Tudo o que você precisa saber sobre a Disneyland Paris

Se tem alguém que ainda não sabe disso, eu sou #disneyfreak, com muito orgulho, com muito amor, e eu não perco nenhuma chance de visitar e vivenciar o mundo mágico pelo mundo!

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Se meu destino certeiro de férias por muitos anos foi Orlando, pra aproveitar a Disney World ao máximo, nesses últimos tempos eu fui 2 vezes pra Disneyland Paris em pouco mais de um ano, em meio à tantos outros destinos que vocês tem acompanhado por aqui! Eu já tinha ido à Disneyland Paris em 2009, quando estive em Paris pela 1ª vez, e tinha gostado bastante dos parques mais “compactos”, que podem ser facilmente desfrutados em um único dia. Por isso, não deixei passar nenhuma das outras chances de voltar pra esse pequeno complexo mágico na Europa!

Se em 2017 eu já contei rapidamente por aqui sobre o dia que eu e marido passamos nos parques, hoje decidi fazer um post bem completo, explicando tudinho pra quem quiser aproveitar a Disneyland Paris e o Walt Disney Studios.

COMO CHEGAR

A Disneyland Paris fica em Marne la Vallée, a cerca de 40km do centro de Paris. Para quem estiver em Paris, o jeito mais simples de chegar é tomando o RER A (vermelho), descendo na estação final, Gare de Marne la Vallée Chéssy, que já é praticamente dentro da Disney. O bilhete de RER custa €7,60 por adulto/por trecho. Eu nunca usei o shuttle da Disney, mas sei que ele existe e que o transporte de ida e volta do centro de Paris custa cerca de €30. Também é possível ir de carro, mas eu também nunca tentei. O percurso em RER leva cerca de 45min, e sempre foi essa a minha opção escolhida.

INGRESSOS

Você pode optar por ingressos de 1 dia ou vários dias, e os preços variam de acordo com a sua opção. O ingresso de 1 dia para 2 parques, comprado no guichê, custa €99 para adultos e €83 para crianças. O pulo do gato na hora de comprar os ingressos é usar os guichês que ficam na entrada do Walt Disney Studios ao invés dos guichês principais da entrada da Disneyland, que estão sempre mais cheios!

PARQUES

O complexo europeu da Disney conta com dois parques: Disneyland Paris e Walt Disney Studios. Os horários de funcionamento de cada parque variam, então vale a pena conferir no site antes de planejar a sua visita, bem como conferir os horários atualizados do dia quando já estiver por lá. Eu costumo preferir começar o dia pelo Walt Disney Studios e depois seguir pra Disneyland Paris porque, em geral, o Walt Disney Studios fecha mais cedo do que a Disneyland. Como nas duas últimas vezes em que eu fui pra lá estava um frio congelante, eu não consegui ficar até tarde, então não fiquei pulando de um parque pro outro: aproveitei o Walt Disney Studios até umas 14h, e depois fui pra Disneyland, onde fiquei até umas 17h. Quando eu fui pra lá pela primeira vez, em 2009, era verão, então anoitecia mais tarde, estava calor, e era um quadro completamente diferente; naquele dia eu aproveitei até o último segundo!

BRINQUEDOS/RIDES

Eu falei ali em cima que esses parques são mais “compactos”, e agora é hora de explicar porquê: eles concentram, em um espaço menor, os principais brinquedos (inclusive “radicais”) que se encontram espalhados pela Disney World e pela Disneyland (a original, da Califórnia). É claro que não são todos os brinquedos, mas no Walt Disney World e na Disneyland Paris podemos brincar na Rock n Roller Coaster, na Tower of Terror, na Big Thunder Mountain e no Buzz Lightyear Laser Blast.

