Refeições com personagens na Disney

Finalmente matei a saudade que tava me matando e voltei ao Walt Disney World depois de 4 anos e meio! Já expliquei tim tim por tim tim aqui como é que se faz pra marcar  Fastpass+ pelo My Disney Experience, e hoje quero contar um pouquinho sobre as experiências de fazer refeições nos restaurantes que oferecem encontros com os personagens da Disney.

A primeira coisa que precisa ser esclarecida sobre o “character dining” é que os personagens não vão sentar na sua mesa e comer com você, mas sim vão se aproximar para que todos que estão na mesa tenham oportunidade de tirar fotos e pegar autógrafos. Embora seja uma experiência cara (US$60 por adulto, US$35 por criança até 8 anos), é uma chance única de ver os personagens da Disney com roupinhas diferentes e criar memórias incríveis tirando fotos sem fila. Nestes preços, além do encontro com os personagens, estão incluídos o buffet ilimitado de comidas e fountain drinks (= refrigerantes, água filtrada). Água mineral e bebidas alcoólicas são pagas à parte, lembrando que somente maiores de 21 anos podem tomar bebidas alcóolicas e é necessário apresentar Passaporte.

Até esta minha última visita ao Walt Disney World, eu só tinha vivenciado a experiência de encontrar os personagens da Disney fora dos parques no ‘Ohana, que é o restaurante do Disney’s Polynesian Village Resort (um dos 3 hotéis de luxo do Walt Disney World Resort).

A Point Travel sempre agenda um brunch com os personagens para o penúltimo dia de viagem, logo antes de repetirmos o Magic Kingdom, no ‘Ohana. Eu amo o ‘Ohana, sempre me diverti muito lá, e a comida é deliciosa; eles oferecem um suco tropical divino! No ‘Ohana, os personagens que circulam pelas mesas são Lilo, Stitch, Mickey e Pluto. No mosaico de fotos acima, tem fotos de 4 das minhas passagens no ‘Ohana, com participação especial do chefinho Marcelo e da Tininha, minha mamãe postiça de quem eu era ajudante nos grupos da Point!

Como eu já tinha ido váááárias vezes ao ‘Ohana, desta vez eu marquei refeições com personagens em outros restaurantes que eu tinha vontade de conhecer: o Tusker House (dentro do parque Animal Kingdom) e o Chef Mickey’s (que fica no Disney’s Contemporary Resort).

Almocei no Tusker House, que oferece comidas inspiradas na culinária africana, no dia em que fui ao Disney’s Animal Kingdom, e eu agendei pelo My Disney Experience para fechar o Rivers of Light Dining Package. O Rivers of Light Dining Package nada mais é do que uma reserva antecipada do seu assento para assistir ao Rivers of Light, o show noturno do Animal Kingdom. Quando se está reservando, pode-se escolher o horário do show (no dia que eu fui no parque, tinha apresentação às 19h e às 20h30, e eu escolhi o das 19h). Tendo reservado o Dining Package com a assessoria da Point Travel, eu podia chegar no Rivers of Light um pouco mais em cima da hora sem me preocupar se eu conseguiria lugar ou não. Por conta disso, consegui assistir 2x ao Festival of the Lion King, que é meu show favorito da vida! No Tusker House, podemos encontrar Mickey, Pateta, Margarida e Pato Donald. Ao reservar o Dining Package, você receberá, durante a sua refeição, um ticket que dá direito à entrada especial no Rivers of Light.

O Chef Mickey’s foi a nossa última atividade em Orlando, já que eu reservei a refeição no jantar da véspera de partirmos para o Canadá. Eu sonhava em ir no Chef Mickey’s desde a primeira vez que fui pra Disney, quando passamos de Monorail por dentro do Disney’s Contemporary Resort a caminho do Magic Kingdom e eu vi o Mickey passando pelo restaurante com sua roupinha de cozinheiro, com direito a chapéu e tudo.

O Chef Mickey’s é um dos restaurantes mais concorridos para character dining e até hoje eu não acredito que consegui fazer uma reserva e realizar esse sonho (valeu Point Travel!)! Uma das razões pra ser tão concorrido é porque este é o único restaurante que tem 5 personagens rodando pelas mesas. Mickey, Minnie, Pluto, Pateta e Pato Donald encantam com suas dólmãs! E o buffet estava uma delícia, cheio de comidas Mickey shaped do jeitinho que eu gosto.

Vários outros restaurantes espalhados pelo Walt Disney World oferecem character dining, e para todos eles é altamente recomendável fazer reserva, já que costumam ficar lotados. Alguns exemplos: o 1900 Park Fare, no Disney’s Grand Floridian Resort & Spa, oferece encontros com Mary Poppins, Alice, Chapeleiro Maluco, Tigrão e Puff (eu sei que agora é Pooh mas eu me recuso! Pra mim será eternamente Ursinho Puff); dentro do Magic Kingdom, o Cinderella’s Royal Table garante a oportunidade de fotos com as princesas da Disney. Todas estas informações estão disponíveis no site da Disney, e você também pode contar com a assessoria da Point Travel para todas as etapas da sua viagem!

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Disney World: o que é e como agendar o FastPass+

Quem tá em dia com os posts aqui do blog sabe que eu sou Disney freak assumida, e também que eu já fui guia pra Orlando entre 2009 e 2014. Ao todo, foram 15 viagens pra Orlando, e depois de 4 anos e meio de muita saudade (e umas escapadas pra Disneyland Paris no meio), finalmente chegou a hora de curtir toda a magia dos parques da Disney World de novo! Ou seja, atualizamos esse número para 16 hihihihi

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Neste post, quero fazer um passo a passo pra ajudar quem nunca foi pra Disney World e quer usar o My Disney Experience para agendar seus FastPasses.

Mas, pera aí, Letícia, o que é um FastPass+?

Calma que eu te explico. Desde a primeira vez que fui pra Disney, lá nos idos de 2004, já existia o sistema chamado FastPass, que nada mais é do que um “fura fila autorizado”. Nos parques da Disney, esse serviço sempre foi gratuito (nos parques da Universal existe o Express, e no Sea World e no Busch Gardens há o QuickQueue, porém ambos serviços são pagos e os preços variam de acordo com a época do ano e a demanda). As atrações da Disney tem, em geral, dois tipos de filas: stand-by e FastPass. A fila do FastPass anda mais rápido do que a stand-by (que, como o nome já diz, é uma espera), porque é distribuído um número limitado de passes para cada período do dia.

