Mestra Lelê!

sim! eu sou mestra!

http://instagram.com/p/pHXrl1qh3I/

(pelo direito adquirido de usar o gorro do Mestre Yoda!!)

defendi minha dissertação na última quarta feira, e saí direto da UFF rumo ao SDU pra voltar pra Brasília.

porque o mestrado termina, mas a agonia continua!!

*o título desse post é simbólico, pra lembrar o jeitinho carinhoso que os meus amigos tem me chamado desde a última quarta feira que dia tão feliz

email de pai para filha

de: Murilo Oliveira
para: Letícia Tostes F. de Oliveira
data: 30 de maio de 2014 17:44
assunto: Re: Fw: Divulgação de Defesa

       FILHA QUERIDA, ficamos sensíveis a tudo o que escreveu, principalmente o que nos dedicou, sentimentos que nos emocionaram e que demonstram tudo o que sente pelos  seus pais (não precisava fazer a gente chorar!), mas a VITÓRIA É SUA !!!

     É momento de lembrar o que escrevi – o “Pai Coragem” -; você, naquele momento, poderia não entender exatamente o que eu queria dizer, mas agora, “vai vencer na vida … o futuro é teu” é a expressão do seu prémio, não só de liberdade, mas de encontrar-se na realização de seus sonhos e navegando para o seu destino.

     Por coincidência hoje, limpando os meus armários/papéis, encontrei uma publicação no Jornal dos Advogados, de julho/11, do psicólogo Dr. Marcos Calmon, que trás umas coisas que é bom lembrar:

     ” … você já teve aquela sensação de ter feito uma coisa certa e … acabou colocando tudo a perder com um erro grosseiro? … convencionamos chamar este tipo de comportamento … patológico de “auto sabotagem”, espécie de vírus mental, que roda na mente e produz um estrago enorme, geralmente mudando a sua vida para a pior.

     Quantas vezes você já se preparou para conquistar um objetivo, …mas na hora “H” ocorreu um medo súbito e …  você acabou perdendo aquela oportunidade maravilhosa … deixando dentro de você  a velha sensação de vazio, culpa e fracasso” ?).

     Eu sei que é duro! Mas o Judas Iscariotes está dentro de você! É quando o homem trai a si mesmo de forma inconsciente e devastadora.  …. queremos respostas para este conflito silencioso que se assemelha a uma espécie de “auto terrorismo” psíquico … esses “homens bombas” que surgem do nada … a única coisa que percebemos são os estragos que eles fazem em nossas mentes

     Iludimo-nos o tempo todo com falsas respostas para os nossas questões de ordem pessoal, principalmente aquelas que nos afligem no âmago do ser. Não é o que fazemos negando realidades … , é “fase” … E dessa forma protelamos a conversa que nunca teremos conosco mesmo e com quem quer que seja, pois tudo é fase … Falta-nos implicação consigo mesmo (aqui corrijo:conosco mesmo) no confronto real, isto é, entre as suas realidades e os processos assertivos disponíveis para vencer a auto sabotagem. Como fazer para alcançar um vôo mais alto no crescimento pessoal? Precisamos elaborar melhor a nossa auto imagem. Quem sou eu ? O que estou fazendo comigo mesmo, todos os dias da minha vida? Não adianta ficar juntando os pedacinhos que sobrou de você mesmo nos acidentes da vida.      (……)

     … Curta a viagem da vida, que pode ser maravilhosa! Só depende de você e mais ninguém.”

     Depois das aspas, fala o papai: Você deve estar perguntando: porquê o meu pai veio com isto? Do que ele está falando?

     Respeitável Filha, estou falando da sua capacidade de ultrapassar o nervosismo, do “auto terrorismo” ou “auto sabotagem ” que poderá estar trazendo ansiedade e outras alterações, afligindo o seu íntimo e afetando a sua tranquilidade que é necessária na hora da apresentação do trabalho. É preciso subjugar o Judas Iscariotis (assim que é no latim!) e, com um bom exame de alter ego, verificar, acertadamente, que a sua capacidade e conhecimento deverão estar acima de qualquer “capetinha” que fica no seu ombro esquerdo   (até após a Idade Média, acreditava-se que o lado esquerdo (sinistra) – o canhoto – era dominado pelo Demo, por isto castigavam a criança e a forçavam ao uso da mão direita… Eu mesmo sofri com a luvinha na mão …). Ouça o anjinho que fica no seu ombro direito (“meu zeloso guardador …”), mandado por Deus para cuidar e proteger você.

      Chegada a hora, “Vá vencer na vida! O futuro é teu!” Lembra de “olhar acima das cabeças e o papel não vai fazer a sua mão tremer” (Já falou sobre como estar no palco, o grande ator Murilo!). Enfrenta e vença! Deus está contigo, sempre.

      Com o amor e admiração do Paaaaiiiiiiiiii.

