Lei francesa proíbe o pagamento em espécie de compras acima de €1000

Tô devendo os posts sobre Dubai e Abu Dhabi? Sim. Tô devendo a publicação do conteúdo sobre Teerã? Também. Mas estou em Paris desde a última quinta feira, e este blog quer prestar um serviço de utilidade pública ao divulgar uma informação importante, que eu descobri de repente e me surpreendeu: na França, há uma lei que proíbe o pagamento de compras com valor acima de 1000 euros em espécie.

É isso mesmo: se você está com viagem marcada para a França e planeja fazer uma compra cara, você obrigatoriamente terá que pagar essa compra no cartão. Segundo informações colhidas, a lei entrou em vigor em 01/01/2018, objetivando aumentar a segurança na luta contra o terrorismo. Essa medida só se aplica à França (pelo menos por enquanto), uma vez que cada país da União Européia tem autonomia para definir suas leis internas.

Mas e o nosso temido IOF? O cartão de crédito não perdoa! A alternativa que me vem à cabeça é usar um daqueles cartões de débito pré-pagos, com bandeira Visa ou MasterCard, que são aceitos no mundo inteiro.

Conexão de 11h em Paris

“Oh, but Paris isn’t for changing planes, it’s for changing your outlook!”

– do filme “Sabrina”, de 1954

Comecei a escrever este post no CDG, enquanto esperava meu voo pro RJ. Cheguei no Brasil anteontem (19/08) pra ver a família e cuidar da saúde, e isso me rendeu uma conexão de 11 horas em Paris!

E aí o que a gente faz? Vai pra cidade, é claro!

Considerando que o CDG fica à cerca de 1h do centro da cidade (tanto de trem quanto de carro), acho que, numa conexão longa, vale a pena dar um pulinho na cidade pra fazer algumas coisas bacanas e matar o tempo da melhor forma possível. Afinal, a rotina de aeroporto é muito muito chata, e fica pior ainda sozinha (já tô com saudade do marido, and I’m not even sorry).

Meu plano inicial era pegar o RER pra cidade, em direção a Saint-Germain, mas, logo quando estava chegando na estação aqui do aeroporto, fecharam o acesso à plataforma porque alguém deixou alguma bagagem desacompanhada!! Era um aglomerado tão grande de gente que não consegui nem chegar no guichê de guardar bagagem (queria deixar minha bagagem de mão pra não ficar andando com a malinha a tarde toda; a bagagem despachada em Ierevan eu só vou pegar no RJ). E aí eu tomei a decisão de chamar um uber: são 50 euros (ouch!) no uber x, mas me garantiu chegar na cidade.

Minha primeira parada foi a Capela da Medalha Milagrosa. Das outras 2 vezes em que estive em Paris, não tinha conseguido entrar lá e eu sofria muito com isso. Pra hoje, eu conferi mil vezes que estaria aberta, e finalmente consegui entrar naquele lugar santo! É claro que eu sou incapaz de descrever toda a emoção de estar diante da imagem de Nossa Senhora das Graças no local em que ela apareceu para Santa Catarina. Desde muito pequena eu sou muito devota de Nossa Senhora e sempre faço a novena da Medalha Milagrosa, então eu sonhava muito em ir até a Capela. Só posso agradecer a Deus por este dia ter finalmente chegado!! A Capela da Medalha Milagrosa fica na 140 Rue du Bac, em Saint-Germain.

Quando saí da Capela da Medalha Milagrosa, já passava das 15h e eu ainda não tinha almoçado. Estava chovendo, e eu carregando a bagagem de mão. Decidi entrar na La Grande Épicerie mesmo, que fica coladinha na Capela, e comi uma empanada (não foi um super almoço mas é que eu não tava mais com fome de almoço mesmo).

La Grande Épicerie é conectada ao Le Bon Marché, e foi pra lá que eu fui. Andei bastante pelos vários andares da loja de departamentos e acabei parando mesmo na seção da livraria! Comprei 2 livros novos que acho que serão úteis pra mim.