Até dezembro de 2013, pra conseguir um FastPass, você ia até máquinas localizadas ao lado de cada atração, colocava o seu ingresso, e a máquina devolvia o ingresso e mais um papel (equivalente ao FastPass) com um horário pra você voltar para aquela atração na fila do FastPass, sem a necessidade de ficar na fila do stand-by. Nessas horas, ir com um grupo guiado (alô Point Travel!) era uma vantagem imensa, porque enquanto um dos guias acompanhava o grupo em uma atração, o outro guia ia buscar FastPass, sempre buscando criar o melhor roteiro dentro de cada parque. Era mais complicado do que se pensa, principalmente se levarmos em consideração a lógica dos parques (sim! Cada parque tem uma lógica e tudo fica muito mais divertido quando a gente entende isso!) e também o fato de que só se podia agendar outro FastPass um determinado tempo depois de usá-lo. A Tininha, guia da Point Travel de quem eu era assistente, era muito expert nos FastPasses, e graças a ela já chegamos a usar 7 FastPasses num único dia de Magic Kingdom (que é o parque com maior número de atrações)!

Quando levamos o grupo de 2014, a Disney já tinha modernizado todo o sistema, com a implementação do My Disney Experience, das Magic Bands e do FastPass+. O que mudou, de fato, foi que a experiência passou a ser controlável também virtualmente, já que os ingressos ficam ligados a uma conta no My Disney Experience; ainda há totens de autoatendimento nos parques, próximos a determinadas atrações, onde os desavisados podem agendar seus FastPasses daquele dia, ou mesmo novos FastPasses de acordo com a disponibilidade. A partir de então, os ingressos de papel foram substituídos por cartões que tem um QR Code e que são, além de ingresso, os próprios FastPasses; se você comprar uma MagicBand, o seu ingresso será associado à MagicBand bem como os seus FastPasses agendados.

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minha MagicBand de 2014: edição especial da Mickey’s Not-so-scary Halloween Party

Com o FastPass+, é possível agendar até 3 atrações pelo My Disney Experience, com até 30 dias de antecedência a partir das 07h00 do horário local de Orlando. Para os hóspedes dos hotéis da Disney, a antecedência aumenta para 60 dias do dia do seu check in, podendo marcar os FastPasses+ de todos os dias da sua estadia de uma só vez. Isso é, de fato, uma vantagem interessante, já que as atrações mais novas, que costumam atrair mais visitantes (por exemplo, Flight of Passage no Animal Kingdom, Slinky Dog Dash no Hollywood Studios, e até a Seven Dwarfs Mine no Magic Kingdom que já tem 5 anos desde a sua inauguração mas continua ultra popular) costumam ter seus FastPasses esgotados antes dos 30 dias que os reles mortais dispõem. Faz tempo, mas eu já me hospedei em um hotel da Disney, e embora eu reconheça as vantagens (que aumentaram significativamente quando consideramos o FastPass+) eu tenho também muitas ressalvas, porém isso é assunto pra outro post. Fato é que, mesmo com os 30 dias de antecedência, dá pra agendar uns FastPasses+ bem interessantes e economizar bastante tempo nos parques, se você tiver uma boa estratégia – ou então guias muito sábios e espertos que vão te ajudar a aproveitar ao máximo (alô Point Travel de novo!). Se você nunca foi pra Disney World e/ou vai encarar sozinho os parques e a tarefa de marcar os FastPasses+, é fundamental estudar os mapas dos parques antes para se familiarizar com as opções e a disposição das atrações, porque você definitivamente não quer perder tempo “ziguezagueando” dentro do parque!

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MagicBand de 2019!

Dessa vez, comprei o ingresso de 5 dias, com 1 parque por dia (ou seja, sem a opção Park Hopper, que permite ir a mais de um parque por dia). Como eu tô indo sozinha pros parques da Disney, e graças a Deus eu conheço a Disney World como a palma da minha mão (obrigada Point Travel), eu não só já sabia exatamente o que eu queria fazer em cada parque mas também qual deles eu achava necessário repetir, bem como qual a estratégia de FastPasses eu usaria (e cenários alternativos para o caso de adotar estratégias diferentes!).

Eu estava ansiosíssima pra agendar meus FastPasses, e marquei cada dia de parque no minuto que ficava disponível (Disney freak, né, mores). Então aqui está como exemplo o meu primeiro dia de parque.

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Ao abrir a página do My Disney Experience, você verá as seguintes opções: “família e amigos”, “hotel no resort”, “ingressos dos parques”, “refeições”, e “FastPass+”. Como em 2014 este sistema já estava em vigor e o Felipe foi comigo em 3 dos 4 parques, o nome dele já aparece no meu cadastro; na época, reservei os FastPasses+ pra nós dois, enquanto, dessa vez, as reservas que o incluem são apenas para restaurantes do complexo Disney World mas que ficam fora dos parques (ou seja, não precisam de ingresso).

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Na opção FastPass+, você poderá adicionar novos FastPasses+ ou mesmo atualizar os horários dos FastPasses+ que você já tiver agendado. Ao clicar em “adicionar novo FastPass+”, aparecerá a opção “criar grupo de FastPass+”. Por isso, é importante que, antes que se inicie o prazo para começar a agendar seus FastPasses+, os perfis de todos os integrantes do seu grupo já estejam criados e associados à conta do responsável pelo agendamento dos FastPasses+ (é bom demais se você tem um agente de viagem pra fazer isso por você).

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No meu caso, eu era a única integrante do meu “FastPass+ Party”, então lá fui eu clicar “next”. O próximo passo era escolher a data:

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E, em seguida, o parque que eu visitaria naquele dia:

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No meu caso, eu quis ir neste primeiro dia no Hollywood Studios, e mas sabia que só queria chegar por lá mais tarde, então eu minha estratégia era agendar meus FastPasses+ pra depois das 15h30.

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Meu plano pra esse dia era ir pra Toy Story Land, fazer as atrações desta área nova, depois ir pra área da Sunset Boulevard pra aproveitar a Rock n Roller Coaster e a Tower of Terror antes do Fantasmic!. Nos parques Hollywood Studios, Animal Kingdom e EPCOT, a Disney criou 2 categorias de FastPasses (Tier 1 & Tier 2); no Magic Kingdom, não há esta distinção. No Tier 1 do Hollywood Studios, por exemplo, estão as 3 atrações da Toy Story Land (Toy Story Mania!, Slinky Dog Dash, Alien Swirling Saucers) e você só pode escolher 1 destas 3 atrações pra agendar seu FastPass+; todas as outras atrações (como Rock ‘n’ Roller Coaster, Tower of Terror, Star Tours: The Adventure Continues, entre outras) estão no Tier 2 deste parque, e você pode agendar FastPasses+ antecipados para 2 atrações do Tier 2. Eu, então, escolhi o Toy Story Mania! do Tier 1, já que Slinky Dog Dash estava esgotado, e escolhi os outros 2 FastPasses+ (correspondentes ao Tier 2) para um horário mais próximo do Fantasmic!, que começaria às 20h e fica ali coladinho na Tower of Terror.