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vamos pular essa parte

“Letícia, você sumiu de novo!” é, eu sei, mas vamos pular essa parte.

ou não.

porque, se eu tô sumida, é porque estou consumida. pelo deslocamento no trânsito, pelas aulas no Clio, pela dissertação sem fim.

hoje é o segundo dia nesta semana que eu falto aula por causa da dissertação, e também porque tô pifando. sabe lâmpada quando quer queimar mas não queima de uma só vez? então.

falando em lâmpadas, comprei lâmpadas novas pra casa ontem, habemus luz!

a sensação de sobrecarga tá grande demais. mesmo! sinusite atacou, pressão baixou, cabeça doeu, corpo reclamou, e eu tô com torcicolo.

eu não sei onde eu tava com a cabeça quando achei que ia ser tranquilo dar conta de acabar a dissertação e o mestrado fazendo cursinho.

vamos pular essa parte.

quero força pra acabar logo de escrever! meu Deus, me dá força! meu Deus, me dá sabedoria pra que eu saiba que acabei! meu Deus, não me deixa ficar inventando novas coisas pra escrever numa dissertação que já tá enorme! aí depois o Senhor me ajuda pra continuar forte e estudando pro concurso!

vou comer uns tomates.

mudanças

É, eu sei, fiquei mais um longo período sem passar por aqui pra registrar as minhas ~peripécias~. Acontece que, de repente, e não mais do que repente, eu descobri que as aulas do cursinho preparatório que quero fazer pra me preparar pra remota possibilidade de entrar no Itamaraty começariam agora no meio de abril e, como eu queria fazer o cursinho aqui em Brasília, tinha que preparar uma certa mudança.

É, mudança. “Mas, Letícia, você já não tava passando longos períodos em Brasília na casa do namô por conta da pesquisa?”, vocês poderiam me perguntar. Sim, estava. Desde agosto do ano passado, a mudança já ia tomando forma. Cada vez que vinha pra cá, trazia um pouquinho mais de mim, um pouquinho das minhas coisas. Mas determinadas coisas só puderam vir depois da decisão definitiva, da nossa decisão de morar junto, do apoio dos meus pais à minha escolha de estudar aqui. Afinal, aqui eu estudo – como eu sempre digo.

Foram alguns dias preparando caixas e mais caixas que seriam enviadas pelo Correio, cheias de livros, DVDs, objetos decorativos, maquiagem(!), cabides, roupas, chá de erva cidreira, toalha de mesa, sapatos, e tudo mais que eu precisava pra deixar a nossa casinha aqui mais gostosa e aconchegante. Além disso, fiquei um tempinho pesquisando orçamentos de caminhões cegonha que pudessem trazer o Neville pra cá, combinando preço x prazo. Tô na expectativa de que ele chegue aqui ainda essa semana, e vocês podem acompanhar a hashtag #nevilleporaí no instagram pra ver as aventuras do carro mais bacana do universo.

Além disso, antes de vir pra cá na quarta feira passada, eu ainda precisei ir no ortopedista com urgência, porque não aguentava mais de dor no tornozelo e o último angiologista que consultei disse que o problema não era originário da veia – quero dizer, não tinha nenhum problema na veia propriamente dita – e que, se a dor continuasse, que eu deveria consultar um ortopedista especialista em pés.

E foi isso que fiz. No mesmo dia, fiz raio-x e levei pra ele ver, e ele pediu uma tomografia. Ele suspeita que seja coalizão tarsal + lesão osteolítica, mas o diagnóstico só poderá ser fechado com a tomografia. A tomografia já tá marcada pro dia 22 de abril, quando eu volto pra Niterói pra passar o aniversário da mamãe com ela. Depois da tomografia, é claro que terei que voltar no médico, e o tratamento provável (pra não dizer único, porque eu acredito em milagres!) é cirúrgico. Só que a cirurgia requer uns 2 meses de recuperação, e aí só rola de fazer depois que o cursinho acabar, e ainda tenho que acabar a dissertação, e só Jesus na minha causa.

Por conta da dor, eu preciso ficar com o pé direito pra cima, com gelo, boa parte do meu dia. Pra vocês terem uma ideia, eu tô aqui na biblioteca do MRE estudando/escrevendo dissertação, com essa pequena pausa pra escrever esse post, e tô com o pé pra cima da cadeira – mas sem o gelo -, que é pra ver se eu “aguento”.

Sobre a dissertação, quando eu achei que tava no fim, que tava redondinha, que tava linda, o meu orientador resolveu identificar várias “questões” que devem ser trabalhadas. Nisso aí lá se vai pelo menos mais um mês, eu acho.  Então, além do fantasma de uma possível cirurgia, eu ainda tenho que conviver com a realidade de que, depois de tanto tempo, eu ainda não consegui terminar a dissertação. Isso me afeta severamente.

E, honestamente, a ideia de cirurgia me assusta, me assusta muito, e eu peço a Deus que opere o milagre na minha vida.

