#nossotrânsitocongelante: Paris

No dia 20 de janeiro, chegamos à última cidade que visitamos no #nossotrânsitocongelante : Paris, a cidade luz!

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Eu já tinha ido a Paris em 2009, e voltar com o marido foi incrível. Como eu contei brevemente por aqui, nosso ponto de chegada e partida da Europa foi Paris, e acabamos passando algumas horas em Paris no dia 8 de janeiro. Nesse dia, almoçamos com nossos amigos Rebecca e Guilherme no charmoso Huguette, e tomamos café da tarde no Les Deux Magots. Nesse primeiro dia em Paris, nós também aproveitamos para passear pelo Jardin du Luxembourg, pelas charmosas ruas de Saint German e na beira do Sena.

Corta pro dia 20 de janeiro, pra última fase do #nossotrânsitocongelante , quando ficamos, de fato, em Paris. Escolhemos nos hospedar no Hotel Champs-Elysées Friedland, que na verdade fica na esquina da Rue du Faubourg Saint-Honoré com Av de Friedland, colado no Boulevard Haussmann e muito pertinho do Arc du Triomphe. Estávamos bem servidos de metrô: podíamos escolher entre as estações Charles de Gaulle Étoile, George V ou Franklin D. Roosevelt. Além disso, conseguíamos passear bastante a pé, do jeitinho que a gente gosta. No hotel, tínhamos café da manhã e um delicioso chá da tarde incluídos, além de café e chá disponíveis todo o tempo no lobby. Nesse hotel, precisamos trocar de quarto no domingo: o primeiro quarto tinha um banheiro imenso e o quarto em si não era muito espaçoso; o segundo quarto, por sua vez, tinha um banheiro bem menor porém super ok, e o quarto tinha um pouquinho mais de espaço pra gente se movimentar.

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Nós chegamos bem tarde no hotel, porque, justo naquele dia, tava com pouco táxi na Gare du Nord, e pedir Uber por ali não tava muito fácil. Foi preciso, então, esperar pacientemente. Ao chegarmos no hotel, deixamos as coisas no quarto e descemos em busca de alimento. Ali mesmo, bem pertinho, no Boulevard Haussmann, paramos no Café de L’Avenue e matamos a fome.

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Acordamos no sábado muito animados pra começar nossos passeios e fizemos o que mais gostamos de fazer quando estamos viajando: caminhamos muito, é claro! Começamos o dia ali pertinho mesmo, no Arc du Triomphe, e depois fomos até Saint Germain pra almoçar no L’Entrecôte de Paris. Claro que tava uma fila imensa pra entrar no restaurante e demoramos uma eternidade pra conseguirmos mesa, mas eu sou muito apaixonada por entrecôte pra perder a chance de ir lá. Acabamos passando a tarde lá por Saint Germain mesmo, e lanchamos no Le Boul Mich.

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No domingo, eu fui à missa na Notre Dame, agradecer mais uma vez por tanta coisa maravilhosa que tá acontecendo na nossa vida. Em 2009, eu também participei da missa na Notre Dame, e, pra mim, visitar igreja só faz sentido se for assim, pra participar da missa e louvar o Senhor. Dessa vez, a missa de que participei foi com cantos gregorianos. Me faltam palavras pra descrever como a missa foi maravilhosa.

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Como o domingo era preguiçoso, fomos até o Trocadéro e o Champ de Mars, pra ver a Tour Eiffel de pertinho. Fiquei triste de ver Champ de Mars cheio de grades… senti que Paris tá muito presa no medo. Jantamos na Crêperie Framboise, que tem um cardápio de crepes bastante diferente.

IMG_0857E aí chegou a segunda feira, também conhecida como o melhor dia da semana! Bom, pelo menos, naquela semana, a segunda feira era o melhor dia da semana! Acordamos cedinho e pegamos o RER em direção à Disneyland Paris! Foi um dia tão frio, mas tão frio, que até nevou em Paris e lá no Marne de la Vallée.

IMG_0741Eu, que tinha planejado um look todo adequado pra visitar o Mickey, acabei ficando presa dentro do casacão da Uniqlo, e tive que comprar gorro do Goofy, luvas do Mickey e cachecol pra me esquentar – além de uma segunda meia, porque ninguém merece pé frio. Passamos o dia aproveitando Walt Disney Studios e Disneyland, mesmo com o frio congelante que tava fazendo.