Se fosse um dia normal de parque, em que eu me planejo pra ficar o dia inteiro, eu teria tentado marcar os FastPasses+ pra parte da manhã, idealmente terminando ao meio-dia. Por quê? Porque, quando você usa os seus 3 FastPass+ previamente agendados, você destrava um novo FastPass+! Então, considerando que o seu último FastPass+ estava marcado para a janela de 11h-12h, ao meio-dia você pode entrar no aplicativo My Disney Experience ou procurar um totem no parque pra marcar um novo FastPass+. Cada FastPass+ tem uma janela de 1 hora: então o ideal é marcar esses 3 para 9h-10h, 10h-11h e 11h-12h pois, assim, ao meio-dia você já pode ir lá marcar um novo FastPass, e você ainda tem muitas horas de parque pra curtir! Claro que nem sempre isso vai ser possível, mas não se desespere, porque mesmo assim vai dar tudo certo!

Até porque tudo isso pode mudar de acordo com a disponibilidade ou mesmo a estratégia do parque – e é aí que o conhecimento faz toda a diferença (de novo, obrigada, Point Travel). Por exemplo: o Animal Kingdom, que completa 20 anos neste ano, agora vive lotado por causa de Pandora – The World of Avatar, que tem 2 atrações super concorridas (Flight of Passage e Na’vi River Journey) no Tier 1 de FastPass+. Mesmo entrando no My Disney Experience no primeiro segundo pra marcar os meus FastPasses+ do Animal Kingdom, eu não consegui o FastPass+ pro Flight of Passage, que costuma ter filas consideravelmente maiores do que o Na’vi River Journey. Fiquei triste? Claro que não!

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Eu simplesmente ajustei a minha estratégia pra aproveitar ao máximo este parque do qual eu gosto tanto: ao invés de marcar o primeiro FastPass+ pra janela entre 09h-10h, eu optei por marcar o Everest para 10h-11h e Dinosaur para 11h-12h, parando para almoçar antes de ir para Pandora e usar meu FastPass+ pra depois esperar na fila do Flight of Passage. O que acontece é que, geralmente, as pessoas que vão para os parques se direcionam em massa para estas atrações mais novas/mais concorridas nos primeiros minutos em que o parque abre (tinha gente literalmente correndo), deixando as outras atrações livres ou com pouquíssimo tempo de espera na fila stand-by!

Então, ao chegar no Animal Kingdom, ao invés de seguir o fluxo e correr pra Pandora, eu me programei pra ir direto pro Kilimanjaro Safari (bem cedinho é a melhor hora do dia pra ver os animais!) e em seguida para o Festival of the Lion King (uma das minhas atrações preferidas de toda a Disney World), ambos na área da África, partindo pra Ásia e entrando no Everest nos meus minutos finais de FastPass+ já com 2 atrações que eu adoro feitas e sem filas! De lá, segui pro Dinossaur e, enfim, fui almoçar no Tusker House (depois vou escrever em detalhes aqui). Depois do almoço, segui pra Pandora com todas as outras atrações que eu mais gosto feitas! Por conta do Fastpass+, fiz o Na’vi River Journey super rápido. E, mesmo esperando 2h30 na fila do Flight of Passage (que é absolutamente incrível, não consigo nem descrever), a minha estratégia deu tão certo que eu ainda consegui tirar fotos com Mickey e Minnie (peguei fila de 30min) e assistir de novo o Festival of the Lion King (que eu amo de paixão) antes do Rivers of Light!

Se você tiver alguma dúvida sobre o Fastpass+, comenta aqui que eu farei o possível pra esclarecer tudo!

Wizarding World of Harry Potter: Diagon Alley & Hogsmeade

Tô com muita saudade de Orlando. Muita muita mesmo. Tipo de sonhar todo dia. De sentir gosto da Butterbeer. Talvez isso tenha sido exacerbado porque teve um monte de gente conhecida passando por lá nos últimos tempos. E, pra ver se amenizo um pouquinho dessa saudade, resolvi compartilhar com vocês um post super completo sobre as duas áreas que compõem o Wizarding World of Harry Potter no Universal Orlando Resort: Diagon Alley (Beco Diagonal), no Universal Studios, e Hogsmeade, no Islands of Adventure. Embora Hogsmeade já seja velha conhecida minha (desde julho/2010! Ô sorte!), eu conheci o Beco Diagonal em outubro/2014, 3 meses depois da abertura oficial, mas ainda não sei quando vou poder repetir a dose (#sofrência).

E, por isso, posso dizer: o Beco Diagonal é INCRÍVEL! É ainda mais legal do que Hogsmeade no Islands! E ligar os dois parques com o Expresso de Hogwarts foi mesmo uma ideia genial. Pra quem é fã do Harry, é pura magia! E pra quem não é, também é um passeio muito legal por conta da riqueza de detalhes!!

Vou escrever o mais explicado possível tudo o que eu vi e vivi por lá pra ajudar ao máximo quem quiser explorar essa novidade, sendo fã da história ou não!

LONDRES

morrendo de felicidade chegando em
morrendo de felicidade chegando em “Londres”

O prédio que é branco em baixo (onde tem as portas) e marrom em cima (onde tem as janelas) fica na “rua” Grimmauld Place (tem uma plaquinha). A casa no. 12 é do Sirius Black, padrinho do Harry. Na janela, aparece o elfo doméstico Kreacher, que servia à família Black. Vale a pena olhar esse detalhe, porque o Kreacher mexe na cortina, e é um efeito bem legal. O ônibus roxo que fica do lado da estátua de Eros é o Noitebus. E é o Noitebus que indica a entrada pro Beco Diagonal. No Noitebus, o Shrunken Head e o Condutor interagem com os passantes. Eu acho que devo ter ficado conversando com eles pelo menos uns 5 minutos, e eu não parava de rir. A entrada pra área nova fica no metrô Leicester Square. A entrada pro “metrô” tá fechada, e do lado tem uma passagem. Acho importante sinalizar isso, porque muita gente já deixou de entrar no Beco Diagonal porque não achou onde ficava a entrada. Sad bud true. O último prédio é a Estação de King’s Cross, mas vou deixar pra falar dele por último.