Bom, voltando à mudança e à vida em Brasília, ainda tô terminando de organizar as coisas em casa e não vejo a hora do meu carro chegar pra poder sair com #nevilleporaí e comprar (e poder levar!) coisas pra casa que são super necessárias – tanto pra fins de organização quanto pra fins de aconchego.

Falando em aconchego, fui na Forever21 do Rio, no Village Mall, no domingo antes de vir pra cá, e só valeu a pena porque entrei rapidinho com a mamãe na fila preferencial. Sim, mamãe ninja opera milagres, amém. Gostei de ter encontrado as calças que queria ter comprado em janeiro lá em Orlando, e também achei um vestidinho, uma saia e um kimono fofos. Todos vieram pra Brasília e estão felizes de morar aqui.

Aliás, essa história de vir morar em Brasília tem causado uma mudança profunda dentro de mim, como se a frase “I’m heading out west with my headphones on” trouxesse junto um novo estilo de vida. Aproveitei, enquanto arrumava o meu armário e escolhia o que vinha pra cá e o que ficaria em Niterói, pra dar uma “limpa” no guarda roupa, e vi que tinha várias peças guardadas com as quais eu simplesmente não me identificava mais. Em um momento de mudança de cidade, eu também mudo por dentro um pouquinho, e o meu estilo de viver e de me vestir também está refletindo isso. Talvez seja também porque eu só tenho conseguido usar botinhas que protejam o tornozelo…

E hoje é um dia muito especial, porque faz 2 anos que fui ao Lollapalooza com o Felipe e que assistimos a shows incríveis e vimos Foo Fighters maravilhosos e tudo mais o que aconteceu a partir daí.

quem é vivo…

É, eu sei, tô meio sumida. Tô devendo ainda o relato das ~peripécias~ do carnaval, mas, depois que a folia acabou, tudo ficou meio atropelado na minha vida.

Foi um tal de fazer dissertação e comprar mais livro e ler mais livro e estudar mais e sentir dor no tornozelo e procurar mais fontes pra dissertação e escrever mais dissertação e mandar email pro orientador e não ser respondida e continuar escrevendo e continuar colocando gelo no tornozelo e ir atrás de angiologista e escrever mais um pouquinho que – ufa! – só agora deu pra sossegar e “lembrar” do ~brógui~.

Então. O carnaval foi – é claro – maravilindo. Duas noites de Sapucaí – uma da Série A e outra do Grupo Especial -, e as melhores companhias do mundo. Não rolou de ir nos desfiles da Segunda Feira, então assistimos pela TV mesmo. Fiquei um tantinho chateada, é claro, mas o meu tornozelo e essa veia safena super inchada agradeceram o “repouso”.

trio na primeira noite de desfiles da Série A xD

trio inseparável na primeira noite de desfiles da Série A xD

a melhor companhia do mundo <3

a melhor companhia do mundo ❤

No meio do carnaval rolou um aniversário entre amigos, e também um almocinho relax no Gula Gula da Lagoa. Na quarta feira de cinzas, o Felipe voltou pra Brasília cedinho, e eu assisti a apuração pela TV e fiquei mandando pelo whatsapp os resultados a cada quesito apurado hehehe (#tradições).

Como já falei, desde o fim do carnaval tô envolvida completamente com a dissertação e também com a safena inchada. Ganhei óculos de grau novos (dois! lindos! musos! maravilhosos! tô apaixonada), e tô comendo pra caramba. Fiquei sem fazer nenhum exercício físico mais de 2 semanas e engordei meio quilo. Faz parte. Ontem tentei correr um pouco, mas o tornozelo dói muito. Corri por 15 minutos, foi o que eu aguentei.

Quero ir ao cinema. A última vez que fui ao cinema foi no dia 09, ou seja, já tô há 10 dias sem fazer o meu ritual favorito. Assisti “Walt nos bastidores de Mary Poppins” ou, como eu prefiro, “Saving Mr. Banks”. Foi lindo, chorei. O Tom Hanks deu um bom Walt Disney. Eu tenho saudade do Walt Disney como se ele fosse uma pessoa da minha família.

Coloquei o PS3 no meu quarto, porque foi comprado aqui pra casa uma tv nova de 55″ pra sala, que veio com um blu-ray. Aí a tv de 42″ foi pro meu quarto, e o PS3 acompanhou a mudança. Minha vida meio que acabou a partir daí porque, quando não tô dissertando no quarto de estudos, tô enfurnada no meu quarto jogando video game ou então vendo filmes.

Se me perguntarem as manchetes dos jornais, vou responder que não sei, sem a menor culpa. #projetofoco tá bombando – e não, eu não tô falando em perda de peso, tô falando da dissertação mesmo.

feeling good

Gente, já pode ser carnaval?!

