dose dupla de Adam Levine + o aniversariante do dia

hoje é aniversário do Dave Grohl, o cara mais irado do universo, mas o Maroon 5 zerou a internet com o clipe do novo single do álbum “V”. a música escolhida – Sugar – ganhou o clipe mais fofo e surpreendente possível, e eu tô aqui há um tempão emocionadíssima com as imagens e pensando qual seria a minha reação se acontecesse uma coisa dessas comigo:

se foi tudo armado ou não, pouco me importa. a simples ideia do Maroon 5 invadindo um casamento pra tocar de surpresa já me deixou toda emotiva e imaginativa. acho incrível quando uma música que eu curto ganha um clipe legal assim! amei, amei, amei! (principalmente depois do clipe de “Animals”, que é uma música que eu adoro, mas não suporto ver o clipe!)

aí em seguida eu acabei achando esse vídeo do Adam no Jimmy Fallon e morri de amores mais ainda, além de morrer de rir:

e, na onda da fofura, pro Dave não ficar triste nem com ciúmes, a minha música querida na minha versão favorita ❤

pompeii e suas versões bacaninhas

Se teve uma música que eu ouvi muito em 2014, e que me empolgou todas as vezes que ouvi, foi essa: Pompeii, da banda Bastille. Gostei da batida, gostei da letra. Mesmo quando tô ouvindo o CD da banda, é essa música que mais me empolga, é a que fica no repeat mais vezes.

Nos últimos dias, acabei ouvindo duas versões da música que curti bastante, então resolvi guardar aqui!

A primeira foi cantada no The Voice pelos Top 20 na final do programa. O vídeo não tá muito bom, mas foi o único que achei ):

A segunda foi essa versão de GLEE! Tinha muito tempo que não empolgava de baixar uma versão deles, parei mesmo de acompanhar a série da 3ª pra 4ª temporada… Mas a versão deles pra essa música ficou muito bacana!

E é isso, gentes. Se eu achar alguma outra, atualizo o post. Ou então deixa nos comentários aí! (;

Sonic Highways

Em meio a dias SUPER corridos, um lançamento que tá me fazendo ~pirar o cabeção~: Sonic Higways, o novo disco dos Foo Fighters!

Eles começaram liberando 3 faixas em 3 momentos diferentes nos últimos meses, e eu ficava mais ansiosa a cada nova música pra ouvir o disco inteiro. Something from Nothing me deixou viciada desde a primeira vez que ouvi, curti bastante The Feast and the Famine (me lembrou a fase de The Colour and the Shape), e amei Congregation como não amava uma música há algum tempo.

Aí segunda feira saiu o álbum novo e eu fiquei encantada com o que ouvi. E tô ouvindo. E tá no repeat. E tá no iPod, no computador, e em tudo o que tô fazendo. E Sonic Highways tá embalando a minha semana corrida, a minha semana atribulada, a minha semana que começou em Brasília, continua em Niterói, e terminará em Brasília.

Além de Something from Nothing e Congregation, ganharam 5 estrelas na minha biblioteca musical What Did I Do?/God as My WitnessIn the ClearSubterranean e I Am a River. Ou seja: de um álbum com 8 músicas, 6 foram direto pra minha lista de favoritas. Deu pra sentir o amor, né?!

Agora deixa eu correr aqui que essa quarta feira ainda tem que render muito – e, é claro, ao som de Sonic Highways!

quem é vivo…

É, eu sei, tô meio sumida. Tô devendo ainda o relato das ~peripécias~ do carnaval, mas, depois que a folia acabou, tudo ficou meio atropelado na minha vida.

Foi um tal de fazer dissertação e comprar mais livro e ler mais livro e estudar mais e sentir dor no tornozelo e procurar mais fontes pra dissertação e escrever mais dissertação e mandar email pro orientador e não ser respondida e continuar escrevendo e continuar colocando gelo no tornozelo e ir atrás de angiologista e escrever mais um pouquinho que – ufa! – só agora deu pra sossegar e “lembrar” do ~brógui~.

Então. O carnaval foi – é claro – maravilindo. Duas noites de Sapucaí – uma da Série A e outra do Grupo Especial -, e as melhores companhias do mundo. Não rolou de ir nos desfiles da Segunda Feira, então assistimos pela TV mesmo. Fiquei um tantinho chateada, é claro, mas o meu tornozelo e essa veia safena super inchada agradeceram o “repouso”.

trio na primeira noite de desfiles da Série A xD

trio inseparável na primeira noite de desfiles da Série A xD

a melhor companhia do mundo <3

a melhor companhia do mundo ❤

No meio do carnaval rolou um aniversário entre amigos, e também um almocinho relax no Gula Gula da Lagoa. Na quarta feira de cinzas, o Felipe voltou pra Brasília cedinho, e eu assisti a apuração pela TV e fiquei mandando pelo whatsapp os resultados a cada quesito apurado hehehe (#tradições).

Como já falei, desde o fim do carnaval tô envolvida completamente com a dissertação e também com a safena inchada. Ganhei óculos de grau novos (dois! lindos! musos! maravilhosos! tô apaixonada), e tô comendo pra caramba. Fiquei sem fazer nenhum exercício físico mais de 2 semanas e engordei meio quilo. Faz parte. Ontem tentei correr um pouco, mas o tornozelo dói muito. Corri por 15 minutos, foi o que eu aguentei.

Quero ir ao cinema. A última vez que fui ao cinema foi no dia 09, ou seja, já tô há 10 dias sem fazer o meu ritual favorito. Assisti “Walt nos bastidores de Mary Poppins” ou, como eu prefiro, “Saving Mr. Banks”. Foi lindo, chorei. O Tom Hanks deu um bom Walt Disney. Eu tenho saudade do Walt Disney como se ele fosse uma pessoa da minha família.

