Disney World: o que é e como agendar o FastPass+

Quem tá em dia com os posts aqui do blog sabe que eu sou Disney freak assumida, e também que eu já fui guia pra Orlando entre 2009 e 2014. Ao todo, já fui 15 vezes pra lá, e depois de 4 anos e meio de muita saudade (e umas escapadas pra Disneyland Paris no meio), finalmente chegou a hora de curtir toda a magia dos parques da Disney World de novo!

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Neste post, quero fazer um passo a passo pra ajudar quem nunca foi pra Disney World e quer usar o My Disney Experience para agendar seus FastPasses.

Mas, pera aí, Letícia, o que é um FastPass+?

Calma que eu te explico. Desde a primeira vez que fui pra Disney, lá nos idos de 2004, já existia o sistema chamado FastPass, que nada mais é do que um “fura fila autorizado”. Nos parques da Disney, esse serviço sempre foi gratuito (nos parques da Universal existe o Express, e no Sea World e no Busch Gardens há o QuickQueue, porém ambos serviços são pagos e os preços variam de acordo com a época do ano e a demanda). As atrações da Disney tem, em geral, dois tipos de filas: stand-by e FastPass. A fila do FastPass anda mais rápido do que a stand-by (que, como o nome já diz, é uma espera), porque é distribuído um número limitado de passes para cada período do dia.

Até dezembro de 2013, pra conseguir um FastPass, você ia até máquinas localizadas ao lado de cada atração, colocava o seu ingresso, e a máquina devolvia o ingresso e mais um papel (equivalente ao FastPass) com um horário pra você voltar para aquela atração na fila do FastPass, sem a necessidade de ficar na fila do stand-by. Nessas horas, ir com um grupo guiado (alô Point Travel!) era uma vantagem imensa, porque enquanto um dos guias acompanhava o grupo em uma atração, o outro guia ia buscar FastPass, sempre buscando criar o melhor roteiro dentro de cada parque. Era mais complicado do que se pensa, principalmente se levarmos em consideração a lógica dos parques (sim! Cada parque tem uma lógica e tudo fica muito mais divertido quando a gente entende isso!) e também o fato de que só se podia agendar outro FastPass um determinado tempo depois de usá-lo. A Tininha, guia da Point Travel de quem eu era assistente, era muito expert nos FastPasses, e graças a ela já chegamos a usar 7 FastPasses num único dia de Magic Kingdom (que é o parque com maior número de atrações)!

Quando levamos o grupo de 2014, a Disney já tinha modernizado todo o sistema, com a implementação do My Disney Experience, das Magic Bands e do FastPass+. O que mudou, de fato, foi que a experiência passou a ser controlável também virtualmente, já que os ingressos ficam ligados a uma conta no My Disney Experience; ainda há totens de autoatendimento nos parques, próximos a determinadas atrações, onde os desavisados podem agendar seus FastPasses daquele dia, ou mesmo novos FastPasses de acordo com a disponibilidade. A partir de então, os ingressos de papel foram substituídos por cartões que tem um QR Code e que são, além de ingresso, os próprios FastPasses; se você comprar uma MagicBand, o seu ingresso será associado à MagicBand bem como os seus FastPasses agendados.

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minha MagicBand de 2014: edição especial da Mickey’s Not-so-scary Halloween Party

Com o FastPass+, é possível agendar até 3 atrações pelo My Disney Experience, com até 30 dias de antecedência a partir das 07h00 do horário local de Orlando. Para os hóspedes dos hotéis da Disney, a antecedência aumenta para 60 dias do dia do seu check in, podendo marcar os FastPasses+ de todos os dias da sua estadia de uma só vez. Isso é, de fato, uma vantagem interessante, já que as atrações mais novas, que costumam atrair mais visitantes (por exemplo, Flight of Passage no Animal Kingdom, Slinky Dog Dash no Hollywood Studios, e até a Seven Dwarfs Mine no Magic Kingdom que já tem 5 anos desde a sua inauguração mas continua ultra popular) costumam ter seus FastPasses esgotados antes dos 30 dias que os reles mortais dispõem. Faz tempo, mas eu já me hospedei em um hotel da Disney, e embora eu reconheça as vantagens (que aumentaram significativamente quando consideramos o FastPass+) eu tenho também muitas ressalvas, porém isso é assunto pra outro post. Fato é que, mesmo com os 30 dias de antecedência, dá pra agendar uns FastPasses+ bem interessantes e economizar bastante tempo nos parques, se você tiver uma boa estratégia – ou então guias muito sábios e espertos que vão te ajudar a aproveitar ao máximo (alô Point Travel de novo!). Se você nunca foi pra Disney World e/ou vai encarar sozinho os parques e a tarefa de marcar os FastPasses+, é fundamental estudar os mapas dos parques antes para se familiarizar com as opções e a disposição das atrações, porque você definitivamente não quer perder tempo “ziguezagueando” dentro do parque!

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MagicBand de 2019!

Dessa vez, comprei o ingresso de 5 dias, com 1 parque por dia (ou seja, sem a opção Park Hopper, que permite ir a mais de um parque por dia). Como eu tô indo sozinha pros parques da Disney, e graças a Deus eu conheço a Disney World como a palma da minha mão (obrigada Point Travel), eu não só já sabia exatamente o que eu queria fazer em cada parque mas também qual deles eu achava necessário repetir, bem como qual a estratégia de FastPasses eu usaria (e cenários alternativos para o caso de adotar estratégias diferentes!).