Pra quem já foi pra Disneyland ou pro Magic Kingdom, andar pela Disneyland Paris será muito fácil e familiar, porque a disposição do parque é praticamente idêntica àquela encontrada nos seus irmãos mais velhos. Mas não pense que os 3 parques são irmãos gêmeos: cada um tem as suas particularidades! O Castelo da Bela Adormecida de Paris tem várias surpresas para os visitantes, e vale a pena gastar alguns minutos do seu dia explorando cada cantinho dos 3 andares desse lindo Castelo. O Labirinto de Alice (Alice’s Curious Labyrinth) também merece a sua atenção. As atrações tradicionais como Piratas do Caribe, Mansão Mal Assombrada e It’s a Small World estão por lá para os fãs mais sedentos. E a montanha russa Indiana Jones and the Temple of Peril é uma das atrações exclusivas desse parque! Mas, pra mim, o melhor brinquedo do parque Disneyland Paris é a Star Wars Hyperspace Mountain, que é a versão mais nerd e super turbinada da Space Mountain!

Já o Walt Disney Studios seria a versão europeia do Hollywood Studios (que fica na Disney World, em Orlando), só que bem menor. Além disso, no Walt Disney Studios encontramos uma área inteirinha dedicada ao Ratatouille, enquanto apenas uma atração similar à existente em Paris será inaugurada no EPCOT de Orlando até 2021 (em tempo de comemorar os 50 anos de Walt Disney World). Outra área super legal do Walt Disney Studios é a Toy Story Playland, que já dá um gostinho da Toy Story Land que será inaugurada no final desse mês de junho de 2018 em Orlando.

PERSONAGENS

Mesmo em dias cheios (dessa última vez que eu fui, em março, os parques estavam bem cheios mesmo!), acho que os parques de Paris são menos alvoroçados do que os de Orlando, e vale a pena aproveitar a oportunidade para tirar fotos com seus personagens preferidos. Mickey, Minnie, Pluto, Darth Vader, princesas… todos estão por lá!

Pra não perder o seu personagem preferido, é importante pegar o timetable do parque assim que chegar (é também nesse folheto que você vai conferir os horários dos shows e atrações) e programar suas fotos especiais.

FASTPASS, SINGLE RIDER & WI-FI

O famoso “fura fila” da Disney está evoluindo muito rapidamente pelo mundo, e em Orlando o sistema já é todo digital, sendo possível agendar com antecedência pela internet. No complexo europeu, essa modernidade ainda não chegou, e o fastpass continua sendo o bom e velho papelzinho que a gente tem que ir na máquina buscar e planejar o dia de acordo. Estando sozinha, não usei nenhum dessas últimas vezes, até porque quase todas as rides tem fila de single rider. O wi-fi para guests foi instalado recentemente, e ainda não tava funcionando muito bem não.

MAGICAL MOMENT

Há uns anos atrás, a Walt Disney World lançou uma campanha que promovia “magical moments” para os guests: podia ser desde uma experiência com um personagem até mesmo passar uma noite na suíte do Castelo da Cinderella. Mesmo essa campanha tendo durado pouco tempo, eu adotei o termo pra vida, e não foram raras as vezes que vi “magical moments” acontecendo nos parques da Disney – fosse um fastpass ou uma foto especial capturada no momento perfeito. Dessa última vez, em março, meu magical moment foi uma situação inteira que se desenrolou na frente do Castelo da Bela Adormecida, proporcionada por uns cast members super atentos!

Como vocês já viram nas fotos, eu fui pro parque com o gorro mais legal do mundo, que é o Yoda usando orelinhas de Mickey. Naquele período, a Disneyland Paris estava celebrando a “Season of the Force“, e os parques estavam tomados por réplicas das naves de Star Wars. Não bastasse o sucesso que o meu gorro fez nos parques (sério: 1 em cada 3 pessoas me perguntava onde eu tinha achado aquele gorro, que eu comprei há uns 5 anos no Hollywood Studios), quando eu fui tirar aquela foto tradicional na frente do Castelo da Bela Adormecida, um cast member muito atento saiu correndo na minha direção, com um sabre de luz e gritando “YODA! YODA!”, me fazendo cair na risada. Isso originou uma sequência de fotos sensacional, que pode ser vista acima, na qual eu tentava equilibrar os risos com as poses remetentes ao universo de Star Wars.