Coloquei o PS3 no meu quarto, porque foi comprado aqui pra casa uma tv nova de 55″ pra sala, que veio com um blu-ray. Aí a tv de 42″ foi pro meu quarto, e o PS3 acompanhou a mudança. Minha vida meio que acabou a partir daí porque, quando não tô dissertando no quarto de estudos, tô enfurnada no meu quarto jogando video game ou então vendo filmes.

Se me perguntarem as manchetes dos jornais, vou responder que não sei, sem a menor culpa. #projetofoco tá bombando – e não, eu não tô falando em perda de peso, tô falando da dissertação mesmo.

os melhores discos de 2013

Um dos primeiros posts do Geek Land listou os melhores filmes geek que chegaram (ou chegariam) aos cinemas em 2013, de acordo com a minha humilde opinião. E hoje eu vou contar pra vocês quais foram os meus 10 discos favoritos nesse ano. Afinal, já é Natal na Leader Magazine já é dezembro, e acho que já dá pra fazer um balanço razoavelmente justo. Vou falar pra vocês que, pra mim, foi bem difícil fazer essa listinha resumida – e, mais, elencar os álbuns numa ordem justa de preferências! Mas vamos lá:

10- What About Now – Bon Jovi

O 12º álbum da banda de New Jersey foi criticado negativamente por muita gente, mas eu achei bacana. Sim, Bon Jovi é uma banda um pouco cliché (e deu pra perceber isso claramente no Rock in Rio, abarrotado de gente que conhecia apenas os hits mais populares da banda), mas dá pra notar nesse álbum as raízes do rock n’ roll da década de 1980. Destaque para ‘Because We Can‘, ‘The Fighter‘, e para aquela que dá nome ao álbum.

9- Native – OneRepublic

O 3º álbum de estúdio entrou nessa lista por motivos de: ‘Counting Stars‘. OneRepublic não é uma das minhas bandas favoritas, mas vez e outra eles lançam umas músicas que merecem 5 estrelas no meu iTunes e acabando tocando no repeat por horas na minha vida. Gostei tanto dessa música que acabei ouvindo o álbum todo, e gostei também de ‘If I Lose Myself‘ e ‘Feel Again‘.

8- Mechanical Bull – Kings of Leon

Tinha muito tempo que eu esperava por um disco do Kings of Leon que me fizesse ter vontade de gritar as canções da banda a plenos pulmões como eu faço com ‘Use Somebody‘, embora eu tenha curtido bastante o álbum “Come Around Sundown“. Destaque para ‘Supersoaker‘, ‘Comeback Story‘, ‘Rock City‘, e ‘Don’t Matter‘.

7- To be Loved – Michael Bublé

A voz suave de Michael Bublé, combinada à músicas cheias de sentimento, faz desse um disco perfeito. O disco conta com a participação de Bryan Adams em ‘After All‘, Reese Witherspoon em ‘Somethin’ Stupid‘, Naturally 7 em ‘Have I Told You Lately That I Love You‘, e The Puppini Sistes em ‘Nevertheless (I’m In Love With You)‘. Destaque também para ‘To Love Somebody‘, ‘Who’s Lovin’ You‘, ‘Come Dance With Me‘, ‘To Be Loved‘ e, claro, ‘You’ve Got a Friend in Me‘.

6- AM – Arctic Monkeys

Com uma batida intrigante, o 5º álbum dos Arctic Monkeys parece ter sido gravado por 4 caras que gostam de improvisar música na garagem de casa. E é isso o que sempre mais me atraiu no som do Arctic Monkeys: essa coisa crua que tem no som deles. O álbum conta com participações especiais de Josh Homme, Bill Ryder-Jones, e Pete Thomas. Lançado em setembro, esse álbum foi nomeado para diversos prêmios em 2013, ganhando o Q Awards de melhor faixa para ‘Do I Wanna Know?‘. ‘One for the Road‘, ‘Mad Sounds‘, ‘Fireside‘, ‘I Wanna Be Yours‘, e ‘Why’d You Only Call Me When You’re High?‘ merecem atenção em um álbum tão bom que é difícil escolher poucos destaques.

5- Comedown Machine – The Strokes

Eu tinha perdido um pouco a fé nos Strokes depois de Angles. Na verdade, o First Impressions of Earth já tinha me deixado um pouco desanimada, ainda que tenha algumas faixas que eu ame de paixão. Mas Comedown Machine ~restaurou a minha fé~ e me fez reconhecer os Strokes que eu gostava tanto no início dos anos 2000. A minha favorita é ‘80s Comedown Machine‘, mas ‘One Way Trigger‘, ‘All the Time‘, e ‘Call It Fate, Call It Karma‘ também merecem destaque.

4- The 20/20 Experience 2 of 2 – Justin Timberlake

Parte da The Complete Experience, o 2º álbum de inéditas lançado em 2013 por Justin Timberlake é totalmente excelente. Sim, ele lançou dois álbuns de inéditas em um mesmo ano, depois de 7 anos de jejum. Qual não foi a minha surpresa quando eu soube!! Em setembro, o “príncipe do pop” trouxe a sua batida inconfundível para um álbum maravilhoso, que tem uma característica que eu amo: a continuidade. Parece que uma música foi perfeitamente pensada para continuar a outra. Além disso, as músicas são enormes (‘Gimme What I Don’t Know (I Want)‘ é a menor delas, com 5min31seg), cheias das melhores referências possíveis. Destaque para ‘True Blood‘, ‘TKO‘, ‘Take Back the Night‘, ‘Drink You Away‘, e ‘Only When I Walk Away‘. Ah, sim, e eu vou me arrepender muito a vida inteira de não ter ido no Rock in Rio no dia do show do Timberlake (sim, isso seria contra os meus princípios, mas pelo Justin eu deveria ter quebrado as minhas regrinhas).