Eu estava ansiosíssima pra agendar meus FastPasses, e marquei cada dia de parque no minuto que ficava disponível (Disney freak, né, mores). Então aqui está como exemplo o meu primeiro dia de parque.

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Ao abrir a página do My Disney Experience, você verá as seguintes opções: “família e amigos”, “hotel no resort”, “ingressos dos parques”, “refeições”, e “FastPass+”. Como em 2014 este sistema já estava em vigor e o Felipe foi comigo em 3 dos 4 parques, o nome dele já aparece no meu cadastro; na época, reservei os FastPasses+ pra nós dois, enquanto, dessa vez, as reservas que o incluem são apenas para restaurantes do complexo Disney World mas que ficam fora dos parques (ou seja, não precisam de ingresso).

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Na opção FastPass+, você poderá adicionar novos FastPasses+ ou mesmo atualizar os horários dos FastPasses+ que você já tiver agendado. Ao clicar em “adicionar novo FastPass+”, aparecerá a opção “criar grupo de FastPass+”. Por isso, é importante que, antes que se inicie o prazo para começar a agendar seus FastPasses+, os perfis de todos os integrantes do seu grupo já estejam criados e associados à conta do responsável pelo agendamento dos FastPasses+ (é bom demais se você tem um agente de viagem pra fazer isso por você).

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No meu caso, eu era a única integrante do meu “FastPass+ Party”, então lá fui eu clicar “next”. O próximo passo era escolher a data:

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E, em seguida, o parque que eu visitaria naquele dia:

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No meu caso, eu quis ir neste primeiro dia no Hollywood Studios, e mas sabia que só queria chegar por lá mais tarde, então eu minha estratégia era agendar meus FastPasses+ pra depois das 15h30.

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Meu plano pra esse dia era ir pra Toy Story Land, fazer as atrações desta área nova, depois ir pra área da Sunset Boulevard pra aproveitar a Rock n Roller Coaster e a Tower of Terror antes do Fantasmic!. Nos parques Hollywood Studios, Animal Kingdom e EPCOT, a Disney criou 2 categorias de FastPasses (Tier 1 & Tier 2); no Magic Kingdom, não há esta distinção. No Tier 1 do Hollywood Studios, por exemplo, estão as 3 atrações da Toy Story Land (Toy Story Mania!, Slinky Dog Dash, Alien Swirling Saucers) e você só pode escolher 1 destas 3 atrações pra agendar seu FastPass+; todas as outras atrações (como Rock ‘n’ Roller Coaster, Tower of Terror, Star Tours: The Adventure Continues, entre outras) estão no Tier 2 deste parque, e você pode agendar FastPasses+ antecipados para 2 atrações do Tier 2. Eu, então, escolhi o Toy Story Mania! do Tier 1, já que Slinky Dog Dash estava esgotado, e escolhi os outros 2 FastPasses+ (correspondentes ao Tier 2) para um horário mais próximo do Fantasmic!, que começaria às 20h e fica ali coladinho na Tower of Terror.

Se fosse um dia normal de parque, em que eu me planejo pra ficar o dia inteiro, eu teria tentado marcar os FastPasses+ pra parte da manhã, idealmente terminando ao meio-dia. Por quê? Porque, quando você usa os seus 3 FastPass+ previamente agendados, você destrava um novo FastPass+! Então, considerando que o seu último FastPass+ estava marcado para a janela de 11h-12h, ao meio-dia você pode entrar no aplicativo My Disney Experience ou procurar um totem no parque pra marcar um novo FastPass+. Cada FastPass+ tem uma janela de 1 hora: então o ideal é marcar esses 3 para 9h-10h, 10h-11h e 11h-12h pois, assim, ao meio-dia você já pode ir lá marcar um novo FastPass, e você ainda tem muitas horas de parque pra curtir! Claro que nem sempre isso vai ser possível, mas não se desespere, porque mesmo assim vai dar tudo certo!

Até porque tudo isso pode mudar de acordo com a disponibilidade ou mesmo a estratégia do parque – e é aí que o conhecimento faz toda a diferença (de novo, obrigada, Point Travel). Por exemplo: o Animal Kingdom, que completa 20 anos neste ano, agora vive lotado por causa de Pandora – The World of Avatar, que tem 2 atrações super concorridas (Flight of Passage e Na’vi River Journey) no Tier 1 de FastPass+. Mesmo entrando no My Disney Experience no primeiro segundo pra marcar os meus FastPasses+ do Animal Kingdom, eu não consegui o FastPass+ pro Flight of Passage, que costuma ter filas consideravelmente maiores do que o Na’vi River Journey. Fiquei triste? Claro que não!

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Eu simplesmente ajustei a minha estratégia pra aproveitar ao máximo este parque do qual eu gosto tanto: ao invés de marcar o primeiro FastPass+ pra janela entre 09h-10h, eu optei por marcar o Everest para 10h-11h e Dinosaur para 11h-12h, parando para almoçar antes de ir para Pandora e usar meu FastPass+ pra depois esperar na fila do Flight of Passage. O que acontece é que, geralmente, as pessoas que vão para os parques se direcionam em massa para estas atrações mais novas/mais concorridas nos primeiros minutos em que o parque abre (tinha gente literalmente correndo), deixando as outras atrações livres ou com pouquíssimo tempo de espera na fila stand-by!