Tô aqui na biblioteca do MRE tentando progredir na dissertação e acabar o penúltimo(!!!) capítulo mas tá difícil. Além de estar morrendo de fome (como sempre), a concentração tá afetada por motivos de: carnaval tá chegando!! Amanhã volto pra Niterói, e esse ano a folia começa na sexta no primeiro dia de desfiles da Série A do RJ na Sapucaí com a minha família do carnaval (Haddad Haus <3). No sábado, o Felipe chega pro almoço (amém!), e no domingo vamos ~sapucar~ no primeiro dia de desfiles do Grupo Especial. Sim, estou sofrendo porque só vamos assistir ao primeiro dia de desfiles do Grupo Especial, e porque eu não vou ver a Vila Isabel S2 cruzar a Avenida com Sabrina MUSA Sato à frente da bateria de sangue azul. 

Fazer o quê, não conseguimos fechar uma frisa pra segunda feira, e não dá pra arcar com gastos de uma frisa de 6 lugares só pra 2 pessoas né. Paciência! O jeito vai ser assistir a esse dia pela TV nova, que aliás já chegou lá na casa niteroiense, segundo a mamãe me informou hoje. Pois é, já que a gente não vai nos dois dias de desfile, a mamãe resolveu investir numa tv maior e melhor pra sala, e também comprou um ar condicionado novo pro cômodo, porque ninguém merece o calor que tá fazendo no Rio.

Se bem que eu até tô com saudade do calor, do verão, sabe?! Aqui em Brasília começou a fazer frio de repente há uns dias, e é um tal de chover toda hora, e o Felipe perdeu o meu guarda chuva que eu adorava, e eu só tenho uma capa de chuva aqui, e eu fico sofrendo porque não entendo essa saudade súbita que me dá do verão, da praia, do Rio e do meu ~lifestyle niteroiense~ quando tô aqui no cerrado. Logo eu, que sempre achei legal o frio e nunca fui chegada à praia.

Eu acho que eu simplesmente gosto de saber que a praia tá ali, a 3 quadras de distância de casa, sabe. Mas tô me acostumando, e tenho que me acostumar, com essa vidinha ~Brasiliense~, que parece que tá a cada dia mais perto de se tornar mais constante na minha vida. Só Jesus.

Enfim. Os outros dias de carnaval devem ser punks também, porque alguns amigos do Felipe vão daqui de Brasília pro Rio também, e eles adoram blocos carnavalescos, e eu já tô sentindo uma maratona se aproximando. Gosto de blocos e acho a folia divertida, aliás estou ansiosíssima pra chegar em Niterói e ver ao vivo a fantasia que a mamãe comprou pra mim e que eu já tô apaixonada só de ver por fotos ❤ mas eu trocava qualquer bloco por mais um dia (ou dois) de Sapucaí!

Nosso esquenta começou aqui em Brasília, porque eu desci com o disco dos sambas-enredos pro carro e só se ouve isso no José Dirceu. Falando em carro, acho que vou ter que trazer o meu carro pra cá em breve, não tô querendo ficar longe do Neville quando a mudança “definitiva” vier.

Eu escrevi tanto que já podia ser carnaval. Já é carnaval?!

quando as coisas começam a melhorar

E aí que segunda feira a gente pensa “poxa, mas já? Cadê meu final de semana que tava aqui?”, acreditando que esse dia não vai ter nada de bom. Por sorte, a minha segunda feira foi bem melhor do que eu esperava.

Comecei a semana enfurnada nos arquivos do MRE e estou com as mãos e o nariz cheios de poeira – mesmo usando luvas e máscara de proteção. Vou ter que me entupir de remédios mas – who cares? – tô feliz da vida. Finalmente tô começando a achar as pecinhas que faltam ao meu quebra cabeça chamado dissertação. E, ó, eu acho que vai ficar bacana, viu.

To empolgada – ainda bem. Imagina se eu estivesse frustrada, ou desanimada com a minha pesquisa?!

E eu continuo viciada em Let it Go — gente, será que eu nunca vou me cansar dessa música? Resposta: não.

desabafo

Cheguei em Brasília ontem, no vôo errado, mas na hora certa. E hoje já amanheci aqui no MRE, ansiosa por mexer nos arquivos que guardam tantas coisas preciosas pra minha dissertação.

Só que não consegui nada, até agora. Tô aqui há quase 4 horas, e nada. Aparentemente, o que eu preciso fica numa sessão diferente da qual eu tinha pensado – de acordo com as orientações recebidas – e eu ainda preciso de mais formulários e autorizações pra pesquisar.

Burocracia.

E isso só atrasa ainda mais a dissertação e a pesquisa. Falta pouco, mas o que falta é muito importante. E tá tudo aqui, no MRE, (quase) ao meu alcance.

Enquanto isso, a fome aumenta, a bateria do MacBook vai acabando, eu esqueci meu iPod em casa (na casa daqui, pelo menos), e deixei o cartãozinho da academia em Niterói.

Fevereiro, não seja tão cruel comigo assim.

PS:  Pra completar, sonhei que a Malévola tava atrás de mim. Sim, a Malévola da Bela Adormecida, essa mesma. Já é a segunda ou terceira vez que eu sonho que a Malévola tá querendo a minha cabeça. Vai entender.

prepara!