A magia da Disney é contagiante, e eu amo esse universo! Se vocês tiverem alguma dúvida ou pergunta sobre o complexo da Disneyland Paris, deixem aí nos comentários que eu respondo com alegria!

Game of Trones tour: Winterfell

Estamos na Irlanda do Norte! Chegamos ontem em Belfast e hoje foi dia de imersão total no universo de Game of Thrones, com um tour que durou o dia inteiro e que nos levou a vários cenários da série!

Pra quem não sabe, a série é gravada na sua maioria aqui na Irlanda do Norte, além de algumas locações na Espanha e em Malta. Além das locações externas, a série da HBO é gravada nos estúdios em Belfast. Por esse motivo, a base da equipe é em Belfast, por conta da proximidade com a maioria das locações.

Nós agendamos o nosso tour online com a Game of Thrones Tours e o pacote (transporte e passeios com guia) custa £40 por adulto para o tour WINTERFELL. Saímos de Belfast às 9h e chegamos às 17h30, e nosso guia, Robbie, era muito animado e empolgado com a série, e sabia um monte de coisas sobre os episódios e locações, além de informações turísticas não-relacionadas à Game of Thrones.

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needle, a espada de Arya Stark

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a espada de Robb Stark, “King in the North!”

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longclaw, a espada de Jon Snow

Nossa primeira parada foi Inch Abbey, que é um mosteiro do século XII, onde algumas cenas importantes da série foram filmadas, como o momento em que Robb Stark é eleito o Rei do Norte (King in the North!). Foram disponibilizadas capas no melhor estilo Stark e também espadas, machados, escudos e banners da casa Stark para que pudéssemos entrar bem no clima.

De lá, seguimos para Castle Ward Estate, local usado na primeira temporada para filmar principalmente Winterfell. Caminhamos bastante por lá (3km de trilha!) para passarmos por outras locações da série, como o acampamento de Robb Stark, o Campo de Batalha de Baelor, etc.

Almoçamos no The Cuan em Strangford, que é um pub/hotel pertinho de Castle Ward, consequentemente frequentado pelos atores, produtores e crew da série em geral. Eu comi fish & chips, o marido comeu lasanha, e nós provamos a cerveja artesanal Hodor. Dentro do pub, há uma espada de Ned Stark (ice) na parede e, o mais legal, a primeira porta de madeira trabalhada por David Hogg, que produziu 10 portas de madeira, instaladas em lugares espalhados pela Irlanda do Norte relacionados à série.

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local onde os Starks encontraram os filhotes de direwolf

Seguimos então para Tollymore Forest, onde andamos por mais 3km(!) para conhecer um pouco mais dessa floresta que serviu de cenário para vários momentos da série, como o acampamento de Tyrion e Jon a caminho da Muralha, a ponte onde os Starks descobrem a direwolf morta e seus filhotes, e também o local onde foi gravada a primeira cena de toda a série (onde um Patrulheiro da Noite encontra os corpos desmembrados pelos White Walkers).

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Infelizmente, porque o clima não permitiu, nós não pudemos atravessar o Narrow Sea de balsa, entre Portaferry e Strangford, que está incluído nesse tour. Por outro lado, fomos privilegiados pois pudemos ver Winterfell sob neve e que nos fez entrar ainda mais no clima!

fones de ouvido dos super heróis

Descobri dia desses, enquanto pesquisava um modelo novo de headphones pra comprar (tenho um da Sony há 2 anos que tá pedindo aposentadoria), que a iHome lançou uma linha de headphones dedicadas aos super heróis da Marvel. Achei genial! Imagina só que bacana poder ouvir músicas e podcasts com fones de super heróis?! É o tipo de coisa que ~agrega tudo~!

Hulk

Capitão América

Homem de Ferro

Cada um desses da iHome custa, em média, US$25. Depois da descoberta, fucei um pouquinho mais a internet, e descobri também alguns modelos da iHip, que homenageiam não só os heróis da Marvel, mas também da DC Comics!

