cabelo: cortar e doar!

Quem me conhece e/ou acompanha o blog há um tempinho sabe que eu tenho tinha muita vontade de cortar meu cabelo mais curto, mas o apego era muito grande e eu não conseguia largar os fios mais longos. Até tentava tirar 4 dedos a cada visita ao Prya, mas sempre acabei deixando crescer mais do que precisava pra ir cortar.

Até que eu completei meus 25 anos e fui pra Niterói no dia seguinte. Não aguentando mais o calor, nem o peso do meu cabelo (quem vê meu cabelo liso e fino não acredita na quantidade de cabelo da pessoa), nem andar o tempo inteiro com o cabelo preso (além do peso, tava percebendo que os fios tavam ficando com as pontas muito arrebentadas, e eu não tenho a menor paciência pra hidratação…), decidi ir lá no Prya e pedir pro Arthur cortar bastante o meu cabelo, deixando num comprimento long bob.

Deve ter uns dois anos que eu ensaiava esse corte mais curto, acima dos ombros. Mas a coragem só veio mesmo agora, depois de completar um quarto de século. Naquele dia, eu disse que estava em ritmo de mudança. E, aproveitando o final do ano, quis fazer o bem, sem saber pra quem!

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O corte rendeu uma “sobra” de cabelo suficiente pra doar pro CABELEGRIA, instituição que recebe doações de cabelos para fazer perucas para meninas que estão tratando o câncer e, por isso, perderam os seus cabelos.

Eu estou amando o meu corte. Acho que não podia ter ~diminuído~ meu cabelo numa hora melhor. Minha auto-imagem melhorou muito depois que cortei, e não estou sentindo nenhuma falta da longa (e já muito repicada) cabeleira. Felipe também amou. E amei mais ainda poder enviar o que era meu cabelo pro CABELEGRIA, com a certeza de que vou ajudar.

Ah, e uma foto do corte novo só pra matar a curiosidade (e deixar registrado o jantarzinho japa delícia da semana passada com os melhores amigos do universo <3):

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BTW, o Gabriel mal acreditou quando viu que eu tinha cortado o cabelo! Ele, que é meu bróder, meu amigo de fé, meu irmão camarada, já acompanhou muitos e muitos ataques de corto-não-corto! Era uma vez o apego! Pode vir, 2015!

das férias

Voltei de férias, minha gente. E que férias! Começamos com 9 dias em Orlando e seguimos pra Punta Cana, com direito a 5 dias em um resort all-inclusive maravilhoso!

E antes que alguém pergunte, mesmo que mentalmente, o que eu fui fazer em Orlando pela segunda vez nesse ano e pela décima quinta vez na vida, eu respondo: conhecer o Beco Diagonal, é claro!

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panorâmica do Beco Diagonal no parque Universal Studios

Convenci o Felipe de irmos pra Orlando e arrastei ele pra 3 (Magic Kingdom, EPCOT e Hollywood Studios) dos 4 parques da Disney, e dedicamos 3 dias pra curtirmos os dois parques da Universal (Universal Studios e Islands of Adventure). Mas como eu sou Disney Freak, e Disney Freak que se preza não deixa nenhum parque pra trás, fui pro Animal Kingdom com os nossos amigos que viajaram com a gente e também curti pra caramba, mesmo tendo ficado pouquinho por lá!

com os amigos no Animal Kingdom

com os amigos no Animal Kingdom

Curtimos tanto que Punta Cana foi ainda mais providencial do que pensávamos, porque ficamos mega cansados e os 5 dias de all-inclusive, sem nenhuma preocupação no paraíso, foram providenciais!

piscininha delícia em Punta Cana

piscininha delícia em Punta Cana do ladinho do meu amor ❤

Comecei a escrever esse post desde que chegamos, e ainda não consegui terminar! É que tava escrevendo detalhadamente sobre o que fizemos cada dia, mas tá ficando enorme, e, até que eu conseguisse postar tudo, capaz de já tá na hora de voltar pra Orlando xD então eu deixo vocês por enquanto com esse post pequenininho que dá sinal de vida, prometendo contar mais das nossas férias em breve – principalmente sobre o Beco Diagonal!

de um lado pro outro mudando de lado

Nossa, fiquei muito tempo sem passar por aqui, sem contar o que anda acontecendo na minha vida. É que tudo tem sido tão corrido e tão louco ultimamente que, mesmo quando me dá vontade de escrever alguma coisa aqui, nunca dá tempo…

Do final da Copa pra cá, já voltei pra Niterói 3 vezes, o primeiro ciclo de aulas acabou no cursinho aqui em Brasília, e eu finalmente vou ter férias desde que terminei o mestrado o/

Aqui em Brasília, logo depois que eu voltei de Niterói do dia dos pais, rolou casamento de um casal de amigos e uma ida ao Mané Garrincha pra ver meu Botafogo vencer:

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Também recebemos dois amigos aqui em casa e foi super divertido, e rendeu uma foto pra eternidade, daquelas que merecem porta-retrato e lugar de destaque onde quer que a gente vá morar:

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Meus pais também vieram pra Brasília logo no iniciozinho de setembro, e foi ótimo!