Janeiro tá voando, né, gente?! Que coisa. Quando eu penso que já estamos no dia 10/01/2014, chega me dar um susto. Ontem mesmo eu tava em 2013, tava no mês do meu aniversário, tava pensando no que ia fazer na noite de réveillon com o namô. E agora já tô aqui, no décimo dia do mês, e muitos livros estudados depois. Se eu pensar que, em 2014, eu já li/estudei 17 livros, e passei o olho em mais outros 18, eu vejo que já passei horas demais de 2014 estudando, e horas de menos de férias.

Com isso, a dissertação tá andando a passos largos. Ainda bem! #projetofoco tem que funcionar mesmo. Ao mesmo tempo, a coluna tá reclamando, a vista tá ardendo de tanto olhar pra tela do MacBook… essas coisas de velho quem estuda por horas a fio.

É por isso que eu declaro que hoje é o meu último dia de estudos desse mês – com uma passadinha no Arquivo do MRE e mais algumas horas na biblioteca, eu fecharei os meus primeiros 10 dias de estudos de 2014. Daí vou aproveitar meu final de semana com o Lipe por aqui, pra depois seguir pra Niterói no domingo e ganhar colinho dos meus pais.

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Hoje eu acordei e vi que a Veja Brasília postou essa minha foto no instagram/facebook deles. Bacana. Eu sou mesmo encantada pela arquitetura da capital do nosso Brasil, e não canso de tirar fotos desse céu azul.

Quando chegar em Niterói, terei muitas coisas pra fazer em pouco tempo. Isso porque eu vou ~tirar férias~ a partir de quinta feira, porque, né, eu mereço!

O destino? Advinha se puder! (x

o talismã do meu país?

eu acho que prometi aqui que ia falar um pouquinho da viagem pra Belém que fiz no início do mês, e, passada a frustração absurda do final de semana, combinada à diminuição de drogas remédios no meu organismo (hoje são só 7! yey!), resolvi riscar aqui umas linhas sobre a minha experiência semi-acadêmica semi-turística na capital do Pará.

cara, inevitável: toda vez que eu pensava que ia pra Belém, que eu ia pro Pará, eu começava a cantarolar – nem que fosse só na minha cabeça – o samba da Imperatriz Leopoldinense de 2013.

eu admito que eu fui pra Belém obrigada. eu não tinha a menor vontade de me deslocar pro Pará tão cedo nessa vida, quando tantos outros destinos brasileiros me enchem os olhos e me despertam curiosidade. mas o ENABED 2013 foi lá, então lá fomos todos rumo a um pedacinho da Amazônia pra alguns dias de calor, suor e discussões acadêmicas.

a saga começou na busca por hotel: todos os hotéis que eu procurava vinham acompanhados de críticas negativas dos hóspedes. eu já tava pirando com aquilo, porque eu prezo por um bom hotel nas minhas viagens. se guerra sem conforto é extermínio, imagina numa viagem que eu nem queria fazer?

acabou que, quando já tava em Brasília, cancelei a terceira(!!!) reserva de hotel em Belém e, no chute, na sorte, decidi ficar no mesmo hotel que os meus amiguinhos do mestrado iam se hospedar: o Belém Soft Hotel. bonzinho, simples, limpinho, mas também um pouquinho caro pra o que (não) oferece. pelo menos ele não foi na linha das críticas que eu tinha lido sobre outros hotéis – desde proliferação de formigas a cheiros horrorosos impregnados.

tá. chegando a Belém, um aeroporto longe, porém ajeitadinho. ponto pro Pará. mas era domingo de noite, e tinha trânsito. era domingo a noite, e a única opção de comida perto do hotel era o conjugado Domino’s/Spoletto. comemos lá – e depois outras vezes também, já que era bem perto, e, bem, pizza ❤

o lugar que mais gostei foi, é claro, a Basílica de Nossa Senhora de Nazaré. o que eu senti lá não tem explicação, eu não consigo descrever. fé.

mas, em Belém, senti uma insegurança nas ruas que coloca qualquer carioca mais ligado do que nem sei o quê. todo mundo mandava a gente ter muito muito cuidado. e sentimos na pele: no caminho do Mercado Ver-o-Peso até a Estação das Docas (uma caminhada de, sei lá, 5min no máximo), eu e meus amiguinhos fomos seguidos e por muito pouco não fomos assaltados.

não fomos assaltados porque entramos na Estação das Docas, o lugar-pra-turista de Belém. lá, sim, tudo limpo e seguro, com ar condicionado, policiamento, lojinhas bacanas, restaurantes maravilhosos, e sorvete Cairu ❤

a Estação das Docas logo virou nosso ~point~, e a gente foi lá todo dia. destaque pra Amazon Beer e seu delicioso happy hour com choppes artesanais e muita muita muita comida boa ❤

visitamos também o complexo onde fica a Casa das Onze Janelas, mas lá tinha um restaurante caro demais, e tava muito calor e estávamos com muita fome, então nem ficamos muito por lá.