Wolverine

HQs *.*

Liga da Justiça!

Mulher Maravilha

Super-Homem

Batman

Esses modelos da iHip custam, em média, US$18. Não conheço essa marca ainda, mas fiquei com vontade de testar – principalmente se for com esse modelo de headphones da Mulher Maravilha!! Além desses todos, achei uma opção na Amazon pra comprar esse pack com 3 fones por menos de US$50!

pack com fones d’Os Vingadores

Confesso que, de todos esses fones que achei, o meu preferido foi a versão do Homem de Ferro da iHome – porque, né, vocês já sabem que ele é o meu Vingador favorito. E eu ainda achei esses dois outros acessórios da iHome pra iPhone/iPod que fizeram meus olhinhos brilharem:

US$25 na Amazon

US$50 na Amazon

Já tô imaginando esse despertador no meu quarto e o dock no escritório! Quase não me aguentei com essa fofura do Homem de Ferro com a mãozinha levantada nesse dock!

coleção Disney na Colcci

Tá lá no blog da Colcci: “não, você não caiu no buraco do coelho e está alucinando”. A marca que sempre chama atenção na SPFW e que está presente em todo o Brasil acaba de lançar uma mini-coleção todinha de t-shirts estampadas com personagens da Disney. E o melhor: vários personagens “secundários” (não gosto muito desse título! #disneyfreak ama todo mundo do mesmo jeito hehehe) mereceram as suas próprias estampas! Irmãos Metralha, João Bafo de Onça, Capitão Gancho, Malévola, Cruela DeVil e muitos outros estampam essa linha de t-shirts maravilhosas, que chega nas lojas agora em novembro. A gente já falou aqui no blog sobre jeitos legais de usar t-shirts com estamparia geek, e acho que essas fotos da Colcci também servem de inspiração pra gente!

Eles já liberaram as fotos da campanha e um lookbook com as t-shirts. Essas fotos da campanha foram todas clicadas lá no Walt Disney World!!

t-shirts do Bambi e da Cruella DeVil, clicadas no EPCOT!

t-shirt da Alice e t-shirt do Bambi, no carrossel do Magic Kingdom (e eu pirei completamente nesse look com a t-shirt da Alice, quero essa saia amarela pra ontem)

t-shirt do Pinocchio clicada em Downtown Disney

camiseta do Bambi, clicada no hotel All Star Movies

duas t-shirts dedicadas à Rainha Má da Branca de Neve, clicadas no hotel All Star Movies (esse negócio amarelo aí atrás é uma máquina de refrigerante hehehe)

regata d’A Dama e o Vagabundo, clicadas em ? (não consegui identificar hihihi)

Já as fotos do lookbook estão ~padrão~, com um painel decorado pelos personagens Disney ao fundo.

01 02 03 04Eu já tô completamente apaixonada por várias das t-shirts da coleção, e quero logo ir numa Colcci ver tudo de perto. Ainda não sei os preços, mas imagino que fique entre R$100 e R$200 (ouch!!). Mas, como meu aniversário tá chegando, e o Natal também, quem sabe eu não consigo ganhar alguma de presente? (x

geek t-shirts

Eu acho que caiu a minha ficha do “smart is the new sexy” ou que “geek is the new chic” quando eu comecei a ver um monte de gente usando t-shirt com estampa inspirada em histórias em quadrinhos e/ou óculos de aro grosso como acessório de moda. No início, eu achava muito esquisito ver quem não precisava usar óculos pra corrigir problemas de visão apelando pros óculos como recurso fashion. Ok, isso eu ainda acho esquisito, porque eu já fiz de tudo pra me livrar dos óculos de grau, mas já aceito com mais facilidade do que antes.

ou “geek is the new chic”. pode escolher!! (:

Já as t-shirts com estampas inspiradas em histórias em quadrinhos eu amei desde o início. Cansei de ver olhares esquisitos sendo lançados na minha direção quando eu saía usando uma t-shirt estampada do Homem Aranha, ou dos X-Men, ou de outros heróis. Hoje, as t-shirts inspiradas nos quadrinhos, e também com dizeres diversos que remetem ao universo geek são consideradas no mundo da moda como ótimas opções para montar looks cheios de personalidade.