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Em seguida fui pra Niterói e passei 10 dias por lá, me dividindo entre consultas médicas e exames, mas também fui dois dias ao Plaza Fashion Trends, evento de moda que rolou lá no Plaza Shopping exatamente no período em que eu estava em Niterói! Coincidência demais.

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E ainda rolou um Parador Bistrô com essas pessoas queridas:

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Daí eu voltei pra Brasília, voltei pro meu aconchego, pro meu amor, e a gente tem dividido os nossos primeiros dias de férias entre idas ao cinema e muito tempo no sofá…

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infinito particular super bagunçado (x

E eu finalmente comprei um monopod pra usar a minha GoPro, que eu ganhei no meu aniversário de 24 anos e só tinha usado pra 49 fotos até a chegada do monopod milagroso! Agora fico querendo usar toda hora, mas Brasília resolveu não ser muito fotogênica desde que eu voltei de Niterói. Deve ter ficado com ciúmes! Hihihi

E férias que são férias de verdade tem que ter viagem pra curtir e descansar, e outubro veio pra isso, pra gente aproveitar um tempinho longe da correria, longe da “vida de concurseira”, longe das obrigações do trabalho…

A última coisa importante que eu tenho pra falar hoje é talvez a mais importante: estou tendo acompanhamento nutricional há um mês, e estou me empenhando (muito!) pra voltar a ter uma vida e um corpo saudável. Percebi que preciso ter uma alimentação mais saudável e me dedicar mais aos exercícios físicos antes que seja tarde demais. Os exercícios tem sido razoavelmente leves, por conta dessa história do tornozelo ruim, mas até exercícios leves e uma alimentação saudável fazem toda a diferença. Quando voltar das férias, quero escrever mais sobre esse acompanhamento nutricional por aqui mas, por enquanto, deixa eu aproveitar esse mês de outubro pra brincar e ser feliz (:

quattro anni senza lei

Mivó, tem quatro anos que eu não te dou um abraço, e isso dói demais. Muita coisa mudou nesse último ano, Mivó, menos a saudade que eu sinto de você. Essa saudade, ela só cresce. 

Eu me mudei pra Brasília, vó. E, junto comigo, todas as minhas esperanças e os meus medos vieram junto. Me mudei pra Brasília e enfrento o cerrado pra tentar me preparar bem pr’aquele concurso que você tinha tanto receio que eu fizesse, porque achava que eu nunca ia querer me casar. Me mudei pra Brasília, e trouxe comigo a saudade que eu sinto de ouvir a sua voz.

Tô morando com o Felipe, vó. Foi só por isso que eu vim. Sem ele aqui, eu não teria coragem de enfrentar esse cerrado sozinha. Duas opções me restariam: ou papai e mamãe viriam comigo, ou teria que enfrentar a Ponte Rio-Niterói todos os dias, e sabe lá quanto tempo do meu dia perderia no trânsito.

Queria que você conhecesse a minha casinha, Mivó. A nossa casinha. A gente arruma tudo com carinho, compartilha as responsabilidades, e até vai pra cozinha de vez em quando. Pois é, Mivó, eu tô perdendo o meu medo de cozinhar e a minha fobia de cozinha, fazendo coisinhas gostosas com o Felipe pra gente comer. O amor muda mesmo a gente, vó.

O Felipe respeita as minhas vontades e os meus medos, o meu tempo e os meus desesperos. Ele me acalma, e me faz cafuné. Ele me abraça, e tudo melhora. Ele mexe no cabelo igualzinho você fazia, Mivó.

Mesmo morando aqui, e estudando aqui, eu vou muito pra Niterói, sabia? Eu terminei o mestrado em junho, e até então tinha que ir sempre pra lá pra encontrar o meu orientador. Depois disso, voltei pra finalizar questões burocráticas lá no PPGEST, e também pra passar o dia dos pais com o papai. Passei seu aniversário junto deles, vó, e comprei uma rosa pra você, e outra pro Mivô. Eu também sinto saudade dele, mesmo sem tê-lo conhecido.

Nesse ano, teve Copa do Mundo no Brasil, vó. E foi muito esquisito ver os jogos sem você por perto. Futebol era coisa nossa. Nessa Copa, faltou um pedacinho de mim pra torcida, porque faltou você sentada no sofá do meu lado. Sem você pra ver o futebol comigo, vó, o Brasil perde. Agora, quem vê o futebol comigo é o Felipe. A gente foi a um jogo da Copa no Mané Garrincha, vó. Foi tão bacana! Você ia gostar muito, com certeza.

De vez em quando eu me pego pensando no som da sua voz, Mivó, e também no seu cheirinho. Eu tenho medo de me esquecer do seu cheirinho, de me esquecer do som da sua voz. Eu tenho medo de que o tempo passe tão depressa, e que tanta coisa aconteça, que eu não consiga mais lembrar como era bom ganhar os seus afagos, e da alegria que eu sentia sempre que a campainha tocava lá em casa e via que você tinha chegado. 