IMG_0770Quando a Elsa e a Anna passaram por nós, tive certeza de que a Elsa que era culpada de tanto frio! Hihihi

IMG_0815Pra mim, que sou Disney Freak assumida, foi uma alegria imensa, e até mesmo um alívio, voltar na Disneyland Paris. Abracei o Mickey e o Pluto, andamos de montanha russa e na Torre do Terror, e fiquei emocionada de ver tanta beleza de novo. Infelizmente algumas rides estavam fechadas para refurbishment, mas tudo bem. Naturalmente estava frio demais para esperarmos o espetáculo de fogos, então deixamos pra outra vez. Já de volta à Paris, jantamos no Matsuri, na unidade de Boëtie: japonês honesto, daqueles que tem esteira e as comidinhas ficam passando na nossa frente pra que a gente escolha o que quer comer.

IMG_0909A terça feira começou em Montmartre, quando subimos as escadarias da Basilique du Sacré Coeur. Este era um lugar que eu ainda não conhecia de Paris, e foi muito, muito emocionante entrar na Basílica e rezar no Sagrado Coração de Jesus. De lá, seguimos para o Louvre.

IMG_0916Nós decidimos não entrar no Museu do Louvre por vários motivos, mas o principal deles é: o Louvre é tão grande que a gente jamais conseguiria ver tudo, e se não for pra ver tudo a gente nem entra.

IMG_0936Da outra vez que fui à Paris, eu me aventurei sozinha dentro do Louvre: fiquei lá umas 3 horas e não conheci nem 1/3 das obras. Almoçamos no Pedra Alta, restaurante português que fica perto da Champs-Elysées, onde comemos demais.

IMG_0952À tarde, caminhamos bastante, chegando até a Opéra, tentando, na verdade, comprar mais algumas coisas pro nosso guarda-roupa invernal. Infelizmente, não tivemos sucesso: as lojas em Paris estavam com baixíssimo estoque de roupas e sapatos, e, quando achávamos algo interessante, os preços não estavam convidativos.

Aliás, eu me lembrava que Paris era uma cidade cara, mas dessa vez tava tudo muito muito caro mesmo! Tava difícil de fazer compras, e até de comer. Todas as refeições que não foram mencionadas aqui foram realizadas no McDonald’s da Champs-Elysées, porque era o que dava. E também porque eu tava doida pra comer porcaria depois de tantos dias de restrição alimentar por conta da intoxicação hihihihi na verdade eu ainda tinha que ter passado bem mais tempo sem comer porcaria mas é a vida.

Chegava ao fim, então, o #nossotrânsitocongelante ! Na quarta feira, 25 de janeiro, saímos cedo do hotel para ir pro aeroporto com calma, fazer o détaxe com calma, despachar as nossas malas com calma… e enfim embarcamos rumo à Erevã, essa cidade que é agora a nossa casa.

#nossotrânsitocongelante: Londres

Continuando com as histórias do #nossotrânsitocongelante, hora de falar do meu caso de amor eterno e verdadeiro! E que alegria voltar pra Londres com o marido – mesmo que tenha tido uma intoxicação alimentar no meio pra atrapalhar nossos planos!

Eu acredito muito em Deus e que Ele controla tudo na nossa vida, então eu só posso crer que até essa intoxicação alimentar que eu tive em Londres foi pra nos livrar de algo pior que podia acontecer. Minha vida toda é pautada em dar graças a Deus por tudo, então eu agradeço por ter podido me tratar no Chelsea and Westminster Hospital, por ter um marido que cuida de mim super bem o tempo todo, e por ter me recuperado a tempo de conseguirmos aproveitar o restante da nossa viagem!

