Wizarding World of Harry Potter – Hogsmeade

Hoje é Halloween, e é dia de viajante geek. Eu prometi há um tempinho atrás que ia dedicar uma série de posts nessa categoria aos parques temáticos de Orlando, e vou começar a cumprir essa promessa hoje, adequando data e tema de post!

uma das fotos que eu mais amo entre todas as que já tirei lá <3

uma das fotos que eu mais amo entre todas as que já tirei lá ❤

Eu já tive muita sorte nessa vida de poder passar muitos e muitos dias nessa área fantástica, localizada dentro do parque Islands of Adventure, no complexo da Universal Orlando – o que não significa que eu não queira voltar muitas e muitas vezes pra lá, principalmente depois do anúncio de que a área correspondente ao Beco Diagonal será aberta aos visitantes no próximo ano. É por isso que hoje vamos falar do Wizarding World of Harry Potter – Hogsmeade, nome dado à área que foi aberta ao público em junho de 2010. Eu poderia falar sobre a área no post dedicado ao parque Islands of Adventure, mas não vou fazê-lo por motivos de: o Wizarding World é um parque dentro do parque. Quando entramos na área, não conseguimos ver mais nenhuma área do restante do parque. A experiência é muito imersiva, e a riqueza de detalhes pede um post exclusivo.

cara de choro

a entrada de Hogsmeade. e foi olhar pr’aquela Hogwarts maravilhosas lá atrás e começar a chorar

Pra vocês terem uma ideia, quando fui pra Orlando em julho de 2010, cheguei lá exatamente 1 mês depois da abertura da área, e eu não aguentei esperar o dia previsto na programação pra ir ao parque; eu praticamente saí do avião e fui direto pro Islands. Isso não é uma decisão sensata pra ninguém, porque eu já contei pra vocês que o ideal é separar o dia da chegada pra compras e coisas mais leves. Mas é lógico que a maluca aqui tinha que ir correndo pro parque. E fui. Não me arrependo nem um bocadinho, mas eu lembro da canseira que senti naquele dia até hoje.

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trem das 11

A área de Hogsmeade, além de ser uma maravilha em si mesma, rica de detalhes e coisinhas lindas pra fazer qualquer potterhead pirar, tem 3 atrações: a Dragon Challenge, o Flight of the Hippogriff, e a Forbidden Journey. O restaurante Three Broomsticks também está lá, lindo, maravilhoso, e cheio de comida boa e Butterbeer gelada. Anexo ao Three Broomsticks, tem o Hog’s Head, onde os maiores de 21 anos podem saborear a Hog’s Head Brew, uma cerveja artesanal deliciosa. E pros consumistas de plantão (oi! eu!), as lojas Dervish & Banges, Filch’s Emporium of Confiscated Goods, Zonko’s e Honeydukes oferecem as mais diversas tranqueiras. Além disso, tem uma Ollivanders, o que pode ser esquisito pros fãs a princípio, porque, né, a loja fica mesmo no Beco Diagonal, mas a gente passa a ignorar esse fato depois que entra lá e vê e participa do mini-show onde a varinha escolhe o bruxo. A Ollivanders dá dentro da Dervish & Banges, que também tem uma entrada pelo Owlery, que é muito mais do que só uma área com bancos pra gente descansar enquanto toma Butterbeer: dá pra enviar cartas de lá pro mundo todo, com selo de Hogwarts e tudo.

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Ollivanders (com decoração de Natal)

Ollivanders (com decoração de Natal)

Além do show dentro da Ollivanders, acontecem dois shows ao longo dos dias na área: um com o coral de Hogwarts, e outro que apresenta os competidores do Torneio Tribruxo. Mas vamos falar com mais detalhes de cada uma das atrações, lojas e restaurantes.

As rides

Como falei ali em cima, são três rides: Dragon Challenge, Flight of the Hippogriff, e Forbidden Journey. Não é permitido entrar com bolsas nem objetos muito grandes (tipo câmeras DSLR) nem na Dragon Challenge nem na Forbidden Journey, e o parque disponibiliza lockers gratuitos pelo período de brincadeira em cada uma das rides (ou você pode deixar os pertences com alguém que não queira brincar). Pra entrar com câmera, o meu truque é o seguinte: guardar a câmera no bolso, tirar na fila pra fazer as fotos e, na hora de entrar de fato na ride, guardo de novo no bolso e amarro a cordinha da câmera no passante do cinto do short/calça (#ficadica).

entrada da Dragon Challenge

entrada da Dragon Challenge

Na Dragon Challenge, podemos andar em duas montanhas russas que correspondem a dragões: o Hungarian Horntail é a montanha russa azul, e o Chinese Fireball é a montanha russa vermelha. Ambas são bem rápidas e cheias de loopings, e são pra quem gosta mesmo de brinquedos radicais.