Eu sonho muito com você, Mivó. E toda vez que eu sonho com você, eu acordo um pouquinho mais feliz, porque sinto como se você estivesse mesmo pertinho de mim. Toda vez que eu sonho com você, Mivó, eu acordo com o coração um pouquinho mais apertado da saudade de ter você aqui.

Queria muito poder segurar a sua mão outra vez, Mivó. Queria muito poder ter você de novo pertinho de mim, pertinho da gente. Eu já te disse que queria muito que você tivesse conhecido o Felipe. 

Amanhã, nós vamos ver o Botafogo jogar aqui no Mané Garrincha. A vida tem dessas coisas, Mivó… 4 anos depois do meu último adeus pra você, eu vou num jogo do nosso time, do time que você me ensinou amar, do time que eu aprendi a torcer. Eu nem sabia que ia ter esse jogo aqui, tão pertinho de mim, mas o Felipe me disse, e me perguntou se eu queria ir. Ele é tão bom pra mim, vó! O coração dele é muito grande. E amanhã, no Mané Garrincha, eu e ele vamos torcer pelo Botafogo como se você estivesse juntinho da gente. E eu sei que você está.

Deus, o Pai bondoso, me dá a força que eu preciso pra continuar caminhando e lutando sem ter você do meu lado, Mivó, mas eu sei que você está intercedendo por mim, olhando por mim, cuidando de mim, como fez a vida inteira.

Te amo, e sinto cada vez mais saudade. 

notícias em meio à copa do mundo!

E aí meu Brasil, essa Copa do Mundo tá demais, não é mesmo?!

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óculos American Eagle Outfitters, blusa Farm, bolsa DKNY, coroa de flores handmade por encomenda quando eu tinha uns 8 ou 9 anos xD

Falar a verdade, tá difícil até de pensar em outra coisa! Cada partida de futebol tá melhor do que a outra, e sempre que eu penso “ah, esse jogo aí não deve ser muito bom não, vou estudar, mas vou deixar a tv ligada só pra garantir”, vem um jogão que me faz morder a língua, deixar os cadernos de lado e ir pra frente da tv. Não que eu me orgulhe disso, longe disso, mas essa é a realidade.

Outro fator que não tá colaborando pros estudos é o meu sistema imunológico de merda fraco. Desde o dia 19/06, dia em que fomos ao Estádio Nacional Mané Garrincha pra assistir Colômbia x Côte d’Ivoire, minha saúde tem ficado mais pra lá do que pra cá. Começou com uma falta de ar na caminhada de volta do Estádio pra casa (3km no sol a pino das tardes de Brasília…), e daí pra frente foi ladeira abaixo.

quase beijando o gramado do Mané Garrincha de tão perto (x

quase beijando o gramado do Mané Garrincha de tão perto (x

O jogo foi incrível, torci muito pela Côte d’Ivoire, e valeu a pena! Pena que a Colômbia que acabou ganhando… Enfim, a saúde sentiu o peso da caminhada no sol, e o organismo reclamou. Depois da falta de ar, veio uma dor de estômago que durou uns 2 dias, aí passou a dor de estômago (também conhecida como mini crise de gastrite) e fiquei com uma tosse seca horrível, depois voltou uma falta de ar pior ainda pra acompanhar a tosse, o que me obrigou a comprar um nebulizador de emergência, e, quando eu achei que tava melhorando, veio aquela cólica que quase arrebenta o ser humano. Ontem, achando que já fava muito bem e muito marota, tive pressão baixa.

E aí é isso aí.

email de pai para filha

de: Murilo Oliveira
para: Letícia Tostes F. de Oliveira
data: 30 de maio de 2014 17:44
assunto: Re: Fw: Divulgação de Defesa

       FILHA QUERIDA, ficamos sensíveis a tudo o que escreveu, principalmente o que nos dedicou, sentimentos que nos emocionaram e que demonstram tudo o que sente pelos  seus pais (não precisava fazer a gente chorar!), mas a VITÓRIA É SUA !!!

     É momento de lembrar o que escrevi – o “Pai Coragem” -; você, naquele momento, poderia não entender exatamente o que eu queria dizer, mas agora, “vai vencer na vida … o futuro é teu” é a expressão do seu prémio, não só de liberdade, mas de encontrar-se na realização de seus sonhos e navegando para o seu destino.

     Por coincidência hoje, limpando os meus armários/papéis, encontrei uma publicação no Jornal dos Advogados, de julho/11, do psicólogo Dr. Marcos Calmon, que trás umas coisas que é bom lembrar:

     ” … você já teve aquela sensação de ter feito uma coisa certa e … acabou colocando tudo a perder com um erro grosseiro? … convencionamos chamar este tipo de comportamento … patológico de “auto sabotagem”, espécie de vírus mental, que roda na mente e produz um estrago enorme, geralmente mudando a sua vida para a pior.

     Quantas vezes você já se preparou para conquistar um objetivo, …mas na hora “H” ocorreu um medo súbito e …  você acabou perdendo aquela oportunidade maravilhosa … deixando dentro de você  a velha sensação de vazio, culpa e fracasso” ?).