3- The 20/20 Experience – Justin Timberlake

Sim, Justin Timberlake não só lançou dois álbuns de inéditas em um mesmo ano, como os dois entraram nessa listinha de top 10. Acontece que a ~parte 1~ da “experiência”, lançada em março, é, na minha opinião, ainda melhor do que a segunda, por motivos de: eu esperei muitos anos por um disco de inéditas do Justin, e aí ele lança um disco que é redondinho do início ao fim, cheio de músicas que mereceram 5 estrelas no meu iTunes. É por isso que esse álbum é mais do que top 10, é top 3 em 2013! Eu tinha uma expectativa muito alta depois do Futuresex/Lovesounds, que é um dos álbuns que eu mais gosto na vida, e todas elas foram superadas pelo The 20/20 Experience – aliás, The Complete Experience superou qualquer expectativa que eu tinha. Esse álbum tem a mesma continuidade entre as músicas do 2 of 2, e as faixas ‘Pusher Love Girl‘, ‘Suit & Tie‘, ‘Don’t Hold the Wall‘, ‘Tunnel Vision‘, ‘Spaceship Couple‘ e ‘Let the Groove In‘ me fizeram lembrar o quanto eu sempre fui apaixonada pelo “príncipe do pop”, com orgulho e com amor. Aí eu ouvi ‘Mirrors‘ e eu já não sabia mais o que fazer da minha vida, porque essa música me emociona de um jeito que eu nem sei explicar.

2- Paradise Valley – John Mayer

Imagina a situação: você é muito muito fã de um cantor/compositor há mais de uma década e ele, de repente, descobre que tem um tumor na garganta. Eu simplesmente surtei quando soube que o John, o meu John, tava nessa situação em 2011. Esse tumor, inclusive, atrasou o lançamento do álbum Born and Raised em alguns meses. Quando Paradise Valley saiu, eu mal podia esperar pra ver (ouvir) o que o meu John tinha escrito pra mim (sim, eu falo dele com essa propriedade mesmo, é meu e pronto!), e todas as minhas expectativas tinham sido superadas. Ok, eu sou um tanto suspeita, mas eu me apaixonei por TODAS as faixas desse disco na primeira vez que eu ouvi. A vontade era dar 5 estrelas pra todas no iTunes, e comprar várias cópias do disco, pra deixar uma em cada canto e poder ouvir o tempo todo. É esse o disco que eu escolho pra ouvir quando tô estressada por causa da dissertação e/ou do mestrado, e também quando tô feliz. ‘Wildfire‘, ‘Dear Marie‘, ‘Waitin’ on the Day‘, ‘Paper Doll‘, ‘I will be found (Lost in the Sea)‘, ‘You’re No One ‘Til Someone Lets You Down‘, e ‘Badge And Gun‘ são absolutamente maravilhosas. Thank you, John; thank you.

1- Lightning Bolt – Pearl Jam

Em qualquer outra circunstância, quem ocuparia o 1º lugar nessa lista seria John Mayer com seu Paradise Valley, porque, né, é o John Mayer. Na verdade, John reinava soberano no topo da lista até que chegou outubro e, com ele, esse disco maravilhoso do Pearl Jam. E aí eu vi que eu era obrigada a eleger Lightning Bolt o melhor disco de 2013. A atmosfera densa do disco e faixas como ‘Mind your Manners‘, ‘Infallible‘, ‘Pendulum‘, e ‘Let the Records Play‘ me fazem ter certeza de que esta é a escolha certa. E, como se não bastasse, ‘Sirens‘ foi eleita não só uma das minhas músicas favoritas de 2013, mas uma das minhas músicas favoritas da vida pra sempre. Eu ouço essa música repetidas e incontáveis vezes seguidas, e ouço o álbum incontáveis vezes. É muito amor, muito amor mesmo. Esse é um daqueles discos pra se ouvir por muitos e muitos anos sem perder o encanto pelas notas cruas e raivosas que soam tão maravilhosas por conta do brilhantismo de Jeff Ament, Stone Gossard, Mike McCready, Matt Cameron, e, é claro, do muso maior Eddie Vedder. Eddie pode ter cortado os cabelos, mas o seu charme, o seu garbo e a sua elegância permanecem os mesmos.

Trilhas sonoras de games

Uma boa trilha sonora faz a diferença. Em filmes isso é bastante claro. Senhor dos Anéis, do Peter Jackson, dificilmente seria tão épico sem a fantástica trilha composta por Howard Shore.

Nos videogames, não é diferente. Uma boa trilha nos indica perfeitamente o tom que o jogo está querendo transmitir naquele momento. Considerando os games enquanto uma forma de arte interativa, onde precisa-se de uma participação ativa – e não contemplativa – do jogador, uma música bem casada faz toda a diferença na experiência e imersão.

Peguemos o exemplo da série Resident Evil. Trabalhando com uma temática mais sombria, o jogo foi um dos pilares do terror nos videogames. E sua trilha não ficava para trás. Para quem é fã da série, ouvir essa música gera uma sensação de alívio e segurança, pois era dos únicos momentos do jogo onde estávamos, de fato, a salvo da horda de zumbis.

Pensando nisso, selecionei 5 indicações de trilhas sonoras de games que são, na minha opinião, marcantes. A escolha é totalmente pessoal e sei que existem trilhas muito melhores, mas fica de dica para quem quiser se aventurar nesse particular mundo musical.

Shadow of the Colossus: Roar of the Earth

Shadow of the Colossus, na minha humilde opinião, foi o melhor jogo da geração 128 bits e um dos 10 melhores jogos já feitos em toda a história dos videogames.

Partindo de uma premissa bastante simples – você tem que matar 16 chefões do tamanho de titãs -, o jogo encanta por sua beleza, inovação, diversão e alto valor artístico.

