back in black!

O destino das férias foi, é claro, Orlando-FL. Surgiu mais uma oportunidade de ir curtir a cidade e os seus parques temáticos e eu, logicamente, não deixei a oportunidade escapar. Agradeço ao meu orientador, que ainda está na Suécia, pelas mini-férias que ele me proporcionou com esse ~sumiço~.

Hogwarts is my home! <3

Hogwarts is my home! ❤

Orlando estava fria demais nesse janeiro. Foram poucos os dias em que pude tirar os casacos e aproveitar o quentinho do sol. Mas isso não é de todo ruim, já que aqui em Niterói tá um forno, e estava um forno antes da viagem. Brasília também tava quente demais, e parece que continua assim. Sofro muito no calor, então tava bem feliz lá no friozinho.

Achei que tudo estava caro demais. É impressão minha, ou, junto com a subida do dólar, as coisas lá nos EUA também ficaram mais caras?! Sentia preguiça de comprar, e investi em poucas coisas que achava que valiam a pena. Exceto nos parques, é claro, porque eu não tenho discernimento nesse ponto e adoro comprar as mil bugigangas e quinquilharias que eles oferecem.

Me entupi de Butterbeer, mas não o tanto quanto queria. Sofri um bocado porque não pude participar da Harry Potter Celebration, que aconteceu enquanto eu estava lá. There’s no free lunch, e eu estava lá acompanhando um grupo como guia, não podia deixá-los e ir pros parques que eu queria.

eu nunca terei fotos suficientes em frente a esse Castelo lindo

eu nunca terei fotos suficientes em frente a esse Castelo lindo

No todo, foi bem divertido, e curti bastante. Mal posso esperar pra voltar – mas que seja sem grupo, porque já não aguento mais andar no It’s a Small World ou no Peter Pan. Além disso, o Fastpass Plus que a Disney inventou agora dificulta muito a vida de quem leva grupo, porque aumenta – em muito – as nossas responsabilidades. Quero voltar pra lá só com a minha família, e tá ótimo.

Mal cheguei e já fui ao cinema. Assisti FROZEN com a mamãe na quinta feira e fiquei apaixonada! Tô super viciada na trilha sonora e fico cantando Let It Go o dia inteiro. Queria ter assistido na estréia, mas não deu. Pelo menos já pude cortar esse filme da minha lista. Aliás, a lista de filmes pra 2014 já está extensa e eu já estou super atrasada. Ai ai.

te quiero, Cuba

Semana passada eu fiquei sumida do universo ~das internê~ por um excelente motivo: tirei mini férias para explorar La Habana e aproveitar alguns dias ensolarados em Varadero. Foi um excelente presente de aniversário que eu ganhei, realizando o sonho de conhecer a ilha que guarda tanta história e tem tanto para se descobrir!

hasta siempre, Comandante

É até difícil descrever a experiência que eu tive em Cuba; ao mesmo tempo em que guarda diferenças absurdas de todos os lugares por onde já passei, é incrivelmente familiar. No primeiro dia em Havana, já me sentia muito em casa, como se estivesse andando pelas ruas de Niterói ou do Rio. Sim, é diferente; mas, ao mesmo tempo, é muito igual.

CUC

A primeira dica importante para viajar para Cuba é a seguinte: leve Euros. A vantagem na conversão em relação aos dólares é absurda. Na nossa conversão, 1 Euro comprava 1,31 CUC (1 CUC +- R$2,33, parecido com o dólar), ao passo que 1 dólar comprava 0,60 CUC.

Quando chegamos ao Hotel Habana Libre, onde ficaríamos hospedados, almoçamos em um dos restaurantes de lá mesmo. Acontece que, além de mortos de fome, o quarto ainda não estava liberado quando chegamos, então a solução foi esperar o check in comendo. O restaurante escolhido foi o El Bodegón, que tem um menu executivo (uma entrada, um prato principal, a sobremesa, e uma bebida) por 15 pesos. Comida gostosa e atendimento cordial.

casa del habano

Saímos para explorar Havana e a primeira parada foi La Casa del Habano – porque, né, charutos. Eles tem uma seleção excelente de todas as melhores marcas de charutos, e ainda contam com alguns funcionários que ~enrolam~ na hora. Esses eram os melhores, porque atendiam precisamente ao que o cliente queria.

habano

Aliás, sobre charutos: fomos abordados diversas vezes nos mais diversos lugares para comprarmos “charutos mais baratos” do que os vendidos nas fábricas. Cuidado com isso! Esses charutos são todos ~falsificados~. É preferível comprar um artesanal em uma casa de charutos do que um Cohiba ou um Romeo y Julieta falsificado.

camarada Hemingway

Depois fomos para o El Floridita, restaurante-bar famoso pelo favoritismo de Ernest Hemingway. Tinha um grupo tocando ao vivo, e tomamos bons drinks cubanos ouvindo bons boleros.

piña colada

sim, nosso pequeno grupinho tinha a ilustre presença de um baby muito fofo, que apareceu sorrateiramente nessa foto da piña colada do Floridita.

O segundo dia em Havana – o primeiro inteiro – começou com um passeio a pé até o Malecón, que é tipo o calçadão de Copacabana deles, só que sem os quiosques, mas com muitos cubanos abordando os turistas, tentando levá-los para “diversões” e tentar, com isso, arrancar alguns trocados de CUC (1 CUC = +- 23 moeda nacional). A gente sente no ar que o fim do regime se aproxima.

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No Malecón, estão erguidos vários monumentos a heróis cubanos: General Máximo Gomes, Antonio Maceo, General Calixto García, e também José Martí. É também por ali que fica o Castillo de la Real Fuerza, o Castillo de San Salvador de la Punta, o Torreón de San Lázaro, e o Hotel Nacional.

o Hotel Nacional, visto do Malecón

Dali, seguimos, ainda a pé, por Vedado até Habana Vieja, onde escolhemos almoçar no Hotel Inglaterra – que fica em frente a uma agradável praça. Durante o almoço, muitos cubanos nos interpelaram pela varanda do restaurante em busca de alguns CUCs. Sim, isso é muito comum lá, e é preciso dizer “não” repetidas vezes para muitas pessoas.

Gabriel, o ilustre baby, se divertindo com o tio Ortega

Logo depois, fomos para a Plaza de la Revolución, um dos principais pontos turísticos de Havana. É lá que ficam os enormes rostos de Che Guevara e Camilo Cienfuegos, em frente ao Memorial José Martí.

à direita: Memorial José Martí; à esquerda: Che & Camilo

à direita: Memorial José Martí; à esquerda: Che & Camilo

O Memorial José Martí estava fechado, e decidimos voltar no dia seguinte para conhecer por dentro. Mas o dia ainda não havia terminado: ainda fomos até La Bodeguida del Medio, e depois jantamos no La Moneda Cubana, um paladar (nome dado aos restaurantes particulares, geralmente administrados por famílias) localizado no terraço de uma casa em uma pequena rua próxima à Plaza de la Catedral.

La Bodeguita del Medio & Plaza de la Catedral

La Bodeguita del Medio & Plaza de la Catedral

No dia seguinte, começamos o dia no Memorial José Martí, que é um pequeno museu, com uma vista sensacional da Plaza de la Revolución, e também da cidade de Havana.

o que é o que é um pontinho verde no meio das fotos?

o que é o que é um pontinho verde no meio das fotos?

De lá, seguimos para o Museo de la Revolución/Memorial Gramma. E, no trajeto, tivemos a alegria de circular em um autêntico taxi Lada! Uma gloriosa experiência.

quem fico feliz com mísseis? o/

quem fico feliz com mísseis? o/

Nosso almoço nesse dia foi em um mais um paladar, chamado Cabaña. Foi uma das melhores refeições que fizemos, não só porque a comida estava ótima, mas porque o ambiente é bem agradável. É pertinho da Plaza de las Armas, e tem comida boa com preço bem justo. Porque, gente, comida nos restaurantes cubanos é razoavelmente cara!!

E, lá pertinho, fica o Palacio de Artesanias, um lugarzinho recluso muito muito fofo, cheio de lojinhas para comprar camisetas e artesanatos cubanos. Dei muito mole de não ter comprado coisinhas nesse dia, porque depois me faltou oportunidade! kuén (#letíciafail)

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E, como o nosso grupinho era formado por nerds de carteirinha, passamos boa parte da tarde em uma livraria do povo!

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Compramos 7394890304 livros por, sei lá, R$20,00. A livraria escolhida chama El Ateneo, mas não se parece em nada com a famosa livraria argentina de mesmo nome. Essa El Ateneo que visitamos é uma autêntica livraria cubana para o povo, e os preços dos livros estavam em moeda nacional – quando fizemos a conversão, pagamos uma pechincha!

Passamos tanto tempo escolhendo os livros na El Ateneo que, quando vimos, já era hora de voltarmos ao hotel para nos prepararmos para o show dos integrantes do Buena Vista Social Club.

buena vista

e o Gabriel roubou a cena, é claro

Foi um jeito excelente de fechar nossos dias em Havana. Tanta gente fofinha cantando e dançando e aproveitando a vida e fazendo a gente feliz! Não tem nem como descrever. Ficamos em uma mesa privilegiada, bem em frente ao palco, e jantamos comida gostosa ouvindo músicas maravilhosas. Foi divertidíssimo!

Meliã Marina Varadero

Meliã Marina Varadero

No dia seguinte, seguimos viagem para Varadero. E, ao chegarmos no Meliã Marina Varadero, encontramos um resort novinho s-e-n-s-a-c-i-o-n-al com tudo incluído (sim, isso mesmo, sistema all inclusive), e na beira da praia. Basta dizer que eu engordei 1kg nesse resort pra vocês imaginarem o tanto que eu comi.

piscina & a necessaire da Holic Fashion!

piscina & a necessaire da Holic Fashion!

Em Varadero, nossa rotina era acordar, toma café, tomar sol, lanchar, tomar mais sol, almoçar, brincar na piscina, beber mojitos e piña colada na beira da piscina, lanchar, dormir, jantar, beber mais um pouco, dormir de novo, e repetir todas as etapas anteriores. Agora imagina a minha felicidade em passar 3 dias assim, sem pensar em dissertação, e sem nem sair do quarto com documento ou dinheiro – porque simplesmente não precisava!

varadero

O Meliã Marina Varadero conta com alguns restaurantes a la carte, para os quais é preciso fazer reserva, e eu provei a comida de dois: Don Peperoni (comida italiana, bom) e Bana (cozinha oriental, razoável). Honestamente, eu preferia a comida do buffet El Pilar (abundância!) e também do bar da piscina (o Habana). Não me levem a mal, tanto o Don Peperoni quanto o Bana são bons restaurantes, mas é que vinha muito pouca comida, e a gorda aqui logo ficava com fome (hihihi).

Islands of Adventure

Desde que falei aqui sobre o Wizarding World of Harry Potter, fiquei devendo um post sobre o parque onde esta área fica situada. Mas eu sabia que eu ia demorar muiiiitoooo escrevendo sobre um dos parques que eu mais gosto de ir em Orlando: Islands of Adventure!

"The Pharos Lighthouse" no Port of Entry do Islands of Adventure

“The Pharos Lighthouse” no Port of Entry do Islands of Adventure

O parque Islands of Adventure faz parte do complexo da Universal Orlando Resort de entretenimento, e foi inaugurado em 28 de maio de 1999. Durante o período de design e construção, a equipe da Universal pode contar com ninguém mais ninguém menos do que Steven Spielberg para a consultoria criativa. A entrada do parque leva os visitantes ao “Port of Entry” e, de lá, o parque se divide em 6 “ilhas da aventura”: Marvel Super Hero Island, Toon Lagoon, Jurassic Park, The Wizarding World of Harry Potter – Hogsmeade, The Lost Continent, e Seuss Landing.

~todo mundo se aventurando~

~todo mundo se aventurando~

Port of Entry

Port of Entry 03

  • É, literalmente, o portal de entrada pro restante do parque. Nessa área não tem nenhum brinquedo, porém encontramos coisas úteis como o Guest Services, banheiros (tem sempre alguém que quer ir no banheiro assim que chega no parque, impressionante), e também restaurantes e lojas. A Islands of Adventure Trading Company é a maior loja do parque, e é onde podemos encontrar merchandise de todas as áreas em um só lugar. Já encontrei o Pica Pau “uniformizado” dando sopa por ali pra tirar foto.

Marvel Super Hero Island

porque, né, normal tirar foto no bueiro.

porque, né, normal tirar foto no bueiro.

  • Os geek pira nessa parte do parque. São várias atrações, lojas e restaurantes inspirados nos super heróis da Marvel. Alguns dos melhores brinquedos do parque estão ali: tem a Incredible Hulk Coaster, montanha russa super rápida (105km/h) e super verde; tem The Amazing Adventures of Spider-Man, simulador 3D que leva os visitantes pra Nova Iorque através do universo dos quadrinhos do Homem Aranha.; tem Storm Force Accelatron, inspirada pelos X-Men; tem Doctor Doom’s Fearfall, porque os vilões também tem vez.
overview da Marvel Super Hero Island

overview da Marvel Super Hero Island

Marvel 02

apenas um pedacinho da Incredible Hulk Coaster

o prédio que abriga The Amazing Adventures of Spider-Man

o prédio que abriga The Amazing Adventures of Spider-Man

  • Pra quem quiser comer na área, tem o restaurante dedicado ao Quarteto Fantástico, o Café 4. Gosto da pizza de lá. Tem umas outras barraquinhas de comida na área, com lanchinhos como pretzels e pipoca, e também turkey leg (eu gosto mais da turkey leg vendida nos parques da Disney, mas isso é só a minha opinião).
Café 4

Café 4

  • Entre as lojinhas, a que sempre me faz pirar é a Comic Book Shop. Imagina uma loja inteirinha recheada de histórias em quadrinhos (tem paredes do chão até o teto cheias de prateleiras com os mais diversos quadrinhos), livros especiais dedicados ao universo das HQs da Marvel, e action figures colecionáveis. Pois é, essa é a Comic Book Shop.
Comic Book Shop

Comic Book Shop

Marvel loja de quadrinhos 03Marvel loja de quadrinhos 08Marvel loja de quadrinhos 04

antes de ser Magneto...

antes de ser Magneto…

  • E, como não poderia deixar de ser, temos a oportunidade de encontrar vários super heróis da Marvel ~circulando~ por ali! Os X-Men (Tempestade, Vampira, Wolverine, Ciclope) eu já consegui ver várias vezes, e o Homem Aranha também. Acho que o mais difícil de encontrar é o Capitão Americano América!