no mais, teve a parte acadêmica mesmo da viagem, de comparecer no ENABED, apresentar trabalho, ser elogiada(!!!!!), e fazer aquele networking acadêmico que é necessário.

na minha listinha, faltou entrar no Teatro da Paz (porque passar por ele nós passamos umas 80 vezes), ir numa festa de aparelhagem pra ver a galera dançando treme, e também o passeio de barco no rio, que sai da Estação das Docas, e que tem umas moças dançando carimbó. mas eu tava pão dura e não quis pagar 30 Dilmas pra isso, preferi tomar muito sorvete. o treme, bem, eu não descobri se tinha uma festa de aparelhagem enquanto a gente tava lá.

disso tudo, dessa experiência, me resta dizer: tô ainda tentando descobrir onde é que é que o Pará é o “exemplo pro mundo” como diz no samba da Imperatriz. uma cidade onde o transporte público não tem ar condicionado, onde você pode ser assaltado a qualquer segundo, onde o povo joga lixo na rua a torto e a direito, onde as calçadas até dos bairros mais “nobres” são super esburacadas, não tem muito exemplo pra dar não.

no todo, foi bacana. amei a Basílica e também o sorvete de Castanha do Pará. aliás, eu sonho com esse sorvete todas as noites desde que voltei de lá. mas, se Belém é “o talismã do meu país”… xiiii…

crises

é claro que eu tô em crise.

em época de plena preparação do meu projeto de pesquisa, e já com foco total na dissertação, tive que colocar esse aparelho, de novo, e aprender a conviver com essa cara de teenager. parece que eu voltei no tempo sem querer.

ao mesmo tempo, o aparelho exige que eu aprenda a controlar a fome e a vontade desenfreada de comer tudo o que tá na frente, porque eu simplesmente não aguento mastigar quase nada direito.

sem poder comer direito, a ansiedade só aumenta. eu me acostumei mesmo a descontar na comida toda a minha ansiedade – e falo isso abertamente. basta dizer que, numa das épocas mais difíceis da minha vida, eu comia um pacote de biscoito recheado por dia.

e aí, porque não dá pra comer tudo, eu passo pra minha segunda válvula de escape favorita: comprar. compro pela internet, corro numa loja perto de casa (e não falta loja que eu gosto por perto), ou mesmo no mercado ou hortifruti próximo.

as aulas no mestrado voltaram, e é lógico que isso também tá me dando crise. voltei a ter horários determinados pra ficar fora de casa, desfocar da dissertação pra atender às exigências de cada uma das disciplinas desse semestre, e ainda por cima tenho que aguentar uma disciplina que eu detesto não gosto muito.

com tudo isso, é lógico que me falta tempo, então não dá pra ler um livro por relax. só leio coisas sobre energia nuclear, o programa nuclear paralelo, a diplomacia brasileira, etc. tenho dito que ultimamente tô respirando urânio enriquecido – e tem gente que ri disso.

tem um mês que eu não vou ao cinema. tem noção do quanto isso é horrível pra mim???

pra completar, dia sim e outro também tô dando crise de saudade.

já passou uma semana desde que eu coloquei o aparelho e eu ainda não comprei a escova de dente que a minha dentista recomendou. já tá mais do que na hora de parar de ir na farmácia e comprar só coisas inúteis e tratar logo de lembrar de comprar a tal escova de dente.

tô num tight schedule sem fim lá no mestrado, com a corda no pescoço pra acabar esse projeto e fazer logo a qualificação. quanto mais eu escrevo, mais parece que preciso escrever, e mais parece que eu preciso ler, e eu não consigo terminar, e eu já nem durmo direito mais por conta disso.

e o aparelho ainda machuca minha boca e meus lábios, e eu já acabei com uns 2 tubos de carmex nos últimos dias pra tentar proteger um pouquinho dos machucados.

além disso, não faço ideia de onde foi parar a minha tesoura de cortar a franja. rola toda uma técnica especial pra eu mesma cortar a minha franja e aquele tesoura era a minha melhor aliada nessas horas. aí enquanto eu não acho a minha franja fica enorme e na frente dos meus olhos.

a miopia e o astigmatismo aumentaram. tô mais cegueta do que nunca.

são muitas, muitas, muitas emoções juntas. muita coisa acontecendo ao mesmo tempo. e eu fico achando que a minha cabeça vai explodir a qualquer momento.

tá foda.

só pra contar um pouco do que aconteceu nos últimos dias

nessa última semana, algumas coisas que aconteceram merecem ser registradas, seja pelo motivo que for.

como já contei aqui, apliquei uma prova na graduação, e aquela experiência ainda ficou martelando na minha cabeça uns dias. porque eu sou dessas que passa dias refletindo sobre uma determinada coisa.

no final de semana, meu tio avô fechou os olhos pela última vez, depois de 103 anos de vida muito bem vividos. já sabíamos que a hora estava chegando por conta não só da idade dele, mas também da saúde bem frágil – o que não significa que os nossos corações estejam cheios da tristeza da perda e da saudade que já começa a apertar. agora só podemos continuar cuidando da minha tia avó, enquanto ela aguentar ficar sem o amor da vida dela. imagina só: quase 80 anos de casados; quase 80 anos dormindo de mãos dadas.