     Eu sei que é duro! Mas o Judas Iscariotes está dentro de você! É quando o homem trai a si mesmo de forma inconsciente e devastadora.  …. queremos respostas para este conflito silencioso que se assemelha a uma espécie de “auto terrorismo” psíquico … esses “homens bombas” que surgem do nada … a única coisa que percebemos são os estragos que eles fazem em nossas mentes

     Iludimo-nos o tempo todo com falsas respostas para os nossas questões de ordem pessoal, principalmente aquelas que nos afligem no âmago do ser. Não é o que fazemos negando realidades … , é “fase” … E dessa forma protelamos a conversa que nunca teremos conosco mesmo e com quem quer que seja, pois tudo é fase … Falta-nos implicação consigo mesmo (aqui corrijo:conosco mesmo) no confronto real, isto é, entre as suas realidades e os processos assertivos disponíveis para vencer a auto sabotagem. Como fazer para alcançar um vôo mais alto no crescimento pessoal? Precisamos elaborar melhor a nossa auto imagem. Quem sou eu ? O que estou fazendo comigo mesmo, todos os dias da minha vida? Não adianta ficar juntando os pedacinhos que sobrou de você mesmo nos acidentes da vida.      (……)

     … Curta a viagem da vida, que pode ser maravilhosa! Só depende de você e mais ninguém.”

     Depois das aspas, fala o papai: Você deve estar perguntando: porquê o meu pai veio com isto? Do que ele está falando?

     Respeitável Filha, estou falando da sua capacidade de ultrapassar o nervosismo, do “auto terrorismo” ou “auto sabotagem ” que poderá estar trazendo ansiedade e outras alterações, afligindo o seu íntimo e afetando a sua tranquilidade que é necessária na hora da apresentação do trabalho. É preciso subjugar o Judas Iscariotis (assim que é no latim!) e, com um bom exame de alter ego, verificar, acertadamente, que a sua capacidade e conhecimento deverão estar acima de qualquer “capetinha” que fica no seu ombro esquerdo   (até após a Idade Média, acreditava-se que o lado esquerdo (sinistra) – o canhoto – era dominado pelo Demo, por isto castigavam a criança e a forçavam ao uso da mão direita… Eu mesmo sofri com a luvinha na mão …). Ouça o anjinho que fica no seu ombro direito (“meu zeloso guardador …”), mandado por Deus para cuidar e proteger você.

      Chegada a hora, “Vá vencer na vida! O futuro é teu!” Lembra de “olhar acima das cabeças e o papel não vai fazer a sua mão tremer” (Já falou sobre como estar no palco, o grande ator Murilo!). Enfrenta e vença! Deus está contigo, sempre.

      Com o amor e admiração do Paaaaiiiiiiiiii.

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sobre morar em Niterói e morar em Brasília

quando moro em Niterói, meus pés são o principal meio de transporte. quando moro em Brasília, meus pés são as quatro rodas do meu carro.

quando moro em Brasília, o céu é azul todo dia. quando moro em Niterói, o céu muda de cor todo dia.

em Brasília ou em Niterói, o céu tem várias cores todos os dias.

quando moro em Niterói, a umidade me faz espirrar. quando moro em Brasília, o clima seco faz o nariz sangrar.

quando moro em Brasília, não preciso lavar o cabelo todo dia. quando moro em Niterói, é muita oleosidade, muita agonia.

quando moro em Niterói, quero aproveitar pra passear. quando moro em Brasília, a minha vida é só estudar.

quando moro em Brasília, OS X. quando moro em Niterói, Windows.

quando moro em Niterói, UFF. quando moro em Brasília, Clio.

quando moro em Brasília, as quatro estações do ano acontecem em um dia. quando moro em Niterói, as estações se confundem em vários dias.

quando moro em Niterói, TV. quando moro em Brasília, biblioteca.

quando moro em Brasília, me sinto livre em meio a tanto verde, mas sinto falta de praia. quando moro em Niterói, não dou bola pra praia.

quando moro em Niterói, banho. quando moro em Brasília, água.

quando moro em Brasília, não se fala em quarteirões – se fala em quadras. quando moro em Niterói, falo de ruas.

quando moro em Niterói, acordo cedo porque eu quero. quando moro em Brasília, acordo cedo porque preciso.

quando moro em Brasília, me falta tempo pra tudo. quando moro em Niterói, também.

quando moro em Niterói, vejo prédios altos demais. quando moro em Brasília, acho os prédios pequenos demais.

quando moro em Brasília, vejo uma cidade organizada demais. quando moro em Niterói, acho que a cidade precisava de mais organização.

quando moro em Niterói, os prédios são altos, fazem sombra, cortam o vento. quando moro em Brasília, os prédios são horizontais demais.

quando moro em Brasília, tudo é muito longe, e 3km é perto. quando moro em Niterói, 3km é longe, e tudo é muito mais perto.

quando moro em Niterói, tomo café fresco. quando moro em Brasília, tomo suco.