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Depois dessa comprinha, parei no café Primo Piano que fica coladinho na seção dos livros e pedi o café gourmand deles. Confesso que fiquei decepcionada: dos doces que foram servidos, só o bolinho de chocolate era gostoso. Das outras vezes que fui pra Paris, em todos os lugares onde pedi café gourmand, serviam creme brulée, macarons e um bolinho de chocolate. Mas lá eles serviram uns doces de berries que eu não gosto. Não dá pra acertar sempre na vida né!

Já passava das 16h quando os amigos Guilherme e Thomás foram me encontrar, e, como já tinha parado de chover, ficamos nas mesinhas do lado de fora do café Le Babylone, no melhor jeito parisiense. Pouco depois das 17h, minha querida amiga Rebecca juntou-se a nós. Tomamos café e batemos papinho até 18h30, quando chamei outro uber x pra voltar pro aeroporto (mais 50 euros… ouch de novo!).

Cheguei no aeroporto umas 19h30 e fui pegar o reembolso de imposto das compras que tinha feito na viagem de Portugal e que não tinha aquela agência de reembolso no aeroporto da Grécia. Tava uma fila imensa e só depois das 20h é que eu consegui finalmente passar pela imigração, mas que acabou sendo bem rápida, graças a Deus.

Aproveitei o lounge da Airfrance pra tomar um banho, trocar de roupa e jantar. Depois de um dia inteiro entre aeroportos, avião e passear na rua, poder tomar banho e me trocar antes de entrar no avião foi maravilhoso.

Acho que, numa conexão superior a 6h, em que não seja preciso pegar e despachar bagagem novamente, vale muito a pena dar um passeio pela cidade em que se está! Pode ser que não dê pra fazer muita coisa, mas só de sair do aeroporto já é muito bom! O importante é sempre ficar atento ao tempo de deslocamento entre o aeroporto e a cidade, e também se programar pra chegar de volta ao aeroporto com pelo menos 2h de antecedência, principalmente em voos internacionais.

Os hotéis das nossas férias

Eu confesso: sou muito chata pra escolher hotéis. Há muito tempo que eu acho que, se for pra ter menos conforto do que eu tenho em casa, é melhor nem viajar. Por isso eu sou bem exigente no processo de escolha, e, quando as expectativas não são correspondidas, é bastante frustrante.

Nestas nossas férias, passamos por 7 cidades, com 7 hotéis diferentes reservados via Booking e ainda uma experiência com o Airbnb em São Petersburgo. Quero, então, dividir com vocês nossa avaliação dos hotéis e também do apartamento!

  • Moscou: Ibis Paveletskaya

Eu gosto muito da rede Ibis porque o custo/benefício costuma ser muito justo e a gente sempre sabe o que pode esperar, a localização costuma ser sempre boa, eles tem uma política de solucionar qualquer problema em 15 minutos, os quarto são sempre bem limpos e com piso frio, a cama é muito confortável e o banheiro é sempre decente – e se tem uma coisa com que eu sou particularmente exigente é banheiro.

No Ibis Paveletskaya, não foi diferente: a localização era muito boa, num bairro residencial, com comércio 24h próximo, um Starbucks também bem próximo (e dentro de uma livraria!), perto do metrô e da estação do AeroExpress pro aeroporto Domodedovo.

  • Nice: Ibis Palais du Congres Vieux

Provavelmente o maior quarto de Ibis onde já nos hospedamos! Ficava um pouco distante da orla, mas ainda assim numa distância possível de se caminhar com tranquilidade. Tinha um banco na frente, comércio próximo, e também ficava perto das ruas da cidade velha (Vieux Ville). Também foi fácil ir e voltar andando da Catedral de Notre Dame, que fica na principal rua da cidade.