Sirius, deixa eu morar na sua casa?
Sirius, deixa eu morar na sua casa?
aquele papo animado antes de pegar o Knightbus
aquele papo animado antes de pegar o Knight Bus

BECO DIAGONAL

reação totalmente compreensível
reação totalmente compreensível

Ao entrar no Beco Diagonal, é difícil de acreditar no tamanho do que existe lá dentro. Eu fiquei impressionada! É de uma grandiosidade inexplicável. O prédio que tem o dragão em cima chama Banco de Gringotts, e é ali dentro que fica a atração nova (Harry Potter and the Escape from Gringotts). O dragão é maneiríssimo porque ele solta fogo mesmo! Tem que prestar atenção no barulho que ele faz, porque logo em seguida sai o fogo. Isso acontece a cada mais ou menos 5 minutos.

Beco Diagonal, coisa linda
vista geral do Beco Diagonal

A entrada pra Escape from Gringotts fica à direita desse prédio que tem o dragão. Na entrada tem escrito o nome da atração, e na frente tem a estátua de um duende em “ouro”. Nessa atração também não pode entrar de mochila, igual ao Harry Potter and the Forbidden Journey, que fica dentro do Castelo de Hogwarts. Um pouco mais à esquerda ficam os lockers gratuitos pra uso. Mas vou falar mais sobre essa atração daqui a pouco.

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O Beco Diagonal tem um restaurante, o Caldeirão Furado (Leaky Cauldron). O Leaky Cauldron fica à esquerda de quem entra, e é logo na entradinha mesmo, em frente à Weasley’s Wizard Wheezes. Os preços, bem como no Três Vassouras de Hogsmeade, são um pouquinho mais elevados do que nos outros restaurantes do parque. Tem uma sorveteria (Florean Fortescue’s Ice-Cream Parlour), que tem sabores especialmente criados pro parque. Fica à esquerda do dragão, em frente ao banheiro, antes da entrada pra Travessa do Tranco (Knockturn Alley). Tomei o sorvete de chocolate chilli e é bem apimentado mesmo!

Butterbeer no Leaky Cauldron
Butterbeer no Leaky Cauldron
dentro da sorveteria
dentro da sorveteria, que além de ter sabores deliciosos (e exclusivos!) é linda ❤

O Knockturn Alley é escuro e frio o tempo inteiro, porque é assim mesmo no livro. É difícil até de enxergar. Lá só tem uma loja, a Borgin and Burkes, que vende coisas “das trevas”.

Travessa do Tranco
Travessa do Tranco

O Beco Diagonal abriga basicamente lojas (são 7 ao todo!), e tem também dois showzinhos: um é musical, com a Celestina Warbeck and the Banshees, e o outro é um teatro, encenando O Conto dos Três Irmãos, um d’Os Contos de Beedle o Bardo. Esses showzinhos acontecem em um palco montado no Carkitt Market, uma rua com nome inédito (a própria autora J.K. Rowling escolheu esse nome!) que abriga algumas das lojinhas, um ou dois carrinhos que vendem pequenos lanches e bebidas, e uma “casa de câmbio” pra mudar o dinheiro pra dinheiro de bruxo (válido nos dois parques, o Universal Studios e o Islands of Adventure).

rainmaker!
rainmaker!
vitrine da Weasleys' Wizard Wheezes com interatividade
vitrine da Weasleys’ Wizard Wheezes com interatividade

Uma das grandes novidades do Beco Diagonal, que também foi inserida em Hogsmeade, são as varinhas interativas. Claro que eu comprei e testei: dá pra fazer “mágica de verdade” nos dois parques! A maioria fica em vitrines das lojas. Cada varinha interativa sai por cerca de 50 dólares com o imposto.

ESCAPE FROM GRINGOTTS

tava vazio #sqn
tava vazio #sqn

Esse brinquedo é sensacional!! Conseguiu superar – e muito! – o do castelo de Hogwarts! Bem como em Hogwarts, a atração já começa na fila, com os duendes trabalhando no Banco, depois com uma visita ao escritório de Bill Weasley, e enfim o trajeto final até o carrinho. O brinquedo é classificado como uma “roller coaster“, mas não é: está mais pra um simulador de altíssima tecnologia com movimento. São 4 pessoas por fileira no carrinho. (Pra quem já foi aos parques, acho que o melhor jeito de explicar é assim: Gringotts mistura o carrinho da Múmia com a experiência de Transformers/Spider-Man.) É um simulador 3D (com óculos) absurdamente bem feito, com gráficos impressionantes, que mistura cenários reais às projeções. O 3D de Gringotts é outro nível mesmo!! O carrinho se move com alguma rapidez, mas não chega a ser uma montanha russa. [SPOILER ALERT: quem tem medo de répteis como eu deve ser avisado: a “mascote” do Lorde das Trevas aparece em um dos telões, e eu demorei umas 3 idas no brinquedo pra conseguir ficar de olho aberto nessa parte (e o pobre do Felipe quase ficou com a mão quebrada de tanto que eu apertava).]

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no lado externo da fila, com o carrinho usado no filme!
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já dentro do Banco, com os duendes

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Quem quiser só conhecer o Banco de Gringotts tem a opção de fazer apenas o “walking tour”, sem ficar na fila que leva ao brinquedo. É só perguntar pra um dos cast members que eles indicam o caminho.

KING’S CROSS STATION

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Pra mim, a sacada mais genial de todas. A Universal realmente se superou ligando os dois parques com o Expresso de Hogwarts, exatamente como acontece no livro. O processo é bem simples: na entrada (bem à esquerda de quem olha), é preciso escanear novamente os ingressos usados na entrada do parque. Depois disso, não precisa mais dos ingressos. Tem a fila (é claro), e é totalmente temática. Primeiro, estamos mesmo na Estação de King’s Cross, até que um outdoor escrito “Make a little Magic” sinaliza que estamos chegando na “parte mágica” da coisa. E aí é mágico mesmo: por conta de um efeito, nós “atravessamos” a parede entre as plataformas 9 e 10, como descrito no livro, e logo depois saímos na Plataforma 9 3/4, que é perfeita, na falta de uma palavra melhor pra descrevê-la. Um pouquinho mais de fila e as pessoas são organizadas em grupos de 8 para ocupar as cabines no trem.