quando moro em Brasília, faço compra de mercado. quando moro em Niterói, já tem tudo no armário.

quando moro em Niterói, sou filha. quando moro em Brasília, sou mulher.

quando moro em Brasília, me dá saudade de Niterói. quando moro em Niterói, me dá saudade de Brasília.

vamos pular essa parte

“Letícia, você sumiu de novo!” é, eu sei, mas vamos pular essa parte.

ou não.

porque, se eu tô sumida, é porque estou consumida. pelo deslocamento no trânsito, pelas aulas no Clio, pela dissertação sem fim.

hoje é o segundo dia nesta semana que eu falto aula por causa da dissertação, e também porque tô pifando. sabe lâmpada quando quer queimar mas não queima de uma só vez? então.

falando em lâmpadas, comprei lâmpadas novas pra casa ontem, habemus luz!

a sensação de sobrecarga tá grande demais. mesmo! sinusite atacou, pressão baixou, cabeça doeu, corpo reclamou, e eu tô com torcicolo.

eu não sei onde eu tava com a cabeça quando achei que ia ser tranquilo dar conta de acabar a dissertação e o mestrado fazendo cursinho.

vamos pular essa parte.

quero força pra acabar logo de escrever! meu Deus, me dá força! meu Deus, me dá sabedoria pra que eu saiba que acabei! meu Deus, não me deixa ficar inventando novas coisas pra escrever numa dissertação que já tá enorme! aí depois o Senhor me ajuda pra continuar forte e estudando pro concurso!

vou comer uns tomates.

mudanças

É, eu sei, fiquei mais um longo período sem passar por aqui pra registrar as minhas ~peripécias~. Acontece que, de repente, e não mais do que repente, eu descobri que as aulas do cursinho preparatório que quero fazer pra me preparar pra remota possibilidade de entrar no Itamaraty começariam agora no meio de abril e, como eu queria fazer o cursinho aqui em Brasília, tinha que preparar uma certa mudança.

É, mudança. “Mas, Letícia, você já não tava passando longos períodos em Brasília na casa do namô por conta da pesquisa?”, vocês poderiam me perguntar. Sim, estava. Desde agosto do ano passado, a mudança já ia tomando forma. Cada vez que vinha pra cá, trazia um pouquinho mais de mim, um pouquinho das minhas coisas. Mas determinadas coisas só puderam vir depois da decisão definitiva, da nossa decisão de morar junto, do apoio dos meus pais à minha escolha de estudar aqui. Afinal, aqui eu estudo – como eu sempre digo.

Foram alguns dias preparando caixas e mais caixas que seriam enviadas pelo Correio, cheias de livros, DVDs, objetos decorativos, maquiagem(!), cabides, roupas, chá de erva cidreira, toalha de mesa, sapatos, e tudo mais que eu precisava pra deixar a nossa casinha aqui mais gostosa e aconchegante. Além disso, fiquei um tempinho pesquisando orçamentos de caminhões cegonha que pudessem trazer o Neville pra cá, combinando preço x prazo. Tô na expectativa de que ele chegue aqui ainda essa semana, e vocês podem acompanhar a hashtag #nevilleporaí no instagram pra ver as aventuras do carro mais bacana do universo.

Além disso, antes de vir pra cá na quarta feira passada, eu ainda precisei ir no ortopedista com urgência, porque não aguentava mais de dor no tornozelo e o último angiologista que consultei disse que o problema não era originário da veia – quero dizer, não tinha nenhum problema na veia propriamente dita – e que, se a dor continuasse, que eu deveria consultar um ortopedista especialista em pés.

E foi isso que fiz. No mesmo dia, fiz raio-x e levei pra ele ver, e ele pediu uma tomografia. Ele suspeita que seja coalizão tarsal + lesão osteolítica, mas o diagnóstico só poderá ser fechado com a tomografia. A tomografia já tá marcada pro dia 22 de abril, quando eu volto pra Niterói pra passar o aniversário da mamãe com ela. Depois da tomografia, é claro que terei que voltar no médico, e o tratamento provável (pra não dizer único, porque eu acredito em milagres!) é cirúrgico. Só que a cirurgia requer uns 2 meses de recuperação, e aí só rola de fazer depois que o cursinho acabar, e ainda tenho que acabar a dissertação, e só Jesus na minha causa.

Por conta da dor, eu preciso ficar com o pé direito pra cima, com gelo, boa parte do meu dia. Pra vocês terem uma ideia, eu tô aqui na biblioteca do MRE estudando/escrevendo dissertação, com essa pequena pausa pra escrever esse post, e tô com o pé pra cima da cadeira – mas sem o gelo -, que é pra ver se eu “aguento”.

Sobre a dissertação, quando eu achei que tava no fim, que tava redondinha, que tava linda, o meu orientador resolveu identificar várias “questões” que devem ser trabalhadas. Nisso aí lá se vai pelo menos mais um mês, eu acho.  Então, além do fantasma de uma possível cirurgia, eu ainda tenho que conviver com a realidade de que, depois de tanto tempo, eu ainda não consegui terminar a dissertação. Isso me afeta severamente.