Nosso planejamento inicial era ficar em Londres do dia 11 ao dia 16 de janeiro, quando seguiríamos para Bruxelas. Por conta da intoxicação alimentar, nós alteramos estes planos e cortamos Bruxelas do #nossotrânsitocongelante, prorrogando nossa estadia na minha cidade querida até o dia 20. Essa mudança no planejamento fez com que nós nos hospedássemos em dois hotéis diferentes: ficamos no The Rockwell, que fica em Kensington, entre 11 e 16 de janeiro, e entre 16 e 20 de janeiro nos hospedamos no The Cleveland, que fica em Paddington. Toda a minha gratidão pra equipe do Rockwell, que nos deu todo o suporte durante os meus piores dias (arrumação do quarto em horários especiais, preparação de comidas diferentes pra atender às restrições alimentares, infinitas fatias de pão, etc).  O quarto em que nos hospedamos no Cleveland era maior do que o do Rockwell, e também tinha uma mini-cozinha, mas eu prefiro a localização do Rockwell do que a do Cleveland, embora o Cleveland também tenha boa localização, próximo a duas estações de metrô (Bayswater e Paddington). Essa frase ficou confusa mas é porque ambos são bons hotéis, e eu recomendo os dois!

Nós chegamos em Londres pelo aeroporto de Lutton, e tomamos o trem para a cidade, conectando até a estação de metrô Earls Court, que é a mais perto do Rockwell. Até chegarmos ao hotel, já era umas 14h ou 15h, então só nos refrescamos e já saímos rumo às nossas compras para sobrevivência no inverno, escolhendo a Uniqlo da Regent Street para abastecer-nos de roupas térmicas, casacos e calças de lã, e os melhores suéteres de caxemira que você respeita.

Como eu já contei brevemente aqui, dia 12 era pra ser um dia mágico do começo ao fim: tomamos o trem para Watford Junction e, de lá, o ônibus do WB Studio Tour: The Making of Harry Potter para chegarmos até Leavesden. O dia lá no Tour foi, de fato, mágico: adorei ver a expansão da Plataforma 9 3/4 e fiquei verdadeiramente emocionada em revisitar aquela fábrica de sonhos. Além disso, tomar Butterbeer de novo depois de mais de 2 anos de abstinência foi maravilhoso. Mas, acima de tudo, a melhor coisa de visitar Leavesden dessa vez foi aproveitar a companhia do marido em cada passo: do lado dele, tudo ficou ainda mais mágico do que na minha primeira visita, em julho de 2012. E é claro que eu já quero voltar porque anunciaram mais uma expansão: em breve, os visitantes poderão explorar a Floresta Proibida! Amor, me leva lá de novo, por favor, eu nunca te pedi nada, obrigada.

Aí é que a coisa degringolou: tínhamos nossos ingressos para ver Cursed Child dias 12 e 13 de janeiro, mas eu comecei a passar mal na volta do Tour e fomos parar no hospital. Vocês não imaginam o quanto eu sofri naquele dia, tanto física quanto emocionalmente – afinal, perder a chance de ver a peça era meu pior pesadelo. Os próximos dias foram de muito repouso, muita coca cola e muita água de côco, e pouquíssima comida. Marido, maravilhoso como sempre, ia na rua comer e comprar quanta água de côco pudesse carregar e voltava pro hotel pra cuidar de mim. Cheguei a voltar ao hospital no sábado, e comecei a melhorar mesmo no domingo de tarde, quando fomos almoçar na casa dos nossos amigos Leonardo e Tamara (e Pedrinho!), que prepararam um banquete georgiano incluindo arroz branco e batatas cozidas especialmente para mim.

Dia 16, segunda feira, tínhamos que mudar de hotel. Graças a Deus eu acordei um pouco melhor e mais disposta, então fizemos a mudança e passeamos levemente, porque eu ainda estava exausta e bastante fraca. Caminhamos um pouco pelo Hyde Park e, como estava chovendo, marido topou ir na Harrods (pra mim, o paraíso; pra ele, o inferno hihihi). Almoçamos mais tarde no Bella Italia de Bayswater, onde consegui comer um macarrãozinho.

O tempo melhorou na medida em que o dia anoitecia – tava anoitecendo muito cedo em Londres, meu Deus do céu. 17h o céu já tava um breu! Aproveitamos pra ver o Big Ben, andamos até a Trafalgar Square, subimos até a National Gallery, e caminhamos na Strand, matando a saudade que eu tinha desse pedacinho de Londres que significa tanto pra mim. Depois, fomos até Covent Garden e jantamos por lá no Jamie Oliver’s Union Jack: Felipe comeu pizza e eu comi pão. Mas o pão tava bom que vocês nem sabem!

