JK Rowling desenhou, e a gente amou

Depois de tantos anos sendo ~fã xiita~ de Harry Potter (amo/adoro essa expressão!), é difícil encontrar algo que eu já não tenha visto. Então eu sempre fico mega ultra feliz quando descubro uma novidade, uma coisa que eu não sabia que existia, principalmente 6 anos depois do fim da publicação dos livros, e mais de 2 anos depois do último filme. Eu vinha preenchendo o meu “tempo ocioso de Potter” com o Pottermore, e é claro que eu fiquei em estado de festa quando foi anunciada a pré-produção do filme inspirado no livro Animais Fantásticos e Onde Habitam, principalmente porque a J.K. Rowling será uma das produtoras (pulinhos de alegria).

E o post de hoje não é sobre ela, mas é sobre um desenho que ela fez, em 1999. Eu tinha que compartilhar com vocês essa fofura:

desenhado e assinado por J.K. Rowling em 1999

desenhado e assinado por J.K. Rowling em 1999

Sem brincadeira: meus olhos ficaram cheios de lágrimas quando eu vi esse desenho. Pensar que a própria tia Jo (esse é o meu jeitinho íntimo/carinhoso de chamar a criadora/autora do meu universo fantástico favorito) desenhou os personagens, colocando no papel como ela via cada um deles quando escrevia as histórias, foi emoção demais pra mim. É muito amor em um desenho só!

O Harry abraçando o Dobby, cara. Tears.

WB Studio Tour London – The Making of Harry Potter

Vocês ainda já sabem que eu sou muito muito muito apaixonada/alucinada/viciada no universo mágico criado por J.K. Rowling. Se deixar, eu respiro Harry Potter. Meu olho brilha de um jeito único quando converso sobre o assunto, meu coração bate mais forte quando (re)leio os livros, e não dá pra conter uma lágrima no canto do olho quando lembro que não tem mais livro novo.

Quando eu fui ano passado passar um mês em Londres pra estudar na King’s College, o motivo mais premente da minha ida não era mesmo estudar. Além de tornar prioridade uma ida à estação de King’s Cross, eu queria mesmo visitar o WB Studio Tour London – The Making of Harry Potter, que tinha sido aberto em março daquele ano.

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primeira foto e a pessoa já tava chorando. pois é.

Eu lembro que, quando anunciaram que os estúdios Leavesden seriam abertos para visitação, eu sentei pra conversar com os meus pais sobre a minha necessidade de ir pra Londres, nem que fosse por um final de semana, só pra poder ir lá. Eu simplesmente tinha que ir. Era sonho que tinha que ser realizado, e eu não aguentaria esperar muito tempo. Ainda bem que eles são bonzinhos e falaram que eu devia procurar um curso afim à minha área de estudo pra poder ficar lá mais tempo (ou seja: ainda tem muita pauta de Londres para geeks – e não geeks também, oras, sem preconceitos – pra entrar por aqui).

Assim que a minha viagem foi confirmada, comprei o ingresso pra visita. Eu ia sozinha, mas, who cares?!, eu ia pra Leavesden!! Os ingressos devem ser comprados online (eles não vendem ingresso lá na hora mesmo! E não há jeitinho brasileiro que mude isso), e incluem um audio guide que ajuda bastante no passeio; também tem a opção de comprar logo o souvenir guide com o ingresso, que sai mais barato do que comprar na lojinha (lógico que eu comprei, né).

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A experiência é muito emocionante pra quem acompanhou os livros/filmes, porque (quase) todos os cenários/sets estão lá, muitos (mas muitos mesmo! Perdi a conta!) dos objetos usados e muitas das roupas usadas nas filmagens (do primeiro ao último uniforme da Grifinória), e também vários segredos cinematográficos referentes aos efeitos especiais são revelados!

Great Hall

Great Hall

~selfie~ no Mirror of Erised

~selfie~ no Mirror of Erised

panorâmica da área onde ficam sets, props, e efeitos especiais

panorâmica da área onde ficam sets, props, e efeitos especiais

Eu não sei nem explicar a emoção que eu senti; talvez eu precise de alguns anos pra processar todo o amor e a alegria que eu senti naquela sexta feira fria e chuvosa. Tudo estava lá: o majestoso Great Hall, a Gryffindor Common Room, The Burrow, o Ministério da Magia, o escritório de Albus Dumbledore, o Beco Diagonal, a sala de Poções, … muitos propscostumes, e varinhas; maquiagem, perucas, figurinos; Privet Drive n.4, Knightbus, Potter’s Cottage, Ford Anglia; modelos em miniatura de diversos cenários, e, ao final de tudo, um modelo em escala – simplesmente enorme, mas não o suficiente pra entrarmos nele – do Castelo de Hogwarts e suas adjacências. O modelo do Castelo é uma das coisas mais lindas e perfeitas que eu já vi na  minha vida.

