Nos seus aniversários, quem sempre apagava as velinhas era eu. Você me pegava no colo quando eu ainda não alcançava a mesa e fazia questão de que eu as assoprasse com bastante força.

Tem tanto de você em mim quanto eu acho que um pai poderia querer: herdei de você todas as alergias respiratórias possíveis e imagináveis, aperfeiçoando algumas delas pra reagir a coisas que, pra todas as outras pessoas, são normais. A cada crise de sinusite, rinite, asma ou bronquite, a minha origem é evidente e inegável.

De tantos “tá chegando?” que eu já falei nessa vida, agora é “tô chegando!” o que eu mais ouço. Ainda bem! As “saudades do estômago” são grandes, mas muito maior é a saudade de reunir nossa família.

Feliz aniversário, papaizinho querido do meu coração!

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