Eu sei que isso pode causar certa estranheza, como se a moda estivesse “roubando” as nossas coisas. Mas isso logo se inverte se pensarmos que é uma ótima chance de usarmos com ainda mais orgulho as t-shirts estampadas que habitam os nossos armários há muito tempo! Eu, pelo menos, penso assim – e saio por aí toda feliz quando escolho uma blusa estampada assim pra andar pela rua!

Então quis aproveitar o dia de hoje pra compartilhar com vocês alguns looks que servem de inspiração pra tirar as t-shirts de estamparia geek do armário sem apelar imediatamente pra calça jeans. E a calça jeans que não me leve a mal, porque eu amo calça jeans, mas tô tentando fazer um exercício forte de usar menos as calças jeans e aproveitar mais outras peças do meu armário.

Katherine, do http://poshbykat.com

Margaret (em dose dupla), no http://lookbook.nu/margalatte

E pra relembrar: eu já mostrei aqui como eu usei um blusão do Homem de Ferro de uma maneira ~arrumadinha~!

comparando o iPad (1ª geração) ao iPad mini

Eu não escondo de ninguém que adoro a Apple e as coisas que são lançadas pela marca. Sou fã mesmo, e fico sempre me coçando pra trocar meus gadgets pelas últimas versões – mas #bolsistasofre e, no meu caso, essas trocas podem demorar uns 2 ou 3 anos pra acontecer.

Quando o iPad foi lançado, eu comprei nos EUA assim que pude, e logo me viciei. Sabia que aquilo ali ia mudar a minha vida, e mudou mesmo. E não mudou só a minha não: a minha mãe também se tornou uma aficionada (mamãe geek) e, de 2011 até janeiro desse ano (ou seja: 2013), dividimos um único iPad (eu disse que #bolsistasofre, gente). Aqui em casa, só o meu pai que ainda não se rendeu ao iPad.

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De lá pra cá, foram lançados outros 3 modelos de iPad, e o iPad mini. Esse, sim, me encantou o suficiente pra que eu quisesse desembolsar uma graninha e fazer um upgrade que, além de me colocar muito à frente tecnologicamente, ainda seria mais leve e menor – e, consequentemente, mais fácil de levar pro mestrado ou em viagens. Sem contar que agora a mamãe tem o iPad dela e eu tenho o meu mini, então nenhuma das duas fica ~#chatiada~ enquanto a outra tá usando (hihihi).

todo mundo já notou que tanto o iPad quanto o iPad mini tem Hogwarts como plano de fundo? xD

todo mundo já notou que tanto o iPad quanto o iPad mini tem Hogwarts como plano de fundo? xD

Posso comparar, então, os features de cada um desses modelos que fizeram/fazem parte da minha vida. As principais diferenças entre os dois modelos de iPad que habitam a minha casa são:

  • tela: a resolução da tela do iPad mini é infinitamente melhor, e a imagem fica muito mais bonita e mais bem definida do que no iPad.
  • câmeras: o iPad não tem câmera, e o mini tem câmera frontal e traseira.
  • tamanho/espessura/peso: pra carregar o iPad, eu sempre tinha que usar uma bolsa um pouquinho maior, enquanto o mini cabe em (quase) qualquer bolsa; além disso, dá pra pegar o mini com uma mão só (é sério); o peso, minha gente, o peso é, pra mim, a principal diferença: o mini é 237942304 vezes mais leve do que o iPad.
  • capacidade: quando comprei o iPad ~grandão~, escolhi a versão com 16GB que, na época, me pareciam suficientes; o tempo passou e eu vi que precisava de mais espaço pra armazenamento, então investi numa versão de 32GB.
dá pra segurar o iPad mini com uma mão