No dia seguinte, Londres amanheceu azul. O céu parecia uma pintura de tão lindo, o sol brilhava, e o frio era intenso mas a gente quase ignorava o frio diante de tanta beleza. E nós aproveitamos pra continuar os nossos passeios, sempre com cautela porque eu ainda estava bem fraca. Fomos ao Natural History Museum e nos divertimos pra caramba. Eu ainda não conhecia esse museu e fiquei encantada! Depois fomos caminhando lentamente até High Street Kensington, passeando pelo Hyde Park, e almoçamos no Prezzo, onde também consegui comer um pouquinho de macarrão. Felipe, coitado, comeu tanta comida italiana nestes dias que quase vira um italiano hihihi mas é porque eu só conseguia comer mesmo pão e macarrão, já que a intoxicação alimentar foi muito braba e eu não tinha nem vontade de comer direito.

À tarde, passeamos por Notting Hill e, depois de descansar um pouquinho, fomos de noite ao Zenobia jantar com os amigos. Eu, claro, comi de novo só pão, mas todos disseram que a comida libanesa estava espetacular. Pelo menos eu variei do pão italiano pro pão árabe!!

Aí chegou o glorioso dia 18 de janeiro de 2017, e nós só saímos do hotel pra almoçar no Preto Steakhouse, um restaurante brasileiro ali em Bayswater mesmo, onde eu me entupi de arroz e – advinha! – pão, e o marido pôde variar um pouco da culinária italiana para a brasileira. E, de lá, o dia foi inesquecível, porque fomos enfim assistir à Harry Potter and the Cursed Child, sentados lado a lado, completamente absortos nas Partes I e II. Entre a Parte I e a Parte II, jantamos no Milano, que é bem pertinho do Palace Theatre, e tinha pão pra mim hihihi

Claro que eu vou #KeepTheSecrets porque, mesmo com o script publicado, a experiência de assistir à peça é completamente diferente da leitura. Foi a experiência mais incrível que eu tive na minha vida, sem a menor dúvida. Eu ri, chorei, fiquei preocupada, emocionada, tudo em um só dia. Nós saímos do Palace Theatre em êxtase. Dia inesquecível e indescritível. Só tenho a agradecer à Deus pela oportunidade, e à JK Rowling pela genialidade.

Quinta feira chegou e Londres continuava ensolarada e com céu azul. Fomos, então, até Tower Bridge, depois ao Buckingham Palace, passeando pelo Green Park.

Almoçamos no Bella Italia (de novo porque, né) e aproveitamos a última noite em Londres pra conferir o musical do Alladin no Prince Edward’s Theatre. Antes do espetáculo, jantamos no Il Cicciolo, que fica ali pertinho do teatro. Quanto ao musical, não preciso nem dizer que nós amamos, né? Eu fiquei emocionadíssima e até agora tô impressionada com a sequência de A Whole New World.

E, enfim, acordamos na sexta feira com Londres ainda azulzinha e ensolarada, e eu só pude agradecer a Deus por Ele ter nos dado dias maravilhosos na minha cidade querida antes de seguirmos para a última parte do trânsito em Paris. De Londres para Paris fomos de trem, numa viagem rápida e agradável. Mais sobre Paris em breve!!

#nossotrânsitocongelante: Amsterdã

O #nossotrânsitocongelante acabou mas temos muuuuitas fotos e muitas memórias super bacanas dos nossos passeios por Amsterdã, Londres e Paris – mesmo com o probleminha da intoxicação alimentar em Londres. Por isso, resolvi fazer pelo menos um post dedicado a cada uma destas cidades por onde passamos em janeiro, registrando aqui alguns dos nossos passeios e aventuras.