E, honestamente, a ideia de cirurgia me assusta, me assusta muito, e eu peço a Deus que opere o milagre na minha vida.

Bom, voltando à mudança e à vida em Brasília, ainda tô terminando de organizar as coisas em casa e não vejo a hora do meu carro chegar pra poder sair com #nevilleporaí e comprar (e poder levar!) coisas pra casa que são super necessárias – tanto pra fins de organização quanto pra fins de aconchego.

Falando em aconchego, fui na Forever21 do Rio, no Village Mall, no domingo antes de vir pra cá, e só valeu a pena porque entrei rapidinho com a mamãe na fila preferencial. Sim, mamãe ninja opera milagres, amém. Gostei de ter encontrado as calças que queria ter comprado em janeiro lá em Orlando, e também achei um vestidinho, uma saia e um kimono fofos. Todos vieram pra Brasília e estão felizes de morar aqui.

Aliás, essa história de vir morar em Brasília tem causado uma mudança profunda dentro de mim, como se a frase “I’m heading out west with my headphones on” trouxesse junto um novo estilo de vida. Aproveitei, enquanto arrumava o meu armário e escolhia o que vinha pra cá e o que ficaria em Niterói, pra dar uma “limpa” no guarda roupa, e vi que tinha várias peças guardadas com as quais eu simplesmente não me identificava mais. Em um momento de mudança de cidade, eu também mudo por dentro um pouquinho, e o meu estilo de viver e de me vestir também está refletindo isso. Talvez seja também porque eu só tenho conseguido usar botinhas que protejam o tornozelo…

E hoje é um dia muito especial, porque faz 2 anos que fui ao Lollapalooza com o Felipe e que assistimos a shows incríveis e vimos Foo Fighters maravilhosos e tudo mais o que aconteceu a partir daí.

quem é vivo…

É, eu sei, tô meio sumida. Tô devendo ainda o relato das ~peripécias~ do carnaval, mas, depois que a folia acabou, tudo ficou meio atropelado na minha vida.

Foi um tal de fazer dissertação e comprar mais livro e ler mais livro e estudar mais e sentir dor no tornozelo e procurar mais fontes pra dissertação e escrever mais dissertação e mandar email pro orientador e não ser respondida e continuar escrevendo e continuar colocando gelo no tornozelo e ir atrás de angiologista e escrever mais um pouquinho que – ufa! – só agora deu pra sossegar e “lembrar” do ~brógui~.

Então. O carnaval foi – é claro – maravilindo. Duas noites de Sapucaí – uma da Série A e outra do Grupo Especial -, e as melhores companhias do mundo. Não rolou de ir nos desfiles da Segunda Feira, então assistimos pela TV mesmo. Fiquei um tantinho chateada, é claro, mas o meu tornozelo e essa veia safena super inchada agradeceram o “repouso”.

trio na primeira noite de desfiles da Série A xD

trio inseparável na primeira noite de desfiles da Série A xD

a melhor companhia do mundo <3

a melhor companhia do mundo ❤

No meio do carnaval rolou um aniversário entre amigos, e também um almocinho relax no Gula Gula da Lagoa. Na quarta feira de cinzas, o Felipe voltou pra Brasília cedinho, e eu assisti a apuração pela TV e fiquei mandando pelo whatsapp os resultados a cada quesito apurado hehehe (#tradições).

Como já falei, desde o fim do carnaval tô envolvida completamente com a dissertação e também com a safena inchada. Ganhei óculos de grau novos (dois! lindos! musos! maravilhosos! tô apaixonada), e tô comendo pra caramba. Fiquei sem fazer nenhum exercício físico mais de 2 semanas e engordei meio quilo. Faz parte. Ontem tentei correr um pouco, mas o tornozelo dói muito. Corri por 15 minutos, foi o que eu aguentei.

Quero ir ao cinema. A última vez que fui ao cinema foi no dia 09, ou seja, já tô há 10 dias sem fazer o meu ritual favorito. Assisti “Walt nos bastidores de Mary Poppins” ou, como eu prefiro, “Saving Mr. Banks”. Foi lindo, chorei. O Tom Hanks deu um bom Walt Disney. Eu tenho saudade do Walt Disney como se ele fosse uma pessoa da minha família.

Coloquei o PS3 no meu quarto, porque foi comprado aqui pra casa uma tv nova de 55″ pra sala, que veio com um blu-ray. Aí a tv de 42″ foi pro meu quarto, e o PS3 acompanhou a mudança. Minha vida meio que acabou a partir daí porque, quando não tô dissertando no quarto de estudos, tô enfurnada no meu quarto jogando video game ou então vendo filmes.

Se me perguntarem as manchetes dos jornais, vou responder que não sei, sem a menor culpa. #projetofoco tá bombando – e não, eu não tô falando em perda de peso, tô falando da dissertação mesmo.

feeling good

Gente, já pode ser carnaval?!