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HOGWARTS EXPRESS

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O Expresso de Hogwarts não é só um meio de transporte entre os parques, é uma atração nele mesmo! Cada cabine tem uma “janela” (tv de altíssima resolução) que mostra as paisagens da viagem entre Londres e Hogsmeade. Além da decoração minuciosamente perfeita, as experiências de ir de Londres pra Hogsmeade e de Hogsmeade pra Londres são diferentes: tem um vídeo pra cada trecho. E mais: nas portas das cabines, há projeções diferentes pra cada trecho da viagem, que parecem sombras reais. No trecho Londres-Hogsmeade, vemos o Hagrid na janela (tv), e dementadores aparecem na porta. No trecho Hogsmeade-Londres, Hagrid é o primeiro a aparecer na janela (tv), e depois os gêmeos Weasley também aparecem, fazendo peraltice para divulgar a loja deles no Beco Diagonal (a Weasley’s Wizard Wheezes). Em ambos os trajetos há projeções do Harry, do Ron e da Hermione nas portas das cabines. O trajeto dura cerca de 5 minutos.

HOGSMEADE STATION

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Desembarcando em Hogsmeade, não precisa mais dos ingressos. Saímos bem na entrada de Hogsmeade, e à direita estará o pórtico que separa Hogsmeade do Lost Continent. Pra ir de Hogsmeade pra Londres, é o mesmo processo: só precisa escanear o ingresso na entrada, e curtir a viagem “de volta”.

HOGSMEADE

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A pequena vila de Hogsmeade continua encantadora com seus detalhes, encantando ainda mais agora com a adição da experiência das varinhas interativas. Em Hogsmeade são apenas 3 lojas, e um restaurante (o Três Vassouras), embora conte com alguns carrinhos que vendem pequenos lanches e bebidas, entre elas Butterbeer.

sendo feliz almoçando no Três Vassouras
sendo feliz almoçando no Três Vassouras
Butterbeer <3
Butterbeer ❤
tomando uma Butterbeer na área externa (traseira) do Três Vassouras
tomando uma Butterbeer na área externa (traseira) do Três Vassouras

Entretanto, Hogsmeade abriga 3 brinquedos: a Dragon Challenge (que reproduz a primeira tarefa do Torneio Tribruxo com duas montanhas russas), a Flight of the Hippogriff (montanha russa direcionada para o público infantil), e a Harry Potter and the Forbidden Journey, que fica dentro do Castelo de Hogwarts.

HOGWARTS CASTLE/HARRY POTTER AND THE FORBIDDEN JOURNEY

HOME ❤

Esse simulador é maravilhoso. Eu já perdi a conta de quantas vezes andei nele na minha vida, e mesmo assim fico sempre com vontade de ir de novo, e de novo. Entrar no Castelo de Hogwarts é, pra mim, uma emoção indescritível desde a primeira vez em 2010, e todas as vezes desde então. A grandiosidade do Castelo impressiona, e a riqueza de detalhes faz qualquer um ficar boquiaberto. Nesse brinquedo não é permitido entrar com bolsas e mochilas, e são disponibilizados lockers gratuitos logo na entrada do Castelo (à esquerda) para uso durante o percurso.

Espelho de Eirised
Espelho de Ojesed
Sala de Poções
Sala de Poções

Logo na entrada, vemos o Espelho de Ojesed (Mirror of Erised), e também algumas portas que levariam à salas de aula. Em seguida, chegamos à Estufa, e, subindo, vemos Mandrágoras em seus pequenos vazinhos, logo antes de entrarmos, de fato, no Castelo.

a fila para a Forbidden Journey passa pela Estufa
a fila para a Forbidden Journey passa pela Estufa

Ao entrarmos no Castelo de Hogwarts, passamos pela estátua do Arquiteto de Hogwarts, que, na história, fica localizada no hall de entrada do Castelo. Bastante conveniente, não?! Em seguida, vemos o contador de pontos das casas de Hogwarts. Ao final desse corredor, está a grandiosa gárgula que serve de passagem para o escritório de Albus Dumbledore, diretor de Hogwarts.

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o Arquiteto de Hogwarts
1000 pontos pra Grifinória!
1000 pontos pra Grifinória!
impossível tirar uma foto boa aqui.
impossível tirar uma foto boa aqui.

O primeiro ambiente interno que visitamos é o escritório do Professor Dumbledore.

Dumbledore vive!
Dumbledore vive!
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the Pensieve

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Um dos meus itens favoritos nesse ambiente é a Penseira. Logo depois, conhecemos a sala de aula de Defesa Contra as Artes das Trevas, com uma aparição surpresa de Harry, Ron e Hermione, e também com um pouquinho de neve, que parece deixar tudo ainda mais mágico.

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sala de aula de Defesa Contra as Artes das Trevas
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Harry, Ron e Hermione fazem uma aparição nessa sala, mas a máquina fotográfica não pegou ):
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neve!

Em seguida, conhecemos a sala comunal da Grifinória, mas não sem antes passar por um corredor cheio de quadros que falam e se movimentam, como deve ser! É ali que estão Godric Gryffindor, Helga Hufflepuff, Rowena Ravenclaw e Salazar Slytherin pela primeira vez em “carne e osso”, já que ainda não os tínhamos visto na história. Depois do sala comunal da Grifinória, vemos o Chapéu Seletor saudando as pessoas logo antes de tomarmos nossos assentos em nossas “vassouras”.

o Chapéu Seletor
o Chapéu Seletor
mais uma, porque sim.
mais uma, porque sim.

Quando foi lançado, Forbidden Journey superou toda a tecnologia de parques existente, e só foi superada agora em 2014 pelo Escape from Gringotts. Forbidden Journey é, também, um simulador com altíssima tecnologia e bastante movimento, misturando projeções 3D (sem uso de óculos) com cenários reais, como o Salgueiro Lutador na Floresta Proibida, a sala de Astronomia, e a Câmara Secreta. E o assento foi projetado para que tenhamos a sensação real de que estamos voando em uma vassoura! É, simplesmente, mágico.

Vale notar que, bem como no Banco de Gringotts, quem quiser só conhecer o Castelo de Hogwarts tem a opção de fazer apenas o “walking tour”, sem ficar na fila que leva ao brinquedo. É só perguntar pra um dos cast members que eles indicam o caminho.

DRAGON CHALLENGE

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Essa montanha russa já existia no parque antes da construção do Wizarding World, e chamava Dueling Dragons. O que a Universal fez foi transformar completamente o ambiente através da decoração temática – o que fez toda a diferença. A ideia desse brinquedo é simular a primeira tarefa do Torneio Tribruxo, e os participantes podem escolher entre o Hungarian Horntail (azul, mais alta) e o Chinese Fireball (vermelha, mais rápida), que parecem que vão colidir em vários momentos, deixando a experiência ainda mais eletrizante.