dá pra segurar o iPad mini com uma mão

E, sobre o tamanho/espessura/peso, eu preciso fazer um adendo: pra uma pessoa extremamente atrapalhada, o iPad mini oferece muito mais conforto. Eu explico: eu sou dessas que levava o iPad, e agora levo o iPad mini, pra cama, junto do iPhone, MacBook, essas coisas. E, em determinadas ocasiões, eu fico lendo deitada, segurando o iPad mini na frente da cara. Eu perdi a conta de quantas vezes, numa dessas, eu perdi a força e dei com o iPad na cara. E, gente, isso dói. Quando aconteceu com o mini, ok, doeu um tiquinho, mas foi bem menos – até porque eu demoro mais a cansar de segurar o mini do que eu demorava a cansar segurando o iPad.

a capa emborrachada da Apple: eu não entendo porquê eles pararam de fazer essas capas pros iPads em seus diversos modelos

a capa emborrachada da Apple: eu não entendo porquê eles pararam de fazer essas capas pros iPads em seus diversos modelos

Tem uma coisinha só que eu preferia do iPad em relação ao iPad mini: a capa. Eu sou super neurótica com essas coisas de proteger os gadgets (tão neurótica que não tirei eles da capa nem pra fazer as fotos do post), e a capa do iPad era um negócio que eu achava genial: ela reveste o iPad por completo, em um material emborrachado bem resistente. Pro iPad mini, só tem a Smart Cover (que eu acho bacana e até tenho), que deixa a parte de trás do mini “desprotegida”, e eu fui obrigada a comprar uma segunda capa pra usar combinada à Smart Cover. Além da Smart + a que protege a parte de trás, eu tenho essa verdinha que tá na foto, e uma outra preta em couro, que eu costumo usar pra viagens, porque acho que protege mais.

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Ah, sim: além da capinha, eu protegi ambos com película protetora da Zagg, chamada Invisible Shield. Acho um excelente investimento, porque protege mesmo, e tem garantia ilimitada (a chamada lifetime guarantee) contra danos, caso a película não proteja efetivamente o device.

Hoje, no mercado, são 4 tipos de iPad disponíveis: iPad 2, iPad Air, iPad mini, e iPad mini com tela de retina. O meu iPad mini é sem tela de retina, e eu não pretendo trocá-lo tão cedo. Quando comprei, custou US$469 + taxas. Já o iPad custou, na época, US$499 + taxas. E eu nunca quis comprar nenhuma versão com 3G porque, como eu já tenho o 3G no iPhone, nunca senti necessidade; além disso, eu geralmente levo o iPad pra lugares onde tem wi-fi.

Os preços no Brasil estão disponíveis pra consulta na Apple Store brasileira. Sim, eles são um pouco mais caros do que comprando nos EUA, por exemplo, mas, se considerar que aqui dá pra parcelar, e não haverá necessidade de enfrentar a fila da alfândega na chegada de uma viagem pra registrar o gadget e ainda pagar o imposto, acho que vale a pena.

Pra vocês terem uma ideia, vou mostrar pra vocês a conta final da compra do meu iPad mini: US$469 (preço na loja da Apple nos EUA em janeiro de 2013) + 6,5% (imposto da Flórida) + 7% (IOF do cartão) + imposto na alfândega + conversão de US$ para R$ (na época cada US$ equivalia a uns R$2,15) = R$1.193,00

“Mas, Letícia, a gente não tem até US$500,00 de franquia na alfândega quando voltamos de uma viagem internacional?”