Composta por Kow Otani, a música do jogo alterna momentos de completo silêncio – nos campos à caminho da batalha com algum colosso – com momentos onde a música simplesmente explode.

Sonic the Hedgehog 2 Soundtrack

Uma homenagem à nostalgia. É isso que é a trilha de Sonic 2.

Para quem, como eu, passou sua infância jogando Mega Drive, essa trilha é um retorno ao melhor da vida.

Pautada em músicas simples – devido às limitações técnicas da época -, Sonic 2 encanta pelo seu caráter chiclete. Você não precisa ser um especialista em música ou trilha sonora para saber quando uma música é do game.

A trilha foi composta por Masato Nakamura, que já havia feito a trilha do primeiro jogo da série Sonic.

Chrono Trigger Original Sound Version

O jogo que estou jogando atualmente – sim, sou um herege.

Considerado por muitos como o melhor RPG já feito para videogames, Chrono Trigger foi a união de mentes brilhantes japonesas no chamado “Dream Team” da Square (hoje Square Enix): Hironobu Sakaguchi (criador da série Final Fantasy), Yuji Horii (criador da série Dragon Quest) e Akira Toriyama (criado de Dragon Ball e Dragon Ball Z).

A trilha ficou a cargo de Yasunori Mitsuda – que compôs a vasta maioria – e Nobuo Uematsu – compositor das trilhas de Final Fantasy e que fez 10 canções após o primeiro contrair uma úlcera durante o projeto.

Fica o destaque para Frog’s Theme – vídeo no post – e Wind Scene.

The Last of Us (Video Game Soundtrack)

O melhor jogo da última geração de videogames. Simples assim.

The Last of Us conseguiu reformar um tema batido – o apocalipse zumbi – nos videogames do mesmo modo que The Walking Dead fez na cultura pop como um todo.

Com uma dublagem – original, diga-se de passagem – digna de uma animação da Pixar, o jogo mais parece um roteiro de cinema tamanho seu realismo. Tratando de temas muito humanos, como a solidão, o medo e sobrevivência, o jogo é um exemplo de como jogos devem, sim, ser considerados como arte.

A trilha é composta por Gustavo Santaolalla, vencedor de duas estatuetas do Oscar – Brokeback Mountain e Babel.

Aqui, diferentemente de Resident Evil, por exemplo, a música tem um foco mais melancólico do que propriamente horror. De fato, classificar Last of Us enquanto horror não me soa algo adequado. A mistura de violão e percussão cai extremamente bem ao jogo e o confere todo o ar triste que a experiência exige.

The Legend of Zelda 25th Anniversary

Falar de Zelda é chover no molhado. Melhor jogo já feito, melhor série já feita, trilha sonora impecável. É tanto hors concours que nada que eu fale vai ser novo ou inovador.

Fica então minha sugestão de um excelente álbum lançado junto com um dos últimos games da série, Skyward Sword. Intitulado The Legend of Zelda 25th Anniversary, a trilha é uma composição do que Koji Kondo – compositor original das trilhas da série – chamou de “as melhores melodias da série The Legend of Zelda”.

Um álbum curto, simples, mas ímpar. Para um fã da série, um prato cheio.

cineminha de terça feira: Os Suspeitos

Cheguei em Niterói de Brasília hoje e já fui direto pro cinema (e fazer gordice, é claro) com os meus amigos. O filmes escolhido foi o suspense Os Suspeitos e, de tão tenso, acabei de chegar em casa e sei que não vou conseguir dormir tão cedo (#soudessas). Não me levem a mal: eu adoro suspenses. Mas eu procuro sempre assisti-los cedo, que é pra não atrapalhar o meu soninho sagrado. Como hoje essa regrinha foi quebrada, a solução é vir logo escrever sobre esse filme tenso e muito massa.

A história é a seguinte: Keller Dover (interpretado por Hugh Jackman) leva uma vida feliz ao lado da esposa e dos filhos. Um dia, a família visita a casa de Franklin (Terrence Howard) e Nancy Birch (Viola Davis), seus grandes amigos. Sem que eles percebam, a pequena Anna (a filha pequena de Keller, interpretada por Erin Gerasimovich) e Joy (Kyla Drew Simmons), a filha dos Birch, desaparecem. Desesperadas, as famílias apelam à polícia e logo o caso cai nas mãos do detetive Loki (Jake Gyllenhaal). Não demora muito para que ele prenda Alex (o ótimo Paul Dano), que fica apenas 48 horas preso devido à ausência de provas contra ele. Na verdade, Alex tem o QI de uma criança de 10 anos e, por isso, a polícia não acredita que ele esteja envolvido com o desaparecimento. Entretanto, Keller está convicto de que ele tem culpa no cartório e resolve sequestrá-lo para arrancar a verdade dele, custe o que custar.

Em 2h33min de projeção, o filme é marcado pelo conflito entre a justiça dos homens e a justiça de Deus. O personagem de Hugh Jackman, excelente em seu papel, é um homem extremamente religioso, e um pai dedicado, mas que começa a tomar atitudes condenáveis e muito violentas com o intuito de salvar e encontrar a sua filha. O dilema é complicado, e revela uma grande sabedoria na condução da história do filme: nós nos identificamos e torcemos por um personagem que tortura e se torna cada vez mais bárbaro, porque é um pai corajoso que quer salvar sua filha. Quando bota criança no meio, sempre fica mais complicado, e todas as nuances fazem diferença.

Jake Gyllenhaal também dá um show de interpretação no papel do detetive Loki, com um ~tique nervoso~ que o faz piscar os olhos muito rápido, com tatuagens em formas de símbolos espalhadas pelo corpo, e outros elementos de personalidade que revelam o seu caráter obsessivo e de profissional dedicado.