S2 The Burrow S2

S2 The Burrow S2

dormitório dos meninos da Grifinória

dormitório dos meninos da Grifinória

Gryffindor Common Room

Gryffindor Common Room

sala de aula de Poções

sala de aula de Poções

escritório de Albus Dumbledore (super cheio)

escritório de Albus Dumbledore (super cheio)

Malfoy Manor set

Malfoy Manor set

as lareiras do Ministério da Magia

as lareiras do Ministério da Magia

the Knightbus

the Knightbus

4 Privet Drive

4 Privet Drive

Gringotts!

o Beco Diagonal (o meu set favorito)

o Beco Diagonal (o meu set favorito)

Weasleys Wizard Wheezes!

Já tinha me emocionado em diversos momentos do meu passeio, mas nada foi tão incrível quanto ver Hogwarts tão majestosa na minha frente; chorei, chorei muito. E acho que a emoção foi potencializada porque, ao entrar nessa sala, estava tocando “Leaving Hogwarts” – que, coincidentemente, foi a última música usada num filme Harry Potter.

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"The stories we love best do live in us forever, so whether you come back by page or by the big screen, Hogwarts will always be there to welcome you home." -- JK Rowling, 07/07/2011

“The stories we love best do live in us forever, so whether you come back by page or by the big screen, Hogwarts will always be there to welcome you home.”
— JK Rowling, 07/07/2011

Eu acho que não sou capaz de put down in words o que eu senti; o que eu estou sentindo só de lembrar daquele dia maravilhoso. Só sei que recomenda-se passar 3 horas no WB Studio Tour, e eu passei quase 7 horas lá.

Eu imagino que até pessoas que não sejam tão fãs de Harry Potter vão acabar se divertindo bastante também, mas, desse ponto de vista, eu não tenho experiência. Pra mim, foi absolutamente encantador, e eu me arrependi muito de não ter marcado ingressos pra mais dias, pra poder passear mais por lá e tomar mais Butterbeer (sim! Lá também tem Butterbeer! Fiquei desesperada, porque eu amo Butterbeer, eu tenho abstinência de Butterbeer, e foi ótimo poder tomar Butterbeer em Leavesden).

felicidade define :D

felicidade define 😀

No site onde se pode comprar ingressos tem todas as indicações de como chegar: eu peguei o metrô na Waterloo Station até Euston, e de Euston fui pra Watford Junction, onde há um shuttle que leva até os estúdios, e também traz de volta pra Watford Juncion.

É legal ficar atento à programação no WB Studio Tour London, já que eles tem feito comemorações e eventos especiais de acordo com a época. Outro dia recebi um email promocional da Warner Bros. sobre o período do Natal, que eles chamam de “Hogwarts in the snow”, que vai contar com decorações especiais no Great Hall e em outros sets e, é claro, muita neve em torno do modelo do Castelo de Hogwarts. É claro que eu fiquei doida pra ir, né, mas com a libra cara do jeito que tá, vou ter que esperar outra oportunidade.

Hogwarts in the Snow (foto promocional da Warner)

Hogwarts in the Snow (foto promocional da Warner)

Então, #partiuhogwarts?

mais um post sobre amor e Harry Potter

como o título já diz, esse é mais um post sobre Harry Potter.

acontece que hoje completam-se 6 anos do lançamento de Harry Potter and the Deathly Hallows. ou seja: 6 anos desde que li pela última vez linhas inéditas sobre o mundo que me fascina, me alucina, me faz cometer loucuras.

6 anos se passaram sem uma linha nova (mentira, teve um dia que a tia Jo soltou uma folha frente e verso escritas sobre uma aventura de Sirius e James na juventude) sobre esse universo, e o meu amor pela história só cresce.

aqueles boatos de livros novos ficaram mesmo só nos boatos. o que é novidade é que tia Jo lançou em abril/2013 um livro com um pseudônimo e ninguém sabia disso até semana passada. quer dizer, já tô pirando querendo ler.

é muito amor, Brasil. e é muita saudade. é muita vontade de ler coisas novas dentro desse universo que me acompanha há tantos anos. é muita saudade de abraçar as aventuras de Harry, Ron e Hermione. é muita vontade de saber do Neville, do Fred e do George. é muita saudade de ver novidade.

é muita vontade de ver a tia Jo (ainda não desisti! se não deu pra encontrá-la em Edinburgh ano passado, a oportunidade há de vir!) e agradecer pela história maravilhosa que ela inventou e que me deixa tão feliz, que me causa um misto de emoções que nem sei explicar.

ai, Harry.

vem mais Harry Potter por aí?

Nesta semana surgiram alguns boatos sobre um novo Harry Potter – ou dois, como noticiado pelo USA Today. Estaria mesmo tia Jo Rowling escrevendo novos livros sobre o meu universo favorito??

Claro que estou nervosa e apreensiva com esta notícia. Será verdade??