Pois é, minha gente, essa franquia existe, mas a alfândega brasileira tem sido cada vez mais rígida com esse limite – e com alguma razão, eu acho, já que tem gente que viaja pra fora do país e pira nas compras e não declara nada. Na prática, a franquia de US$500 dólares pode incluir qualquer objeto (principalmente eletroeletrônicos) comprados fora do país em qualquer época. Explico: se eu viajasse pros EUA com o meu iPad mais velho, e comprasse um novo, voltando pro Brasil com os dois na bagagem, eu pagaria um imposto equivalente ao excedente da soma dos dois, porque eu não registrei o iPad em 2011. Isso caberia pra qualquer eletrônico não-declarado, por mais velho que ele seja. Em janeiro/2013, então, eu declarei na alfândega brasilera o iPad mini, o iPod shuffle, e um HD externo de 2TB, pagando um imposto sobre o excedente dos US$500 dólares permitidos (acho que paguei, ao todo, US$110 de excedente).

Tá quase virando uma dica que caberia em um post do viajante geek, mas eu acho que o gancho é conveniente pra explicar isso mesmo. Eu acho muito arriscado “tentar passar pela alfândega sem declarar”. Das últimas vezes que fui pros EUA e desembarquei no Rio, todos estavam tendo que passar as malas nos raios-x e, aqueles que excediam esse valor permitido de US$500 e estavam na fila do “nada a declarar” acabavam pagando um imposto muito maior sobre o excedente, porque somava-se uma multa o imposto. Eu acho que é bem melhor fazer as coisas direito e certinho, garantindo a franquia livre pra uma próxima viagem, do que ficar ~fora da lei~ e acabar pagando mais do que precisava. No site da Receita Federal também tem explicações detalhadas sobre esses procedimentos de alfândega.

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aproveitando para mostrar dois ângulos do Castelo de Hogwarts no Wizarding World (hihihi)

Isso tudo pra dizer que: se, na época, o iPad mini já estivesse sendo vendido no Brasil, eu teria preferido comprar aqui por R$1.399,00 (acho que foi esse o preço no lançamento), podendo pagar no boleto bancário com 5% de desconto (=R$1.329,00) ou dividindo o valor em infinitas parcelas (porque #bolsistasofre) sem juros. A diferença, no final das contas, ficaria bem pequena, e eu não teria que ficar hoooooras na alfândega pra declarar a compra do iPad mini. Quando fosse viajar, era só levar a nota fiscal de compra aqui do Brasil (quando eu viajo, eu sempre levo a nota fiscal do MacBook comigo por conta disso).

Só mais uma coisinha: eu costumo tentar trocar de gadgets da Apple quando as atualizações do iOS param de ficar disponíveis pr’aquele device que eu já tenho. Acho que esse é o sinal mais significativo de que tá na hora de fazer um upgrade! Geralmente esse sinal de obsolescência aparece a partir do 3º modelo lançado, o que dá uma margem de uso bem interessante – e também um tempinho ok pra juntar dinheiro pro próximo!

Músicas de animes/tokusatsu

Há não muito tempo fui numa festa numa das boates alternativas do Rio que tinha como mote o “mundo nerd”. Sou meio cético a esse tipo de “balada”, mas fui ver qual era. Foi uma bosta.

Mas como se pode tirar algo de bom de tudo, a noite surpreendeu no momento em que o DJ tocou música dos animes tokusatsus da minha infância. Foi, sem dúvidas, o momento alto da festa, já que todos os poucos presentes piraram nas músicas que eram tocadas. Um climão de nostalgia absurdo.

Sem mais delongas, vai aqui a minha lista das melhores músicas desse pequeno Japão no coração de toda criança dos anos ’90.

10 – Cavaleiros do Zodíaco – 1a abertura

Cavaleiros do Zodíaco está para os anime no Brasil como o Nirvana está para o Grunge no mundo: depois que você passa dos 15 anos, você vê que não é mais tão legal, mas foi graças a ele que você conheceu o restante.

E já que o que apela aqui é abrir o mercado, nada melhor que a primeira abertura, lá da época dourada de TV Manchete.

9 – Jaspion – Abertura

C’mon boy!

O japonês do cabelo black-power! Jaspion foi um dos pioneiros do tokusatsu no Brasil, estreando na TV Manchete (sempre ela) em 1988. Sua popularidade foi tamanha que por vezes conseguia superar a audiência de concorrentes de peso, como a Rede Globo.