Não me lembro de ter visto um filme nesse gênero com essa extensão (as 2h33min passam voando), pelo menos recentemente, que conseguisse prender a atenção do espectador o tempo inteiro, sem perder o ritmo e conseguindo mostrar tantas reviravoltas que influenciam no entendimento da história. A atenção, aliás, é fundamental para que nenhum aspecto da história escape ao espectador, enquanto montamos o quebra-cabeça que deverá solucionar o mistério do sequestro das meninas.

Embora alguns elementos não fiquem muito bem resolvidos (como a simbologia do labirinto, presente no poster de divulgação e em tantos outros momentos da história), o filme revela uma trama sombria, com homens e mulheres marcados pelo pecado e pela controvérsia, ao invés de mostrar a moral e os bons costumes dos personagens incorruptíveis característicos dos suspenses hollywoodianos. E é isso que surpreende o expectador.

Como um bom suspense, a cada segundo, parece emergir um novo suspeito possível. Na minha cabeça, até as opções mais impossíveis, em algum momento, pareceram plausíveis. Ainda assim, as revelações finais foram surpreendentes, o que demonstra a sabedoria do diretor Denis Villeneuve ao conduzir a trama.

Ao longo do filme, notamos que um silêncio incômodo paira em toda a história. Este silêncio fala. E muito. Este silêncio fala sobre os arranjos que, em nome de Deus e da verdade, os homens e as mulheres fazem para construírem a sua própria noção de justiça.

Mothafocka GTA is in da house!

–       What do you want, Michael?

–       I don’t know, I want something that isn’t this. But at the same time, I really want the other stuff too.

Eu tinha uns 13 anos quando joguei GTA III pela primeira vez.

Cheguei da escola trazendo na mochila o CD-Rom de instalação do jogo que havia pego emprestado com um amigo. Nas suas palavras, “aquele era o melhor jogo já feito na história dos videogames dos últimos tempos”. Assim mesmo, com todas as hipérboles que tinha direito.

Liguei meu computador, deixei o jogo fazer sua instalação de praxe e esperei. Como quem esperava uma encomenda dos correios ou uma cartinha de amor – não me julguem, eu tinha 13 anos. Amor não era importante naquela época. Até que o Windows apitou o fim e o jogo, enfim, começou.

Precisei de exatos 5 minutos em Liberty City. Foi o tempo suficiente para que eu tivesse a minha primeira morte no jogo, em decorrência de um conflito com a polícia que por sua vez se deu em decorrência de eu ter dado um tiro em um transeunte na rua. E o que aquela pobre pessoa virtual tinha me feito de ruim? Nada, eu só quis mesmo.

Gta3-pc-police

Liberty City at its maximum!

Grand Theft Auto nunca foi só um jogo. Era uma parada, um negócio pesado, no melhor linguajar popular. Diferente de quase tudo que havíamos vivido em termos de videogames, GTA jogava com uma experiência diferente: não havia fases, chefões, labirintos. No lugar do modelo padrão de jogos, a Rockstar te oferecia algo maior: liberdade de escolha.

GTA III, até hoje, foi o ápice dessa liberdade. Seus gráficos em 3D permitiam algo ainda inédito nos videogames: somar a liberdade inerente ao tema do jogo com um nível de realidade até então não visto. Era a fórmula do sucesso.

E aquele belo dia de meus trezes anos foi inteiramente consumido por Liberty City. Só não vairei a madrugada porque minha mãe, sempre sábia, me obrigou a estudar com meia dúzia de esporros.

Passada a catarse de matar pessoas na rua, enfrentar a polícia e destruir carros, zerei o jogo em não mais que uma semana, um tempo até rápido. E até hoje nunca esqueci de Liberty City.

GTA V

Desde aqueles 13 anos se passaram 11 anos. E de lá pra cá foram muitos jogos, acúmulo de idade e alguns outros GTA’s: Vice City, San Andreas, versões para portáteis, IV, até que finalmente chegamos ao atual: Grand Theft Auto V.

O jogo foi lançado no dia 17 de Setembro último. Vendeu, em 24 horas, mais de 800 milhões de dólares. A versão tupiniquim chegou dois dias mais tarde, dia 19.

Comprei o jogo no dia do lançamento. Cheguei na loja e percebi que não era o único “louco” pelo jogo: vi adolescentes, pessoas da minha idade, mães e até mesmo executivos de terno e gravata ansiosos na fila com o jogo na mão.

Trabalhar? Só depois de GTA...

Trabalhar? Só depois de GTA…

O hype se procriava na internet: fotos em redes sociais da capa do jogo acompanhados de piadas como “É o fim da minha vida” se tornaram figurinha carimbada nos dias que se seguiram. Veículos não muito versados em videogames eram obrigados a dar atenção ao que, naquele momento, se tornava o maior empreendimento de entretenimento da história, superando blockbusters como os Vingadores (2012) e Avatar (2009).

As crescentes notas máximas nos mais diversos portais especializados garantiam a excelência de público e crítica – algo que no videogame costuma ser comum, diferente de outras artes. E com isso chegávamos a cabal pergunta: por que GTA é o que é?

A resposta talvez pareça simples, mas a mesma desde a terceira edição da série: liberdade.

O que que eu vou fazer com essa tal liberdade?

O filósofo holandês Baruch de Espinosa, nas suas vindas lá pelo século XVII, dizia que ser livre é o ato de se realizar em sua total plenitude, de acordo com nossas amarras naturais.

SPC na vanguarda do pensamento liberal

SPC na vanguarda do pensamento liberal

Usando a tecla SAP, o que ele pregava era que um ser era livre quando era capaz de fazer tudo o que lhe era permitido pela sua natureza. Assim sendo, um jacaré era livre quando gozava de suas funções de jacaré, como nadar, ficar tomando sol e matar um bicho ou outro de vez em quando. Ele não poder voar, por exemplo, era sua limitação natural.