Então, ao chegar no Animal Kingdom, ao invés de seguir o fluxo e correr pra Pandora, eu me programei pra ir direto pro Kilimanjaro Safari (bem cedinho é a melhor hora do dia pra ver os animais!) e em seguida para o Festival of the Lion King (uma das minhas atrações preferidas de toda a Disney World), ambos na área da África, partindo pra Ásia e entrando no Everest nos meus minutos finais de FastPass+ já com 2 atrações que eu adoro feitas e sem filas! De lá, segui pro Dinossaur e, enfim, fui almoçar no Tusker House (depois vou escrever em detalhes aqui). Depois do almoço, segui pra Pandora com todas as outras atrações que eu mais gosto feitas! Por conta do Fastpass+, fiz o Na’vi River Journey super rápido. E, mesmo esperando 2h30 na fila do Flight of Passage (que é absolutamente incrível, não consigo nem descrever), a minha estratégia deu tão certo que eu ainda consegui tirar fotos com Mickey e Minnie (peguei fila de 30min) e assistir de novo o Festival of the Lion King (que eu amo de paixão) antes do Rivers of Light!

Se você tiver alguma dúvida sobre o Fastpass+, comenta aqui que eu farei o possível pra esclarecer tudo!

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O que você precisa saber para alugar um carro e fazer uma road trip pela Europa

Quem me acompanha pelo instagram viu que nós fizemos uma viagem super bacana de carro pelo Leste Europeu em outubro! Nossa viagem começou e terminou em Viena, e fomos até a Polônia, passando pela República Tcheca, cruzando a Eslováquia, chegando até Hungria, Croácia e Eslovênia, passando por Salzburgo antes de devolver o carro em Viena. Antes de começar a contar sobre os passeios que fizemos em cada um destes países e os lugares incríveis que conhecemos, quero contar pra vocês os pormenores de alugar um carro e fazer uma road trip dessas!

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quando a viagem tem tantos trechos que não dá nem pra fechar a rota no Google Maps hihihi

 

Confira se a Carteira Nacional de Habilitação é aceita como documento internacional de condução de automóveis em todos os seus destino

É recomendável àqueles que pretendem alugar e/ou conduzir automóveis no exterior ter a Permissão Internacional para Dirigir (PID), emitida pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Embora o documento não seja obrigatório, ele é aceito em mais de 130 países e pode ajudar o motorista com a legislação local, com os agentes de trânsito, em casos de acidentes e infrações. Há alguns países, no entanto, que não exigem o PID para aluguel e condução de automóveis temporária por brasileiros, bastando a CNH e o passaporte. São eles:

  • Signatários da Convenção de Viena: África do Sul, Albânia, Alemanha, Angola, Argélia, Argentina, Austrália, Áustria, Azerbaidjão, Bahamas, Barein, Belarus (Bielo-Rússia), Bélgica, Bolívia, Bósnia-Herzegóvina, Bulgária, Cabo Verde, Cazaquistão, Chile, Cingapura, Colômbia, Coréia do Sul, Costa do Marfim, Costa Rica, Croácia, Cuba, Dinamarca, El Salvador, Equador, Eslováquia, Eslovênia, Estados Unidos, Estônia, Federação Russa, Filipinas, Finlândia, França, Gabão, Gana, Geórgia, Grécia, Guatemala, Guiana, Guiné-Bissau, Haiti, Holanda, Honduras, Hungria, Indonésia, Irã, Israel, Itália, Kuweit, Letônia, Líbia, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia, Marrocos, México, Moldávia, Mônaco, Mongólia, Namíbia, Nicarágua, Níger, Noruega, Nova Zelândia, Panamá, Paquistão, Paraguai, Peru, Polônia, Portugal, Reino Unido (Inglaterra, Irlanda do Norte, Escócia e País de Gales), República Centro – Africana, República Democrática do Congo, República Tcheca, República Dominicana, Romênia, San Marino, São Tomé e Príncipe, Seichelles, Senegal, Sérvia e Montenegro, Suécia, Suíça, Tadjiquistão, Tunísia, Turcomenistão, Ucrânia, Uruguai, Uzbequistão, Venezuela, Zimbábue.
  • Princípio de Reciprocidade: Angola, Argélia, Austrália, Canadá, Cabo Verde, Cingapura, Colômbia, Coréia do Sul, Costa Rica, El Salvador, Equador, Estados Unidos, Gabão, Gana, Guatemala, Guiné-bissau, Haiti, Holanda, Honduras, Indonésia, Líbia, México, Namíbia, Nicarágua, Nova Zelândia, Panamá, Portugal, Reino Unido (Inglaterra, Irlanda do Norte, Escócia e País de Gales), República Dominicana, São Tomé e Príncipe, Venezuela.