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  • A Letícia pira, os geek pira, todos pira. Hihihi

Toon Lagoon

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  • É, com certeza, uma das áreas mais divertidas do parque. Nessa área, nós ficamos imersos no universo das tirinhas que estampavam os jornais de domingo. Além das cores que chamam a atenção, acho divertidíssimos os balões suspensos com frases que poderiam mesmo ter saído das tirinhas de quadrinhos.

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  • Nessa área, tem dois brinquedos – e os dois de água: Dudley Do-Right’s Ripsaw Falls, e Popeye & Bluto’s Bilge-Rat Barges. Além desses brinquedos, que molham MUITO, tem um playground interativo pra crianças, chamado Me Ship, the Olive, ambientado de acordo com a história e os personagens do Popeye.
Toon Lagoon 01

Dudley Do-Right’s Ripsaw Falls

  • O restaurante da Toon Lagoon é o Comic Strip Cafe, que tem nuggets de frango, peixe com batata frita, e cachorro quente. Bem como na ilha da Marvel, também tem barraquinhas de comida com pretzels, pipoca, e sorvete.

Toon Lagoon 07

  • Alguns personagens também ficam por ali: já encontrei Popeye e Olivia, e também a Betty Boop.

Toon Lagoon 09 Toon Lagoon 10

  • Sempre fico feito criança nessa área, e nem sei explicar direito o porquê!

Jurassic Park

Jurassic Park 01

  • Essa área do parque é muito legal por dois motivos principais: (1) insere a gente no universo do Parque dos Dinossauros, com direito a sonoplastia e tudo; (2) tem o River Adventure, que é um brinquedo que molha, mas não molha muito, e ainda oferece um passeio ~intrigante~. Lógico que eu não vou descrever com detalhes as rides (como vocês já devem ter percebido), senão perde a graça!
Jurassic Park 02

buh

  • O outro brinquedo da área é o Pteranodon Flyers. Eu só fui nesse brinquedo uma vez, peguei uma fila i-m-e-n-s-a e ainda por cima fiquei enjoada. Nunca mais voltei.
  • Eu gostava muito de um restaurante que tinha nessa área, mas acho que fechou. Todos os pratos vinham com milho verde, era ótimo.

The Wizarding World of Harry Potter – Hogsmeade

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saudades, Hogwarts!

  • Vou pular essa área porque, né, já teve um post inteirinho dedicado a essa parte do parque.

The Lost Continent

Lost Continent 01

  • Essa área era bem maior antes da construção da vila de Hogsmeade, já que tanto as atuais Flight of the Hippogriff e Dragon Challenge faziam parte do Lost Continent, com os nomes The Flying Unicorn e Dueling Dragons.
entrada da Dueling Dragons, antes de ser incorporada ao Wizarding World

entrada da Dueling Dragons, antes de ser incorporada ao Wizarding World

  • Hoje, a área conta com as atrações Poseidon’s Fury e The Eight Voyage of Sindbad Stunt Show. Na Poseidon’s Fury, fazemos um passeio a pé pelos restos do templo de Poseidon, enquanto somos bombardeados por efeitos especiais. Faz um frio danado lá dentro. Já o Voyage of Sindbad é um show de 20min que conta a história da tentativa de Sindbad e Kabob para resgatar a Princesa Amoura. Honestamente, não gosto muito de nenhum dos dois.
essa foto já vai completar 10 anos, galere

entrada do Poseidon’s Fury

  • Depois dessas mudanças por conta do Wizarding World, restaram algumas lojinhas na área, e também o excelente Mythos Restaurant.
Mythos Restaurant do lado de fora (visão de quem chega no Lost Continent via Seuss Landing)

Mythos Restaurant do lado de fora (visão de quem chega no Lost Continent via Seuss Landing)

  • Esse restaurante já ganhou diversos prêmios durante vários anos – muitos deles consecutivos – por ser considerado o melhor restaurante dentro de um parque temático. Esse restaurante precisa de reservas, e tem duas áreas para refeições: dentro do restaurante, onde temos a impressão de que estamos numa caverna, e no pátio do lado de fora, beirando o lago do parque, com uma vista muito bonita da Marvel Super Hero Island, da Toon Lagoon, e do Jurassic Park. Dá pra ver também um pedacinho da Seuss Landing, mas bem de leve.

Seuss Landing

Seuss Landing 01

  • Essa é a área ~fofa~ do parque, que dá vida aos personagens e às histórias do Dr. Seuss, muito famosas entre os norte-americanos. Eu comecei a me familiarizar com os personagens e histórias da área depois que comecei a ir com alguma frequência pra Orlando, embora alguns dos seus personagens (o Grinch, o Gato, e, mais recentemente, o Lorax) tenham aparecido nos cinemas brasileiros. E, por lá, já encontrei com o Grinch, com o Gato, e com o Thing 2!

Seuss Landing 04 Seuss Landing 05 Seuss Landing 06

  • Além de alguns restaurantes e barraquinhas (Circus McGurkus Cafe Stoo-pendous; Green Eggs and Ham Cafe; Hop on Pop Ice Cream Shop; e Moose Juice, Goose Juice), e das lojas Cats, Hats & Things, All The Books You Can Read, Snookers & Snookers Sweet Candy Cookers, e Mulberry Street Stores Trading Co.; a área conta com algumas atrações mais voltadas para o público infantil. São elas: The Cat in the Hat, The High in the Sky Seuss Trolley Train Ride, One Fish Two Fish Red Fish Blue Fish, e Caro-Seuss-el.
Seuss Landing 03

sendo feliz no Caro-Seuss-el

Seuss Landing 02

  • Além desses brinquedos, acontece um show chamado Oh, The Stories You’ll Hear, onde as histórias do Dr. Seuss são contadas para as crianças. E há um playground interativo chamado If I Ran the Zoo, que é direcionado para as crianças, mas eu sempre vou pra lá ~brincar~ e tirar fotos porque eu acho muito bacana!
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gente que se diverte no parquinho.

é "o Joe" ou "a Joe"?!

é “o Joe” ou “a Joe”?!

a vaca amarela, que é muito bacana.

a vaca amarela, que é muito bacana.

  • Particularmente, eu gosto bastante dessa área! É tão fofinha que não dá pra não ficar feliz só de olhar pra tantas cores e tantas coisas bonitinhas. E eu acho o brinquedo The Cat in the Hat bem divertido também! Quando não tá com fila, acho que sempre dá pra aproveitar.

Eu sou do time que acha que tudo nos parques deve ser aproveitado ao máximo, e que a melhor coisa a se fazer em um parque temático é deixar livre a criança que vive dentro de cada um de nós – como eu já falei também aqui. Pra aproveitar o Islands of Adventure ou qualquer outro parque ao máximo, a minha dica é: não tenha medo de ser feliz! SE JOGA E APROVEITA MUITO!!

a aventura continua

a aventura continua!

necessaire pra uma viagem curtinha

Nesse final de semana, que tá um pouquinho maior por conta do feriado da República, vou fazer uma viagem rapidinha pra participar do casamento de amigos. Estava há pouco arrumando a mini-mala e aproveitei pra fotografar tudo o que vou levar na minha necessaire – que é, basicamente, o que me acompanha em qualquer viagem, às vezes mudando a marca de uma coisa ou outra, e adaptando o tamanho ao tempo que vou ficar fora.

Vocês vão notar que, no caso dessa viagem, eu dei preferência à miniaturas, e até mesmo algumas amostras grátis. Pra fotografar, dividi os meus “companheiros de viagem” em grupos: do banho; dos dentes; dos olhos; cuidados diversos; e primeiros socorros. Sempre que eu viajo, eu procuro organizá-los nesses grupos em diferentes necessaires pequenas, porque acho mais fácil pra achar alguma coisa quando preciso!

Do banho:

do banho

1 e 2: shampoo e condicionador EOS. Eu não tenho nenhuma frescura com marca de shampoo e condicionador, e o cheirinho desses me agradou bastante. O tamanho é bem conveniente pro que eu devo precisar nessa viagem. Quando acaba o conteúdo de uma embalagem assim, eu costumo encher com o shampoo (grandes chances de ser um Johnson’s Baby) e o condicionador que eu estiver usando naquela época, pra não ter que carregar a embalagem grande.

3: sabonete líquido de algum hotel. Sim, eu sempre faço o Ross nos hotéis e, ao final da viagem, se eu gostar do cheiro, eu pego todos os vidrinhos que foram colocados à disposição e não foram usados. Acho sabonete líquido bem prático de levar em viagens curtas, até porque sabonete é uma coisa que os hotéis e pousadas costumam disponibilizar. Se eu já não tivesse chegado num hotel que não tinha sabonete, eu acho que nem levaria – mas é melhor prevenir do que remediar!

4: sabonete íntimo Dermacyd. Cuidar da saúde íntima é importantíssimo, e eu adorei quando consegui esse vidrinho em miniatura, bem mais prático e conveniente pra carregar do que uma embalagem de, sei lá, 200ml.

5: sabonete líquido facial Clean & Clear da Johnson & Johnson. Na verdade, vai ser a primeira vez que eu vou viajar carregando um sabonete específico pra lavar o rosto. Fui na dermatologista essa semana e ela me recomendou um da La Roche-Posay pra uso diário, mas a embalagem dele é imensa. Há um tempo atrás ganhei um trio de miniaturas da linha Clean & Clear, e acho que não vai ter problema substituir uma marca pela outra nessa mini-viagem.

6: loção hidratante La Roche-Posay. Eu não viajo sem levar um bom hidratante pra passar depois do banho. Aliás, eu não saio de casa sem ter na bolsa um mini-hidratante. Essa versão pequenininha da La Roche-Posay foi a minha dermatologista que me deu, pra essas ocasiões de viagens rápidas mesmo, mas eu sempre usei bastante os hidratantes da Nivea e da Neutrogena, e também das marcas de farmácia dos EUA (CVS e Walgreens, por exemplo).

7: desodorante roll on Garnier. Eu não sou xiita em relação a nenhuma marca ou tipo de desodorante; pode ser roll on, spray, bastão, qualquer coisa serve, desde que garanta a proteção que a gente precisa. Tenho usado esse bí-o ClarifyRenov da Garnier porque tava na promoção e acabamos estocando aqui em casa, e tô satisfeita com ele.

8: óleo finalizador Moroccanoil. Eu já falei sobre a minha relação com o Moroccanoil naquele post sobre óleos para cabelo, onde eu também já tinha dado a dica de que usava esse vidrinho pequeno pra levar em viagens. Acho super prático, e é um jeito de levar o meu óleo favorito numa quantidade suficiente pro período que vou ficar viajando.

Dos dentes:

dos dentes

9 e 10: escova Condor e pasta de dentes Colgate. Esses dois andam sempre dentro da minha bolsa, pra onde quer que eu vá. Ultimamente tenho comprado (ou só pego mesmo com a minha dentista xD) sempre essas escovinhas da Condor, que são práticas porque já tem a proteção das cerdas, e ainda fica maiorzinha se a gente acoplar a tampa ao corpo da escova. As mini-pastas de dentes eu também consigo com a minha dentista, mas tá bem fácil de achar “kits de viagens” com essas mini-pastas de dentes nas farmácias.

11: enxaguante bucal Cepacol. Ninguém merece bafinho, né, e não dá pra descuidar quando a gente tá viajando. Já que não dá pra levar aqueles vidros imensos de enxaguante bucal, essas embalagens menores dão conta do recado. Vou levar essa da Cepacol que ganhei há pouco tempo, mas já enchi muito vidrinho de miniatura do enxaguante da Colgate com Listerine, e por aí vai. Mais uma vez, não me pego na marca disso não.

12: fio dental Sanifill. Ok, eu confesso: eu quase não uso fio dental. Eu sempre me machuco quando uso, acho que meus dentes são juntos demais, ou então eu não sei usar isso direito mesmo. Mas eu tento, tanto quando tô em casa quanto em viagens.

13: aparelho móvel dentro da caixinha. Importante, né, porque os dentes cismam em “apinhar” e eu não quero voltar a usar aparelho fixo pela 3ª vez.

Dos olhos:

dos olhos

14: solução para lentes de contato Renu. Eu tinha um frasco ainda menor (de 75ml), mas eu não consegui encontrar, então vou levar esse de 120ml mesmo. Eu gosto mais do Bio-True do que do Renu, mas ainda prefiro o Renu ao Opti-Free.

15: caixinha com lentes de contato. As próprias. Às vezes eu levo mais de um par, porque pra perder não custa. Teve uma vez que eu achei que tinha perdido as lentes no percurso SDU-BSB, e acabei comprando lentes descartáveis em Brasília (duas caixas, porque eu tenho graus diferentes nos olhos), pra depois descobrir que elas estavam dentro da bolsa o tempo todo.