Para nós, seres humanos, a liberdade também é restrita por leis e por nossa moralidade, o que nos impede de dar uns tiros em alguém se nos fecham no trânsito.

Jacaré no seco é livre

Jacaré no seco é livre

E é aí que GTA brilha: é no jogo que podemos ser livres à la Espinosa! Porque no jogo, no duro, praticamente tudo é permitido. Podemos roubar carros, matar pessoas, atropelar, explodir pessoas com bombas em celulares, invadir bases militares, pular de pára-quedas, pilotar um avião e até mesmo torturar uma outra pessoa. E tudo isso sem o risco de sofrer qualquer tipo de sanção legal ou moral.

GTA é o nosso filme de ação preferido onde nós somos os protagonistas. Se em GTA III isso já era algo inebriante, no V ele alcança sua maestria: sequestrar um avião no ar está, sem dúvidas, no hall das melhores coisas que já fizeram na história dos videogames.

E não, não me entendam mal achando que eu prego que possamos agir como se a vida fosse um GTA. Não, é bom que tenhamos regras e princípios que nos impeçam de cometer qualquer tipo de atrocidade.

Por outro lado, é quase notório o fascínio do ser humano pela violência e sua necessidade de canalizar isso de alguma forma, seja em filmes, sexo ou vendo lutas de MMA sábado a noite. O videogame – e GTA, por tabela – é apenas mais um exemplo nos montes que corroboram isso.

O veredicto

Não se iludam com relatos sobre a história de GTA V, a dinâmica de troca de três personagens, o drama pessoal de cada um deles etc. Isso importa, sem dúvida, mas não é o que te ganha em GTA V. Em narrativa, por sinal, o jogo perde com folgas para seu grande concorrente ao jogo do ano, Last of Us.

GTA V é sobre roubar um carro e cruzar Los Santos em direção à Sandy Shores ouvindo Radio Gaga, do Queen, no rádio; é sobre se esconder em um descampado enquanto inúmeros carros da polícia te procuram sem descanso; é sobre nadar no mar aberto em busca da inevitável morte por tubarão.

All we hear is Grand Theft Auto... Grand Theft Auto...

All we hear is Grand Theft Auto… Grand Theft Auto…

É, em suma, a essência da série há mais de uma década: diversão por diversão, sem medo de ser feliz. Soma-se isso ao montante de dinheiro investido na produção, tecnologia e marketing, bem como o crescimento da indústria de videogames e o fenômeno é explicado.

Se isso não basta, fiquem com a fala do psicólogo de um dos protagonistas:

You’re plainly addicted to chaos.

E sim, nós somos.

 

 

 

Disney art by Katia Oloy

Outro dia tava fazendo a minha habitual ronda pelo blog Oh My Disney (o melhor blog pra quem é Disneyfreak, cheio de memes e coisas bacanas relacionadas à Disney) e me deparei com essas pinturas lindas das princesas da Disney:

disney-pricess-ariel disney-princess-aurora disney-princess-cinderella disney-princess-jasmine disney-princess-pocahontas disney-princess-snow-white

Lindas, né? Como a curiosidade não tem limites, corri lá no Disney Insider pra saber mais sobre a artista: Katia Oloy trabalha no departamento de Video Visual Development da Disney, e começou a trabalhar na empresa como estagiária. Aqui tem uma extensa entrevista com a artista, onde ela conta que seus personagens favoritos da Disney são Alice e Mickey Mouse!

Ela também desenhou alguns vilões da Disney com inspiração nos anos 20:

disney-art-yzma-1920s-fashion disney-art-1920s-fashion-inspired-by-ursula disney-art-1920s-fashion-inspired-by-captain-hook disney-art-1920s-fashion-inspired-by-cruella-de-vil disney-art-1920s-fashion-inspired-by-the-evil-queen

Fiquei encantada com o trabalho da Katia, e vou ficar de olho em futuras artes da sua autoria!

cineminha do domingo: GRAVIDADE

Como contei no post sobre cineminha de sábado, tava precisando colocar em dia os meus filmes em cartaz nos cinemas. Ontem fui matar a curiosidade de ver GRAVIDADE, filme dirigido por Alfonso Cuarón e produzido por David Heyman (#potterforever).

MV5BNjE5MzYwMzYxMF5BMl5BanBnXkFtZTcwOTk4MTk0OQ@@._V1_SY317_CR0,0,214,317_

Eu nem sei direito porquê eu tava tão curiosa pra ver esse filme. Eu acho que vi um trailer uma só vez, e provavelmente fiquei mais atraída pelo título do que qualquer outra coisa (afinal, o título é o mesmo de uma das minhas músicas favoritas da vida). Talvez fosse a expectativa de ver um filme inteiro passado no espaço. E, vamos lá, eu pensei, um filme com Sandra Bullock e George Clooney só pode ser bom – no mínimo há de valer o ingresso.

Combo mega em mãos, óculos 3D na cara, começou a projeção. Eu geralmente não gosto de filmes 3D, porque dói muito o meu olho. Passou de 20min, a lente incomoda muito, os olhos doem demais, a vista começa a ficar turva… enfim. Mas, ok, esse filme dura ~só~ 91min, então foi menos difícil de aguentar. Aliás, acho que tinha muito tempo que não via um filme de 91min, principalmente se desconsiderarmos os filmes de criança.

Bullock, Clooney, Cuarón

Eu fiquei muito muito muito tensa com esse filme. Não quero dar spoiler, mas é tranquilo dizer que acontece um acidente no espaço, e Clooney e Bullock (respectivamente astronauta e engenheira médica) ficam a esmo, tentando descobrir meios de sobreviver. Lá pelas tantas, o filme vira quase um monólogo, e a trama não me deixava respirar direito de tanta apreensão. Eu não lembro de ter visto, pelo menos nesse último ano, um filme que me deixasse tão apreensiva.