 

Consulte a lista de países que cada locadora de automóveis permite visitar

Na época em que estávamos cotando preços para alugar automóveis, o melhor preço para o período que queríamos alugar carro era da Budget, mas esta locadora não permitia conduzir o carro alugado até a Polônia, que era um dos nossos destinos pretendidos. Por isso, acabamos alugando o carro com a Alamo, que era a única que permitia viajar com o carro até os países que estavam no nosso roteiro. Cada locadora costuma cobrar também uma taxa para levar o carro para além as fronteiras do país onde foi alugado, mesmo na União Européia/Espaço de Schengen. Na Alamo, a partir de 3 países o valor já não mudava mais. Como nós pegamos e devolvemos o carro em Viena, não precisamos pagar nenhuma taxa de devolução em outra cidade.

 

Verifique a cobertura do seguro

Eu sou do time que acha que é melhor prevenir do que remediar: sempre que nós alugamos carro, nos preocupamos com o seguro. Tem muita gente que se contenta com o seguro do cartão de crédito mas, depois que tivemos uma experiência bastante frustrante em Aracaju, preferimos também contratar alguma opção de seguro oferecida pela locadora de automóveis.

 

Esteja atento ao regime de pedágios de cada país que você vai visitar

As locadoras de automóveis deixam claro que os pedágios são sempre responsabilidade dos motoristas. Na Áustria, o sistema de pedágios é por vignette, e como alugamos o carro em Viena, já tínhamos a vignette austríaca paga pela locadora de automóveis. A vignette é um registro eletrônico do pagamento de pedágio, que, dependendo do país, pode ter validade de 3 dias até 1 ano. Na Polônia, os pagamentos de pedágios eram em cabines como estamos habituados no Brasil e era possível pagar em Euros e receber o troco em Złoty. Já na Croácia, pegávamos um ticket em cabines que ficavam nos pontos de entrada das rodovias, e o valor cobrado de acordo com o trecho percorrido era pago em outras cabines no ponto de saída da rodovia, já perto do nosso destino.

Nos outros países por onde passamos, a vignette podia ser adquirida em postos perto das fronteiras: embora não haja controle de fronteira na Área de Schengen, as fronteiras entre os países são sinalizadas e, no caso de exigirem vignettes, os pontos de venda também são sinalizados. E aí é preciso prestar bastante atenção para não passar batido por estes pontos de venda e correr risco de levar multas!

Na Eslovênia, o sistema vigente era de vignette mas não tinha nenhum ponto de venda na fronteira com a Croácia, porque, lá, a vignette é normalmente adquirida nos postos de gasolina.

É recomendável guardar todos os recibos de pagamentos de pedágios para não ser pego com calças curtas caso seu carro seja parado ou haja alguma cobrança indevida da locadora de automóveis!

 

É recomendável dividir a responsabilidade de condução

Nós percorremos cerca de 2.600km, e seria humanamente impossível deixar que apenas um de nós dirigíssemos o tempo todo. Portanto, pagamos a taxa extra da locadora para permitir um condutor adicional, e dividíamos a responsabilidade de condução. Como as estradas eram muito boas, decidimos que cada um seria responsável por um trecho, assim não precisaríamos revezar num único dia e dava tempo suficiente pro outro descansar.

As estradas são, de fato, muito boas, mas a maioria das autopistas é uma reta daquelas que dá sono. Por isso, nós nos programamos para que nenhum dos trechos fosse muito longo, e parávamos para comer e/ou tomar um café sempre que necessário. Nosso trecho mais longo foi do primeiro dia, de Viena para Cracóvia, com quase 5h de estrada, mas paramos para almoçar com calma em Brno, cidade da República Tcheca onde dormimos no caminho de Cracóvia para Budapeste – que, aliás, foi uma escolha de roteiro nossa porque vimos que as estradas que ligariam mais diretamente as duas cidades estavam em obras.

 

Procure planejar os trechos com antecedência, verificando a existência de obras e possíveis rotas alternativas! 

Isso é outra coisa importante do planejamento: nós também pegamos vários trechos com obras, que conservam as pistas em excelentes condições mas acabavam deixando as viagens de carro mais demoradas. O Google Maps é uma mão na roda pra esse planejamento. Sempre que podíamos, buscávamos rotas alternativas – como foi o caso de voltar para a República Tcheca, dormir por lá e então cortar a Eslováquia rumo à Budapeste.

 

Prepare-se para os gastos extras de estacionamento

Alugar carro garante uma liberdade que os horários de trens e vôos não te dão, e isso pode ser uma vantagem imensa, mas também implica numa série de gastos extras, como gasolina e estacionamentos. São pouquíssimos os hotéis que não cobram por estacionamento, e os valores podem variar entre 12 e 16 euros por dia. Nas cidades por onde passamos, para nossos passeios, nós preferíamos nos locomover a pé ou de transporte público quando era necessário, justamente para não nos preocuparmos em encontrar estacionamentos e pagar por eles.

Nós usamos carro dentro das cidades em Budapest, Zagreb, Pula, Portoroz, Liubliana e Salzburg. A maioria das vezes foi para ir ao cinema, que ficava em algum shopping e que tinha estacionamento gratuito. Em Pula e em Portoroz, usamos o carro para ir até os pontos turísticos das cidades, pagando pelo período de estacionamento.