Nesse Ibis, provamos o café da manhã e gostamos bastante. O preço era justo (10 euros por pessoa) e o buffet era muito farto, com pães e queijos diversos (inclusive pain au chocolat), boa disponibilidade de frios, geléias, sucos, café, capuccino, etc.

O quarto era realmente espaçoso e confortável, embora faltasse cofre (acho que foi a primeira vez que vi um quarto de Ibis sem cofre). O banheiro tinha um tamanho muito bom, e tinha banheira(!) mas não tinha exaustor.

  • Milão: Best Western St George

Muito próximo da estação de trem Milano Centrale, também ficava bem perto de excelentes restaurantes (como já contei no post sobre Milão) e podíamos ir a pé para todas as principais atrações turísticas da cidade. A localização também era muito conveniente para compras: era fácil de ir e voltar do quadrilátero da moda a pé. Outra coisa importante da localização deste hotel pra gente foi a proximidade de uma lavanderia de serviço rápido e com preço bom (12 euros pra duas máquinas de roupas).

Este hotel é 4 estrelas, e o café da manhã estava incluído na diária. Embora o ambiente do restaurante fosse um pouco decadente, o buffet era farto e tinha diversas opções para nos manter devidamente nutridos na primeira refeição do dia, inclusive croissants saborosos e bolos diversos. Também estava incluído na diária um chá da tarde com bolo, servido entre 16h e 18h.

O quarto não era enorme, mas tinha um tamanho bom o suficiente para nos locomovermos tranquilamente mesmo com as malas no chão. O banheiro era ótimo, e tinha até lugar pra pendurar pequenas peças de roupa que lavei. A TV do quarto também era bem grande e tinha SKY. A cama foi provavelmente uma das melhores da viagem, e a cortina também era eficiente.

  • Berlim: Novotel Am Tiergarten

Este Novotel tem 2 principais pontos importantes: era colado na estacão de S-Bahn Tiergarten (só precisávamos literalmente atravessar a rua), e o quarto era IMENSO. O nosso quarto era da categoria mais simples e tinha sala de estar separada do quarto, e o quarto em si já era enorme (acho que dava até pra andar de bicicleta lá dentro). E olha que foi um dos hotéis mais baratos da viagem (pelo que vimos, os preços de hotéis em Berlim geralmente são muito bons!)!

A limpeza era também impecável. O hotel também disponibilizou pantufas e roupões para nosso conforto. Nós também testamos o serviço de quarto e foi ótimo: pedimos algo que não estava no menu (frango grelhado com purê de batata, porque eu não tava passando muito bem), e prontamente fizeram e entregaram em pouco tempo.

Mas nem tudo são flores e tivemos uma surpresa ruim quando chegamos no nosso quarto: o banheiro era dividido. Em vários lugares da Europa, eles fazem um toalete separado da casa de banho (em bom português: um cômodo pra privada com uma pequena pia, separado de onde fica o chuveiro com outra pia – e, no caso deste Novotel, tinha também banheira neste cômodo). Isso é uma coisa que eu detesto: pra mim é muito importante que esteja tudo no mesmo cômodo. Este não foi o primeiro hotel europeu onde vimos isso, mas vou lutar ainda mais nas próximas pesquisas das próximas viagens para que isso não se repita.

  • Praga: Green Garden Hotel

Achei este hotel super charmoso, e com uma localização interessante para quem precisa se distanciar um pouco da agitação de uma cidade que recebe turistas demais. Dá pra ir andando do Green Garden para a cidade velha (levamos cerca de 20 a 25 minutos, dependendo principalmente do calor), ou usar o transporte público (linha 22). Nós optamos por caminhar, então nem testamos o transporte público, mas nos pareceu eficiente.

O café da manhã também estava incluído neste hotel, e era excelente. O buffet tinha opções várias de frios, bons pães, geléias, sucos, etc. Além das opções do buffet, era possível pedir suco fresco e também drinks matinais.