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dentro da tenda, com o Cálice de Fogo

dentro da tenda, com o Cálice de Fogo

Taça Tribruxo

Taça Tribruxo

come seek us where our voices sound...

come seek us where our voices sound…

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visão parcial das duas montanhas russas: Chinese Fireball (vermelha) e Hungarian Horntail (azul)

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Tem gente que não gosta desse tipo de brinquedo, mas aí fica a dica: não deixe de dar uma voltinha na parte da fila dessa montanha russa. Como tudo foi minimamente pensado pra gente ter a experiência mais imersiva possível, ao longo do caminho podemos ver várias faixas de incentivo aos campeões do Torneio Tribruxo, passar por dentro da Tenda dos Campeões, ver os ovos que continham as pistas pra segunda tarefa, e muito mais. Depois de apreciar isso, é só sair da fila – ou encarar mesmo os desafios dos dragões e gritar muito.

can you dance like a Hippogriff?

can you dance like a Hippogriff?

Um pouco mais à frente fica a Flight of the Hippogriff, que é uma montanha russa infantil. Sim, ela é fraquinha, mas eu acho que vale a pena por alguns motivos: além da fila ser toda fofa, como se estivéssemos no quintal da cabana do Hagrid, a cabana do Hagrid tá lá, a gente passa do lado do Buckbeack e, enquanto andamos na montanha russa, temos visão privilegiada do Castelo de Hogwarts. E, vai, ela nem é tão ruim assim, é bem rapidinha.

Buckbeack

Buckbeack

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tranqueiras do Hagrid

tranqueiras do Hagrid

Eu tenho uma história bacana pra contar desse brinquedo: ainda em julho de 2010, fui no ~vôo do Hipogrifo~ e subi pra tirar essa foto que tá aí em cima, sentadinha na escada da cabana do Hagrid. Porque, né, quem não ia querer uma foto assim? Eu tava completamente enlouquecida vendo cabana do Hagrid ali na minha frente, e acabei ignorando completamente o fato de que aquilo poderia ser proibido. Afinal, a cabana está em cima de uma pequena colina no meio da fila por algum motivo. Mas é claro que eu nem pensei nisso na hora e fui logo subindo. Aí, quando voltei em janeiro de 2011, tinham bloqueado completamente o acesso a essa escadinha! Ou seja: eu nunca mais poderei tirar uma foto dessas. Ainda bem que ralei a perna toda daquela vez pra ter esse momento eternizado! (hihihi)

dia mais quente da vida em Orlando: 45ºC

julho de 2011, parque lotado no dia mais quente da minha vida em Orlando: 45ºC

Por último, mas não menos importante, a Forbbiden Journey. Sim, eu deixei a melhor atração para o final. Essa ride era a mais esperada da área por um milhão de motivos: além de ser dentro do castelo de Hogwarts, o que permitia realizar o sonho de andar pelos corredores do castelo, era a única ride inédita da área (tanto a Dragon Challenge quanto o Flight of the Hippogriff já existiam, quando o Lost Continent – uma das ilhas do parque – se estendia por ali; a única coisa que mudou mesmo foi a decoração, adaptada pra temática do mundo mágico. Além disso, quando a área ainda estava em construção, os responsáveis pelos desenvolvimentos dos brinquedos da Universal disseram que a Forbbiden Journey levaria os brinquedos dos parques temáticos a outro patamar – e isso estava sendo dito por aqueles que já tinham revolucionado o conceito de diversão com o simulador 3D do Homem Aranha, localizado no mesmo parque (prometo que vou falar com detalhes no post sobre o Islands of Adventure).

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~vamô pulá~

É claro que a ansiedade pra andar está além da minha capacidade descritiva, e eu ainda fico toda arrepiada toda vez que vou. Eu não vou estragar a surpresa, é claro, mas posso contar pra vocês que o brinquedo realmente tem uma qualidade diferenciada de todos os outros que o precederam: ao combinar elementos 3D às filmagens projetadas em enormes telas IMAX, a sensação de estar voando nos entornos de Hogwarts é muito real. Isso porque, na fila, nós já passamos por diversas partes do colégio conhecidas pelos fãs: a estufa, o escritório de Dumbledore, a sala de Defesa Contra as Artes das Trevas, o Salão Comunal da Grifinória… fora as muitas props que foram levadas dos estúdios Leavesden direto para a área do parque, criando a sensação real de que estamos dentro da história.

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cuidado com o basilisco

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onde está o Dumbledore?