21 coisas que podem facilitar suas viagens

Já conversamos por aqui sobre algumas coisas que devemos preparar com antecedência antes de viajar, evitando complicações na hora do embarque e antecedendo possíveis problemas. Hoje quero refletir sobre alguns objetos que eu acho muito úteis e que  facilitam as minhas viagens, e que podem ajudar você também!

ELETRÔNICOS

1- Carregador de celular portátil

Não é novidade pra ninguém que foi-se o tempo em que celular era usado só pra falar no telefone, né?! Hoje em dia, usamos nossos celulares para tirar fotos, gravar vídeos, orientar nossos caminhos com GPS, manter as redes sociais atualizadas… enfim, uma lista interminável de funções! Poderíamos dizer que, hoje, o celular é o canivete suíço de qualquer viagem! Então não dá pra ficar sem bateria no meio do dia de passeio. Ter em mãos um carregador de celular portátil e um cabo carregador extra pode garantir que você estará sempre conectado. A Mophie é uma das melhores marcas do mercado, com opções bem leves e finas de 6000 mAh (até 3 cargas extras) até 15000 mAh (até 8 cargas extras), e duas entradas USB.

2- Fones de ouvido

Um item comumente esquecido pelos viajantes e que pode transformar completamente a sua experiência de viagem. Os fones fornecidos (ou vendidos) pelas companhias aéreas nem sempre são da melhor qualidade, então eu recomendaria não sair de casa sem o seu para que possa ouvir músicas, podcasts, audiobooks, ou mesmo assistir suas séries e filmes preferidos. Embora os grandes headphones estejam na moda, eu não recomendaria usá-los nas suas viagens, pois eles ocupam muito espaço: melhor optar por fones compactos confortáveis e com bom isolamento sonoro.

3- Phone handle (PopSocket)

Não fiquei satisfeita com “suporte de dedo para celular” então preferi usar o nome em inglês mesmo. Com os smartphones cada vez maiores, mãozinhas pequenas podem ter muita dificuldade em lidar com eles. Por isso eu digo e afirmo que os PopSockets foram das melhores compras que fiz desde que adotei um celular maior pra minha vida! Esses pequenos acessórios ajudam a segurar o seu celular com mais firmeza, além de serem úteis como base para assistir um vídeo enquanto está viajando e apoiar o telefone na mesa numa posição confortável.

4- Adaptador universal de tomadas

Chegar em um país novo e ser incapaz de recarregar seus eletrônicos é um dos piores pesadelos de um viajante! Acho que é sempre útil ter em mãos um adaptador universal de tomadas, de preferência com entradas USB. Assim, você terá sempre certeza de que seus devices estarão carregados, e ainda pode driblar lugares que tenham poucas tomadas.

ORGANIZANDO A MALA

5- Embalagens pequenas para líquidos

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Além de economizar espaço na bagagem, você não vai ter que se preocupar com o “peso morto” dos líquidos que não usou na viagem para voltar pra casa. Pequenas garrafinhas líquidas que comportam entre 80ml e 100ml podem ser colocadas na sua bagagem de mão, e essa quantidade provavelmente será o suficiente para 7 a 10 dias de viagem. As embalagens de silicone são as melhores, pois elas se expandem e contraem de acordo com as mudanças de pressurização das cabines dos aviões, diminuindo a probabilidade de vazamento. Dica extra: não encha suas embalagens até o topo, mas deixe um pouquinho de espaço para a expansão natural causada pela pressurização.

6- Garrafa de água flexível

Uma maneira simples de economizar uma graninha em viagens é carregar consigo uma garrafa de água flexível, que não causará problemas na hora de passar pelos controles de segurança e raio x, como é o caso da Hydrapak Stash. Manter-se hidratado durante as viagens, principalmente em vôos longos, é fundamental, e nos aeroportos uma garrafinha de água pode custar uma pequena fortuna.

7- Jaqueta compacta

Conhecida como “down jacket” e carinhosamente apelidada por mim como “casaco do boneco da Michelin”, esse tipo de jaqueta costuma ser um verdadeiro salva-vidas nas viagens. Elas são resistentes à água, ultra leves, e super compactas. Quando estão guardadas em seus saquinhos, podem ser usadas até como travesseiro. Eu e o marido temos os modelos da Uniqlo e não viajamos mais sem as nossas, mas a Amazon também tem a sua versão.

8- Mala compacta extra

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Viajar leve é um objetivo constante, mas é difícil evitar as comprinhas durante as viagens! Uma mala compacta extra pode ser útil para acomodar esses souvenires, ou até mesmo a roupa suja na volta pra casa.

9- Sachês de lavanda

Poucas coisas nessa vida são melhores do que roupa com cheiro de limpa, e esse cheirinho reconfortante pode ser ainda mais agradável nas viagens. Os meus preferidos são os sachês de lavanda porque o cheiro é bem suave (e não me causa alergia!), e deixá-los no meio da mala vai garantir que as roupas estejam sempre com cheirinho de limpas.

10- Organizadores de malas (packing cubes)

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Acho que tá pra nascer uma pessoa mais fã de packing cubes do que eu! Mala organizada é sinônimo de viagem feliz, principalmente quando eu e o marido estamos dividido uma única mala com 23kg para quase 1 mês de aventuras. Os organizadores de malas tornam muito mais fácil a rotina de viagem, deixando tudo no seu lugar e economizando tempo na hora de reorganizar tudo numa troca de hotéis.