A sensação ao sair da sala de projeção foi de que eu e mais meia dúzia tínhamos gostado do filme o suficiente, o que eu achei super esquisito no início, mas até consigo entender agora, refletindo algumas horas depois de ver o filme. Achei os efeitos especiais muito, muito bons, e a trilha sonora é incrível (cheers, Steven Price), e eu já tô querendo baixar pra ouvir enquanto escrevo a dissertação (eu sou esse tipo de pessoa que ama ouvir trilhas sonoras enquanto estuda).

cineminha de sábado: É o Fim

Final de semana é quase sinônimo de cinema pra muita gente. Quando eu tô em Niterói, prefiro ir ao cinema durante a semana (menos cheio e mais barato #bolsistasofre); quando tô aqui em Brasília, só rola ir mesmo ver os filmes nos finais de semana. Salas lotadas, ingressos mais caros, filas pra pipoca. Mas é melhor do que não ir ao cinema, né? Eu acho.

This is the End

Tava meio atrasada com os filmes em cartaz, mas comecei a dar um jeito nisso nesse final de semana. No sábado, assisti É o Fim, com roteiro de Seth Rogen e Evan Goldberg. Eu estava super mega ultra ansiosa pra ver esse filme desde que vi o trailer a primeira vez, em maio. Queria muito ver qual era a desse filme que me parecia muito louco e que juntava um milhão de artistas agindo como “eles mesmos”.

Seth e Jay

E, olha, esse filme é mesmo muito, muito louco. Não lembro de ter visto nenhum filme apocalíptico tão louco como esse. E é extremamente divertido. Enquanto os atores tentam entender o que está acontecendo, e como poderiam se salvar do fim apocalíptico, os dilemas que envolvem ego, vaidade, egoísmo, respeito e amizade acabam virando pauta, e o filme vai deixando de ser apenas uma diversão pra fazer a gente refletir um pouquinho também sobre a vida e como agimos uns com os outros. Ou só eu fiz isso?

James, Emma, Seth

De qualquer modo, o filme que mostra a destruição de Hollywood e conta com milhões de participações super especiais, tem, pra mim, dois pontos altos, e eu deixo vídeos desses momentos, na mesma ordem em que acontecem no filme, aqui:

– “Hermione just stole all of our shit”. Porque a Emma Watson não tava “fucking around”:

– o final ÉPICO:

Não tem muito mais a dizer depois disso. Fica a conclusão: recomendo fortemente esse filme pra qualquer pessoa que queira rir muito com o fim do mundo.

um geek year nos cinemas

2013 está quase acabando e podemos dizer que foi um bom ano para os geeks irem aos cinemas. Sim, ainda há muito por vir, porém já podemos fazer um balanço do que já assistimos – e também compartilhar as nossas expectativas pelo que ainda está por vir. Ao todo, poderíamos listar cerca de 50 “geek movies”, ainda que nem todos tenham chegado ou cheguem ao circuito brasileiro (ou niteroiense).

Foi difícil, mas elegi os meus top 10 filmes geeks que assisti nos cinemas em 2013. Vem ver:

10- O Cavaleiro Solitário

O Cavaleiro Solitário

  • Falem o que quiser, eu gostei desse filme. E como eu não poderia gostar se o filme era dirigido pelo Gore Verbinski, produzido pelo Jerry Bruckheimer, e ainda tinha Johnny Depp?! Menção honrosa pro Armie Hammer. O ~recalque hollywoodiano~ que assombrou esse filme bate nos longos cabelos de Depp e volta.

9- Universidade Monstros

Monsters University

  • Vocês podem até questionar, espernear, dizer que “filme de criança não”. Mas, gente, fala sério: Mike Wazowski chegando na faculdade de aparelho?! Me senti muito representada (até porque quando estreou eu estava usando aparelho – de novo -, mas isso é história pra outro post). É claro que esse filme – um prequel – não tem o apelo de Monstros S.A., mas é bastante divertido, e tem várias lições bacanas pra essa geração que tá crescendo agora. Talvez eu esteja exagerando um pouquinho, mas é possível dizer que se mais crianças fossem tocadas pela história desse filme – que fala de bullying, amizade, superação – o mundo seria um lugarzinho melhor quando os baixinhos de hoje forem grandinhos amanhã.

8- Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros 3D

Jurassic Park 3D

  • Acho que essa versão em 3D é a realização dos sonhos de uma geração – ou várias gerações – né? Não tem nem muito o que dizer sobre esse filme. Achei muito bom ver a tecnologia de 1993 ser transformada pras telonas em 2013. Way to go, Spielberg.

7- O Homem de Aço

  Man of Steel

  • Esse talvez tenha sido a maior decepção de todos os filmes que assisti em 2013. Ok, é muito bom; ok, os efeitos são incríveis. Mas eu esperava mais. Com a direção de Zack Snyder e produção de Chris Nolan, eu esperava que a história tivesse sido melhor contada, e também esperava uma atuação mais pujante Henry Cavill. Da Amy Adams eu nem falo muito que é pra não ficar mais decepcionada: ela é uma atriz que eu adoro, mas achei que a Lois Lane dela ficou aquém do esperado (pelo menos por mim). 

6- Meu Malvado Favorito 2

Despicable Me 2

  • O Gru é um geek de coração, né? Eu fiquei completamente gamada pelo Meu Malvado Favorito e aguardava ansiosamente pela continuação. Tudo bem que foi um filme quase que só sobre os minions, mas acho que a Universal soube explorar bem o sucesso dos pequenos e adorados personagens pra fazer um filme que agradasse a todos.

5- Red 2: Aposentados e Ainda Mais Perigosos

Red 2

  • Esse foi com certeza um dos melhores do ano. Me diverti pra caramba com esse filme que, convenhamos, já ganha a gente em qualquer trailer, com um elenco fera desses. As sequências de ação são fantásticas e, combinadas ao humor inteligente, faz desse um daqueles filmes que vale o ingresso, a pipoca, a Coca Cola, e mais um pouco. 