A não ser que tia Jo publique algo em seu Twitter ou site oficial, não acreditarei; até ter certeza de que poderei ter livro(s) novo(s) em mãos, vou tentar manter a calma e controlar a ansiedade.

Ah, mas que seria maravilhoso… Isso seria!!

Pirando. Porque isso não é nada pequeno!

sabedoria Rowling

Que eu sou fã incondicional de Harry Potter, todo mundo já sabe. Mas ser fã de Harry Potter me levou a me tornar fã da autora de Harry Potter, a Joanne Rowling, aka tia Jo.

E eu sou fã dela desde que ganhei a biografia dela, no meu aniversário de 13 anos. Foi descobrindo um pouco mais da vida da tia Jo que eu me tornei mais fã ainda dela e da série que ela escreveu. Não vou ficar aqui, agora, contando da vida dela pra vocês, mas logo logo – eu acho – vocês vão entender o porquê de tamanha admiração.

De vez em quando (ok, sempre), eu descubro alguma coisa que a tia Jo escreveu e/ou disse e que posso trazer pra minha vida.

Hoje, curiosamente, eu comecei o dia postando no instagram uma imagem contendo uma das muitas frases de sabedoria que a tia Jo escreveu em um dos livros de Harry Potter. E, agora, na minha última olhadinha na internet antes de dormir, descobri esse discurso que a tia Jo fez para a classe que se formou em Harvard no ano de 2008.

Pra quem quiser – e pra mim mesma, em futura consulta – ler o texto do discurso na íntegra, o link é este aqui. Reproduzo aqui apenas um trecho, no seu original, seguido de uma versão em português, pra que #reflitamos nesta noite de quinta feira:

So given a Time Turner, I would tell my 21-year-old self that personal happiness lies in knowing that life is not a check-list of acquisition or achievement. Your qualifications, your CV, are not your life, though you will meet many people of my age and older who confuse the two. Life is difficult, and complicated, and beyond anyone’s total control, and the humility to know that will enable you to survive its vicissitudes.

TRADUÇÃO LIVRE: Se me dessem um Vira-Tempo, eu diria ao meu eu de 21 anos que a felicidade pessoal está em saber que a vida não é uma checklist de aquisições ou realizações. As suas qualificações, o seu currículo, não são a sua vida, embora vocês conhecerão muitas pessoas da minha idade e mais velhas que confundem as duas coisas. A vida é difícil, e complicada, e além do total controle de qualquer um, e a humildade de saber isso irá capacitar-lhes para sobreviver às suas inconstâncias.

Essa mulher, minha gente, me ensinou – e me ensina – muita coisa muito importante pra minha vida. E é incrível como eu descubro mais e mais motivos para amá-la e admirá-la em momentos cirúrgicos da minha vida.

o dia em que eu recebi uma carta da JK Rowling

desde que eu me lembre, eu sempre tive vontade de escrever uma carta para a JK Rowling. ao mesmo tempo em que tinha essa vontade de compartilhar com a minha autora preferida um bocadinho dos meus pensamentos e da alegria que ela trouxe pra minha vida, eu me repreendia, porque achava que ela nunca leria a minha carta.

até que eu pensei que jan/2012 seria a última vez em um longo tempo que eu iria ao Wizarding World, e eu resolvi aproveitar a oportunidade pra mandar uma cartinha de lá de Hogsmeade pra ela, com direito a papel de carta de coruja, carimbos de Hogsmeade, e tudo o que tinha direito. a minha esperança de que ela lesse a minha carta era muito pequena, porque eu sei que ela recebe milhões de cartas, e, enfim, filhos, marido, casa, etc, ser tia Jo Rowling não deve ser nada fácil.

só que ela leu.

e respondeu.

!!!

hoje, eu recebi uma carta da JK Rowling.

e pouco me importa que seja uma carta padrão: se eu recebi essa carta, é porque a tia Jo tirou um tempinho da vida dela pra ler o que eu escrevi, e me mandou, by owl post (!!!), uma resposta carinhosa, com meu nome e tudo! e assinada por ela!

eu não consigo nem descrever o que estou sentindo nesse momento. quando o envelope chegou às minhas mãos, achei que fosse alguma carta da King’s College. ao abrir, a surpresa de receber uma carta da tia Jo me fez gritar, chorar, pular, sorrir, tudo ao mesmo tempo.

o dia 18 de outubro de 2012 será para sempre lembrado como O Dia em que Eu Recebi uma Carta da JK Rowling. e isso não é nada pequeno!

no Reino Unido: semana 04

Já estou de volta ao Brasil, mas não é por isso que não vou registrar meus últimos dias de aventuras no Reino Unido por aqui.