11 – Saquinhos extras do tipo “zip lock”

Além dos organizadores de mala, sempre gosto de colocar uns saquinhos do tipo zip lock na mala, que podem desempenhar mil e uma funções como, por exemplo, guardar roupas de banho molhadas.

CONFORTO PESSOAL

12- Chapéu

Quem me segue no meu instagram pessoal sabe que eu sou fundadora da hashtag #maischapéuporfavor. Eu amo usar chapéu desde que eu me entendo por gente! E desconheço acessório mais prático: no verão, garante aquela sombrinha no rosto; no inverno, ajuda a esquentar a cabeça. De quebra, o look fica mais estiloso!

13- Guarda-chuva

E, falando em sombrinha, é sempre conveniente ter um guarda-chuva em mãos durante as viagens. Comprar guarda-chuvas em viagens sempre é um gasto extra, e geralmente só encontramos sombrinhas pesadas e não muito compactas. Escolher com antecedência pode economizar dinheiro e espaço na sua mala! Eu já tive alguns guarda-chuvas compactos, e o próximo que quero testar é esse aqui.

14- Bolsa/mochila para o dia

É importante ter uma bolsa prática para carregar câmera, carteira, cópia dos documentos, bateria extra, garrafa de água e outros itens essenciais para um dia de passeio. De preferência, impermeável e que dificulte a vida dos pick pockets. O marido usa uma mochila da Timberland há alguns anos, e ela é super resistente, espaçosa e leve. As minhas favoritas são definitivamente da Longchamp, embora o meu duo de mochila + bolsa carteiro da Prada em nylon também sejam queridinhas para minhas viagens. Outra que eu acho bem prática é a Fjallraven Kanken. Ainda quero escrever um post falando especificamente sobre as minhas bolsas preferidas para viajar!

15- “Farmacinha”

Também conhecido como kit de sobrevivência ou primeiros socorros, o apelido “farmacinha” vem da época em que eu fazia parte da equipe de guias dos grupos da Point Travel pra Orlando. Esse é o tipo de coisa que não dá pra palpitar muito, já que tem que atender às necessidades individuais, mas o importante é nunca viajar sem levar os remédios que já tem costume de usar! Em alguns lugares do mundo, comprar um simples remédio pode causar uma dor de cabeça incrível. Curativos, antiinflamatório, antialérgicos, pomadas, remédios de estômago, vitaminas, e até mesmo um antibiótico podem garantir sua saúde e paz de espírito numa viagem.

PARA O VÔO

16- Lanchinhos

Comida de aeroporto é sempre cara, e geralmente nada saudável. Com um pouquinho de planejamento, é possível preparar pequenos lanchinhos que podem salvar você da fome durante o vôo ou numa conexão. Além de ter gastrite, pressão baixa e hipoglicemia, eu saio do sério quando estou com fome. Biscoitinhos, barrinhas de cereal e chocolates são alguns dos meus snacks preferidos e que garantem a minha felicidade durante uma viagem.

17- Material de entretenimento

Tablet, leitor digital, livros e computador portátil são excelentes passatempos para viagens. Eu gosto de ler e ouvir música ao mesmo tempo, então minha dupla favorita costuma ser o Kindle Paperwhite + iPod (muito old school).

18- Lenços umedecidos

Uma vez li uma pesquisa que revelava que as mesinhas dos aviões costumam ser muito mais sujas do que os banheiros das aeronaves. Eca! Desde então, a primeira coisa que eu faço ao entrar no avião é justamente limpar minha mesinha com lenços umedecidos antibacterianos. Meus vizinhos de vôo podem me achar exagerada, mas eu viajo com muito mais paz de espírito depois de higienizar as superfícies de contato do avião. Lenços umedecidos também podem ser muito úteis para limpar as mãos antes e/ou depois das refeições, para refrescar-se ao longo do dia ou nas mais inesperadas necessidades.

19- Spray de água termal

Isso pode parecer muito supérfluo pra muita gente, mas eu não vivo sem água termal. Durante um vôo longo, ajuda a refrescar e manter a pele hidratada, além de particularmente me ajudar a respirar melhor. Em um dia longo de passeios, ajuda a revigorar a pele.

20- Máscara para os olhos

Eu não viajo sem uma máscara para os olhos à mão! Ultimamente não tenho levado comigo nenhum travesseiro de pescoço porque perdi tantos nos últimos anos que achei que ia falir para fazer a reposição constante desses itens. Mas a máscara para os olhos me ajuda a relaxar durante o vôo, ainda que eu tenha certa dificuldade pra dormir, e é, pra mim, item indispensável.

21- Meias de compressão

É normal que nossos pés e pernas fiquem muito inchados durante os vôos, e as meias de compressão ajudam a diminuir a sensação de desconforto que esse inchaço pode causar, além de prevenir a trombose. Se você puder comprar uma meia de compressão com indicação médica correta de qual modelo e grau de compressão é o ideal pra você, melhor ainda!