16: óculos de grau. Eu demorei anos pra ser apta a usar lentes de contato porque tenho hipertrofia papilar. Acho que, por conta disso, eu ainda não consigo usar a lente 100% do tempo. Eu sinto logo que os meus olhos ficam cansados, irritados, e eu odeio essa sensação, então eu nunca viajo sem levar um par de óculos de grau. Muitas vezes eu nem saio de casa sem levá-los na bolsa, pra poder trocar caso eu tenha alguma uma irritação enquanto estiver na rua.

Cuidados diversos:

cuidados

17: creme para o rosto Normaderm da Vichy. Esse é um outro item que entra pela primeira vez na minha necessaire de viagem, depois da última visita à dermatologista, quando tive que fazer um micro-procedimento pra tirar uma espinha-que-não-nasceu. A minha dermatologista me recomendou usar esse creme à noite, pra hidratar o rosto, e prevenir cicatrizes depois desse micro-procedimento. Ela me deu alguns sachês do creme pra que eu leve nessas viagens curtinhas, e eu achei ótimo, porque uma embalagem de 75ml custou quase R$90 e vocês já sabem que #bolsistasofre.

18: lip balm Carmex. Eu não sei se já declarei aqui no blog o meu amor pelo Carmex nas suas mais variadas formas. Pode ser em bastão, em tubinho, ou como nesse potinho aí da foto: eu não vivo sem. Tenho um em cada bolsa, não saio de casa sem ter passado, e nunca deixei de ~fazer um estoque~ quando viajava com frequência pros EUA. Se não fosse o Carmex, os meus lábios ainda ficariam super ressecados e rachados, e eu ainda arrancaria muita pele deles – sim, era um hábito horrível que eu tinha. Com lip balm, sim, eu tenho mesmo preferência de marca, e o Carmex tem lugar garantido na minha vida!

19: lenços umedecidos Ricca. Eu sempre tive mania de andar com lenço umedecido na bolsa. A gente nunca sabe o que pode acontecer, né? Eu comprava aqueles de usar em bebê mesmo, e nunca ficava sem. Tem pouco tempo que descobri esse da Ricca, e achei a embalagem tão fofa que resolvi comprar.

20: perfume Coco Mademoiselle da Chanel. Eu adoro esse perfume, e quase sempre é o meu escolhido pra festas/eventos importantes que acontecem durante o dia. Sim, esse casamento nesse final de semana será durante o dia! Não saio de casa sem perfume, e não poderia viajar sem levar pelo menos um vidrinho.

21: lenços de papel. De qualquer marca ou tamanho, não vivo sem. A gente nunca sabe quando será o próximo espirro ou a próxima crise alérgica, então carrego sempre na bolsa ((vocês tão vendo que tem um sem número de coisas que andam sempre na minha bolsa, né? Qualquer dia eu mostro tudo o que carrego no “chumbo”, apelido carinhosamente dado pela minha mãe a toda e qualquer bolsa onde eu enfie todas as minhas tralhas).

22: Rub Relief da Dr Scholl. Eu não lembro quando foi que comprei um Rub Relief pela primeira vez, mas eu sei que ele mudou a minha vida. Sempre passo antes de sair de casa, carrego na bolsa, e não me arrisco a calçar nenhum sapato sem antes proteger o meu pé de eventuais machucados com ele.

23: lenços demaquilantes da CVS. Eu gosto bastante de usar os lenços demaquilantes da Neutrogena, da Ponds e da Nivea, mas comprei esse pacotinho na CVS numa emergência, e não me arrependi. Ele não irrita a minha pele e, por conter poucas unidades, é ótimo pra levar em viagens curtinhas. Sem contar que essa tampinha pra fechar é mega prática e não deixa os lencinhos ressecarem quando ficam guardados.

24: demaquilante bifásico para os olhos da Sephora. Por muito tempo eu fui fiel ao Bi-Facil da Lancôme, mas recebi essa miniatura da versão bifásica da Sephora e não tenho o que reclamar dela. Ok, eu ainda gosto mais do da Lancôme, mas o da Sephora é bem mais barato, e tem dado conta do recado de tirar a maquiagem à prova d’água que costumo usar nos olhos.

25: mini-canivete e pinça. Esse mini-canivete tem tesourinha, lixa de unha, faquinha, e ainda é chaveiro! Super prático. E não dá pra andar sem pinça, né, porque sempre aparece na sobrancelha aquele pelo que não deveria estar ali, então acho fundamental ter sempre à mão (advinha? Também tenho sempre uma na bolsa!). O problema é que eu vivo perdendo minhas pinças (provavelmente quando troco de bolsa, né).

26: protetor solar em bastão Pure & Free Baby da Neutrogena. Há alguns anos que eu só uso os protetores solares da Neutrogena. Eu não sei nem explicar direito porquê eu gosto tanto deles, mas eu gosto. E eu adorei encontrar essa versão mini do Pure & Free, com FPS 60, em bastão. É super prático pra levar em viagens rapidinhas, e também na bolsa.

27: spray para pentear Split Remedy da Tré Semmé. Depois de anos negligenciando solenemente o meu cabelo, e ignorando qualquer procedimento de cuidado além do shampoo-condicionador-moroccanoil, surgiu esse spray pra pentear que não me exige nenhum esforço e ainda deixa os fios mais bonitos. Tem alguns meses que tô usando direto, e já percebi que meu cabelo não quebra tão facilmente, além de uma redução notável das pontas duplas.

Primeiros socorros:

primeiros socorros

28: micropore transparente e da cor da pele. Eu não consigo viver sem micropore. Eles conseguem resolver tantos problemas tão facilmente! Pra viajar, eu sempre levo esses dois tipos, porque nunca sei de qual vou precisar. Na bolsa, costumo levar o transparente mesmo, porque ele é mais durinho e é melhor pra colocar no pé, por exemplo, caso um machucado seja inevitável.

29: kit de primeiros socorros da Johnson & Johnson. Eu sou a rainha dos machucados, e esse kit já me salvou muitas vezes. Dentro dessa embalagem branca, tem band-aids de dois tamanhos, gaze e lenços antissépticos.

30: spray antisséptico Neosporin. Esse spray é ótimo: previne infecções em uma ferida sem arder. Nessa categoria eu também não me apego à marca não: desde que seja pequenininho e dê pra carregar na bolsa, tá valendo!

31: pomada antibiótica da CVS. Ok, ok, vocês já perceberam que eu levo 7399283 coisas de primeiros socorros, e podem até pensar que eu sou um pouquinho hipocondríaca. Mas eu tenho pavor de me machucar ou sofrer qualquer intercorrência e não ter com o que me cuidar. É por isso que levo também essa pomada antibiótica, principalmente pra aliviar eventuais coceiras e alergias.

32: loção repelente de insetos OUT Inset da Bom Bril. Não posso dar mole pros insetos, porque, se eles me mordem, fico logo com alergia, a pele fica vermelha (ou até roxa – já aconteceu!), e é um sofrimento. Esse repelente da Bom Bril é bem legal. Eu gostava mesmo de um que comprei em Botsuana, mas quem ia imaginar que eu ia gostar tanto que deveria estocar?! Nem passou pela minha cabeça, e eu não sei quando voltarei lá (será que algum dia eu ainda voltarei à Botsuana?!).

33: desinfetante em spray Lysol. Isso é muito prático pra ter sempre por perto! Um pouco de Lysol pode prevenir gripes, resfriados, e o contágio das mais diversas doenças virais.

34: gel para aliviar coceiras da CVS. Se o repelente não funcionar, e um inseto me morder, eu recorro à esse gel, que é super eficiente! A última vez que um inseto me mordeu e eu não usei esse gel, fiquei com uma ferida imensa na perna de tanto coçar (zero auto-controle quando o assunto é coceira).

35: tira-manchas Tide-to-Go. Esse é um verdadeiro salva-vidas, eu não sei viver sem ele há uns 5 anos, e é por isso que ele foi fotografado junto com os itens de primeiros socorros! Eu sou mestra em derramar refrigerante e espirrar molho em mim mesma (é, pois é), e esse Tide-to-Go já evitou muitas vezes que as manchas permanecessem nas minhas roupas. O cheiro dele é meio esquisito, mas compensa quando penso que evita manchas eternas nas rou

Wizarding World of Harry Potter – Hogsmeade

Hoje é Halloween, e é dia de viajante geek. Eu prometi há um tempinho atrás que ia dedicar uma série de posts nessa categoria aos parques temáticos de Orlando, e vou começar a cumprir essa promessa hoje, adequando data e tema de post!

uma das fotos que eu mais amo entre todas as que já tirei lá <3

uma das fotos que eu mais amo entre todas as que já tirei lá ❤

Eu já tive muita sorte nessa vida de poder passar muitos e muitos dias nessa área fantástica, localizada dentro do parque Islands of Adventure, no complexo da Universal Orlando – o que não significa que eu não queira voltar muitas e muitas vezes pra lá, principalmente depois do anúncio de que a área correspondente ao Beco Diagonal será aberta aos visitantes no próximo ano. É por isso que hoje vamos falar do Wizarding World of Harry Potter – Hogsmeade, nome dado à área que foi aberta ao público em junho de 2010. Eu poderia falar sobre a área no post dedicado ao parque Islands of Adventure, mas não vou fazê-lo por motivos de: o Wizarding World é um parque dentro do parque. Quando entramos na área, não conseguimos ver mais nenhuma área do restante do parque. A experiência é muito imersiva, e a riqueza de detalhes pede um post exclusivo.

cara de choro

a entrada de Hogsmeade. e foi olhar pr’aquela Hogwarts maravilhosas lá atrás e começar a chorar

Pra vocês terem uma ideia, quando fui pra Orlando em julho de 2010, cheguei lá exatamente 1 mês depois da abertura da área, e eu não aguentei esperar o dia previsto na programação pra ir ao parque; eu praticamente saí do avião e fui direto pro Islands. Isso não é uma decisão sensata pra ninguém, porque eu já contei pra vocês que o ideal é separar o dia da chegada pra compras e coisas mais leves. Mas é lógico que a maluca aqui tinha que ir correndo pro parque. E fui. Não me arrependo nem um bocadinho, mas eu lembro da canseira que senti naquele dia até hoje.

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trem das 11

A área de Hogsmeade, além de ser uma maravilha em si mesma, rica de detalhes e coisinhas lindas pra fazer qualquer potterhead pirar, tem 3 atrações: a Dragon Challenge, o Flight of the Hippogriff, e a Forbidden Journey. O restaurante Three Broomsticks também está lá, lindo, maravilhoso, e cheio de comida boa e Butterbeer gelada. Anexo ao Three Broomsticks, tem o Hog’s Head, onde os maiores de 21 anos podem saborear a Hog’s Head Brew, uma cerveja artesanal deliciosa. E pros consumistas de plantão (oi! eu!), as lojas Dervish & Banges, Filch’s Emporium of Confiscated Goods, Zonko’s e Honeydukes oferecem as mais diversas tranqueiras. Além disso, tem uma Ollivanders, o que pode ser esquisito pros fãs a princípio, porque, né, a loja fica mesmo no Beco Diagonal, mas a gente passa a ignorar esse fato depois que entra lá e vê e participa do mini-show onde a varinha escolhe o bruxo. A Ollivanders dá dentro da Dervish & Banges, que também tem uma entrada pelo Owlery, que é muito mais do que só uma área com bancos pra gente descansar enquanto toma Butterbeer: dá pra enviar cartas de lá pro mundo todo, com selo de Hogwarts e tudo.

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Ollivanders (com decoração de Natal)

Ollivanders (com decoração de Natal)

Além do show dentro da Ollivanders, acontecem dois shows ao longo dos dias na área: um com o coral de Hogwarts, e outro que apresenta os competidores do Torneio Tribruxo. Mas vamos falar com mais detalhes de cada uma das atrações, lojas e restaurantes.

As rides

Como falei ali em cima, são três rides: Dragon Challenge, Flight of the Hippogriff, e Forbidden Journey. Não é permitido entrar com bolsas nem objetos muito grandes (tipo câmeras DSLR) nem na Dragon Challenge nem na Forbidden Journey, e o parque disponibiliza lockers gratuitos pelo período de brincadeira em cada uma das rides (ou você pode deixar os pertences com alguém que não queira brincar). Pra entrar com câmera, o meu truque é o seguinte: guardar a câmera no bolso, tirar na fila pra fazer as fotos e, na hora de entrar de fato na ride, guardo de novo no bolso e amarro a cordinha da câmera no passante do cinto do short/calça (#ficadica).

entrada da Dragon Challenge

entrada da Dragon Challenge

Na Dragon Challenge, podemos andar em duas montanhas russas que correspondem a dragões: o Hungarian Horntail é a montanha russa azul, e o Chinese Fireball é a montanha russa vermelha. Ambas são bem rápidas e cheias de loopings, e são pra quem gosta mesmo de brinquedos radicais.

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dentro da tenda, com o Cálice de Fogo

dentro da tenda, com o Cálice de Fogo

Taça Tribruxo

Taça Tribruxo

come seek us where our voices sound...

come seek us where our voices sound…

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visão parcial das duas montanhas russas: Chinese Fireball (vermelha) e Hungarian Horntail (azul)

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Tem gente que não gosta desse tipo de brinquedo, mas aí fica a dica: não deixe de dar uma voltinha na parte da fila dessa montanha russa. Como tudo foi minimamente pensado pra gente ter a experiência mais imersiva possível, ao longo do caminho podemos ver várias faixas de incentivo aos campeões do Torneio Tribruxo, passar por dentro da Tenda dos Campeões, ver os ovos que continham as pistas pra segunda tarefa, e muito mais. Depois de apreciar isso, é só sair da fila – ou encarar mesmo os desafios dos dragões e gritar muito.

can you dance like a Hippogriff?

can you dance like a Hippogriff?