Bom, na segunda feira, acordei bem cedinho, terminei de arrumar as coisas de última hora, e fui pra Heathrow.  Me despedi de Londres no caminho pro aeroporto, e me dei conta de que vou mesmo sentir saudade. Enfim… ao fazer o check in, descobri que não poderia simplesmente pagar pelo excesso de peso na bagagem (lógico que isso ia acontecer), mas que tinha que tirar o excesso de peso e colocar numa terceira mala. A sorte é que tinha uma Accessorize (AMO!) bem em frente ao check in e eu comprei uma weekend bag bem fofa. Entrando no Terminal 5, a mocinha da security amou a quantidade de Mickeys nas minhas coisas (capinhas de iPhone, de iPad, chaveiros, adaptador de cartão SD, e por aí vai), e eu disse pra ela que era a primeira vez em muito tempo que não ia pra Disney nas férias e que isso tava quase me matando, mas que, mesmo sem ir pra Disney, a Disney nunca sai de mim. Fiquei impressionada com o Terminal 5, que é o mais moderno do mundo, e mais parece um shopping de tantas lojas e tantas opções de entretenimento pré-embarque. Mas eu tava mesmo doida pra chegar em Edinburgh; e lógico que não seria tão fácil assim: o vôo atrasou mais de 1 hora porque precisavam fazer reparos na aeronave. Tudo bem. Pelo menos, cheguei lá!

Cheguei em Edinburgh sob um pé d’água. O taxista que me levou do aeroporto pro hotel me disse que já tinha levado a JK Rowling em casa várias vezes, e que a casa dela é conhecida em Edinburgh como “a fortaleza Rowling”, de tão bem protegida. Estava ansiosíssima pra ir logo no The Elephant House e, assim que fiz o check in e tomei um banho, saí, mesmo sob a chuva, pelas ruas de Edinburgh, em busca do lugar onde Harry Potter “nasceu”. Lógico que eu não achei. Fiquei andando igual barata tonta, perdidinha, procurando, procurando, e nada. E, lá pelas tantas, eu tava com tanta fome, e tão cansada de pegar chuva, que parei pra comer num pub (fish n chips, claro), e deixei pra procurar The Elephant House no dia seguinte.

E é lógico que foi a primeira coisa que eu fiz na terça feira. E logo logo eu achei! Acontece que no dia anterior eu tinha ido na direção errada. É a minha cara fazer isso mesmo… Enfim. Achei The Elephant House e quase morri de emoção! Só de pensar que a tia Jo sentou lá tantas vezes pra escrever Harry Potter… Inexplicável. Depois disso, subiiiiii mais de 1800 coliiiinaaas fui até o Castelo de Edinburgh, a verdadeira fortaleza da cidade, e passei horas lá explorando o lugar. Tanta coisa pra ver! War Memorial, museu nacional, museu regimentar, … um prato cheio pra mim. Quando minha expedição exploradora no Castelo de Edinburgh acabou, almocei no Bella Italia e depois peguei um daqueles ônibus de turismo pra poder ver logo o máximo da cidade possível, e decidir o que faria no dia seguinte. Antes de voltar pro hotel, passei numa Waterstone’s e comprei mais alguns bons livros de história militar. E, de noite, saí pra jantar com a família do meu colega de mestrado que coincidentemente esteve em Edinburgh nos mesmos dias que eu, e me diverti muito com o filhotinho dele, que completa 8 anos mês que vem. Foi ótimo ter uma noite “em família” depois de tanto tempo! E isso só aumentou minha vontade de voltar logo pra casa.

Quarta feira era o último dia pra explorar Edinburgh. Tomei o ônibus turístico outra vez, e decidi visitar o Holyroodhouse Palace, a residência oficial da Rainha na Escócia. Um primor de lugar! Depois de explorar tudo com bastante calma, almocei (se é que uma refeição às 15h30-16h pode ser chamada de almoço) no Hard Rock Café, porque rock’n’roll faz falta, e finalmente cedi à cólica, e voltei pro hotel.

Andei muito em Edinburgh. Me permiti me perder por lá quantas vezes foi possível naqueles 2 dias e meio, e achei a cidade uma gracinha. Algum dia, se Deus quiser, volto lá.

Ontem era, enfim, dia de voltar pra casa! Acordei cedinho outra vez, e fui pro aeroporto de Edinburgh, dessa vez com excesso de bagagem pago online pra ser mais barato, mesmo que ainda seja um roubo. Rezei um bocado pro vôo não atrasar, porque eu queria chegar logo em casa. Ainda bem que não atrasou! Fiz a conexão tranquilamente no Terminal 5 de Heathrow, e ainda deu tempo de gastar mais umas Rainhas nas lojas de lá (hihihihihi). No avião, vi um monte de filmes, e até chorei com um deles (ridículo, eu sei, mas eu não consegui me conter).

Chegando no Rio, com uns minutinhos de atraso, foi uma alegria só. Poder chegar em casa, e ser recebida pelos meus pais com os braços cheios de saudade, é dessas coisas que não tem comparação na vida. É muito bom estar aqui com eles. É muito bom ter uma casa boa e confortável pra voltar toda vez que eu viajo. É muito bom ter gente que me ama esperando que eu volte!