11 coisas para fazer 1 semana antes de viajar

Quando estamos preparando uma viagem, a lista de coisas a resolver parece interminável, não é?  É por isso que um pouquinho de organização, nessas horas, pode garantir muita tranquilidade e paz de espírito. Pautada nas minhas experiências de viagens, resolvi dividir aqui 10 coisas que considero importantes fazer em até, no máximo, 1 semana antes de viajar. Estas dicas foram pensadas pra facilitar, principalmente, a vida de quem vai viajar para o exterior, mas algumas delas também são válidas para viagens nacionais!

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1- Contratar o seguro de viagem

Viajar sem um bom seguro de saúde é a maior furada: sabe Deus o que pode acontecer, e a última coisa que queremos quando estamos viajando é dor de cabeça. Se o seguro tiver uma franquia que também proteja a sua bagagem, melhor ainda.

2- Solucionar as finanças

Nesta etapa, você já sabe se vai trocar o dinheiro, habilitar o cartão de crédito para uso no exterior e/ou fazer um cartão de débito – ou todas as opções anteriores. Quando eu morava no Brasil, sempre negociava o câmbio com antecedência e trocava o dinheiro. Aqui em Ierevan, é muito fácil fazer câmbio: além dos bancos, é possível trocar dinheiro nos supermercados, lojas e shoppings em pequenas casas de câmbio oficiais. Por conta dessa facilidade, e porque a taxa cambial oscila muito pouco, às vezes eu faço câmbio até mesmo na véspera de viajar.

3-  Criar um documento online com todas as informações da viagem

Usar o Google Drive para guardar todas as informações da viagem pode ser uma boa: além de poder acessar de qualquer lugar todos os seus documentos (cópia do passaporte, reservas dos hotéis, e-tickets e passagens, cópia do seguro de viagem, etc), você pode compartilhar com sua família para que eles saibam da sua programação.

4- Imprimir cópias dos documentos da viagem

Mesmo tendo as cópias eletrônicas de todas as suas reservas e da apólice do seguro, é importante ter cópias impressas de toda a documentação, já que alguns países exigem que estes documentos sejam apresentados na imigração e, neste momento, não se pode usar o celular. O ideal é fazer uma pastinha com cópias impressas do seu bilhete eletrônico (comprovando a passagem de volta), do seguro de viagem, da comprovação da hospedagem e, em alguns casos, dos acordos de isenção de vistos. Com a documentação em mãos, ficará mais fácil preencher os formulários de imigração (se houver).

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5- Fazer backup do celular e da câmera, e esvaziar os cartões de memória

Aquele item auto-explicativo.

6- Preparar o seu entretenimento de bordo

Longas horas dentro de um avião são ideais para botar a leitura em dia, ou mesmo se atualizar naquele seriado do qual tá todo mundo falando. Desde que eu ganhei o Kindle, ele é meu grande companheiro nos meus vôos, e eu sempre deixo uns 3 ou 4 livros já prontos para serem lidos. E, como eu sou meio old school quando se trata de música, eu ainda viajo com meu iPod clássico recheado de todas as possíveis trilhas sonoras da viagem. Eu tenho muita dificuldade de dormir nos vôos, então eu gosto de estar bem preparada pra me distrair e tornar a experiência mais agradável!

7- Comprar comidinhas para o vôo

Meu organismo fica MUITO DOIDO em dias de viajar. Do mesmo jeito que eu posso ter um apetite feroz, eu posso simplesmente perder completamente a fome. Isso sem contar quando a comida do avião é simplesmente intragável… é por isso que eu não entro no avião sem umas comidinhas de jeito nenhum! Barrinhas de cereal, mix de nuts, pacotinhos de biscoito, ou mesmo um chocolatinho (M&M’s costumam ser a minha escolha) podem ser a salvação da pátria.

8- Organizar a “farmacinha”

O termo “farmacinha” nasceu lá nos idos de 2004 e desde então é o meu termo para definir minha bolsinha de remédios e outros itens “de farmácia”, como band-aids, esparadrapos, spray antisséptico, etc. Eu não viajo sem levar os remédios com os quais já estou habituada, principalmente porque em muitos países é impossível comprar remédios sem receita. Inclusive, quando nos mudamos pra Armênia, eu trouxe um estoque dos remédios que eu mais uso, renovei na minha viagem ao Brasil em agosto do ano passado, e já listei o que preciso repor na próxima ida para terras tupiniquins. É sempre bom conferir se os princípios ativos dos seus remédios são permitidos no seu país de destino, e alguns países exigem a apresentação da receita de medicamentos, principalmente no caso de substâncias controladas; neste caso, é bom providenciar também uma tradução para a língua oficial do país ou, no mínimo, uma tradução para o inglês.

9- Deixar a mala tomar ar

Seja você um viajante frequente ou não, você deve ter seu lugar de deixar a mala guardada entre um vôo e outro: por isso, é importante deixar a mala tomar ar e, se possível, um pouco de sol pra tirar qualquer cheirinho indesejado. E, se for a sua primeira viagem, e você tiver acabado de comprar uma mala, também é bom deixar que a mala tome ar e um pouco de sol pra tirar o cheiro intenso dos materiais usados na fabricação.

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10- Monitorar o clima do seu destino

Pra ajudar na hora de organizar a sua mala inteligente, e pra ter a certeza de que você vai viajar bem preparado pra encarar qualquer clima, comece a monitorar o clima do seu destino pelo menos uma semana antes. Assim, você consegue planejar bem a organização da sua mala e dificilmente será pego de surpresa.

