem imensa, mas também implica numa série de gastos extras, como gasolina e estacionamentos. São pouquíssimos os hotéis que não cobram por estacionamento, e os valores podem variar entre 12 e 16 euros por dia. Nas cidades por onde passamos, para nossos passeios, nós preferíamos nos locomover a pé ou de transporte público quando era necessário, justamente para não nos preocuparmos em encontrar estacionamentos e pagar por eles.

Nós usamos carro dentro das cidades em Budapest, Zagreb, Pula, Portoroz, Liubliana e Salzburg. A maioria das vezes foi para ir ao cinema, que ficava em algum shopping e que tinha estacionamento gratuito. Em Pula e em Portoroz, usamos o carro para ir até os pontos turísticos das cidades, pagando pelo período de estacionamento.

Tale as Old as Time Afternoon Tea: o chá da tarde mais encantador de Londres

O chá da tarde é uma tradição britânica que eu, particularmente, adoro. Eu adoro lanchar, adoro uma mesa bem linda com chá e café e delícias para degustar! Como fã confessa do mundo criado por Walt Disney, eu estava doida para experimentar o Tale as Old as Time Afternoon Tea, servido no Town House Kensington. E pra comemorar hoje os 2 anos de blog, vim contar pra vocês como foi essa experiência gastronômica/encantada!

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A Bela e a Fera” é um dos meus filmes preferidos da Disney, e a Bela sempre foi a princesa com a qual mais me identificava: ela era a única sempre rodeada por livros! O Town House começou a servir este chá inspirado na história de Beauty and the Beast na época do lançamento do filme live action, em março de 2017. Rapidamente, este chá da tarde se tornou um absoluto sucesso, e praticamente impossível de reservar uma mesa sem muita antecedência. A princípio, duraria poucos meses, até que foi sendo prorrogado devido à enorme demanda; se eu não consegui ir em novembro de 2017, graças a Deus já foi prorrogado até pelo menos 31 de dezembro de 2018, e consegui reservar em tempo de ir com os meus pais em setembro passado!

Como o chá da tarde é muito farto (é possível conferir o menu aqui, e agora eles também contam com um menu festivo, que estará disponível entre 1º e 31 de dezembro deste ano), achei por bem reservar um horário no almoço (13h). Meu pai é diabético, então entrei em contato com o Town House por email perguntando se seria possível que somente eu na mesa degustasse o Tale as Old as Time Afternoon Tea, permitindo que tanto meu pai quanto a minha mãe escolhessem pratos do menu à la carte regular e não-temático. Muito prontamente, o restaurante me respondeu que não haveria nenhum problema e que, inclusive, poderiam preparar algo especial para atender às restrições alimentares caso eu quisesse. Tendo estudado bastante o menu, e sabendo do que o meu pai e a minha mãe gostam, respondi agradecendo e dizendo que não seria necessário, que eles ficariam satisfeitos em escolher algo que já fazia parte do cardápio.

Pois bem, chegou o dia, que foi o mesmo dia quando saímos de Paris para Londres de trem, e nos dirigimos para o almoço no Town House. The Kensington Hotel, onde fica o Town House, fica bem pertinho das estações de metrô South Kensington e também Glouscester Road. Chegando lá, nossa mesa já nos esperava, com biscoitinhos de marzipã decorados imitando o vestido de baile da Bela. Eu já comecei a ter palpitações ali.

Ao confirmar com a garçonete que somente eu degustaria o Afternoon Tea, meus pais receberam menus para que escolhessem seus respectivos pratos, muito bem servidos por sinal, mas pequenos diante da fartura que me foi servida!

Eu fiquei muito contente em ter decidido marcar o afternoon tea para as 13h porque era muita comida. MUITA. E eu, embora seja mais do que muito boa de garfo, não costumo aguentar comer grandes quantidades de comida depois das 17h. E é aqui que a gente começa a cantar mentalmente (ou não) a música Be Our Guest, que forneceu a maioria (se não todas) das referências para que esse afternoon tea fosse criado.

Primeiro, foi servido um hors d’oeuvres de entrada: uma mini torta recheada de ragú de carne, um arancini flambado e um mini-soufflé de queijo. Depois, uma seleção de sanduíches, recheados de salmão defumado, frango com cranberry, pepino com cream cheese, e maionese fresca com agrião, acompanhados de baguettes doces do tipo brioche. Quando eu terminei de comer meus sanduíches, me foi oferecido um “refil”, que eu recusei, porque era muita comida! Os sanduíches estavam deliciosos, mas eu seria incapaz de degustar as sobremesas (que já estavam na minha frente, pra me deixar ainda mais doida) caso comesse mais deles.

Para sobremesa, uma gelatina de baunilha com uma pétala de rosa comestível dentro, uma torta com ganache de chocolate no formato do Horloge (que, obviamente, dava pena de comer de tão lindo!), macarons de côco e chocolate, geleia de damasco com chocolate, e a mais esperada de todas: a mousse de chocolate branco “Try the grey stuff“, com direito à etiqueta escrita à mão com caligrafia perfeita.

A louça desse afternoon tea é de enlouquecer: a atenção aos detalhes, passando pela apresentação dos pratos até o sabor impecável, é tudo impressionante. A refeição completa custa £42 por pessoa, e, mesmo com o câmbio desfavorável, pra mim valeu cada centavo. A única coisa que poderia tornar a experiência ainda mais mágica seria a trilha sonora do filme tocando ao fundo! Mas eu compreendo que, como é um restaurante que não se dedica exclusivamente ao Tale as Old as Time Afternoon Tea e recebe um público diverso, talvez isso não seja mesmo possível. Fato é que foi inesquecível!