é difícil.

mas, a vida segue, né? e a gente tem que continuar a encarar a rotina, e também aquelas pequenas alegrias que transformam dias difíceis em memórias felizes.

ontem foi um dia desses: aproveitei que tinha que ir na UFF, e fui mais cedo pro Centro pra conferir a C&A Collection da Santa Lolla. achei que seria uma boa oportunidade pra incrementar minha sapateira, já que eu sou meio mão de vaca pra comprar sapatos. tá, nem tanto. mas é que eu sou bem relutante quanto aos gastos com sapatos, porque nunca consigo evitar pensar que tô gastando uma grana pra colocar a parada no chão.

enfim. cheguei dentro da C&A exatamente às 10h07, apenas 07 minutos depois da loja abrir, e fiquei assustada com o que vi. a mulherada tava enlouquecida! tinha gente com sacolas e mais sacolas entupidas de sapatos, mulheres brigando por bolsas (que já tinham acabado), e os funcionários da loja lá, no meio de tudo, meio chocados com a situação. eu fiquei absolutamente chocada. eu sabia que dia de lançamento de Collections na C&A eram bem assim – a Maria Filó no ano passado também causou frisson – mas o que eu vi ontem estava fora de qualquer padrão aceitável de normalidade.

mulher é foda!

acabou que comprei 2 sandálias, 1 sapatilha e 1 slipper. umas outras peças também me chamaram a atenção, mas eu não tava disposta a encarar aquela mulherada doida. fiquei feliz com as minhas aquisições. os sapatinhos que escolhi são bem fofos e achei que o preço tá bem justo. só fiquei meio chateada porque eu queria muito uma bolsa vermelha e não teve jeito de conseguir uma (porque eu sou essa pessoa que tem bolsa de tudo quanto é jeito e marca mas fica #chatiada de não comprar uma bolsa na C&A). se rolar de achar alguma coisa ainda na próxima ida ao Plaza, quem sabe…

fora isso, tenho estudado demais; mas, pra escrever, ainda tá difícil. aquela velha história do desafio da folha em branco… tô esperando também os meus livros novos chegarem pra cair dentro deles. aproveitei um momentinho de folga no último final de semana e fui assistir Duro de Matar – Um Bom Dia para Morrer, crente crente que ia apenas relaxar e me encher de pipoca e Coca Cola vendo muitas explosões e brigas na telona, mas eis que o enredo é todo focado em urânio enriquecido e essas coisas que poderiam causar uma guerra nuclear. bolsista sofre!

ainda essa semana preciso decidir se vou ou não pra SP na páscoa pra fazer jus ao meu ingresso do Lollapalooza e ver o Pearl Jam (<3) ou se sossego o facho e fico aqui mesmo estudando. tô naquele conflito de vontade de ver o Eddie MUSO Vedder com preguiça de viajar com vontade de encontrar os amiguinhos com revolta pelos preços dos hotéis, e assim por diante. o que farei? não sei. só sei que meu tempo pra decidir tá acabando, e me impus o deadline de sexta feira pra decidir. a verdade é que esse ano eu não tô tão empolgada pro festival como no ano passado. claro, ano passado tinha chaveirinho comigo, e esse ano não tem.

queria amanhã ver o Barão Vermelho no Circo Voador, mas acho que não vai rolar por falta de companhia. vou chorar.

mentira. não rola chorar. tenho que voltar pros estudos. porque, né, bolsista sofre.

a primeira vez em que eu apliquei uma prova

não é surpresa para os (três) leitores desse blog que eu faço mestrado e que, como parte da minha formação, eu preciso fazer uma coisa chamada estágio docência. e, hoje, dentro dessa experiência, eu apliquei a prova aos alunos da disciplina Política Externa Brasileira II.

eu já dei muita aula nessa vida, e já sabia bem a sensação que é ficar diante de uma turma que – atenta ou não – ouve o que você está falando. a primeira vez que eu oficialmente dei aula na vida eu tinha 12 anos, quando fui chamada pra ser professora de religião. e não venha me dizer que não conta, porque conta sim! eu preparava aula, tinha que corrigir as atividades dos alunos, escrever no quadro com pilot (o que, na época, eu achava o máximo! até porque lá se vão 11 anos, e há 11 anos um quadro branco de pilot não era tããão comum assim nas salas de aula).

mas eu nunca tinha aplicado uma prova antes!