11- Habilitar o roaming no celular ou providenciar SIM card internacional

Nem todo mundo habilita o roaming do celular pra viajar, principalmente em tempos de tanta facilidade de adquirir SIM cards que oferecem planos bem mais vantajosos do que os das operadoras nacionais. Ainda assim, eu acho que desde 2008 eu não viajo sem estar com o roaming habilitado, nem que seja só pra mandar um SMS quando o avião pousa avisando que tá tudo bem. A minha operadora aqui na Armênia oferece uns planos decentes de roaming de internet, então, dependendo do país de destino ou da duração da viagem, eu simplesmente habilito um desses planos e nem me preocupo com a compra de um SIM card novo. Mas já falei um pouco por aqui sobre SIM cards que compramos nas nossas últimas viagens (tenho que atualizar com a última operadora que usamos no Reino Unido!).

28 dias viajando

Hoje começa nosso primeiro afastamento e passaremos 28 dias viajando e aproveitando as férias, se Deus quiser! Serão 6 países diferentes e, embora já seja primavera por estas bandas, há previsão de temperaturas variando entre 10ºC e 30ºC.

Além do limite de bagagem despachada ser de uma mala de 23kg por pessoa, não queríamos ficar carregando muito peso de um lugar pro outro, porque, como se pode prever, faremos diversos deslocamentos. Adicione-se à mala despachada uma mala de mão pra cada um, que vocês já conhecem daquele post sobre as malas pro fim de semana em Moscou. A organização das malas fica por conta dos packing cubes da Carpisa e também da Sestini, comprados na Le Postiche.

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Pro marido, a mala é sempre mais fácil de se fazer. Pra mim, confesso que comecei a pensar com bastante antecedência nos looks que levaria nessa viagem, escolhendo uma paleta de cores que me permitisse as mais variadas combinações entre todas as peças. Esse foi o critério principal pra montar uma mala que eu considero compacta: a escolha de peças que combinem entre si; eu posso usar todas as peças umas com as outras, resultando em muitas, muitas combinações.

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Incluindo as peças que usarei para voar, eis as eleitas para os próximos 28 dias: 1 trench coat, 1 saia, 1 salopete jeans, 3 camisas, 4 blusas de manga comprida, 4 camisetas de alça, 4 tshirts, 1 cardigan de cashmere, 1 jaqueta impermeável/corta vento, 1 calça preta, 1 calça jeans, 1 short jeans, 1 legging, 2 cachecóis leves, 1 biquíni e 1 vestido, além de 2 pijamas e as roupas de baixo. Somem-se a estas peças de roupa 2 cintos, 1 mochila, 1 bolsa tiracolo, 2 sandálias, 2 tênis, 1 sapatilha e 1 chinelo, além da bolsa Longchamp que exerce o papel de item pessoal no avião. Na foto acima, aparece 1 saia e 1 macacão jeans a mais do que eu resolvi levar na viagem: tinha separado essas 2 peças pra irem na bagagem, porém eu decidi por deixá-las em casa porque acho que poderia acabar não usando e eu detesto peso morto na mala. Além disso, substituí o short de linho que aparece na foto pelo vestido supracitado.  

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Muita gente argumenta que não se deve levar mais de 4 pares de sapatos em uma viagem, e eu concordo que é o tipo de coisa que pesa e ocupa bastante espaço, mas, por conta da minha dor crônica no tornozelo direito, eu me permito exceder esse “número mágico”, principalmente por se tratar de viagem tão longa.

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A seleção dos itens de higiene pessoal também foi criteriosa: repeti a fórmula da viagem do fim de semana em Moscou e escolhi miniaturas de escovas e pasta de dentes, enxaguante bucal, shampoo e condicionador, hidratante, sabonetes, e um pouquinho de creme antisséptico. Em tamanho normal, só os desodorantes roll on, lenços umedecidos, absorventes e protetores diários. Também escolhi alguns poucos itens de cuidados com as unhas pra tentar manter alguma dignidade.

Na Longchamp, os mesmos itens de todos os vôos: álcool gel, organizador de bolsa da Mango, bolsinha Via Mia com os passaportes, guarda chuva, caixas de óculos, bolsinha Uncle K pra guardar os celulares, carteira Furla, Kindle, bolsinha Victoria’s Secret com minhas pulseiras e terço, chave de casa, bala Tic Tac, iPod, pasta com documentos, e bolsinhas Mango com cabos carregadores e itens para conforto no avião.

Se nós não tivéssemos obrigatoriamente que despachar malas por conta dos remédios líquidos cujas embalagens excedem os 100ml permitidos a bordo, viajaríamos só com as malas de mão mesmo, ainda que fosse necessário cortar alguns (poucos) itens, já que fiz o teste e todos os packing cubes caberiam nas malas de mão. Mas já ficamos super satisfeitos com o limitado número de itens que escolhemos para passar quase 1 mês viajando. Em outras épocas, eu certamente teria muito mais dificuldade de despachar uma mala compacta assim!

Nesse período de férias, pretendo manter o blog atualizado tanto quanto possível, e vocês também podem acompanhar nossas aventuras pelo instagram e pelo twitter!