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Ford Anglia <3
Ford Anglia ❤
o Cálice de Fogo na tenda dos campeões
o Cálice de Fogo na tenda dos campeões

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riqueza de detalhes
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Taça Tribruxo
ovo!
ovo!
velas flutuantes
velas flutuantes

No percurso até chegar aos “dragões”, passávamos por vários banners de torcida, pelo Ford Anglia (meu carro amado <3), pela tenda dos campeões, pelo Cálice de Fogo, pela Taça Tribruxo, pelos ovos que fizeram parte da primeira tarefa, e também por um céu encantado com velas. Ah! E, antes de tudo isso (bem, na verdade, logo depois dos banners de torcida), uma vista maravilhosa do Castelo de Hogwarts, talvez a minha vista favorita!!

minha vista favorita do Castelo de Hogwarts <3
minha vista favorita do Castelo de Hogwarts ❤

Recentemente a montanha russa foi fechada e dará lugar a uma nova atração mágica. Confesso que fiquei meio tristinha com isso, porque tinha uma relação de muito amor com a Dragon Challenge, e também tô meio apreensiva porque não sei o que eles vão fazer com o Ford Anglia e todas as outras decorações que faziam parte desta atração! É esperar pra ver!

FLIGHT OF THE HIPPOGRIFF

Como mencionei acima, essa é uma montanha russa voltada para o público infantil. Mas eu acho ela tão bacana! Sempre que tá sem fila, ou tá sobrando tempo, eu ando nela.

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foto de julho de 2010! A casa do Hagrid fica elevada no caminho da fila, e eu “escalei” pra tirar essa foto. Quando voltei em dezembro do mesmo ano, já tinham fechado o acesso a essa escadinha. Hihihi!

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Além de oferecer uma vista espetacular do Castelo de Hogwarts, tem a cabana do Hagrid na fila, e também o Bicuço logo no começo do trajeto, saudando os riders.

Bicuço!
Bicuço!

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E, pra ser uma montanha russa de criança, ela é até bem rápida e emocionante. Não tem nada de entediante. Então, se possível, não deixei de aproveitar mais esse brinquedo.

OLLIVANDERS

Muito mais do que uma loja, uma experiência. Tá sempre com fila e fica lotada, então entrei poucas vezes pra participar do showzinho #confissões.

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É o seguinte: depois de enfrentar uma mega fila, entramos na Olivaras em grupo (cerca de 20 ou 30 pessoas) e o bruxo vendedor da loja (que pode ou não ser parecido com o Mr. Ollivanders) desce a escadinha lateral até chegar próximo a nós. Daí ele escolhe alguém do grupo (geralmente uma criança) pra ser “escolhido” pela sua própria varinha. Efeitos especiais acontecem na loja, simulando a vez que o Harry comprou a sua varinha, até que a varinha certa escolhe o novo bruxo. O método de escolha, criado pela própria J.K. Rowling, envolve o dia e o mês do nascimento do bruxo. A minha varinha é a Elder, e a do Felipe é a Oak, e a dele já é a interativa.

LOJAS DE HOGSMEADE: FILCH’S EMPORIUM OF CONFISCATED GOODS, DERVISH AND BANGES, HONEYDUKES

As lojas de Hogsmeade são muito fofas, mas ficam muito cheias com muita facilidade, pois são bem pequenas e cheias de itens bacanas à venda!! Não gosto nem de pensar na quantidade de dólares que já larguei por lá… hihihi!

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O Filch’s Emporium of Confiscated Goods fica na saída do Harry Potter and the Forbidden Journey – portanto, no Castelo de Hogwarts. A Dervish and Banges fica junto da Ollivanders, e, além das varinhas tem muita coisa relacionada à Quadribol. Na Honeydukes, todos os doces com os quais sempre sonhamos! Destaque para os sapos de chocolate, que vem com cartões colecionáveis, Feijõezinhos de Todos os Sabores, e varinhas de chocolate.

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a antiga “divisão” entre Honeydukes e Zonko’s
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uma das minhas últimas visitas à Zonko’s

Antes da abertura do Beco Diagonal. em anexo à Honeydukes, ficava a Zonko´s, cheia de brinquedos divertidíssimos. Com a abertura da Weasley’s Wizard Wheezes lá no Beco Diagonal, a Honeydukes foi expandida e os itensantes vendidos na Zonko’s agora são encontrados na loja dos Weasley. Entretanto, manteve-se em Hogsmeade a fachada da Zonko’s, que rende boas risadas e boas fotos.

OWLERY

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O Corujal de Hogsmeade é uma área de descanso, coberta, mas não climatizada, bem em frente ao Três Vassouras e anexa à Dervish and Banges. Fica pertinho da Dragon Challenge, então é um bom lugar pr’aqueles que não querem ir na montanha russa ficarem esperando os aventureiros e descansando.

ENTRETENIMENTO EM HOGSMEADE

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alunos de Durmstrang, alunas de Beauxbatons, e duas alunas de Hogwarts bem na frente (x hihihi!

Em Hogsmeade, dois mini shows acontecem em um palco montado próximo ao Castelo de Hogwarts: Frog Choir (ou Coral de Sapos) e Triwizard Spirit Rally. O Frog Choir é formado por alguns alunos de Hogwarts que, com sapos cantores, iguais aos que aparecem em Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, apresentam algumas canções famosas dos filmes da série. O Triwizard Spirit Rally é composto por alunas de Beauxbatons e por alunos de Durmstrang, que se apresentam artísticamente, como em Harry Potter e o Cálice de Fogo.

Espero que vocês tenham gostado desse post imenso, e que seja útil pra quem for explorar o Wizarding World! Escrevi tudo com muito carinho e amor no coração, e muita saudade também!

Diário de Viagens: Las Vegas

Desde nossa viagem pela África do Sul (com post em breve nessa mesma categoria!), sabia que o Felipe gosta de uma jogatina. Ele também é chegado em pegar a estrada, e terminar a nossa viagem em Las Vegas tinha um quê de emoção, aventura e coisas inesperadas que só reforçava a ideia de que a sin city tinha que ser destino certo.

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De San Diego a Las Vegas, normalmente, gastaríamos cerca de 5 horas de viagem, sem contar o tempo que paramos pra almoçar num McDonald’s da estrada. Mas quando já estávamos quase chegando em Vegas, o trânsito simplesmente parou.

Pois é. Imaginem uma freeway de velocidade 70mph totalmente PARADA. Até hoje a gente não sabe  direito o que aconteceu, exceto pelas muitas viaturas de “highway patrol” que vimos passando e por um resquício de acidente mais na frente da estrada, mas sabemos que ficamos mais de 1 hora parados.