O quarto não era imenso, mas era bastante espaçoso. O banheiro era realmente bom, e também tinha espaço pra secar alguma pecinha de roupa que lavamos. A lavanderia mais próxima ficava a uns 15 minutos de caminhada.

Uma outra coisa que achei super positiva deste hotel foi o ótimo restaurante com preços justíssimos: das nossas 3 noites em Praga, jantamos no hotel em 2 delas. O restaurante tem um menu extenso, e os preços estavam na média da maioria dos restaurantes a que fomos. Tem hotel que abusa nos preços dos seus restaurantes, o que pode ser um pesadelo se você tá cansado de andar o dia inteiro e só quer comer alguma coisa rápida antes de dormir – e este não foi o caso, graças a Deus. Em Praga, jantar no hotel foi para nós um alívio, pois não nos obrigava a ficar ainda mais tempo andando no calor e no meio da multidão.

O ponto negativo do Green Garden foi a ineficiência da cortina: o sol tá nascendo bem cedo por estas bandas, e eu acordava todo dia por volta das 6am com a luz toda na minha cara.

  • Viena: Leonardo Hotel Vienna

Este foi outro hotel com localização excelente: muito muito próximo a duas estações de metrô, e colado na principal rua comercial de Viena. Isso facilitava muito a locomoção e também nossos jantares, pois não precisávamos ir muito longe pra comer bem.

O quarto também não era imenso, porém confortável e muito limpo, e o banheiro era bem bom. Eu não me dei muito bem com o travesseiro deles, mas isso provavelmente se deve à minha coluna sofrida.

O café da manhã não estava incluído: custava 13 euros por pessoa e nós não testamos. Este hotel também cobra pelo Wi-Fi (7 euros por 24h de conexão), porém se você se cadastrar no programa de fidelidade deles, a internet é gratuita. Infelizmente nós só descobrimos isso depois de já termos pago por 48h de acesso, mas antes tarde do que nunca, né?!

A gente não conhecia a rede Leonardo, mas descobrimos que eles tem hotéis espalhados pela Europa e também em Israel; certamente consideraremos a possibilidade de nos hospedarmos novamente em outros hotéis da rede.

  • Moscou: Sukharevsky Design Hotel

Nós só dormimos uma noite neste hotel, e o escolhemos principalmente pela proximidade da estação de trem Leningradskaya, de onde sairíamos cedo para São Petersburgo. O hotel também fica próximo à estações de metrô, o que facilita o acesso à qualquer parte da cidade.

O quarto era bem espaçoso, embora tenham nos dado um quarto com 2 camas de solteiro ao invés da cama de casal. O banheiro era imenso, e ofereciam também roupões e chinelos. O café da manhã não estava incluído, mas também provavelmente não teríamos tempo de desfrutar, já que nosso trem pra Peter partia 07h40 da manhã.

O ar condicionado do quarto não estava funcionando, o que não foi realmente um problema porque estava bem fresco em Moscou (de noite fez 12C!). A cortina também seria um problema caso tivéssemos mais tempo para dormir, já que ao acordarmos as 5 da manhã já estava super claro.

Nosso trecho de São Petersburgo ficou pra ser decidido de última hora e, quando fomos procurar hotéis, os preços estavam surreais. A solução foi recorrer ao Airbnb! Eu nunca tinha usado o Airbnb e pesquisamos com cuidado o apartamento em que gostaríamos de ficar.

Nossa escolha foi um apartamento na rua Zhukovskogo, e ficava bem próximo de algumas das principais atrações da cidade, como a Catedral do Sangue Derramado, Igreja de Nossa Senhora de Kazan, Dom Knigi, etc. Também podíamos ir caminhando até o Forte, o Aurora ou o Hermitage, embora sejam caminhadas um pouco mais longas.

Na mesma rua do apartamento encontram-se farmácias, restaurantes diversos (hamburgueria, vietnamita, indiano, etc) e também mini-mercados 24h. No banheiro tinha máquina de lavar/secar, e foi disponibilizado também um varal. A cozinha é funcional e o apartamento é espaçoso o suficiente.