Tô aqui na biblioteca do MRE tentando progredir na dissertação e acabar o penúltimo(!!!) capítulo mas tá difícil. Além de estar morrendo de fome (como sempre), a concentração tá afetada por motivos de: carnaval tá chegando!! Amanhã volto pra Niterói, e esse ano a folia começa na sexta no primeiro dia de desfiles da Série A do RJ na Sapucaí com a minha família do carnaval (Haddad Haus <3). No sábado, o Felipe chega pro almoço (amém!), e no domingo vamos ~sapucar~ no primeiro dia de desfiles do Grupo Especial. Sim, estou sofrendo porque só vamos assistir ao primeiro dia de desfiles do Grupo Especial, e porque eu não vou ver a Vila Isabel S2 cruzar a Avenida com Sabrina MUSA Sato à frente da bateria de sangue azul. 

Fazer o quê, não conseguimos fechar uma frisa pra segunda feira, e não dá pra arcar com gastos de uma frisa de 6 lugares só pra 2 pessoas né. Paciência! O jeito vai ser assistir a esse dia pela TV nova, que aliás já chegou lá na casa niteroiense, segundo a mamãe me informou hoje. Pois é, já que a gente não vai nos dois dias de desfile, a mamãe resolveu investir numa tv maior e melhor pra sala, e também comprou um ar condicionado novo pro cômodo, porque ninguém merece o calor que tá fazendo no Rio.

Se bem que eu até tô com saudade do calor, do verão, sabe?! Aqui em Brasília começou a fazer frio de repente há uns dias, e é um tal de chover toda hora, e o Felipe perdeu o meu guarda chuva que eu adorava, e eu só tenho uma capa de chuva aqui, e eu fico sofrendo porque não entendo essa saudade súbita que me dá do verão, da praia, do Rio e do meu ~lifestyle niteroiense~ quando tô aqui no cerrado. Logo eu, que sempre achei legal o frio e nunca fui chegada à praia.

Eu acho que eu simplesmente gosto de saber que a praia tá ali, a 3 quadras de distância de casa, sabe. Mas tô me acostumando, e tenho que me acostumar, com essa vidinha ~Brasiliense~, que parece que tá a cada dia mais perto de se tornar mais constante na minha vida. Só Jesus.

Enfim. Os outros dias de carnaval devem ser punks também, porque alguns amigos do Felipe vão daqui de Brasília pro Rio também, e eles adoram blocos carnavalescos, e eu já tô sentindo uma maratona se aproximando. Gosto de blocos e acho a folia divertida, aliás estou ansiosíssima pra chegar em Niterói e ver ao vivo a fantasia que a mamãe comprou pra mim e que eu já tô apaixonada só de ver por fotos ❤ mas eu trocava qualquer bloco por mais um dia (ou dois) de Sapucaí!

Nosso esquenta começou aqui em Brasília, porque eu desci com o disco dos sambas-enredos pro carro e só se ouve isso no José Dirceu. Falando em carro, acho que vou ter que trazer o meu carro pra cá em breve, não tô querendo ficar longe do Neville quando a mudança “definitiva” vier.

Eu escrevi tanto que já podia ser carnaval. Já é carnaval?!

quando as coisas começam a melhorar

E aí que segunda feira a gente pensa “poxa, mas já? Cadê meu final de semana que tava aqui?”, acreditando que esse dia não vai ter nada de bom. Por sorte, a minha segunda feira foi bem melhor do que eu esperava.

Comecei a semana enfurnada nos arquivos do MRE e estou com as mãos e o nariz cheios de poeira – mesmo usando luvas e máscara de proteção. Vou ter que me entupir de remédios mas – who cares? – tô feliz da vida. Finalmente tô começando a achar as pecinhas que faltam ao meu quebra cabeça chamado dissertação. E, ó, eu acho que vai ficar bacana, viu.

To empolgada – ainda bem. Imagina se eu estivesse frustrada, ou desanimada com a minha pesquisa?!

E eu continuo viciada em Let it Go — gente, será que eu nunca vou me cansar dessa música? Resposta: não.

desabafo

Cheguei em Brasília ontem, no vôo errado, mas na hora certa. E hoje já amanheci aqui no MRE, ansiosa por mexer nos arquivos que guardam tantas coisas preciosas pra minha dissertação.

Só que não consegui nada, até agora. Tô aqui há quase 4 horas, e nada. Aparentemente, o que eu preciso fica numa sessão diferente da qual eu tinha pensado – de acordo com as orientações recebidas – e eu ainda preciso de mais formulários e autorizações pra pesquisar.

Burocracia.

E isso só atrasa ainda mais a dissertação e a pesquisa. Falta pouco, mas o que falta é muito importante. E tá tudo aqui, no MRE, (quase) ao meu alcance.

Enquanto isso, a fome aumenta, a bateria do MacBook vai acabando, eu esqueci meu iPod em casa (na casa daqui, pelo menos), e deixei o cartãozinho da academia em Niterói.

Fevereiro, não seja tão cruel comigo assim.