Hoje me dei conta de que perdi, provavelmente no avião, as minhas lentes de contato.

no Reino Unido: semana 01

Desde que cheguei aqui, tudo tem sido uma aventura – na falta de palavra melhor pra descrever o que vivi na ultima semana.

Cheguei num domingo, e vim direto pro meu “apartamento” na Stamford Street. E, chegando aqui, me deparei com um quarto minúsculo (ok, eu sabia que seria um quarto pequeno pelas fotos que tinha visto, mas não sabia que seria tão pequeno), com um banheiro menor ainda (que não tem tampa no vaso e nem mesmo uma cortina pra separar o chuveiro, resultando em uma quase inundação toda vez que tomo banho). A primeira coisa que eu precisava providenciar era um adaptador de tomadas, então corri pra Boots mais próxima (na estação de Waterloo), e acabei comprando também água – porque, né, é importante. Voltando pra casa, descobri outro inconveniente: só seria liberado o acesso a internet no dia seguinte, depois que recebêssemos nossas carteirinhas da King’s College. Não tinha a menor condição de esperar mais 24 horas pra usar a internet, avisar ao chaveirinho que já tinha chegado, e chegado viva, e checar emails, essas coisas; acabei comprando um acesso de 24 horas de internet disponibilizado pela cidade (achei isso genial: diferentes planos para que as pessoas tenham acesso a redes wi-fi em diversos pontos da cidade).

Era domingo, e era a final da Eurocopa. No grupo do Facebook, muitas pessoas tinham combinado de assistirmos todos juntos ao jogo. Mas, como em qualquer lugar do mundo, a maioria furou. Acabamos fechando um grupo pequeno e assistimos ao jogo num pub próximo; a Itália perdeu. Uma pena.

Na segunda feira, era dia de King’s College; fomos apresentados ao campus, e ao nosso professor – um senhor muito bacana, que conheceu todo mundo que importa nas RI. Fiquei apaixonada de cara pelo jeito dele dar aula. Achei incrível como ele consegue falar sobre tantos temas com tanta naturalidade, e com tantos insights incríveis – foi assim na segunda, terça, quarta e quinta.

Pois é. Eu tenho aulas todos os dias. E, além das aulas, tenho uma apresentação a preparar, e um ensaio pra entregar; sem contar os trabalhos do mestrado. Tá puxado essa vida de estudante/turista, viu.

Decidi que, na primeira semana, deveria visitar, após as aulas, o maior número possível de Potter places in London. Trafalgar Square e Leicester Square (onde aconteciam as premieres, com direito a foto em frente ao ODEON em Leicester Square), Westminster/The Clock Tower, Picadilly Circus, Shaftesbury Avenue, e, claro, King’s Cross Station – onde eu quase chorei quando vi a plaquinha indicando “Plataform 9 3/4”. Nessas andanças, também já visitei West End, Regent Street, Oxford Street, Covent Garden, Rosso Pomodoro, Chinatown, National Gallery Museum, Buckingham Palace, Green Park; e fiz comprinhas bacanas na Liberty London, TopShop, H&M, Accessorize, Zara, Harrod’s, …

Mas, por mais que estivesse amando as aulas e os passeios, eu queria mesmo que chegasse logo o final de semana. Na sexta feira, acordei cedinho, vesti minha t-shirt de Hogwarts e meu cardigan da Gryffindor (e, claro, o trench coat por cima, porque nessa cidade chove demais), tomei o trem e fui pra Watford Junction: eu finalmente realizaria o sonho de visitar Leavesden Studios. Meu Deus. Eu não sei nem explicar a emoção que eu senti; talvez eu precise de alguns anos pra processar todo o amor e a alegria que eu senti naquela sexta feira fria e chuvosa. Tudo estava lá: o majestoso Great Hall, a Gryffindor Common Room, The Burrow, o Ministério da Magia, o escritório de Albus Dumbledore, o Beco Diagonal, a sala de Poções, … muitos props, costumes, e varinhas; maquiagem, perucas, figurinos; Privet Drive n.4, Knightbus, Potter’s Cottage, Ford Anglia; modelos em miniatura de diversos cenários, e, ao final de tudo, um modelo em escala – simplesmente enorme, mas não o suficiente pra entrarmos nele – do Castelo de Hogwarts e suas adjacências.  Já tinha me emocionado em diversos momentos do meu passeio, mas nada foi tão incrível quanto ver Hogwarts tão majestosa na minha frente; chorei, chorei muito. E acho que a emoção foi potencializada porque, ao entrar nessa sala, estava tocando “Leaving Hogwarts” – que, coincidentemente, foi a última música usada num filme Harry Potter. Eu, sei lá, eu acho que não sou capaz de put down in words o que eu senti; o que eu estou sentindo. Só sei que recomenda-se passar 3 horas no WB Studio Tour, e eu passei quase 7 horas lá. E eu ainda voltaria se pudesse – pena que não tem mais ingresso pra vender pra julho.