Os pontos negativos foram: as cortinas não escurecem o quarto nem a sala (e nós estávamos lá justamente nas noites brancas, então os cômodos ficam completamente iluminados 24 horas por dia); o apartamento fica no 4º andar de um prédio que tem só escadas (escada pra mim é a pior coisa da vida, porque eu tenho a dor crônica no tornozelo direito e demoro muito pra descer; subir também é difícil por conta da asma, mas descer é um verdadeiro martírio) e nós deixamos essa informação escapar quando estávamos reservando; a cama e os travesseiros não são muito confortáveis, e a roupa de cama parecia muito antiga, com algumas manchinhas.

No todo, a experiência com Airbnb foi positiva e não descartamos a possibilidade de usarmos novamente o site para encontrar acomodações em nossas próximas viagens – mas teremos que ser ainda mais cuidadosos com a escolha.

Passeando em Cannes

Domingo nós aproveitamos mais um dia de sol na Côte d’Azur para conhecer Cannes! 


Pegamos o trem 13h na estação de Nice e chegamos em Cannes 47min depois – mas estes 47min passam rapidinho porque o caminho é todo por praias belíssimas, e a gente fica tão encantado que nem vê o tempo passar! O bilhete de trem (ida e volta) custou 15€ por pessoa. 


Chegando em Cannes, fomos direto ver o Palácio do Festival e a calçada da fama deles. As estruturas do festival ainda estão sendo desmontadas, e foi inevitável não sentir um pouquinho de vontade de ter ido pra lá durante o festival! 


Em seguida, andamos um pouquinho pela orla, até irmos para a cidade velha, onde escolhemos almoçar pizzas!


Depois do almoço, andamos mais um pouquinho pela cidade velha, caminhamos até o porto, tomamos sorvete à beira mar, e aproveitamos o belo dia de sol. 

Como estávamos exaustos do passeio por Montecarlo, não nos forçamos muito e já voltamos pra Nice pouco antes das 18h. Foi um passeio rapidinho, porém deu pra ver in loco o charme vintage da cidade que recebe o grande festival de cinema! 

Um dia caminhando por Nice

Nosso segundo destino das férias é a Côte d’Azur! Viemos pra Nice encontrar os mais do que amados Gabriel e Leonardo e estamos aproveitando muito os dias de sol, calor e céu azul! Isso aqui parece um sonho!


Ontem passamos o dia inteiro caminhando por Nice, e conhecemos os principais pontos turísticos da cidade.  


Começamos o dia tomando café da manhã no Le grand café de Lyon à Nice, já aproveitando o sol e matando a saudade. A formule do café da manhã custava €11, com direito a suco, bebida quente, geleia, manteiga, croissant ou pain au chocolat, e baguette ou torradas. Depois, saímos caminhando em direção à Promenade des Anglais.

A “Sapucaí” de Nice! É nessa rua onde acontece o carnaval de Nice, inclusive a tradicional batalha das flores. 


Almoçamos na Vielle Ville, no restaurante La claire fontaine, que tem um menu apetitoso com preços justos (o prato mais caro foi €14). 

A Vielle Ville é cheia de restaurantes, bares e lojinhas charmosas nas suas pequenas ruas! 


Depois do almoço, continuamos explorando a Vielle Ville, e subimos até o Château de Nice para ver as ruínas. De lá de cima, vários mirantes proporcionam vistas (e fotos!) incríveis da cidade. 


No fim da tarde, aproveitamos o happy hour no Lou Pastrouil, e jantamos bem mais tarde no Le café des chineurs, optando por uma tábua de frios pra acompanhar o Aperol Spritz. 


Aqui em Nice tá anoitecendo bem tarde mesmo e, com o calor, a gente perde completamente a noção da hora. É ótimo pra aproveitarmos bastante o dia!!