Chegamos em Amsterdã na noite do dia 08/01, saindo da Gare du Nord em Paris e chegando na Centraal Station de Amsterdã. Como o nosso trem chegou depois das 21h, e ainda era a continuação da viagem de saída do Brasil, pegamos um taxi e fomos direto pro hotel. Escolhemos o NH Hotels Amsterdam Museum Quarter pelas avaliações que lemos na internet, e provou ser uma ótima escolha, pois o quarto é super espaçoso e limpo, com cama super confortável e banheiro amplo, e a localização do hotel é excelente.

Após dormirmos o sono dos justos sem hora pra despertar, saímos em busca do café da manhã, pois não estava incluído na diária do hotel. Debaixo de muita chuva, acabamos subindo no Small Talk Corner Café, um café simpático no próprio Museum Quarter.

Em seguida, fomos conhecer o Van Gogh Museum e todos os seus 4 andares cheios de obras incríveis do artista. Foi uma experiência incrível, pois muitas das obras expostas por lá não são conhecidas pelo grande público, e esse é o tipo de coisa que emociona.

Para o almoço, escolhemos o L’Entrecôte et les Dames, que oferece a famosa fórmula de salada + entrecôte com fritas. A comida estava deliciosa, acompanhada do vinho tinto da casa, e ainda tomamos um cafezinho antes de seguirmos nossa jornada turística na cidade.

Nós adoramos caminhar pelas cidades que visitamos, então foi exatamente isso que fizemos: saímos caminhando por Amsterdã, sem pressa, aproveitando o ar da cidade, até chegarmos à Casa de Anne Frank. Eu li o diário dela quando estava na faculdade, e já tinha ficado muitíssimo impressionada com tudo aquilo – e quem não fica? – mas visitar o museu e passar por todos os cômodos e corredores e escadas é uma experiência indescritível. Lá dentro não é permitido fotografar ou filmar, mas as memórias são tão fortes que a gente nem precisa mesmo desse tipo de registro. Nem preciso dizer que saí de lá com os olhos inchados de tanto chorar.

De lá, voltamos pro hotel pra descansar um pouquinho antes do jantar. E, para esta refeição, escolhemos o Due Napoletani – um italiano sensacional na mesma rua do hotel.

Na terça feira, optamos por tomar café no Starbucks mais próximo, e saímos caminhando em direção ao moinho de vento que fica na cidade – eu disse que a gente gosta mesmo é de caminhar.

O dia estava muito agradável: apesar do frio, o céu tinha clareado, e não ter chuva ajuda muito nestas horas.

Antes de chegarmos ao moinho, passamos por uma feira de rua e observamos diversas coisas interessantes. O legal de caminhar sem pressa pelas cidades que visitamos é justamente isso: descobrir coisinhas bacanas que nem imaginávamos!

Caminhamos muito e sem pressa, tirando muitas fotos pelo caminho, até que chegou a hora de almoçar, e escolhemos o Café Wildschut, que tinha um ambiente super agradável e nos surpreendeu com uma comida sensacional e preços muito razoáveis.

À tarde, aproveitamos para visitar as exposições Bansky: Laugh Now e a realeza na visão de Andy Wahrol no MOCO Museum. As obras de ambos artistas me impressionaram muito ao vivo. Nestas horas a gente percebe mesmo que a arte é muito sensorial.

Nosso último jantar em Amsterdã foi no Balti House, um restaurante indiano incrível. Não poderíamos ter feito melhor escolha para fechar a visita rápida porém super bacana a esta cidade, que já nos deixou com gostinho de quero mais. De fato, faltou ver bastante coisa, mas o #nossotrânsitocongelante estava apenas começando e não queríamos fazer nada de modo acelerado.

Dia 11/01 tomamos café da manhã no próprio hotel e pudemos desfrutar de um delicioso buffet com calma, antes de seguirmos para o aeroporto. Mais tarde, voaríamos de EasyJet para Londres – nossa segunda experiência com a companhia low cost. Mas Londres fica pra um próximo post!

Habemus casa!

Bom dia pra você que acordou no apê novo, depois de 38 dias em hotéis!!

A 1ª foto que tirei no nosso novo lar: de pijama e Crocs!

Já tomamos café da manhã – e com fartura!!


Ainda há muito o que arrumar por aqui, a máquina de lavar não pára de trabalhar, aprendi na marra a usar o fogão (que é de uma modernidade que só!), e estamos muito felizes! Graças a Deus!