A sexta já tinha sido incrível, mas o sábado também seria mais do que especial. Acordei 4 da manhã, me organizei, esperei o taxi chegar, e fui buscar meu chaveirinho no aeroporto. Até agora eu não to acreditando que o meu amor veio mesmo passar o aniversário dele comigo aqui. Ele chegou ontem cedo, e voltou pro Zimbábue hoje de tarde; passamos pouco mais de 30 horas juntos, mas foram 30 horas que valeram por dias, meses, anos. Fomos à London Eye, ao Sherlock Holmes Museum, Abbey Road, almoçamos num restaurante Georgiano e jantamos num fancy restaurant muito metido à besta antes de irmos ao tatro assistir “The Sunshine Boys” com Danny DeVito e Richard Griffiths (morremos de rir, e eu fiquei emocionada de ver on stage, e tão perto de mim, um ator que fez parte de Harry Potter). Depois de passeios e presentes, fui levá-lo no aeroporto hoje, e chorei de novo. Essa parte de mim que vai embora, quando me deixa, me faz sentir uma saudade imensa. Como não chorar?

Eu admito que, ultimamente, to muito chorona, mais do que o normal. Mas isso faz parte. Tem sido tempos difíceis, e essa vinda pra Londres não tem deixado muito tempo pra diversão, mas sim me exigido ainda mais do que eu já tinha que fazer. E o choro é uma emoção legítima, como o riso. E, se me dá vontade, eu choro mesmo.

Essa primeira semana foi feliz, mas não é por isso que eu não vou chorar de saudade – seja de um banheiro decente e uma cama confortável, seja dos meus pais, seja do chaveirinho.

Aqui, to crescendo. Definitivamente, não voltarei pra casa do mesmo jeito que saí. To crescendo, e é assim que tem que ser.

A segunda semana já vai começar.

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desde que eu me entendo por gente, eu sonho em ir a Londres. ao longo dos anos, essa vontade foi potencializada por motivos como o rock n’roll, Harry Potter, história das guerras, etc (não necessariamente nessa ordem).

eu acreditei, por muitos anos, que o primeiro lugar na Europa que visitaria seria Londres, por conta dessa minha fascinação. acontece que a vida tem seu próprio curso, e Deus sabe o que faz, e eu acabei indo primeiro à Genebra e a Paris, em 2009, e passando uma noite em Madrid, em 2011. na verdade, eu já viajei muito mais do que eu um dia sonhei, e não dá pra reclamar de não ter ido pra Londres até agora.

acontece que, no ano passado, foi anunciado que, na primavera (do Hemisfério Norte) deste ano Leavesden seria aberto à visitação do público sob o nome de WB Studio Tour: The Making of Harry Potter. imediatamente eu surtei, pulei, gritei: quantas vezes eu tinha sonhado em visitar os estúdios onde, por 10 anos, a magia se tornou real? eu simplesmente tinha que ir lá tão logo fosse possível.

foi no ano passado, mas lembro-me com nitidez: papai, mamãe e eu, os 3, sentados na sala, assistindo tv. entre uma coisa e outra, pedi a eles que me deixassem ir ao Reino Unido em 2012. argumentei que não aguentava mais esperar pra visitar o lugar com o qual tanto sonhei, e que visitar os estúdios onde filmaram Harry Potter era da mais alta importância pra mim. pedi pra deixarem que eu fosse pra Londres, e ficasse uns 3 ou 4 dias por lá, nada muito absurdo, mas que eu queria ir lá em 2012, mais especificamente depois de março (ou seja: teria que ser nas férias do mestrado). eles me olharam com aquela cara que sempre me olham quando eu peço alguma coisa meio absurda, meio possível; disseram que iam pensar. no dia seguinte, no café da manhã, eles me propuseram que, ao invés de ficar 3 ou 4 dias por lá, procurasse um curso que pudesse acrescentar alguma coisa ao meu currículo (lattes e vitae, no sentido mais amplo da palavra), e que eles avaliariam as possibilidades das duas propostas de viagem.

foi aí o turning point da minha história. comecei a procurar cursos e possibilidades em todas as universidades de Londres e redondezas, e logo achei um que casava perfeitamente com meus objetivos e meus interesses: realizado pelo departamento de estudos de guerra da King’s College, seria oferecido nesse verão o curso chamado “Change & Continuity: World Politics since 1945“.

eu fiquei eufórica. apresentei essa proposta pros meus pais, que concordaram – desde que não atrapalhasse nas aulas do mestrado, é claro. mas só de saber que eles queriam deixar que eu passasse não 3 ou 4 dias, mas quase um mês inteiro estudando em Londres, eu chorei de felicidade. uma viagem dos sonhos estava se tornando algo palpável.