Um pouco mais à frente fica a Flight of the Hippogriff, que é uma montanha russa infantil. Sim, ela é fraquinha, mas eu acho que vale a pena por alguns motivos: além da fila ser toda fofa, como se estivéssemos no quintal da cabana do Hagrid, a cabana do Hagrid tá lá, a gente passa do lado do Buckbeack e, enquanto andamos na montanha russa, temos visão privilegiada do Castelo de Hogwarts. E, vai, ela nem é tão ruim assim, é bem rapidinha.

Buckbeack

Buckbeack

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tranqueiras do Hagrid

tranqueiras do Hagrid

Eu tenho uma história bacana pra contar desse brinquedo: ainda em julho de 2010, fui no ~vôo do Hipogrifo~ e subi pra tirar essa foto que tá aí em cima, sentadinha na escada da cabana do Hagrid. Porque, né, quem não ia querer uma foto assim? Eu tava completamente enlouquecida vendo cabana do Hagrid ali na minha frente, e acabei ignorando completamente o fato de que aquilo poderia ser proibido. Afinal, a cabana está em cima de uma pequena colina no meio da fila por algum motivo. Mas é claro que eu nem pensei nisso na hora e fui logo subindo. Aí, quando voltei em janeiro de 2011, tinham bloqueado completamente o acesso a essa escadinha! Ou seja: eu nunca mais poderei tirar uma foto dessas. Ainda bem que ralei a perna toda daquela vez pra ter esse momento eternizado! (hihihi)

dia mais quente da vida em Orlando: 45ºC

julho de 2011, parque lotado no dia mais quente da minha vida em Orlando: 45ºC

Por último, mas não menos importante, a Forbbiden Journey. Sim, eu deixei a melhor atração para o final. Essa ride era a mais esperada da área por um milhão de motivos: além de ser dentro do castelo de Hogwarts, o que permitia realizar o sonho de andar pelos corredores do castelo, era a única ride inédita da área (tanto a Dragon Challenge quanto o Flight of the Hippogriff já existiam, quando o Lost Continent – uma das ilhas do parque – se estendia por ali; a única coisa que mudou mesmo foi a decoração, adaptada pra temática do mundo mágico. Além disso, quando a área ainda estava em construção, os responsáveis pelos desenvolvimentos dos brinquedos da Universal disseram que a Forbbiden Journey levaria os brinquedos dos parques temáticos a outro patamar – e isso estava sendo dito por aqueles que já tinham revolucionado o conceito de diversão com o simulador 3D do Homem Aranha, localizado no mesmo parque (prometo que vou falar com detalhes no post sobre o Islands of Adventure).

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~vamô pulá~

É claro que a ansiedade pra andar está além da minha capacidade descritiva, e eu ainda fico toda arrepiada toda vez que vou. Eu não vou estragar a surpresa, é claro, mas posso contar pra vocês que o brinquedo realmente tem uma qualidade diferenciada de todos os outros que o precederam: ao combinar elementos 3D às filmagens projetadas em enormes telas IMAX, a sensação de estar voando nos entornos de Hogwarts é muito real. Isso porque, na fila, nós já passamos por diversas partes do colégio conhecidas pelos fãs: a estufa, o escritório de Dumbledore, a sala de Defesa Contra as Artes das Trevas, o Salão Comunal da Grifinória… fora as muitas props que foram levadas dos estúdios Leavesden direto para a área do parque, criando a sensação real de que estamos dentro da história.

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cuidado com o basilisco

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onde está o Dumbledore?

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As lojas

Vocês não imaginam a minha reação em janeiro desse ano quando, no dia em que repetimos o Islands of Adventure, eu percebi que eu já tinha comprado absolutamente tudo o que me interessa (aka tudo) lá no Wizarding World. Vocês não imaginam o quanto eu tô rezando pra ter muita tranqueira nova e diferente na área do Diagon Alley a partir do ano que vem. Como falei ali em cima, são 4 lojas: Dervish & Banges, Filch’s Emporium of Confiscated Goods, Zonko’s e Honeydukes. Eu devo admitir que tenho bem poucas fotos das lojas porque, né, o foco nessas horas fica todos nas compras (porque eu gosto mesmo de gastar o meu dinheiro todo dessas viagens com coisas do Wizarding World) e eu praticamente esqueço que existe câmera fotográfica, então minhas opções pra ilustrar essa parte do post estão meio limitadas.

interior da Dervish & Banges

interior da Dervish & Banges

A Dervish & Banges e a Filch’s Emporium of Confiscated Goods vendem praticamente as mesmas coisas – exceto as varinhas, que são encontradas só na Dervish & Banges, embora tenha um carrinho (tipo ~quiosque~) quase em frente à Filch’s Emporium vendendo as varinhas dos personagens e alguns chaveirinhos. Em dias que o parque tá cheio, isso que eu vou dizer agora pode não valer, mas, em geral, a Dervish & Banges é mais vazia do que a Filch’s Emporium. E isso tem motivo: além das lojas serem apertadinhas, a Filch’s Emporium fica na saída da Forbbiden Journey – então ela fica cheia com muita facilidade. Tanto na Dervish quanto na Emporium, dá pra comprar roupas (uniformes de Hogwarts ou não), bolsas, almofadas, pelúcias, chaveiros, apetrechos de Quadribol, etc.

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Além disso, como eu já mencionei, a saída da atração da Ollivanders é direto na Dervish & Banges, o único lugar onde dá pra comprar uma varinha que te escolheu.

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Pois é. Como se não bastasse a magia toda, como se não bastasse poder comprar todas as varinhas de todos os personagens (a US$29,95 + tax cada), é possível comprar a varinha que te escolhe. Foram desenvolvidas 12 varinhas especiais, com caixas diferenciadas, pra que cada visitante possa ter a sua. Funciona assim: é só pedir pra um dos bruxos vendedores da loja te indicar qual é a sua varinha. Eles te fazem algumas perguntas, e, de acordo com uma tabela formulada pela própria J.K. Rowling, te indicam a sua varinha. É lindo, é mágico. E é lá também que tem o maior estoque de varinhas dos personagens, bem como objetos especiais pra colecionar (tipo Vira Tempo, vassouras que são réplicas perfeitas das usadas nos filmes), com preço condizente (ou seja: mais caros do que as tranqueiras normais). 

quando eu comprei todas as varinhas de todos os personagens de uma vez só (#investimentos)

quando eu comprei todas as varinhas de todos os personagens de uma vez só (#investimentos)

A Honeydukes e a Zonko’s, por sua vez, também são integradas – dá pra passar de uma pra outra por dentro.

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Na Honeydukes tem todos aqueles doces lindos e maravilhosos que, antes, só existiam nas páginas dos livros (ou nos cenários dos filmes). Tem uma parede de Feijõezinhos de Todos os Sabores, e tem Sapos de Chocolates, que vem com cartões de bruxos famosos dentro. Tem varinhas de chocolate, pirulitos multicoloridos, balas azedinhas, balas de limão (te dedico, Dumbledore!), e muito mais.

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Do lado do paraíso (aka Honeydukes), está a Zonko’s. Sempre que eu entro lá eu fico imaginando o Fred e o George morrendo de alegria lá dentro. Tem muita tranqueira divertida (e inútil também, mas faz parte), distribuída em prateleiras que vão até o teto. Eu acho que os meus favoritos dessa loja são o bisbilhoscópio e o lembrol.

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“WHY ARE YOU WORRYING ABOUT YOU-KNOW-WHO?
YOU SHOULD BE WORRYING ABOUT U-NO-POO
THE CONSTIPATION SENSATION THAT’S GRIPPING THE NATION!”

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Também tem umas blusas com estamparia que só são vendidas na Zonko’s, garrafinhas de suco de abóbora, e uns outros docinhos e balas. O meu doce favorito é vendido na Zonko’s: U-No-Poo! Nada mais é do que M&M’s, só que num pote mil vezes mais bacana.

As comidas e as bebidas do Wizarding World

A parte mais gostosa ficou por último (#gordices). Embora só tenha o Three Broomsticks (e o Hog’s Head anexo), tem 3 carrinhos de comida e bebida ao longo de Hogsmeade: 2 deles vendem Butterbeer, e um deles vende água, suco de abóbora, e frutas frescas.

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Enquanto eu amo Butterbeer infinitamente e queria ter um abastecimento eterno da bebida em casa (de preferência num barril vermelho desses), eu não gostei muito do suco de abóbora. Já tentei tomar umas duas vezes e não consigo; fico só com a garrafinha de souvenir mesmo. Agora, Butterbeer, eu posso passar o dia inteiro tomando!

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Já aconteceu de tomar mais de 5 copos de Butterbeer em um só dia. True story. Explico: a bebida é bem doce. É um refrigerante meio caramelado, parece um guaraná com caramelo com sorvete de flocos, sei lá. Eu sei que é bem doce mesmo. E não é todo mundo que gosta (não entendo essa gente). Mas enfim. Como eu ia de guia, sempre tinha muita gente no grupo que comprava Butterbeer pra provar/tomar, e acabava não gostando. E eu não aceito desperdício de Butterbeer. Então eu não deixava ninguém jogar Butterbeer no lixo, eu botava tudo pra dentro da minha barriguinha numa alegria só.

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entrada do Três Vassouras

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Eu me perco mesmo na gordice é no Three Broomsticks. Eu sempre dou um jeitinho de comer lá pelo menos uma vez em cada viagem, que é pra matar a minha vontade de fish n chips, além do ambiente ser uma delícia.

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No Hog’s Head, eu recomendo fortemente provar a cerveja artesanal. A Hog’s Head Brew é bem leve, bem gostosa, perfeita pra dias quentes (ou não). A caneca de souvenir é bem grande.

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É legal destacar que todas as comidas vendidas no Three Broomsticks, bem como a Butterbeer, o suco de abóbora e a Hog’s Head Brew tem o selo de aprovação da J.K. Rowling. Antes da abertura da área, ainda na fase em desenvolvimento, uma equipe da Universal foi enviada à Edinburgh pra mostrar pra tia Jo o que estava sendo preparado pra ser vendido no Wizarding World, e ela provou e aprovou tudo antes da inauguração. Tudo isso foi feito pra que a experiência fosse o mais fiel possível ao universo criado por ela.

E daí?

A primeira vez que eu fui no Wizarding World – Hogsmeade foi no dia 17 de julho de 2010. Eu chorei de emoção um tanto naquele dia, que achei que nunca mais ia chorar quando voltasse lá. Engano meu. De lá pra cá, eu acho que não teve uma só vez que eu tenha pisado naquela área maravilhosa e não tenha chorado, pelo menos um pouquinho. E eu ainda quero voltar lá muitas e muitas vezes – principalmente a partir do ano que vem, que vai ter Beco Diagonal pra visitar, cheio de atrações e lojinhas novas!

barkeep, fill her mug!

barkeep, fill her mug!

WB Studio Tour London – The Making of Harry Potter

Vocês ainda já sabem que eu sou muito muito muito apaixonada/alucinada/viciada no universo mágico criado por J.K. Rowling. Se deixar, eu respiro Harry Potter. Meu olho brilha de um jeito único quando converso sobre o assunto, meu coração bate mais forte quando (re)leio os livros, e não dá pra conter uma lágrima no canto do olho quando lembro que não tem mais livro novo.

Quando eu fui ano passado passar um mês em Londres pra estudar na King’s College, o motivo mais premente da minha ida não era mesmo estudar. Além de tornar prioridade uma ida à estação de King’s Cross, eu queria mesmo visitar o WB Studio Tour London – The Making of Harry Potter, que tinha sido aberto em março daquele ano.

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primeira foto e a pessoa já tava chorando. pois é.

Eu lembro que, quando anunciaram que os estúdios Leavesden seriam abertos para visitação, eu sentei pra conversar com os meus pais sobre a minha necessidade de ir pra Londres, nem que fosse por um final de semana, só pra poder ir lá. Eu simplesmente tinha que ir. Era sonho que tinha que ser realizado, e eu não aguentaria esperar muito tempo. Ainda bem que eles são bonzinhos e falaram que eu devia procurar um curso afim à minha área de estudo pra poder ficar lá mais tempo (ou seja: ainda tem muita pauta de Londres para geeks – e não geeks também, oras, sem preconceitos – pra entrar por aqui).

Assim que a minha viagem foi confirmada, comprei o ingresso pra visita. Eu ia sozinha, mas, who cares?!, eu ia pra Leavesden!! Os ingressos devem ser comprados online (eles não vendem ingresso lá na hora mesmo! E não há jeitinho brasileiro que mude isso), e incluem um audio guide que ajuda bastante no passeio; também tem a opção de comprar logo o souvenir guide com o ingresso, que sai mais barato do que comprar na lojinha (lógico que eu comprei, né).

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A experiência é muito emocionante pra quem acompanhou os livros/filmes, porque (quase) todos os cenários/sets estão lá, muitos (mas muitos mesmo! Perdi a conta!) dos objetos usados e muitas das roupas usadas nas filmagens (do primeiro ao último uniforme da Grifinória), e também vários segredos cinematográficos referentes aos efeitos especiais são revelados!

Great Hall

Great Hall

~selfie~ no Mirror of Erised

~selfie~ no Mirror of Erised

panorâmica da área onde ficam sets, props, e efeitos especiais

panorâmica da área onde ficam sets, props, e efeitos especiais

Eu não sei nem explicar a emoção que eu senti; talvez eu precise de alguns anos pra processar todo o amor e a alegria que eu senti naquela sexta feira fria e chuvosa. Tudo estava lá: o majestoso Great Hall, a Gryffindor Common Room, The Burrow, o Ministério da Magia, o escritório de Albus Dumbledore, o Beco Diagonal, a sala de Poções, … muitos propscostumes, e varinhas; maquiagem, perucas, figurinos; Privet Drive n.4, Knightbus, Potter’s Cottage, Ford Anglia; modelos em miniatura de diversos cenários, e, ao final de tudo, um modelo em escala – simplesmente enorme, mas não o suficiente pra entrarmos nele – do Castelo de Hogwarts e suas adjacências. O modelo do Castelo é uma das coisas mais lindas e perfeitas que eu já vi na  minha vida.