4- Wolverine: Imortal

Wolverine

  • Taí um filme que provocou em mim o efeito contrário d’O Homem de Aço: eu fui com tão pouca expectativa (ok, nem tão pouca assim) que acabei sendo positivamente surpreendida. É verdade que eu gosto bem mais das HQs da Marvel do que da DC, e que tenho um carinho especial (~own que fofo~) pelos X-Men, mas eu realmente gostei bastante do filme. Ao contrário de Homem de Aço, que me cansou um pouquinho, eu curti cada segundo da projeção de Wolverine: Imortal. Ponto para a cena depois dos créditos, que me fez encher os ólhos d’água com esperança (e vou parar de falar sobre isso por aqui porque, né, vai que alguém não assistiu).

3- Pacific Rim

Pacific Rim

  • Monstros gigantes lutando contra robôs gigantes. Preciso dizer mais alguma coisa? Ah, sim, obrigada, Guillermo Del Toro.

2- Homem de Ferro 3

Iron Man 3

  • Ok, eu tenho uma queda pelo Homem de Ferro desde que a Marvel levou a história pros cinemas, mas eu realmente gostei bastante desse filme. Shane Black assumiu a direção depois de Jon Favreau ter comandado os 2 primeiros filmes, e não deixou a desejar (embora eu, Letícia, prefira o Jon Favreau). Foi o primeiro filme lançado pelos estúdios da Marvel (aliás, God bless o dia em que a Marvel decidiu assumir a produção dos filmes) depois de The Avengers: Os Vingadores, e trouxe às telas o Mandarim – que, vamos combinar, é um dos melhores vilões de HQs de todos os tempos. E, Robert Downey Jr., sem comentários.

1- Star Trek: Além da Escuridão

Star Trek: Into Darkness

  • Eu tava tão ansiosa pra ver esse filme que eu assisti nos EUA mesmo, quando nem tinha estreado no Brasil. Pois é, nesse nível. Tava lá em plenas férias e cismei de que tinha que ir ao cinema ver esse filme ainda na estréia. E fui. E não me arrependi nem um pouquinho. Nossa, que filmaço. J. J. Abrams não brincou em serviço e fez um filme que vai muito além dos efeitos especiais muito bem feitos: a história prende a gente de uma forma que chega arrepiar. Agora imagina como eu fiquei assistindo em IMAX 3D? Foda.

E nesses meses de 2013 que nos restam? Ainda tem coisa boa vindo por aí. Vou contar pra vocês quais os 2 filmes estão me deixando mais ansiosa, completando o nosso top 10 de hoje:

1- O Hobbit: A desolação de Smaug

The Hobbit: The Desolation of Smaug

  • Depois de “O Hobbit: Uma Jornada Inesperada” no ano passado, é lógico que eu estou morrendo de ansiedade pra ver a continuação. E, gente, vai ter dragão (!!!).

2- Thor: O Mundo Sombrio

Thor: O Mundo Sombrio (2013) Poster

  • Embora não seja (nem de longe) o meu herói favorito, ter um motivo pra ir aos cinemas pra ver uma adaptação de HQ é sempre motivo de alegria, né? 

Gostaram dessa listinha? Será que faltou algum filme? Conta pra gente aí nos comentários o que vocês pensam! 

sobre séries: Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D.

Quando eu soube que a Marvel ia lançar a sua primeira série para TV, o meu coração bateu mais forte. Eu acho que já contei aqui que eu adoro os Vingadores, e o universo construído para que a história se desenvolva. Logicamente, a possibilidade de ver o dia a dia dos Agents of S.H.I.E.L.D. (pra quem não sabe: Strategic Homeland Intervention, Enforcement and Logistics Division, ou Divisão de Intervenção Interna Estratégica de Logística e Aplicação da Lei) foi motivo pra me deixar mais do que feliz e ansiosa com a novidade.

marvel's agents of SHIELD

É lógico que não dá pra esperar um filme de super heróis da Marvel quando estamos assistindo a uma série de TV, mas a diversão é, sim, garantida. A história, situada no pós-The Avengers (ou seja, depois daquela batalha toda em NYC e destruição e caos e tal), funciona como uma sequel – ou seria uma prequel pro próximo filme?

Há uma boa dose de humor no seriado, conduzido por Joss Whedon (produtor do filme The Avengers). Whedon produz, dirige e escreve (junto de Jed Whedon e Maurissa Tancharoen) a primeira temporada da série, e imprime aos episódios um estilo já conhecido por aqueles que acompanham as sagas dos Vingadores nos filmes da Marvel.

S.H.I.E.L.D. cast

da esquerda para direita: Simmons (Elizabeth Henstridge), Fitz (Iain De Caestecker), May (Ming-Na Wen), Coulson (Clark Gregg), Ward (Brett Dalton), Skye (Chloe Bennet).

Boas sequências de ação são combinadas a efeitos especiais bons o suficiente pra agradar o público que vê TV. O elenco foi bem escolhido e me parece entregar um bom trabalho nos seus papéis – menos a Skye, que me parece meio sonsa, meio monga, mas tô dando uma chance pra atriz, e quem sabe mudar o meu conceito sobre ela.

Coulson

A surpresa de ver que Phil Coulson is not dead, com Clark Gregg e seu humor afiado dando um tom todo especial pro personagem, foi encabeçada ao ver Colbie Hill linda maravilhosa musa levando Maria Hill também pra telinha.

Maria Hill

Sem dúvida, a série deixa fãs e entusiastas bem felizes com a possibilidade de imersão semanal no universo das HQs levado às telinhas com qualidade e sabedoria. Vamos combinar: Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. é alegria semanal pros geeks de plantão.