comecei as aulas no mestrado, e, pouco tempo depois, abriram-se as inscrições pra summer school. submeti todos os documentos requisitados, e esperei por uma resposta. sem muita demora, ela chegou: eu tinha sido aprovada. conversei com os profs no mestrado pra saber se não perderia nenhuma aula, e todos eles me incentivaram muito a ir. chegando em casa, devo admitir que chorei mais um bocado. era oficial: eu realmente ia vou pra Londres.

eu vou mesmo pra Londres. eu vou mesmo visitar o lugar onde a magia acontecia. eu vou até dar uma esticada até Edinburgh pra conhecer a cidade (e o pub!) onde JK Rowling escreveu o primeiro livro de uma série que há 15 anos é parte da minha vida.

confesso que não foi nada fácil abrir mão do meu posto de guia da Point pra Orlando. desde 2008, eu não sei o que é passar férias sem ir pra Flórida. desde 2008, todas as minhas férias foram de pura diversão, de dias inteiros em montanhas russas, de parques temáticos, de parques aquáticos, de calor em julho, de frio em janeiro (ou dezembro, por muita sorte e puro amor dos meus pais em 2010); desde 2008, minhas férias foram só felicidade. eu não sei o que faria pra poder ir pra Orlando e ainda assim ir pra Londres. mas a verdade é que a vida é uma sequência de escolhas, e eu escolhi realizar mais um sonho de vitae – e, de quebra, melhorar meu lattes (#bolsistasofre). e vamos combinar que eu acho que essas férias, por mais que eu as ocupe com um curso com uma carga horária razoavelmente puxada, serão bem divertidas.

depois de muita preparação (que começou com a compra do ingresso do WB Studio Tour, passou pelo pagamento do curso, da acomodação e das passagens, e terminou com o fechamento das malas), finalmente chegou o dia de ir pro aeroporto pra acordar amanhã na terra da Rainha.

eu devo confessar que a ficha ainda não caiu. mesmo com todas essas informações, mesmo toda hora me beliscando e tentando me convencer de que eu não estou sonhando, tudo parece muito surreal pra mim.

eu tive um semestre de cão, junho foi um mês super tenso, mas isso tudo acaba hoje. hoje eu vou embarcar no avião da British Airways e vou deixar pra trás todas as preocupações e todas as tristezas de um semestre muito louco. tudo bem que, enquanto estiver lá, eu tenho que escrever 3 trabalhos do mestrado; tudo bem que eu terei aulas das 9am as 5pm de segunda a quinta, e ainda terei que escrever um trabalho pra entregar no final das aulas; tá tudo bem, porque hoje eu vou pra Londres. tá tudo bem, porque eu vou passar o mês de julho em Londres. tá tudo bem, porque eu tenho certeza de  que julho será incrível.

learning to walk again. I believe I’ve waited long enough… where do I begin? learning to talk again. can’t you see I’ve waited long enough? where do I begin?

3407 pages

disseram por aí, inclusive veicularam cartazes, dizendo que TUDO TERMINA EM 15/07. mas a verdade é que só hoje, 18/08/2011, chegou para o mundo o fim de uma era.

entre os anos de 1997 e 2011, foram 7 livros, 8 filmes, 1 parque temático, milhões de fãs no mundo inteiro, E UMA SÓ AUTORA.

é, JK Rowling. o universo que você criou vê, hoje, o fim da sua primeira etapa. a geração Potter hoje teve a oportunidade de assistir pela última vez a um filme da série no cinema. pela última vez, Harry Potter é projetado em salas de cinema.

quando o Expresso de Hogwarts hoje seguiu viagem, deixando a Plataforma 9 3/4 pra trás, meus olhos se encheram de lágrima. foi com um misto de emoções que eu me despedi desses anos maravilhosos. com tristeza, percebi que jamais poderia sentir aquela emoção de novidade que me tomou por tantas vezes nesses anos. com alegria, agradeci a Deus a oportunidade de ser parte dessa geração Potter.

a despedida começara em 2007, e durou até agora. tive bastante tempo pra me preparar pra esse ‘adeus’.

hoje, me despedi dos melhores anos da minha vida. deixei a infância pra trás, assim como o Expresso de Hogwarts deixou a Plataforma 9 3/4. coincidentemente, segunda feira começarei as aulas na pós graduação lato sensu.

é, chegou a hora de crescer e encarar o mundo real. mas meus olhos e meu coração estarão sempre, para sempre, cheios de magia.

e eu devo tudo a uma ideia que surgiu num trem.