S2 The Burrow S2

S2 The Burrow S2

dormitório dos meninos da Grifinória

dormitório dos meninos da Grifinória

Gryffindor Common Room

Gryffindor Common Room

sala de aula de Poções

sala de aula de Poções

escritório de Albus Dumbledore (super cheio)

escritório de Albus Dumbledore (super cheio)

Malfoy Manor set

Malfoy Manor set

as lareiras do Ministério da Magia

as lareiras do Ministério da Magia

the Knightbus

the Knightbus

4 Privet Drive

4 Privet Drive

Gringotts!

o Beco Diagonal (o meu set favorito)

o Beco Diagonal (o meu set favorito)

Weasleys Wizard Wheezes!

Já tinha me emocionado em diversos momentos do meu passeio, mas nada foi tão incrível quanto ver Hogwarts tão majestosa na minha frente; chorei, chorei muito. E acho que a emoção foi potencializada porque, ao entrar nessa sala, estava tocando “Leaving Hogwarts” – que, coincidentemente, foi a última música usada num filme Harry Potter.

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"The stories we love best do live in us forever, so whether you come back by page or by the big screen, Hogwarts will always be there to welcome you home." -- JK Rowling, 07/07/2011

“The stories we love best do live in us forever, so whether you come back by page or by the big screen, Hogwarts will always be there to welcome you home.”
— JK Rowling, 07/07/2011

Eu acho que não sou capaz de put down in words o que eu senti; o que eu estou sentindo só de lembrar daquele dia maravilhoso. Só sei que recomenda-se passar 3 horas no WB Studio Tour, e eu passei quase 7 horas lá.

Eu imagino que até pessoas que não sejam tão fãs de Harry Potter vão acabar se divertindo bastante também, mas, desse ponto de vista, eu não tenho experiência. Pra mim, foi absolutamente encantador, e eu me arrependi muito de não ter marcado ingressos pra mais dias, pra poder passear mais por lá e tomar mais Butterbeer (sim! Lá também tem Butterbeer! Fiquei desesperada, porque eu amo Butterbeer, eu tenho abstinência de Butterbeer, e foi ótimo poder tomar Butterbeer em Leavesden).

felicidade define :D

felicidade define 😀

No site onde se pode comprar ingressos tem todas as indicações de como chegar: eu peguei o metrô na Waterloo Station até Euston, e de Euston fui pra Watford Junction, onde há um shuttle que leva até os estúdios, e também traz de volta pra Watford Juncion.

É legal ficar atento à programação no WB Studio Tour London, já que eles tem feito comemorações e eventos especiais de acordo com a época. Outro dia recebi um email promocional da Warner Bros. sobre o período do Natal, que eles chamam de “Hogwarts in the snow”, que vai contar com decorações especiais no Great Hall e em outros sets e, é claro, muita neve em torno do modelo do Castelo de Hogwarts. É claro que eu fiquei doida pra ir, né, mas com a libra cara do jeito que tá, vou ter que esperar outra oportunidade.

Hogwarts in the Snow (foto promocional da Warner)

Hogwarts in the Snow (foto promocional da Warner)

Então, #partiuhogwarts?

10 dicas para curtir Orlando ao máximo

Eu dei muita sorte nessa vida de ter sido convidada pra ser guia pra Orlando quando tinha 18 pra 19 anos. Na época, eu já contabilizava 4 viagens pra cidade, e já conhecia bem os parques, mas continuava encantada com as muitas possibilidades de diversão que me eram oferecidas. É claro que eu agarrei a oportunidade, e tá difícil largar o osso mesmo tantos anos depois. De 2009 a 2013, já levei muitos grupos pra lá, e me diverti muito com todos eles.

~apenas guiando!~

bandeirinha em mãos: ~apenas~ guiando! (x

Tô querendo fazer uma série especial de posts sobre os parques aqui pro blog, mas vou dedicar o post do viajante geek dessa semana falando do destino a partir de 10 dicas pra quem quer curtir Orlando ao máximo.

  1. Programe-se para passar pelo menos um dia inteiro em cada parque temático: eles são enormes e são muitas atrações pra curtir, e você certamente deverá aproveitar tudo. Os parques aquáticos podem ser combinados a parques temáticos ou tardes de compras, mas, pra isso, programe dias extras. Dias de chegada e partida não devem incluir idas aos parques temáticos. É por isso que um programa com guia não costuma ter menos do que 14 dias. No período que compreende o Natal e o Reveillón, os parques ficam muito cheios. Se programar a sua primeira viagem para Orlando nessa época, procure ficar pelo menos uns 10 dias do Ano Novo por lá, pra aproveitar mais os parques, que já estarão mais vazios. E, independente da época, sente-se junto à World Showcase Lagoon em EPCOT pra observar o por do sol.
  2. Os hotéis dentro dos complexos são caros e nem sempre oferecem o melhor custo-benefício. Já fiquei em um hotel dentro da Disney em que tinha que andar o equivalente a uns 3 quarteirões pra comprar meu café da manhã, e a food court estava sempre cheia. Os hotéis parceiros da Disney ou da Universal, que ficam fora dos complexos, costumam oferecer café da manhã continental incluído na diária, e o padrão dos hotéis não varia muito (ok, os resorts da Disney e da Universal são temáticos, mas se você não é Disneyfreak não precisa dormir e acordar com Mickeys na sua frente, ou tomar banho num banheiro com azulejos do Mickey). Pessoalmente, gostei mais de ficar em hotéis parceiros do que num resort da Disney (e eu sou Disneyfreak assumida!). Além disso, se possível, dê preferência a hotéis que não tem múltiplas portas de entrada e onde a entrada para os quartos fique em corredores fechados.
  3. O clima em Orlando é bem seco o ano inteiro. As temperaturas do verão de Orlando são bem altas, variando geralmente entre os 33ºC e 40ºC (só que eu já peguei 45ºC na sombra, juro). Já no inverno, geralmente ficam entre os 14ºC e 22ºC, embora algumas frentes frias cheguem sem aviso e derrubem a temperatura pra menos de 10ºC (ou até 0ºC, mas com ínfimas chances de neve), ou massas de ar quente aumentem pra até 27ºC ou 30ºC. Sim, o clima é bem louco. Pro inverno, o segredo é levar (ou comprar lá, porque são muito baratas) roupas térmicas; pro verão, shorts e roupas bem leves, e uma capa de chuva sempre à mão. E, em qualquer estação, os seus melhores amigos serão: a garrafa de água, o protetor solar, e o protetor labial.
  4. Deixe a preguiça no Brasil: acorde cedo e chegue nos parques na hora em que eles abrem, e só saia na hora em que eles fecham. É o melhor jeito de curtir tudo – inclusive a iluminação noturna dos parques, que é de arrepiar. O Magic Kingdom, por exemplo, abre as 8 da manhã, e os personagens vão saudar os guests na entrada do parque, fazem countdown e tudo mais; é uma verdadeira festa, e você não vai nem se lembrar de que dormiu pouco. Magic Kingdom, EPCOT e Hollywood Studios tem shows noturnos que misturam pirotecnia e projeções de imagens que vão fazer você se emocionar (o show noturno em EPCOT é na World Showcase Lagoon que eu já mencionei ali em cima, então é só chegar um pouquinho mais cedo, sentar-se junto ao lago, e curtir a vista enquanto espera o início do IllumiNations). Não se esqueça de conferir os horários dessas atrações, bem como dos desfiles e shows nos timetables.
  5. Sempre que chegar aos parques, pegue um mapa e um timetable. Em seguida, marque um horário e um ponto de encontro na entrada do parque com aqueles que estão te acompanhando. Os parques são enormes, há muito o que fazer, e sem uma programação, coisas fantásticas (como o show de dublês Lights, Motors & Action no Hollywood Studios ou o divertido show do Beetlejuice na Universal Studios) podem ficar de fora do seu dia. Vigilância constante!
  6. Ao chegar em Orlando, vá o mais rápido possível ao Wal Mart mais próximo e compre uns snacks, água e capas de chuva. Os hotéis costumam dispor de frigobar e micro-ondas, e, como é permitido entrar nos parques com pequenos lanches, pode-se fazer uma economia bacana – e empregar os recursos escassos (também chamados de “dinheiro”, “Obamas”, ou “dólares”) em comprinhas. Wal Mart e Target são ótimos também pra comprar souvenires (chaveiros podem ser comprados por cerca de 3 dólares, enquanto, nos parques, custam o dobro ou o triplo).
  7. Se você não quer se estressar com absolutamente nada, compre um pacote numa agência da sua preferência e vá acompanhado por um guia. Se o seu guia for realmente bom, você disfrutará de confortos que fazem toda a diferença. Um exemplo clássico de conforto são os fastpasses (também conhecidos como “fura filas”, disponibilizados gratuitamente nos parques da Disney em atrações muito populares): os fastpasses são conseguidos com os ingressos de admissão aos parques, e, com eles, você terá uma hora específica naquele dia para entrar num determinado brinquedo ou atração numa fila mais rápida (por exemplo: Splash Mountain, 10:32am-11:32am); se você for desacompanhado de guia, terá que se preocupar em ir buscar fastpass e depois voltar pra outra atração, e esperar dar a hora do fastpass, e pode parecer uma barata tonta dentro do parque; se o seu guia for bacana e experiente (duas características importantes!), ele (ou ela) saberá administrar o tempo no parque de maneira que você aproveite os brinquedos sem ficar ziguezagueando pelo parque feito barata tonta, seguindo um roteiro que, no final das contas, você vai perceber que fez o parque fazer sentido.
  8. Sim, os parques fazem sentido. O Walt Disney não planejou o Magic Kingdom, por exemplo, de qualquer maneira: ele queria contar uma história para os visitantes. Se começar o passeio pela Tomorrowland, e der uma volta em círculo no parque, você terminará o dia passando pelo velho oeste em Frontierland e encontrando os Piratas do Caribe em Adventureland. Se, ao contrário, começar o dia em Adventureland, vai perceber que está numa viagem do tempo, chegando, ao final do dia, ao mundo do amanhã (Tomorrowland). Bem mais legal, né? É outro diferencial de ir pra Orlando acompanhado de um guia: porque temos (ui!) experiência, podemos seguir um roteiro dentro do parque de forma que você se encante ainda mais com a experiência, e até compartilhamos informações que nem sempre são amplamente divulgadas.
  9. Desde a abertura do Wizarding World of Harry Potter, em 2010, a Universal Orlando tem atraído muito mais visitantes do que nos anos anteriores a essa invenção maravilhosa (sim, eu sou apaixonada por Harry Potter e quase tive um troço de felicidade quando descobri que abriria uma área temática num dos meus parques favoritos de Orlando, e quase enfartei na primeira vez que fui lá), embora o complexo Disney ainda atraia mais visitantes. A lógica de todo mundo quando chega no Islands of Adventure é ir correndo pro Wizarding World. Não faça isso. Pensa comigo: se todo mundo corre pro Wizarding World, o restante do parque fica relativamente vazio. Andar na Incredible Hulk Coaster com 0 minutos de fila? E se aventurar no The Amazing Adventures of Spider Man esperando só 5 minutos? Eu já fiz isso – não uma, mas várias vezes. Por quê? Porque o Islands of Adventure tem MUITO a oferecer, e você vai aproveitar muito mais se deixar pra curtir o Wizarding World depois do meio dia, ou das 13 horas, quando os loucos que saíram correndo pra lá entupiram a área até essa hora começam a se dispersar pelo resto do parque – e formar filas de 1 hora no Hulk ou no Spider Man, ou no Popeye, ou no Jurassic Park, que você já curtiu antes. E você, esperto(a), vai aproveitar o Wizarding World menos cheio (porque, ainda assim, certamente estará cheio), e, de quebra, sendo persistente, verá as luzes do Castelo de Hogwarts e das lojas de Hogsmeade acesas quando a noite chegar (é tanta beleza que eu chorei de emoção nas vezes em que pude ficar lá até de noite).
  10. Acima de tudo, DIVIRTA-SE. Deixe os problemas e as preocupações no aeroporto internacional brasileiro em que você embarcar, e chegue em Orlando de coração aberto pra APROVEITAR! Volte a ser criança, brinque, tire muitas fotos. Pode até perder o senso do ridículo, e andar de orelhinhas da Minnie ou chapéu do Pateta. Em Orlando, o que importa mesmo é ser feliz! Quanto menos você se importar com o que os outros pensam, mais você vai curtir, e mais inesquecível se tornará a sua viagem. Capaz até de querer voltar de novo, e de novo, e de novo…

Eu não sei se virei guia porque era Disneyfreak, ou se virei Disneyfreak porque era guia. Só sei que quanto mais eu penso nos parques mais me dá vontade de voltar sempre e muito!

WB Studios em LA

Em maio desse ano (quando eu ainda estava usando aparelho), rolou uma oportunidade muito bacana de ir pra Califórnia, e um dos passeios que fiz questão de fazer foi uma visita aos estúdios da Warner Bros. em Los Angeles!

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É preciso agendar online com alguma antecedência, e custa cerca de US$55,00 por pessoa. Cada tour acomoda até 12 pessoas e dura cerca de 2h15, período no qual a gente vê um pouquinho da magia por trás das cenas do cinema e da TV.

A gente deu muita sorte de ser guiado por um cara que era super bem humorado, e se esforçava de verdade pra fazer daquela nossa experiência algo inesquecível – inclusive fez com que o Felipe e eu encenássemos um diálogo de Casablanca em frente a um dos sets outrora usado para a gravação do filme.