Chegando em Vegas, já deu pra ver o quanto a cidade é louca. Basicamente, tudo acontece em uma rua: a Las Vegas Strip. O nosso hotel era o The Signature by MGM Grand, no sul da Strip. Localização maravilhosa, atendimento incrível, e suítes super espaçosas. Como a gente não queria (e nem podia!) perder tempo, fomos logo jantar e aproveitar o que Vegas tem pra oferecer.

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Jantamos dentro do próprio MGM Grand, no japonês Shibuya – que é muito mais do que um sushi bar, oferecendo também opções sofisticadas da cozinha japonesa.

Depois fomos explorar, de fato, a Strip, andando do MGM até o Caesars Palace, parando pra ver as águas do Bellagio. Nesse dia, fomos pro PURE Nightclub.

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No dia seguinte, fomos cumprir um dos must-do na nossa lista de Las Vegas: os brinquedos radicais na Stratosphere Tower, do hotel & casino Stratosphere, que não fica na Strip. A torre do Stratosphere tem mais de 100 andares (se não me engano, são 108) e o ticket de acesso de um dia inteiro à torre e aos 3 brinquedos custou US$34,00.

Mas o que a gente queria mesmo era andar nos brinquedos: X-Scream, Insanity, e Big Shot. A gente tava com a adrenalina tão em alta só de olhar que eu não fotografei nada ): mas catei no Google umas imagens pra mostrar pra vocês.

Fomos primeiro no Insanity, que tem nome muito apropriado. Imagina só: você senta numa cadeirinha num treco que parece uma garra daquelas de maquina de pegar bichinho, aí uma portinhola se abre, a garra vai pra fora do prédio, e começa a girar muito, muito rápido (velocidade média de 40mph), sem nada em baixo, a 270m de altura. A primeira sensação é de pânico total, é claro. Mas depois é absolutamente maravilhoso – parece que a gente tá voando. Tem vídeo aqui.

Depois fomos pro X-Scream, que também não é pra quem tem estômago fraco. A 264m do chão, a gente é lançado pra cima e pra baixo. É tipo uma catapulta muito alta, sabe? Tem vídeo aqui.

O Big Shot foi nosso terceiro e último brinquedo. Nada mais é do que um daqueles elevadores que sobem e descem muito rápido – e que eu amo. Só que ele é o brinquedo mais alto do mundo, com 329m. Tem vídeo aqui.

Eu confesso que pintou um cagaço feio em mim antes de andar, mas eu adorei! Me arrependi MUITO de não ter comprado as nossas fotos brincando, mas cada uma custava cerca de US$15,00 e eu tava muito mão de vaca nesse dia. Até hoje me arrependo dessa economia que fiz! Recomendando o passeio, eu provavelmente começaria pelo Big Shot, depois ia no X-Scream e aí pro Insanity. Tudo bem que o Big Shot é o mais alto, mas acho que ainda assim é o mais tranquilo.

Depois do Stratosphere, voltamos pra Strip. Era só primavera e o sol tava muito quente. Não dá pra andar por lá sem uma garrafa de água! Protetor solar também é importante.

De noite, a ideia era fazer noitadinha no Chateau Nightclub, que fica no Paris Las Vegas. Então foi pra lá que fomos!

Jantamos no Le Provencal, porque é claro que esquecemos de tentar uma reserva no Eiffel Tower Restaurant.

Dos casinos e restaurantes que visitamos, achei o Paris o mais sem gracinha /: ok, é super bonito lá dentro, tem todo jeitinho de Paris mesmo… mas não era nada demais. Gostei mais dos casinos do New York New York, do Mirage, e do próprio MGM Grand.

Sobre o New York New York Hotel & Casino: pra gente, era outra parada obrigatória. Como boa apaixonada por montanhas russas, não podia deixar de andar na The Roller Coaster. E foi lá que começamos o nosso último dia de passeios em Las Vegas.

A montanha russa é bem rápida – em velocidade e duração – mas é meio desconfortável. Bate muito a cabeça, sabe? Mas é bem bacana. Pra brincar uma vez, US$14,00 por pessoa. Claro que não comprei as nossas fotos de novo…

O melhor desse dia ainda estava mesmo por vir. Como bons fãs dos Beatles, não poderíamos deixar passar a oportunidade de ver The Beatles LOVE by Cirque du Soleil, um dos espetáculos fixos do Cirque du Soleil. Compramos os ingressos no concierge do nosso próprio hotel e seguimos pro Mirage, onde acontece o espetáculo.

Ainda fico buscando palavras pra descrever aquele verdadeiro espetáculo. Eu e o Felipe compartilhávamos um certo medinho de ficarmos desapontados, porque nossa expectativa era muito alta – mas nossas expectativas foram superadas.

Como nas outras apresentações do Cirque, também não é permitido filmar ou fotografar, mas no site oficial tem um vídeo com um preview do show (que tá no YouTube).

Na falta de mais palavras, apenas duas dicas. A primeira é: não economize (muito) nos ingressos. Quando não sabíamos de nada, queríamos ficar no setor E, o mais barato, mas acabamos indo pro C: a diferença de preço é relativamente pequena, e a visão é muito muito melhor. Também tive a impressão, ao longo do espetáculo, de que o setor A (o mais caro!) não tem a melhor das visões, porque é preciso olhar pra cima em alguns (vários) momentos. Só se for pra ver várias e várias vezes – o que, acredite, você vai ficar com vontade de fazer.

A outra dica é uma passadinha no REVOLUTION Lounge depois do espetáculo, que seduz com essas letras/puffs gigantes.

Claro que a gente não aproveitou nem metade do que Las Vegas tem pra oferecer, mas gostei bastante dos passeios que escolhemos. Passamos muito tempo dos nossos dias & noites nos casinos – mais ganhando do que perdendo dinheiro – e aproveitamos do nosso jeitinho. O bom de não fazer tudo é que sobram motivos pra voltar pra lá!

Diário de Viagens: Anaheim & San Diego

Anaheim está a cerca de meia hora de Los Angeles, e a verdade é que não é fundamental ficar em um hotel por lá se você quer conhecer a Disneyland; dá tranquilamente pra ir e voltar dos parques da Disney ficando hospedado em LA. Só que eu sou SUPER DISNEY FREAK (mais sobre isso em um post futuro nesta mesma categoria!) e queria aproveitar ao máximo o complexo onde toda a magia Disney começou a se tornar realidade, então foi comum acordo que ficássemos 2 dias por lá! Pra gente, isso foi vantajoso porque 1) não precisávamos enfrentar o trânsito caótico de LA depois de cansar o dia inteiro nos parques, e 2) quando o Felipe ficou cansado demais da maratona de parques temáticos deu pra voltar pro hotel rapidinho pra tirar uma sonequinha. Escolhemos o Hilton Anaheim Convention Center pra essa etapa da viagem, que tem um Starbucks dentro e shuttle pros parques!