Só porque vale o registro

Eu não tenho certeza se já registrei isso aqui, mas é necessário fazê-lo. Se o estiver fazendo pela segunda vez, well, who cares, ninguém lê isso aqui mesmo, só eu, então aí vai.
Eu fico profundamente irritada quando alguém ousa equiparar seu apreço por Harry Potter ao meu amor incondicional. O motivo desse post? Um RT no Twitter. Um RT de um tweet meu sobre a incondicionalidade do meu amor, sobre o fato de Harry Potter ser o ar que eu respiro.
CARA.
SÉRIO.
Já perdi a conta de quantas pessoas reconheceram que eu tenho quase uma doença quando o assunto é Harry Potter. Já perdi a conta de quantas pessoas me disseram “olha, eu gosto de Harry Potter, mas você é a pessoa mais apaixonada que eu já conheci”. Muitas vezes complementando com o clássico e tantas vezes já ouvido “você é maluca. Só pode.”
E SOU MESMO.
E tudo bem se você GOSTA de Harry Potter. Tudo bem se você gosta muito de Harry Potter. Tudo bem até você dizer que ama, que ama muito Harry Potter. Mas não venha me dizer que você “também gosta”, “também gosta muito”, “também ama”, ou “também ama muito” Harry Potter. Porque nada do que você (e, você, aqui, se aplica a qualquer pessoa que ousa falar essas barbaridades) sinta é tão grande quanto o que eu sinto.
Porque eu respiro Harry Potter mesmo. Eu não consigo viver sem.
Porque, se eu pudesse escolher qualquer coisa pra fazer na minha vida, eu pediria 10 segundos com a Jo Rowling. Porque 10 segundos seriam o suficiente para que eu dissesse “THANK YOU”. Porque um simples “obrigado” certamente diz muito menos do que eu queria, mas AGRADECER é a única coisa que eu poderia fazer. Porque nada nesse mundo seria o suficiente pra expressar a minha gratidão. Porque eu sou grata. Porque eu sou eternamente grata.
Harry Potter é a minha vida desde 1997. A jornada dele é a minha jornada desde 1997.
Obrigada, JK Rowling.
E isso não é nada pequeno.

dezembro, janeiro e fevereiro

resumo rápido do que tem acontecido na minha vida desde o último post até agora:

viagem inesperada pra Disney. novos amigos. reveillón em Orlando. 1º de janeiro de 2011 no Wizarding World of Harry Potter. volta pro Brasil. calor, calor, calor. Outback com os amigos, incontáveis vezes. Orlando de novo. mais novos amigos. auto-controle. Ferragamo. iPad. Príncipe, Pedroca, Tesouro, Bo. fugidinhas. auto-controle. tem que ver isso aí. Brasil de novo. aeroporto. iPad destruindo minha vida. iPad destruindo minha vida social. é isso aí.

e daqui a pouco já é hora de viajar de novo.

o começo do fim

eu fui extremamente sortuda: ganhei, no Twitter, um par de ingressos para assistir à pré-estréia de Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1. sim, uma verdadeira pré-estréia, já que a estréia mundial era no dia 19 de novembro de 2010, a partir da 00h01 (e eu já tinha ingressos pra essa sessão — óbvio), e eu assisti no dia 18 de novembro de 2010, às 20h30. obrigada, Saraiva. obrigado, Warner.

e, sim, obrigado Warner. pela primeira vez, não saí do cinema completamente decepcionada. pela primeira vez, não saí do cinema com a sensação de que tinham destruído uma história tão bem escrita e pensada. pela primeira vez, saí do cinema feliz.

todo mundo sabe que, quando eu soube da divisão de Harry Potter and the Deathly Hallows em duas partes, tive minhas dúvidas. duvidei da qualidade do filme, porque Yates já tinha me decepcionado. duvidei se saberiam fazer o corte na história. mas, naquela pré-estréia, todas as minhas dúvidas foram sanadas de forma positiva.

é claro que falta coisa. é claro que inventaram coisas (como sempre fizeram). é claro que os verdadeiros fãs ainda saem do cinema com aquele sentimento de eu-queria-que-tal-coisa-tivesse-entrado-mas-deixaram-de-fora. mas, é o melhor filme até agora, sem a menor dúvida. obrigado, Yates. você quase está perdoado pelas merdas que fez com Harry Potter and the Half-Blood Prince (só que não).

sinceramente, eu gritei quando os créditos apareceram. eu não queria que o filme acabasse. eu saí da sala de cinema pulando de excitement. eu mal podia esperar pra ver de novo. quase corri pra usar de fato os ingressos que tinha comprado pra meia-noite. mas, a fome era grande, e a racionalidade me fez ver que era melhor comer e esperar mais algumas horas pra ver de novo (porque ontem, dia 19/11, eu assisti HP7part1 pela segunda vez, às 15h10).

foi o começo do fim. a espera até julho de 2011, agora, está incentivada pela certeza de que a Parte 1 ficou muito bem feita, e pela esperança de que a Parte 2 seja tão boa quanto, dando à série o final épico no cinema que ela merece – como Rowling fez, brilhantemente, no livro.

obrigada, Jo Rowling, por ter, finalmente, se tornado produtora dos filmes que retratam a sua ideia. obrigada por não ter deixado o Yates fazer tanta bobagem.

simplesmente, obrigada.

e, mais uma vez, esse meu amor não é nada pequeno.