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Enquanto estávamos lá, tava rolando gravações de Pretty Little Liars (alguém acompanha a série? Eu não consegui me desapegar da tristeza do fim de Gossip Girl pra assistir a outra série desse tipo…).

O grupo pôde escolher 3 sets de TV pra visitar, e eu escolhi 2 (porque eu sou apressada e quis logo garantir coisas bacanas hehehe): The Big Bang Theory e 2 Broke Girls! O terceiro set visitado foi de The Mentalist. Nessa parte do passeio, não é permitido tirar fotos – bem como no museu que eles mantém com figurinos e props de filmes e séries como The HangoverBatmanInglorious BastardsGossip Girl, etc – e o segundo andar INTEIRO de Harry Potter. Claro que foi o lugar onde eu mais surtei e mais queria tudo, e logo onde não podia tirar nem uma foto. Em compensação, fotografamos bastante no set de FRIENDS, mantido intacto por lá!

Algumas coisas legais que a gente consegue ver (e, ainda bem, fotografar) são carros usados em filmes. Morri com os Batmóveis, morri duas vezes com o NerdHerd (sdds Chuck <3), e morri 7394793 vezes com o Ford Anglia!

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Na mesma área tem a cápsula usada pra gravar o episódio em que Howard é enviado ao Espaço na sua missão como astronauta:

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Um dos sets a céu aberto mais legais é esse aqui:

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Sabe por quê? Esse prédio, esse mesmo, grandão, atrás de mim, foi usado pra gravar cenas que estão em muitos filmes, sim, mas, principalmente, muitas das cenas dos últimos filmes do Batman. É isso ae, pessoal, Bruce Wayne esteve ali. E esse carrinho bonitinho azul e branco é o que usamos pra passear pelos estúdios, hopping on and off quando queremos tirar alguma foto.

Achei um passeio super bacana e fiquei muito satisfeita por ter visto vários detalhes que compuseram muitas histórias que gosto de acompanhar no cinema e na tv. Cada vez que via um set usado em Chuck (série que mais sinto falta de todas pra sempre) ou algum filme que gostei muito, quase pulava no carrinho (#soudessas). Com certeza recomendo o passeio!

o talismã do meu país?

eu acho que prometi aqui que ia falar um pouquinho da viagem pra Belém que fiz no início do mês, e, passada a frustração absurda do final de semana, combinada à diminuição de drogas remédios no meu organismo (hoje são só 7! yey!), resolvi riscar aqui umas linhas sobre a minha experiência semi-acadêmica semi-turística na capital do Pará.

cara, inevitável: toda vez que eu pensava que ia pra Belém, que eu ia pro Pará, eu começava a cantarolar – nem que fosse só na minha cabeça – o samba da Imperatriz Leopoldinense de 2013.

eu admito que eu fui pra Belém obrigada. eu não tinha a menor vontade de me deslocar pro Pará tão cedo nessa vida, quando tantos outros destinos brasileiros me enchem os olhos e me despertam curiosidade. mas o ENABED 2013 foi lá, então lá fomos todos rumo a um pedacinho da Amazônia pra alguns dias de calor, suor e discussões acadêmicas.

a saga começou na busca por hotel: todos os hotéis que eu procurava vinham acompanhados de críticas negativas dos hóspedes. eu já tava pirando com aquilo, porque eu prezo por um bom hotel nas minhas viagens. se guerra sem conforto é extermínio, imagina numa viagem que eu nem queria fazer?

acabou que, quando já tava em Brasília, cancelei a terceira(!!!) reserva de hotel em Belém e, no chute, na sorte, decidi ficar no mesmo hotel que os meus amiguinhos do mestrado iam se hospedar: o Belém Soft Hotel. bonzinho, simples, limpinho, mas também um pouquinho caro pra o que (não) oferece. pelo menos ele não foi na linha das críticas que eu tinha lido sobre outros hotéis – desde proliferação de formigas a cheiros horrorosos impregnados.

tá. chegando a Belém, um aeroporto longe, porém ajeitadinho. ponto pro Pará. mas era domingo de noite, e tinha trânsito. era domingo a noite, e a única opção de comida perto do hotel era o conjugado Domino’s/Spoletto. comemos lá – e depois outras vezes também, já que era bem perto, e, bem, pizza ❤

o lugar que mais gostei foi, é claro, a Basílica de Nossa Senhora de Nazaré. o que eu senti lá não tem explicação, eu não consigo descrever. fé.

mas, em Belém, senti uma insegurança nas ruas que coloca qualquer carioca mais ligado do que nem sei o quê. todo mundo mandava a gente ter muito muito cuidado. e sentimos na pele: no caminho do Mercado Ver-o-Peso até a Estação das Docas (uma caminhada de, sei lá, 5min no máximo), eu e meus amiguinhos fomos seguidos e por muito pouco não fomos assaltados.

não fomos assaltados porque entramos na Estação das Docas, o lugar-pra-turista de Belém. lá, sim, tudo limpo e seguro, com ar condicionado, policiamento, lojinhas bacanas, restaurantes maravilhosos, e sorvete Cairu ❤

a Estação das Docas logo virou nosso ~point~, e a gente foi lá todo dia. destaque pra Amazon Beer e seu delicioso happy hour com choppes artesanais e muita muita muita comida boa ❤

visitamos também o complexo onde fica a Casa das Onze Janelas, mas lá tinha um restaurante caro demais, e tava muito calor e estávamos com muita fome, então nem ficamos muito por lá.

no mais, teve a parte acadêmica mesmo da viagem, de comparecer no ENABED, apresentar trabalho, ser elogiada(!!!!!), e fazer aquele networking acadêmico que é necessário.

na minha listinha, faltou entrar no Teatro da Paz (porque passar por ele nós passamos umas 80 vezes), ir numa festa de aparelhagem pra ver a galera dançando treme, e também o passeio de barco no rio, que sai da Estação das Docas, e que tem umas moças dançando carimbó. mas eu tava pão dura e não quis pagar 30 Dilmas pra isso, preferi tomar muito sorvete. o treme, bem, eu não descobri se tinha uma festa de aparelhagem enquanto a gente tava lá.

disso tudo, dessa experiência, me resta dizer: tô ainda tentando descobrir onde é que é que o Pará é o “exemplo pro mundo” como diz no samba da Imperatriz. uma cidade onde o transporte público não tem ar condicionado, onde você pode ser assaltado a qualquer segundo, onde o povo joga lixo na rua a torto e a direito, onde as calçadas até dos bairros mais “nobres” são super esburacadas, não tem muito exemplo pra dar não.

no todo, foi bacana. amei a Basílica e também o sorvete de Castanha do Pará. aliás, eu sonho com esse sorvete todas as noites desde que voltei de lá. mas, se Belém é “o talismã do meu país”… xiiii…

em Belém!

estou em Belém-PA! cheguei ontem, depois de um vôo BSB-BEL, recepcionada por relâmpagos e chuva nesse cidade quente e úmida. enquanto o meu nariz agradece o intervalo de secura, meu coração fica batento forte esperando logo a hora de voltar pra BSB, nem que seja só mais um pouquinho antes de voltar pra Niterói de novo.

minha pele também já notou a diferença de clima: o que estava mega seco por dá lugar a um avermelhado esquisito, que, se tiver sinais de alergia, já tá sendo combatido pelo antialérgico que eu já tomei.

ah, sim. por que estou aqui? é hora do Encontro Nacional da Associação Brasileira de Estudos de Defesa. é aquele tipo de viagem que não tem escapatória, e que a gente aceita que dói menos. tenho que apresentar 2 artigos em 2 simpósios aqui, nessa cidade quente.

o hotel escolhido é okzinho, nada demais, nem nada de menos. o que fudeu tudo é que todas as tomadas no quarto são daquelas de três pinos, padrão novo, e eu não trouxe nenhum adaptador. então tô sugando bateria do MacBook pro iPhone, enquanto carrego a bateria da câmera com um adaptador emprestado de um dos amiguinhos que também está hospedado aqui e foi mais prevenido do que eu. já soube que tem uma Lojas Americanas aqui perto, mas tô com preguiça de ir sozinha comprar. os amiguinhos que também estão nesse hotel querem dormir até meio dia, vê se pode.

falta descobrir o que há de bom pra se fazer nessa cidade, porque é claro que eu não anotei nenhuma das dicas que os conhecidos que já vieram aqui me deram. #leticiafail

tô achando esquisito ver um céu cheio de nuvens depois de ficar mais de uma semana vendo só o azul do céu pelas janelas.

felicidade, enfim, chegou!

escrevo, neste momento, de Brasília, onde estou desde a última quinta feira. queria ter registrado antes o que ora escrevo, mas os últimos dias foram tão corridos que só agora pude parar e corresponder mais ou menos à minha necessidade de escrever.

quinta feira a noite cheguei aqui, poucos minutos depois do meu amor. o tempo dele em Harare, finalmente, acabou!

sim, foi antes do tempo inicialmente previsto – 2 anos – mas ainda assim foi tempo demais. não aguentava mais esperar pela volta dele, pra saber que a distância que vai nos separar por algum tempinho será, agora, muito mais fácil de ser superada. o que é um vôo Rio-Brasília pra quem ficou quase 1 ano e meio tendo que aguentar todas as dificuldades de uma separação Brasil-Zimbabwe? nada!

desde que ele chegou, não paramos um minuto. era preciso comprar logo um carro, porque em Brasília dificilmente se consegue resolver a vida a pé. em seguida, alugar um apartamento – e ainda comprar os principais móveis e eletrodomésticos pra que ele se instale logo.

e conseguimos! foi bem coisa de Deus, de iluminação divina. conseguimos achar um apto ótimo pra ele logo no sábado, e no mesmo dia ele não só alugou o apto como começou a comprar os móveis. ontem fomos no outro shopping pra ele comprar os eletrodomésticos, e agora falta só o fogão, mas acho que vai ser comprado pela internet.

hoje precisamos fazer uma limpeza no apto antes que os móveis e eletros comecem a chegar amanhã. tô morta de cansaço nessa maratona, mas é preciso fazer o máximo possível enquanto tô aqui pra ajudá-lo.

e hoje acordei meio ruinzinha do nariz. ainda não identifiquei se é só alergia ou se pode ser uma gripe chatinha querendo me pegar. se for gripe, fudeu, porque ainda há muito por fazer e eu tenho que ir pra Belém no domingo pro Encontro Nacional da Associação Brasileira de Defesa. Deus me ajude!

diário de viagens: Las Vegas

Protelei pra escrever sobre essa parte da viagem por vários motivos. Poderia dizer que foi só porque eu tô atolada de trabalhos acadêmicos, o que seria pura verdade. Poderia dizer que foi porque os assuntos em pauta no Brasil nos últimos dias me fizeram exercer muito mais o meu papel de analista de política/relações internacionais, o que também é pura verdade. Mas o choque de realidade de ver que as nossas #feriasforadehora acabaram, e a saudade que cada linha escrita causava, foram os reais motivos por trás do atraso.

Desde nossa viagem pela África do Sul (com post em breve nessa mesma categoria!), sabia que o Felipe gosta de uma jogatina. Ele também é chegado em pegar a estrada, e terminar a nossa viagem em Las Vegas tinha um quê de emoção, aventura e coisas inesperadas que só reforçava a ideia de que a sin city tinha que ser destino certo.

De San Diego a Las Vegas, normalmente, gastaríamos cerca de 5 horas de viagem, sem contar o tempo que paramos pra almoçar num McDonald’s da estrada. Mas quando já estávamos quase chegando em Vegas, o trânsito simplesmente parou.

Pois é. Imaginem uma freeway de velocidade 70mph totalmente PARADA. Até hoje a gente não sabe  direito o que aconteceu, exceto pelas muitas viaturas de “highway patrol” que vimos passando e por um resquício de acidente mais na frente da estrada, mas sabemos que ficamos mais de 1 hora parados.

road to vegas

tô usando: camiseta Forever 21, short Espaço Fashion

tô usando: camiseta Forever 21, short Espaço Fashion

Chegando em Vegas, já deu pra ver o quanto a cidade é louca. Basicamente, tudo acontece em uma rua: a Las Vegas Strip. O nosso hotel era o The Signature by MGM Grand, no sul da Strip. Localização maravilhosa, atendimento incrível, e suítes super espaçosas. Como a gente não queria (e nem podia!) perder tempo, fomos logo jantar e aproveitar o que Vegas tem pra oferecer.

Jantamos dentro do próprio MGM Grand, no japonês Shibuya – que é muito mais do que um sushi bar, oferecendo também opções sofisticadas da cozinha japonesa.

escolhendo o jantar

escolhendo o jantar

Depois fomos explorar, de fato, a Strip, andando do MGM até o Caesars Palace, parando pra ver as águas do Bellagio.

o majestoso MGM Grand

o majestoso MGM Grand

Las Vegas Strip

Las Vegas Strip

o espetáculo de água e luz do Bellagio

o espetáculo de água e luz do Bellagio

Strip 02

tô usando: jaqueta TopShop, vestido de renda Farm, colar Espaço Fashion, bolsa PacSun

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me sentindo parte de The Hangover

Aí vem a primeira dica valiosa de Las Vegas (valeu, Dani!): nesse site aqui é possível descobrir as noitadinhas e colocar o nome na lista, tudo de graça! Por isso que o nosso primeiro destino foi o Caesars: lá era a primeira noitadinha programada! Eles mandam pro celular que fica cadastrado no site um SMS com todas as informações pra aproveitar a night. Nesse dia, fomos pro PURE Nightclub, sem pagar nada pra entrar e com free drinks pras mulheres até meia noite.