Tão famosa quanto a abertura era a música do robô gigante de Jaspion, o Daileon, mais conhecido aqui no Brasil pela paródia do “cara tussiu”.

8 – Jiraya – Abertura

Esse era, de longe, o meu tokusatsu preferido. E também o detentor da abertura mais tosca de nossa humilde lista. A cena do vidro de plástico quebrando enquanto nosso ninja o atravessa está nos anais da televisão brasileira.

7 – Sakura – Abertura

Sakura foi um caso raro de desenho destinado ao público feminino que agradou e muito o público masculino. Cheguei a essa conclusão já na faculdade, numa roda de amigos, ao soltar o nome do desenho na roda e ouvir um sonoro: porra, Sakura era foda!

Particularmente prefiro a abertura original, mas o “quero seu calor!” da versão tupiniquim me ganha e garante o sétimo lugar.

6 – Samurai X – Abertura

A única abertura de anime da lista que está na língua original. E não importa. Samurai X era foda e ponto.

5 – Dragon Ball GT – Abertura

A saga final de Goku não teve tanto apelo quanto a série Z, mas possui, na minha humilde opinião, a música mais bonita da série. Tanto é que foi tema de casamentos por aí afora.

4 – Cavaleiros do Zodíaco – 2a abertura

Novamente, Cavaleiros do Zodíaco.

Apesar da relevância da primeira abertura, sem dúvidas foi na re-estréia do desenho que se firmou o que foi o desenho pro Brasil, em 2003.

Como eu disse, o desenho, no fundo, não era lá grandes coisas, mas a espera desde o fechamento da Manchete até a versão do Cartoon Network foi tanta, que vê-lo na TV foi uma catarse. E a abertura na voz do Edu Falaschi fez vale a demora.

3 – Pokémon – 1a abertura

Depois de CdZ, o maior fenômeno japonês no Brasil. O responsável pela venda de Gameboys como água a partir de 1998. Um dos melhores RPGs já feitos pra videogame e, sem dúvidas, um dos desenhos mais divertidos da geração ’90.

Como tudo que vem do Japão, o bom senso faltou na hora de dar um fim a história e o surgimento de mais centenas de pokémons ao longo dos anos tirou o brilho da franquia, mas jamais a apagou.

2 – Yu Yu Hakusho – 1a Abertura

Aqui vai uma escolha totalmente passional, pois se trata do meu desenho preferido de todos os tempos.

Yu Yu Hakusho marcou época como um dos melhores desenhos japoneses a desembarcar no Brasil. Não teve nem de longe o mesmo hype que outros tiveram, mas apresentava personagens cativantes e vilões excepcionais – ou alguém não acha o Toguro o melhor vilão de anime?

1 – Dragon Ball Z – 1a abertura

O maior anime já feito. Isso resume Dragon Ball Z.

Apesar da minha preferência por Yu Yu Hakusho, reconheço que Dragon Ball Z foi um marco no Brasil. Referência para jovens de 20 a 30 anos até hoje, a saga do Super Sayajin Goku é um dos mitos mais poderosos da cultura pop atual. E com todo mérito.

Marvel Vinylmation

Mais uma vez, a Disney me faz ~pirar o cabeção~ com coleções Vinylmation. Pra quem não conhece, Vinylmation é o nome (que combina Animation com Vinyl) dado para bonecos colecionáveis vendidos nos parques da Disney, nas Disney Stores e na loja online da Disney. Todos os bonecos tem o formato do Mickey, mas cada coleção tem um tema diferente. É das tranqueiras que eu mais gosto de comprar na Disney!

A coleção que me deixou maluca dessa vez é inspirada nos super heróis da Marvel. Olha só alguns dos ~Mickeys Vingadores~ disponíveis:

Thor

Thor

Black Widow

Black Widow

Capitão América e Hulk

Capitão América e Hulk

Homem Aranha

Homem Aranha

É demais pro meu coração. Quero todos, quero já, quero pra sempre!