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A Disney da Califórnia se resume a 2 parques: a Disneyland – onde tudo começou – e o Disney California Adventure. Entre os dois parques, fica o acesso à área de Downtown Disney, com restaurantes diversos, muitas lojas (tem até Sephora!) e também cinemas. Nós demos sorte e fomos pra lá justo no dia em que os parques ficariam abertos por 24h seguidas, dando início ao Monstruous Summer (ação pra promover o Monsters University). Ok, até que ponto foi sorte é discutível, já que os parques ficaram bem mais cheios do que o esperado.

No primeiro dia, fomos pro Disney California Adventure, que tem uma área inteira temática do filme “Carros”, chamada Cars Land, e o Paradise Pier, com roda gigante e tudo mais o que um píer californiano tem direito. Meus brinquedos favoritos foram, certamente, a Torre do Terror (eu adoro, eu me amarro!), o Toy Story Mania! (amor eterno, amor verdadeiro!), e as montanhas russas California Screamin’ e Radiator Springs Racers!

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De noite, rola no Paradise Pier o show World of Color, mas a gente (aka eu) optou por assistir ao Magical, o show de fogos da Disneyland. Nosso ingresso era o Park Hopper de 2 dias, então estávamos tranquilos quanto ao horário e mudança de parques. Eu não sei descrever a emoção de ver a Disneyland de noite. É linda demais! Aliás, todos os parques temáticos que já visitei parecem ganhar uma magia a mais de noite…

Como a Disney tava aberta por 24 horas, ainda demos uma passadinha em Downtown Disney nesse dia antes de voltar pro hotel pra visitar a World of Disney, loja que reúne muita muita muita merchandise dos parques e que me enlouquece.

O segundo dia foi dedicado só à Disneyland, e eu fiquei (de novo) super emocionada nesse parque, porque foi nele que o Walt Disney deu início a tudo o que me encanta nesse mundo. Pra completar a emoção, em frente à estátua “Partners” do Walt Disney com o Mickey na frente do castelo da Bela Adormecida, foi colocada uma placa onde se registra o dia do centenário do Walt Disney, o mesmo dia em que eu completei 12 anos de vida. Pois é, eu e Walt nascemos no dia 05 de dezembro! E isso explica muita coisa!

O parque estava muito cheio (ai, sábados), e já tínhamos ido aos clássicos Piratas do Caribe, Splash Mountain, e Space Mountain. De fato, já tínhamos conhecido o parque todo (o que é muito diferente de ir a todos os brinquedos), passando por todas as “lands” que o Walt Disney planejou. Adorei Toontown, onde ficam as casas de Minnie e Mickey! E a Minnie tava por lá tomando chá! Uma fofa ❤ Enfim. Como o sol tava muito forte e já estávamos cansados, o Felipe me convenceu a descansar um pouco no hotel (eu ficaria mais no parque, mas já passei da fase de gostar de curtir os parques sozinha).

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Depois do descanso, fomos jantar no Downtown Disney. Recomendo o Napolini, que oferece massas maravilhosas e uma carta de vinhos bacana.

Depois de jantar, voltamos pra Disneyland, para noooossa alegriiiia! E aí andamos nos brinquedos que faltavam: a Matterhorn e o simulador Star Tours. A gente ia também no brinquedo Indiana Jones Adventure, mas eu tenho fobia de um certo animal que aparece na decoração do brinquedo, e aí eu resolvi que não queria ir de jeito nenhum, porque já era tarde da noite e fiquei com medo de ter pesadelo (#soudessas). Daí aproveitamos e assistimos o Fantasmic!, que é igual ao que acontece no Disney’s Hollywood Studios em Orlando, e que eu amo de paixão. O Fantasmic! mistura pirotecnia e jogo de águas com projeção de imagens, e eu fico sorrindo e com vontade de dançar só de lembrar da musiquinha que embala o espetáculo.

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Eu não queria sair mais de Anaheim de jeito nenhum! Mas era hora de seguir viagem e aproveitar San Diego! Depois de cerca de 1h40 de viagem de carro – e uma parada esperta em um dos view points na Pacific Highway pra observar a imensidão do Oceano Pacífico – chegamos na cidade.

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San Diego era o único lugar onde não tínhamos muita certeza do que faríamos. E foi ótimo! As surpresas começaram com o hotel: sem querer, escolhemos um hotel da rede Ramada que manteve todas as características de quando foi construído na década de 60! Ok, nem todas as características, já que as suas instalações atendem aos padrões mínimos de uma cadeia internacional – mas não ao ponto de perder o seu arzinho vintage.

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Um dos lugares que tentamos visitar foi o San Diego Chargers Qualcomm Stadium, já que o Felipe é fã de futebol americano. Mas demos com a cara na porta, já que estava fechado por conta do feriado.

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Pois é. Coincidentemente, chegamos em San Diego num final de semana de  feriado: o Memorial Day! Daí tinha muita coisa fechada e a gente não sabia direito o que fazer. Resolvemos ir pra San Diego Harbor e andar sem rumo.

Foi uma grata surpresa descobrirmos por lá um porta aviões  (o USS Midway) que serve de museu e fica aberto à visitação! Logo quis visitar, porque achei oportunidade única!

Nem vi direito o tempo passar enquanto estávamos lá. Tinha tantos aviões pra ver, veteranos de guerra pra conversar, informações pra obter… e o dia tava lindo demais!

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Do lado do USS Midway, fica uma escultura ENORME reproduzindo aquele beijo que ficou famoso no mundo inteiro quando a Segunda Guerra Mundial teve fim. Chamada Unconditional Surrender, a escultura não é em p&b, mas nas cores que seriam os uniformes do marinheiro e da enfermeira que protagonizaram a cena. Perdi a conta de quantos casais vimos tentando reproduzir a cena pra tirar fotos!

Ali pertinho de San Diego Harbor, fica o centro histórico da cidade, cheio de bons restaurantes! E, falando em comida, essa foi provavelmente a etapa mais gorda da viagem: fomos ao Applebee’s, ao Cheesecake Factory, e até no IHOP (International House Of Pancakes)! E, é claro, descobrimos também uns cantinhos de comida japonesa muito gostosos (será que é assim por toda a Califórnia?).

Ah! E pra quem quiser fazer compras em San Diego, recomendo o Fashion Valley. É um shopping a céu aberto, com lojas pra todos os gostos e bolsos!