No dia seguinte, fomos cumprir um dos must-do na nossa lista de Las Vegas: os brinquedos radicais na Stratosphere Tower, do hotel & casino Stratosphere, que não fica na Strip. A torre do Stratosphere tem mais de 100 andares (se não me engano, são 108) e o ticket de acesso de um dia inteiro à torre e aos 3 brinquedos custou US$34,00.

Las Vegas vista de cima

Las Vegas vista de cima

Mas o que a gente queria mesmo era andar nos brinquedos: X-Scream, Insanity, e Big Shot. A gente tava com a adrenalina tão em alta só de olhar que eu não fotografei nada ): mas catei no Google umas imagens pra mostrar pra vocês.

insanity

Fomos primeiro no Insanity, que tem nome muito apropriado. Imagina só: você senta numa cadeirinha num treco que parece uma garra daquelas de maquina de pegar bichinho, aí uma portinhola se abre, a garra vai pra fora do prédio, e começa a girar muito, muito rápido (velocidade média de 40mph), sem nada em baixo, a 270m de altura. A primeira sensação é de pânico total, é claro. Mas depois é absolutamente maravilhoso – parece que a gente tá voando. Tem vídeo aqui.

x-scream

Depois fomos pro X-Scream, que também não é pra quem tem estômago fraco. A 264m do chão, a gente é lançado pra cima e pra baixo. É tipo uma catapulta muito alta, sabe? Tem vídeo aqui.

big shot

O Big Shot foi nosso terceiro e último brinquedo. Nada mais é do que um daqueles elevadores que sobem e descem muito rápido – e que eu amo. Só que ele é o brinquedo mais alto do mundo, com 329m. Tem vídeo aqui.

Nessas imagens que busquei do Google, dá pra ver que tinha uma montanha russa também. Pesquisei e descobri que o nome dela era High Roller (apropriado, né?), e que ela fechou em dezembro de 2005.

Eu confesso que pintou um cagaço feio em mim antes de andar, mas eu adorei! Me arrependi um pouco de não ter comprado as nossas fotos brincando, mas cada uma custava cerca de US$15,00 e eu tava muito mão de vaca nesse dia. Recomendando o passeio, eu provavelmente começaria pelo Big Shot, depois ia no X-Scream e aí pro Insanity. Tudo bem que o Big Shot é o mais alto, mas acho que ainda assim é o mais tranquilo.

Depois do Stratosphere, voltamos pra Strip. Era só primavera e o sol tava muito quente. Não dá pra andar por lá sem uma garrafa de água! Protetor solar também é importante.

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tô usando: chapéu Farm, óculos Ray Ban, camiseta Dress To

De noite, a ideia era fazer noitadinha no Chateau Nightclub, que fica no Paris Las Vegas. Então foi pra lá que fomos!

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Jantamos no Le Provencal, porque é claro que esquecemos de tentar uma reserva no Eiffel Tower Restaurant.

tô usando: jaqueta TopShop, vestido Farm, tênis Converse All Star para Bô.Bo, colar Espaço Fashion

tô usando: jaqueta TopShop, vestido Farm, tênis Converse All Star para Bô.Bo, colar Espaço Fashion

Dos casinos e restaurantes que visitamos, achei o Paris o mais sem gracinha /: ok, é super bonito lá dentro, tem todo jeitinho de Paris mesmo… mas não era nada demais. Gostei mais dos casinos do New York New York, do Mirage, e do próprio MGM Grand.

Sobre o New York New York Hotel & Casino: pra gente, era outra parada obrigatória. Como boa apaixonada por montanhas russas, não podia deixar de andar na The Roller Coaster. E foi lá que começamos o nosso último dia de passeios em Las Vegas.

como a montanha russa já tinha aparecido marotamente em fotos anteriores, busquei essas no Google (x

como a montanha russa já tinha aparecido marotamente em fotos anteriores, busquei essas no Google (x

A montanha russa é bem rápida – em velocidade e duração – mas é meio desconfortável. Bate muito a cabeça, sabe? Mas é bem bacana. Pra brincar uma vez, US$14,00 por pessoa. Claro que não comprei as nossas fotos de novo…

tô usando: chapéu Farm, t-shirt Forever 21, short Maria Filó, tênis Converse All Star para Bô.Bo

tô usando: chapéu Farm, t-shirt Forever 21, short Maria Filó, tênis Converse All Star para Bô.Bo

O melhor desse dia ainda estava mesmo por vir. Como bons fãs dos Beatles, não poderíamos deixar passar a oportunidade de ver The Beatles LOVE by Cirque du Soleil, um dos espetáculos fixos do Cirque du Soleil. Compramos os ingressos no concierge do nosso próprio hotel e seguimos pro Mirage, onde acontece o espetáculo.

tô usando: jaqueta Top Shop, camiseta Cantão, jeans Lucky Brand, sapatilhas Ballasox - e o óculos de grau Marc Jacobs

tô usando: jaqueta Top Shop, camiseta Cantão, jeans Lucky Brand, colar Espaço Fashion, sapatilhas Ballasox – e o óculos de grau Marc Jacobs

Já se passou quase um mês e eu ainda fico buscando palavras pra descrever aquele verdadeiro espetáculo. Eu e o Felipe compartilhávamos um certo medinho de ficarmos desapontados, porque nossa expectativa era muito alta – mas nossas expectativas foram superadas.

Como nas outras apresentações do Cirque, também não é permitido filmar ou fotografar, mas no site oficial tem um vídeo com um preview do show (que tá no YouTube).

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de sacolinha na mão, é claro. Yellow Submarine me deixou doida com os merchs ❤

Na falta de mais palavras, apenas duas dicas. A primeira é: não economize (muit0) nos ingressos. Quando não sabíamos de nada, queríamos ficar no setor E, o mais barato, mas acabamos indo pro C: a diferença de preço é relativamente pequena, e a visão é muito muito melhor. Também tive a impressão, ao longo do espetáculo, de que o setor A (o mais caro!) não tem a melhor das visões, porque é preciso olhar pra cima em alguns (vários) momentos. Só se for pra ver várias e várias vezes – o que, acredite, você vai ficar com vontade de fazer.

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A outra dica é uma passadinha no REVOLUTION Lounge depois do espetáculo, que seduz com essas letras/puffs gigantes.

Claro que a gente não aproveitou nem metade do que Las Vegas tem pra oferecer, mas gostei bastante dos passeios que escolhemos. Passamos muito tempo dos nossos dias & noites nos casinos – mais ganhando do que perdendo dinheiro – e aproveitamos do nosso jeitinho. O bom de não fazer tudo é que sobram motivos pra voltar pra lá!

diário de viagens: Anaheim & San Diego

Pra continuar com a nossa história da Califórnia, vou contar pra vocês dos dias que passamos em Anaheim e San Diego!

Anaheim está a cerca de meia hora de Los Angeles, e a verdade é que não é fundamental ficar em um hotel por lá se você quer conhecer a Disneyland; dá tranquilamente pra ir e voltar dos parques da Disney ficando hospedado em LA. Só que eu sou SUPER DISNEY FREAK (mais sobre isso em um post futuro nesta mesma categoria!) e queria aproveitar ao máximo o complexo onde toda a magia Disney começou a se tornar realidade, então foi comum acordo que ficássemos 2 dias por lá! Pra gente, isso foi vantajoso porque 1) não precisávamos enfrentar o trânsito caótico de LA depois de cansar o dia inteiro nos parques, e 2) quando o Felipe ficou cansado demais da maratona de parques temáticos deu pra voltar pro hotel rapidinho pra tirar uma sonequinha. Escolhemos o Hilton Anaheim Convention Center pra essa etapa da viagem, que tem um Starbucks dentro e shuttle pros parques!

tô usando: tricot Farm e camisa xadrez H&M

tô usando: tricot Farm e camisa xadrez H&M

A Disney da Califórnia se resume a 2 parques: a Disneyland – onde tudo começou – e o Disney California Adventure. Entre os dois parques, fica o acesso à área de Downtown Disney, com restaurantes diversos, muitas lojas (tem até Sephora!) e também cinemas. Nós demos sorte e fomos pra lá justo no dia em que os parques ficariam abertos por 24h seguidas, dando início ao Monstruous Summer (ação pra promover o Monsters University). Ok, até que ponto foi sorte é discutível, já que os parques ficaram bem mais cheios do que o esperado.

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todo mundo reparou que o Mike tá DE APARELHO em Monsters University?

No primeiro dia, fomos pro Disney California Adventure, que tem uma área inteira temática do filme “Carros”, chamada Cars Land, e o Paradise Pier, com roda gigante e tudo mais o que um píer californiano tem direito. Meus brinquedos favoritos foram, certamente, a Torre do Terror (eu adoro, eu me amarro!), o Toy Story Mania! (amor eterno, amor verdadeiro!), e as montanhas russas California Screamin’ e Radiator Springs Racers!

tô usando: blusa comprada no parque, legging Farm, tênis Converse All Star para Bo.Bô

tô usando: blusa comprada no parque, legging Farm, tênis Converse All Star para Bo.Bô, óculos Ray Ban

De noite, rola no Paradise Pier o show World of Color, mas a gente (aka eu) optou por assistir ao Magical, o show de fogos da Disneyland. Nosso ingresso era o Park Hopper de 2 dias, então estávamos tranquilos quanto ao horário e mudança de parques. Eu não sei descrever a emoção de ver a Disneyland de noite. É linda demais! Aliás, todos os parques temáticos que já visitei parecem ganhar uma magia a mais de noite…

Como a Disney tava aberta por 24 horas, ainda demos uma passadinha em Downtown Disney nesse dia antes de voltar pro hotel pra visitar a World of Disney, loja que reúne muita muita muita merchandise dos parques e que me enlouquece. 

a Letícia pira!

a Letícia pira!

O segundo dia foi dedicado só à Disneyland, e eu fiquei (de novo) super emocionada nesse parque, porque foi nele que o Walt Disney deu início a tudo o que me encanta nesse mundo. Pra completar a emoção, em frente à estátua “Partners” do Walt Disney com o Mickey na frente do castelo da Bela Adormecida, foi colocada uma placa onde se registra o dia do centenário do Walt Disney, o mesmo dia em que eu completei 12 anos de vida. Pois é, eu e Walt nascemos no dia 05 de dezembro! E isso explica muita coisa!

tô usando: blusa comprada no parque, short Dress To, cinto Santa Lolla para C&A, parka Espaço Fashion amarrada na cintura

tô usando: blusa comprada no parque, short Dress To, cinto Santa Lolla para C&A, parka Espaço Fashion amarrada na cintura

O parque estava muito cheio (ai, sábados), e já tínhamos ido aos clássicos Piratas do Caribe, Splash Mountain, e Space Mountain. De fato, já tínhamos conhecido o parque todo (o que é muito diferente de ir a todos os brinquedos), passando por todas as “lands” que o Walt Disney planejou. Adorei Toontown, onde ficam as casas de Minnie e Mickey! E a Minnie tava por lá tomando chá! Uma fofa ❤ Enfim. Como o sol tava muito forte e já estávamos cansados, o Felipe me convenceu a descansar um pouco no hotel (eu ficaria mais no parque, mas já passei da fase de gostar de curtir os parques sozinha).

Disney smile (:

Disney smile (:

Depois do descanso, fomos jantar no Downtown Disney. Recomendo o Napolini, que oferece massas maravilhosas e uma carta de vinhos bacana.

tô usando: jaqueta TopShop, camisa Espaço Fashion, bolsa Prada, jeans Lucky Brand

tô usando: jaqueta TopShop, camisa Espaço Fashion, bolsa Prada, jeans Lucky Brand, e o óculos de grau Marc Jacobs

Depois da janta, voltamos pra Disneyland, para noooossa alegriiiia! E aí andamos nos brinquedos que faltavam: a Matterhorn e o simulador Star Tours. A gente ia também no brinquedo Indiana Jones Adventure, mas eu tenho fobia de um certo animal que aparece na decoração do brinquedo, e aí eu resolvi que não queria ir de jeito nenhum, porque já era tarde da noite e fiquei com medo de ter pesadelo (#soudessas). Daí aproveitamos e assistimos o Fantasmic!, que é igual ao que acontece no Disney’s Hollywood Studios em Orlando, e que eu amo de paixão. O Fantasmic! mistura pirotecnia e jogo de águas com projeção de imagens, e eu fico sorrindo e com vontade de dançar só de lembrar da musiquinha que embala o espetáculo.

tá vendo aquela lua que brilha lá no céu?  HE HE HE

tá vendo aquela lua que brilha lá no céu?

Eu não queria sair mais de Anaheim de jeito nenhum! Mas era hora de seguir viagem e aproveitar San Diego! Depois de cerca de 1h40 de viagem de carro – e uma parada esperta em um dos view points na Pacific Highway pra observar a imensidão do Oceano Pacífico – chegamos na cidade.

in the biiiiig blue wooooorld

in the biiiiig blue wooooorld

San Diego era o único lugar onde não tínhamos muita certeza do que faríamos. E foi ótimo! As surpresas começaram com o hotel: sem querer, escolhemos um hotel da rede Ramada que manteve todas as características de quando foi construído na década de 60! Ok, nem todas as características, já que as suas instalações atendem aos padrões mínimos de uma cadeia internacional – mas não ao ponto de perder o seu arzinho vintage.

Um dos lugares que tentamos visitar foi o San Diego Chargers Qualcomm Stadium, já que o Felipe é fã de futebol americano. Mas demos com a cara na porta, já que estava fechado por conta do feriado.

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Pois é. Coincidentemente, chegamos em San Diego num final de semana de  feriado: o Memorial Day! Daí tinha muita coisa fechada e a gente não sabia direito o que fazer. Resolvemos ir pra San Diego Harbor e andar sem rumo.

lugar delícia pra passar o dia! dá pra alugar bicicleta, almoçar olhando a baía...

lugar delícia pra passar o dia! dá pra alugar bicicleta, almoçar olhando a baía…

Foi uma grata surpresa descobrirmos por lá um porta aviões  (o USS Midway) que serve de museu e fica aberto à visitação! Logo quis visitar, porque achei oportunidade única! 