PS:  Pra completar, sonhei que a Malévola tava atrás de mim. Sim, a Malévola da Bela Adormecida, essa mesma. Já é a segunda ou terceira vez que eu sonho que a Malévola tá querendo a minha cabeça. Vai entender.

vamos falar sobre liquidações

No post onde contei um tiquinho sobre as minhas mini férias de janeiro, eu “reclamei” sobre os preços das coisas lá pelas bandas dos EUA. Falei que podia ser impressão minha ou exagerado pela alta do dólar, e contei que não achei os preços tão convidativos quanto de outras vezes.

Pois bem, minha gente, isso não aconteceu só lá na América do Norte não. Nos meus passeios pelas lojas em liquidação, o susto foi constante.

Lembro de uma época em que descontos de 50% nas liquidações correspondiam a grandes descontos – grandes mesmo! A queda nos preços realmente fazia valer a pena montar o guarda-roupa com essas promoções, ou (quase sempre no meu caso) arrematar aquelas peças que faltaram ao longo da coleção.

Andando por aí, vejo várias lojas que anunciam descontos de ATÉ 50%, 60%, ou 70%. Entro nas lojas, com vontade de gastar dinheiro com achadinhos e novidadinhas que incrementem o meu guarda roupa e a minha vida, mas não encontro nada. E não é só porque eu tô achando as coisas meio esquisitas não: os preços não estão nada convidativos.

É, gente. Eu, que sou consumista de carteirinha, não estou conseguindo comprar nadinha nessa época de liquidação porque os preços estão absurdos até pra quem, como eu, ama comprar. Além do absurdo dos preços, as coleções que estão sendo liquidadas agora foram lançadas ainda no inverno, então tenho peças delas dentro do meu armário há, pelo menos, 6 ou 7 meses. Ou seja: eu já estou meio enjoada também da cara dessas roupas, e não acho que valha a pena desembolsar uma grana considerável em peças que já estão outdated.

E isso é outra coisa que fode com a minha cabeça. Cara, lançaram coleções de verão em pleno inverno. E, em pleno verão, as temperaturas lá em cima, e que assim ficarão por algum tempo ainda, as lojas liquidam suas peças da estação e algumas já lançam o seu outono/inverno em previews ou coleções completas mesmo. Isso é muito esquizofrênico!!!

As lojas tem jogado os preços das coleções lá em cima e, quando chega a liquidação, mesmo com descontos de 70%, tudo fica muito caro. E aí a gente fica se sentindo meio roubado, meio frustrado, meio feito de bobo, meio não-sei-o-que, enquanto eles continuam lucrando montes com descontos que não são feitos pra acabar com os estoques das lojas, mas sim pra ver quem ainda aguenta pagar um tanto por uma peça que já passou de 6 a 8 meses nas araras das lojas.

back in black!

O destino das férias foi, é claro, Orlando-FL. Surgiu mais uma oportunidade de ir curtir a cidade e os seus parques temáticos e eu, logicamente, não deixei a oportunidade escapar. Agradeço ao meu orientador, que ainda está na Suécia, pelas mini-férias que ele me proporcionou com esse ~sumiço~.

Hogwarts is my home! <3

Hogwarts is my home! ❤

Orlando estava fria demais nesse janeiro. Foram poucos os dias em que pude tirar os casacos e aproveitar o quentinho do sol. Mas isso não é de todo ruim, já que aqui em Niterói tá um forno, e estava um forno antes da viagem. Brasília também tava quente demais, e parece que continua assim. Sofro muito no calor, então tava bem feliz lá no friozinho.

Achei que tudo estava caro demais. É impressão minha, ou, junto com a subida do dólar, as coisas lá nos EUA também ficaram mais caras?! Sentia preguiça de comprar, e investi em poucas coisas que achava que valiam a pena. Exceto nos parques, é claro, porque eu não tenho discernimento nesse ponto e adoro comprar as mil bugigangas e quinquilharias que eles oferecem.

Me entupi de Butterbeer, mas não o tanto quanto queria. Sofri um bocado porque não pude participar da Harry Potter Celebration, que aconteceu enquanto eu estava lá. There’s no free lunch, e eu estava lá acompanhando um grupo como guia, não podia deixá-los e ir pros parques que eu queria.

eu nunca terei fotos suficientes em frente a esse Castelo lindo

eu nunca terei fotos suficientes em frente a esse Castelo lindo

No todo, foi bem divertido, e curti bastante. Mal posso esperar pra voltar – mas que seja sem grupo, porque já não aguento mais andar no It’s a Small World ou no Peter Pan. Além disso, o Fastpass Plus que a Disney inventou agora dificulta muito a vida de quem leva grupo, porque aumenta – em muito – as nossas responsabilidades. Quero voltar pra lá só com a minha família, e tá ótimo.

Mal cheguei e já fui ao cinema. Assisti FROZEN com a mamãe na quinta feira e fiquei apaixonada! Tô super viciada na trilha sonora e fico cantando Let It Go o dia inteiro. Queria ter assistido na estréia, mas não deu. Pelo menos já pude cortar esse filme da minha lista. Aliás, a lista de filmes pra 2014 já está extensa e eu já estou super atrasada. Ai ai.