a sensação inicial foi muito estranha. primeiro, eu achava que todo mundo tava colando. qualquer barulho – até do vento do ar condicionado – me dava susto, porque eu fiquei muito concentrada na tarefa de não deixar ninguém colar. depois, eu achei bastante engraçado os alunos irem me pedir permissão pra ir no banheiro antes da prova – porque eu também sempre achava que eles tavam mesmo é ir dar uma olhadinha em algum papelzinho escondido dentro dos bolsos. lá pelas tantas, eu comecei a controlar o tempo, porque conheço bem aluno em dia de prova, que fica pedindo mais e mais tempo, e, se o professor deixar, fica lá escrevendo até tarde. finalmente, comecei a recolher as provas, organizar dentro do envelope, não deixando nenhuma folha se perder.

acho que tive tantos sentimentos e reações porque, não faz muito tempo, eu era aluna; não faz muito tempo, eu tava ali, no lugar onde eles estavam hoje, escrevendo, escrevendo, escrevendo tudo e mais um pouco. como muitos que estavam ali, eu também não colei, e não colava. pois é, eu sempre passei cola, mas eu nunca colei. talvez isso não me isente da culpa, já que fui conivente várias vezes com amiguinhos que burlavam os meios pra fazer as provas… mas eu, eu mesma, nunca colei. nunca gostei da ideia de me enganar só pra tirar uma nota um pouco maior. desde que eu estudasse bastante, o que tirasse, tava ok!

hoje eu me vi um pouco naquela sala, e voltei há tempos não tão distantes, e que deixaram saudade. as avaliações ainda fazem parte da minha vida, e acho que continuarão sendo por um bom tempo, mas aquele frescor da graduação, hoje, me fez falta.

ah! só mais uma coisa: estou compulsivamente comprando livros sobre política nuclear brasileira desde ontem. já são 7 até agora. só queria registrar isso aqui. agora posso voltar a estudar. ai ai ai

esse é só mais um post

tem mais de meia hora que eu tô com vontade de escrever, mas sem saber muito bem o que falar. e por que raios eu não fechei a aba, desliguei o computador, e fui fazer outra coisa? sei lá. talvez a desculpa mais estúpida seja a de carregar o iPod shuffle (batizado recentemente de Nikolai Ivanovich Bukharin, pra combinar com a cor vermelha dele), ou mesmo de aproveitar enquanto o MacBook tá carregando pra conferir as novas.

enfim, não sei. só sei que a vontade de escrever foi maior do que a falta de assunto.

eu poderia contar o que fiz nos últimos dias, ou o que fiz só no dia de hoje. no sábado passado, o meu amor voltou pro Zimbábue pra continuar a missão dele. dizer que eu chorei muito e que eu já não aguento de saudade é um understatement. no domingo, tive uma enxaqueca horrível. na segunda, um pouco de pressão baixa. hoje, arrastei a mamãe pro cinema comigo, e assistimos “Silver Linings Playbook“.

sobre o filme: gostei o suficiente pra ficar curiosa pra ler o livro. aí eu lembrei que eu quero ler também “The Perks of Being a Wallflower“, que eu ainda nem comprei. e logo lembrei que eu ainda tenho um monte de coisas pra ler do mestrado, e mais alguns livros “extracurriculares” que eu ainda não consegui terminar.

também acabei de lembrar que ainda não batizei esse MacBook, e nem o iPad mini. isso é um problema sério. preciso cuidar logo disso.

fevereiro tá acabando e, com o seu fim, chegarão mais uns dias de mini férias, antes do início das aulas do mestrado. só que nessas mini férias eu preciso tomar vergonha na cara e escrever bastante pra minha dissertação. ai Jesus.

chegamos pro cinema em cima da hora e o meu plano era passar na C&A depois do filme pra conferir a collection da 284, lançada hoje. só que deu uma chuva tão terrível que destruiu sabe Deus o que lá no Plaza que por pouco não impediu que assistíssemos ao filme, e, quando saímos, tava tudo fechado. parecia meia noite no shopping, depois daquelas sessões tardias de filmes que as vezes a gente gosta de assistir, mas era só 18h40 da noite! nem o banheiro estava aberto, e tivemos que encarar um trânsito horrível na volta pra casa – enquanto controlava uma vontade incontrolável de fazer pipi pra conseguir dirigir o Neville.

por um lado, o dia de hoje foi bom pra ser mais um passo em direção ao controle da ansiedade. além disso, eu já comprei tanto nos últimos dias que deveria tomar vergonha na cara e não comprar mais nada até março. he he he!

ah! já ia esquecendo! depois de 3 anos, voltei a Búzios! antes do chaveirinho ir embora, nós demos uma escapadinha até Búzios e curtimos alguns poucos dias de sol e alegria pertinho do mar. ele, que nunca tinha ido lá, adorou. eu, que estava com saudade, mas não sabia como reagiria ao voltar lá sem a Mivó, senti que consigo aproveitar Búzios do lado de quem eu amo, mas sem forçar a barra – por exemplo, não dá pra ficar mais na Pousada dos Gravatás sem a Mivó, mas dá pra ir na praia de Geribá. dá pra entender?

acho que minha vontade de escrever tá passando. vai ver que é porque eu escrevi um monte de coisa, sem querer, querendo.