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Nem vi direito o tempo passar enquanto estávamos lá. Tinha tantos aviões pra ver, veteranos de guerra pra conversar, informações pra obter… e o dia tava lindo demais!

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Do lado do USS Midway, fica uma escultura ENORME reproduzindo aquele beijo que ficou famoso no mundo inteiro quando a Segunda Guerra Mundial teve fim. Chamada Unconditional Surrender, a escultura não é em p&b, mas nas cores que seriam os uniformes do marinheiro e da enfermeira que protagonizaram a cena. Perdi a conta de quantos casais vimos tentando reproduzir a cena pra tirar fotos!

tô usando: chapéu Kate Spade, vestido Forever 21, tênis Converse All Star para Bo.Bô

tô usando: chapéu Kate Spade, vestido Forever 21, bolsa Prada, tênis Converse All Star para Bo.Bô

Ali pertinho de San Diego Harbor, fica o centro histórico da cidade, cheio de bons restaurantes! E, falando em comida, essa foi provavelmente a etapa mais gorda da viagem: fomos ao Applebee’s, ao Cheesecake Factory, e até no IHOP (International House Of Pancakes)! E, é claro, descobrimos também uns cantinhos de comida japonesa muito gostosos (será que é assim por toda a Califórnia?).

GORDURA! <3

GORDURA! ❤

Ah! E pra quem quiser fazer compras em San Diego, recomendo o Fashion Valley. É um shopping a céu aberto, com lojas pra todos os gostos e bolsos!

No próximo post sobre essa viagem, a última etapa da nossa road trip: Las Vegas!

diário de viagens: Los Angeles

A razão para o sumiço por duas semanas desse blog foi muito nobre: tirei férias fora de hora com a minha melhor companhia de viagens nesse mundo, já que ele só podia tirar férias nessa época ingrata pra uma mestranda. Conversa vai, conversa vem, consegui que meu orientador me liberasse, e perdi umas aulinhas no mestrado em prol dessa causa justa e maravilhosa.

Passamos 2 semanas viajando pela Califórnia + Nevada (Vegas, baby!), e fomos abençoados com dias maravilhosos, de céu azul e zero chuva! E é contando sobre essa viagem que eu vou inaugurar uma nova categoria aqui no blog: o diário de viagens! É uma chance de contar pra vocês as minhas ~aventuras~ pelo Brasil e pelo mundo, indicando, de maneira muito pessoal, o que eu curti ou não nessas andanças!

Sobre essa última viagem, vou dividir em alguns posts tudo o que tenho pra contar. É que visitamos Los Angeles, Anaheim, San Diego, e Las Vegas, e acho que vou conseguir compartilhar as minhas experiências e dicas se dedicar, no mínimo, 2 ou 3 posts pra essas duas semanas de viagem.

Sem mais delongas, minhas impressões sobre Los Angeles!

chegando em LAX!

depois de mais de 25 horas de viagem… chegando em LAX! tô usando: suéter Espaço Fashion, ribana Farm, legging Farm, sapatilha Ballasox.

Chegamos por volta de meio dia na cidade, depois de muitas horas de vôo (eu fiz Rio-SP via SDU-CGH, depois peguei aquele ônibus de aeroporto pra Guarulhos, e de lá seguimos via Nova Iorque JFK pra Los Angeles LAX – ufa!). Depois de comprarmos um GPS na lojinha do aeroporto (achamos melhor comprar do que alugar! Assim levamos nas próximas viagens), pegamos o carro que estava reservado na Dollar/Thrifty e seguimos pro hotel.

O escolhido foi o Beverly Garland’s Holiday Inn Universal Studios Hollywood. Sim, o nome do hotel é enorme assim mesmo! Eu fui positivamente surpreendida pelo hotel, já que esperava apenas mais um Holiday Inn; o que encontramos foi um hotel com jeitinho de interior, bem arborizado, staff super atencioso e instalações super confortáveis! O café da manhã não estava incluído na diária, e o servido no Tula’s (o restaurante ma-ra-vi-lho-so do hotel) custava cerca de US$17,00 por pessoa. É no melhor estilo brunch, com direito a salmão e champagne, mas optamos pelo Starbucks mais próximo nos outros dias. O hotel conta com wi-fi gratuito, e o estacionamento pra hóspedes custa US$16,00 por dia. Eles também dispões de shuttle gratuito pro complexo da Universal Studios Hollywood, que é bem pertinho!

Um dos passeios que mais gostei foi a nossa visita aos estúdios da Warner Bros. É preciso agendar online com alguma antecedência, e custa cerca de US$55,00 por pessoa. Cada tour acomoda até 12 pessoas e dura cerca de 2h15, período no qual a gente vê um pouquinho da magia por trás das cenas do cinema e da TV. A gente deu muita sorte de ser guiado por um cara que era super bem humorado, e se esforçava de verdade pra fazer daquela nossa experiência algo inesquecível – inclusive fez com que o Felipe e eu encenássemos um diálogo de Casablanca em frente a um dos sets outrora usado para a gravação do filme.

tô usando:

tô usando: camisa jeans Maria Filó, lenço Scarf.Me, calça jeans xadrez Espaço Fashion, tênis Converse All Star para Bo.Bô, bolsa Prada

Enquanto estávamos lá, tava rolando gravações de Pretty Little Liars (alguém acompanha a série? Eu não consegui me desapegar da tristeza do fim de Gossip Girl pra assistir a outra série desse tipo…). O grupo pôde escolher 3 sets de TV pra visitar, e eu escolhi 2 (porque eu sou apressada e quis logo garantir coisas bacanas hehehe): The Big Bang Theory e 2 Broke Girls! O terceiro set visitado foi de The Mentalist. Nessa parte do passeio, não é permitido tirar fotos – bem como no museu que eles mantém com figurinos e props de filmes e séries como The HangoverBatmanInglorious BastardsGossip Girl, etc – e o segundo andar INTEIRO de Harry Potter. Claro que foi o lugar onde eu mais surtei e mais queria tudo, e logo onde não podia tirar nem uma foto. Em compensação, fotografamos bastante no set de FRIENDS, mantido intacto por lá!

warner vip studio tour

Outra ideia de passeio bacana – e clássico – é o combo Calçada da Fama + Teatro Chinês + Hollywood sign. Dá pra conhecer tudo isso em um só dia, e estacionar o carro por um preço ok no shopping Hollywood & Highland Center, que tem uma Sephora ótima e várias outras marcas que podem saciar os nossos desejos consumistas! Nesse shopping também tem um viewpoint do Hollywood sign, e um Hard Rock Café! Ah, sim, eu adoro Hard Rock Café, e sempre que dá faço pelo menos uma refeição da viagem num restaurante da cadeia!

walk of fame

tô usando: camiseta Farm e óculos Ray Ban

Como eu sou APAIXONADA por parques temáticos (post sobre isso em breve nessa mesma categoria!), foi impossível resistir ao parque Universal Studios Hollywood tão pertinho do nosso hotel. Não usamos o shuttle do hotel, o que foi meio idiota, já que o estacionamento custa US$15,00, mas foi bom pra conhecer com calma o City Walk (uma área de restaurantes e entretenimento diversificado) antes de entrarmos no parque. Gostei porque tinha um brinquedo diferente de todos os que já tinha ido – o Transformers: The Ride 3D – e pude repetir experiências como The Simpsons Ride, The Mummy Ride, e The Jurassic Park River Adventure!

tô usando:

tô usando: casaco de Hogwarts comprado no tour da Warner, camiseta de renda Dress To, short jeans Dress To, cinto de spikes Santa Lolla para C&A, tênis Converse All Star para Bo.Bô, bolsa Prada

Outro lugar bacana que visitamos foi o píer de Santa Monica. Me lembrou muito os episódios de The O.C. com toda aquela vibe de praia da Califórnia, do jeitinho que eu imaginava. Ok, talvez um pouco mais frio do que eu imaginava! Jantamos no Bubba Gump Shrimp Co. de lá, olhando o Pacífico e aproveitando o finzinho de tarde. No píer, fica o Pacific Park, com roda gigante, montanha russa e brinquedos de arcade, e também um aquário enorme! Pertinho da praia, fica a Third Street, com lojas de departamento e também lojas fast fashion tipo Forever 21 e Zara pra quem quiser fazer comprinhas.

santa monica

o píer de Santa Monica e o Pacific Park!

Nosso último dia em LA foi dedicado à vida dos rychos e famosos, e decidimos conhecer Beverly Hills e a Rodeo Drive. Acho que meu coração nunca deu tantos pulos de emoção como naquela rua, mas resisti bravamente aos impulsos (#bolsistasofre).

beverly hills

tô usando:

tô usando: chapéu Kate Spade, óculos Ray Ban, camiseta Farm, suéter (amarrado na cintura) Espaço Fashion, short Maria Filó, bota 284 para C&A

Nossa viagem também foi permeada por uma peregrinação por restaurantes japoneses, e a verdade é que qualquer restaurante japonês em LA parece uma boa opção! A gente via um e logo entrava. Recomendo o Mikado – mas chegue cedo se for jantar, porque eles fecham sem dó nem piedade na cara do cliente se der a hora de terminar o expediente!!

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Mas temos a estranha tradição de tentar comer comidas diferentes nas nossas viagens. E a sortuda descoberta na Califórnia foi um restaurante de comida pan-asiática sen-sa-ci-o-nal chamado Rocksugar, e foi certamente uma das melhores refeições que fizemos na viagem! Eu fiquei babando muito pela decoração do lugar… tanto que esqueci de tirar foto dos pratos também. He he he! Pegamos também um cineminha no Westgate Mall mais próximo, que também oferece boas oportunidades de compras.

rocksugar

Ufa! Esse post ficou enorme! E isso porque eu resumi bastante as infos! #imaginanacopa

Quem quiser dicas super completas pra uma viagem pela Califórnia, recomendo olhar os posts do Modices, porque a Carla foi pra lá pouco antes de mim e  escreveu vários posts com dicas super valiosas! #ficaadica

Update: acabei de ver que saiu no blog Na Filó um post dedicado só ao bairro de Santa Monica! Lá tem dicas ainda mais completas sobre o lugar. E a vontade de voltar…

looks reais do dia a dia em Orlando

esse post é inspirado pelo post do Garotas Estúpidas, porque eu sou enxerida mesmo, e quero dar pitaco em tudo. e também foi uma boa desculpa esfarrapada pra falar um pouquinho mais de Disney, enquanto não me jogo de vez no carnaval (hoje tem!).

é também uma boa oportunidade de prestar mais um serviço de utilidade pública, combinado aos dois posts que publiquei lá no Viaje Sim! (que vocês podem ver aqui e aqui), pra quem por ventura for pra Disney e não tiver a menor ideia do que levar na mala pra andar confortável e curtir ao máximo os parques!

(vale lembrar que, enquanto guia, a minha cartela de cores fica sempre limitada ao verde + preto + cinza + branco, que são as cores da Point Travel. a camisa pólo branca que dá as caras no look é o uniforme da Point.)

a roupa que eu mais usei nessa última temporada em Orlando foi a combinação suéter térmico + calça legging (com uma calça térmica por baixo) + casaco térmico/corta-vento + botta UGG.

casaco Columbia, bolsa Disney, bota UGG, legging Shop 126, óculos Carrera

casaco Columbia, legging Shop 126, bota UGG

um dia de frio médio foi encarado com suéter + jaqueta de couro + calça jeans + All Star:

calça jeans Lucky Brand + suéter Hollister + jaqueta TopShop + bolsa Prada + tênis Converse All Star

dias ensolarados e sem vento só precisavam de um casaquinho mais leve pra manter a temperatura sob controle:

jaqueta Farm Adidas, calça jeans Lucky Brand, tênis Converse All Star, óculos American Eagle Outfitters

moletom e bolsa Disney, calça jeans Lucky Brand, tênis Converse All Star, óculos American Eagle Outfitters

como dá pra ver, o jeans e o All Star são as vedetes dos meus looks! e não só nessa última temporada, mas também em todas as outras vezes em que fui em janeiro. a calça legging também é muito parceira. já rolou também short jeans + meia calça (fio 80, por favor, porque eu sou friorenta e não gosto mesmo de sofrer de frio!), e também touquinhas e cachecóis fofos (lightweight ou pesados!).

tenho sempre na bolsa um arquinho ou uma faixa, e também muitos grampinhos e elásticos pra domar os fios rebeldes que adoram voar (e se embolar) nas montanhas russas.

o sol em Orlando é mesmo forte, e o protetor solar e protetor labial são indispensáveis. eu gosto do protetor solar da Neutrogena, e, pros lábios, Carmex ❤

eu não gosto de abusar muito de acessórios pra ir pros parques não. já perdi umas 3 pulseiras em Orlando, e, por isso, hoje me limito a brincos pequenos, relógio, um colarzinho (e meu escapulário, é claro), e a minha pulseira inseparável (que vai merecer um post só dela aqui em breve).

claro que eu estou esquecendo de alguma coisa, mas o básico já está aqui. naturalmente que tenho um número sem fim de leitores a menos do que o Garotas Estúpidas, por exemplo, mas esses looks que postei aqui – podem acreditar! – estão bem mais reais do que (por exemplo) botas de couro (furada! furada! furada detected!) pra andar o dia inteiro nos parques lindos e maravilhosos de Orlando.

ps: eu não sou contra as escolhas das roupas das blogueiras famosas e ricas pros parques. só quis mostrar o que a gente costuma usar de verdade quando está lá, o que mais vemos as pessoas usando, e o que traz mais conforto e segurança pra brincar!