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As lojas

Vocês não imaginam a minha reação em janeiro desse ano quando, no dia em que repetimos o Islands of Adventure, eu percebi que eu já tinha comprado absolutamente tudo o que me interessa (aka tudo) lá no Wizarding World. Vocês não imaginam o quanto eu tô rezando pra ter muita tranqueira nova e diferente na área do Diagon Alley a partir do ano que vem. Como falei ali em cima, são 4 lojas: Dervish & Banges, Filch’s Emporium of Confiscated Goods, Zonko’s e Honeydukes. Eu devo admitir que tenho bem poucas fotos das lojas porque, né, o foco nessas horas fica todos nas compras (porque eu gosto mesmo de gastar o meu dinheiro todo dessas viagens com coisas do Wizarding World) e eu praticamente esqueço que existe câmera fotográfica, então minhas opções pra ilustrar essa parte do post estão meio limitadas.

interior da Dervish & Banges

interior da Dervish & Banges

A Dervish & Banges e a Filch’s Emporium of Confiscated Goods vendem praticamente as mesmas coisas – exceto as varinhas, que são encontradas só na Dervish & Banges, embora tenha um carrinho (tipo ~quiosque~) quase em frente à Filch’s Emporium vendendo as varinhas dos personagens e alguns chaveirinhos. Em dias que o parque tá cheio, isso que eu vou dizer agora pode não valer, mas, em geral, a Dervish & Banges é mais vazia do que a Filch’s Emporium. E isso tem motivo: além das lojas serem apertadinhas, a Filch’s Emporium fica na saída da Forbbiden Journey – então ela fica cheia com muita facilidade. Tanto na Dervish quanto na Emporium, dá pra comprar roupas (uniformes de Hogwarts ou não), bolsas, almofadas, pelúcias, chaveiros, apetrechos de Quadribol, etc.

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Além disso, como eu já mencionei, a saída da atração da Ollivanders é direto na Dervish & Banges, o único lugar onde dá pra comprar uma varinha que te escolheu.

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Pois é. Como se não bastasse a magia toda, como se não bastasse poder comprar todas as varinhas de todos os personagens (a US$29,95 + tax cada), é possível comprar a varinha que te escolhe. Foram desenvolvidas 12 varinhas especiais, com caixas diferenciadas, pra que cada visitante possa ter a sua. Funciona assim: é só pedir pra um dos bruxos vendedores da loja te indicar qual é a sua varinha. Eles te fazem algumas perguntas, e, de acordo com uma tabela formulada pela própria J.K. Rowling, te indicam a sua varinha. É lindo, é mágico. E é lá também que tem o maior estoque de varinhas dos personagens, bem como objetos especiais pra colecionar (tipo Vira Tempo, vassouras que são réplicas perfeitas das usadas nos filmes), com preço condizente (ou seja: mais caros do que as tranqueiras normais). 

quando eu comprei todas as varinhas de todos os personagens de uma vez só (#investimentos)

quando eu comprei todas as varinhas de todos os personagens de uma vez só (#investimentos)

A Honeydukes e a Zonko’s, por sua vez, também são integradas – dá pra passar de uma pra outra por dentro.

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Na Honeydukes tem todos aqueles doces lindos e maravilhosos que, antes, só existiam nas páginas dos livros (ou nos cenários dos filmes). Tem uma parede de Feijõezinhos de Todos os Sabores, e tem Sapos de Chocolates, que vem com cartões de bruxos famosos dentro. Tem varinhas de chocolate, pirulitos multicoloridos, balas azedinhas, balas de limão (te dedico, Dumbledore!), e muito mais.

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Do lado do paraíso (aka Honeydukes), está a Zonko’s. Sempre que eu entro lá eu fico imaginando o Fred e o George morrendo de alegria lá dentro. Tem muita tranqueira divertida (e inútil também, mas faz parte), distribuída em prateleiras que vão até o teto. Eu acho que os meus favoritos dessa loja são o bisbilhoscópio e o lembrol.

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“WHY ARE YOU WORRYING ABOUT YOU-KNOW-WHO?
YOU SHOULD BE WORRYING ABOUT U-NO-POO
THE CONSTIPATION SENSATION THAT’S GRIPPING THE NATION!”

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Também tem umas blusas com estamparia que só são vendidas na Zonko’s, garrafinhas de suco de abóbora, e uns outros docinhos e balas. O meu doce favorito é vendido na Zonko’s: U-No-Poo! Nada mais é do que M&M’s, só que num pote mil vezes mais bacana.

As comidas e as bebidas do Wizarding World

A parte mais gostosa ficou por último (#gordices). Embora só tenha o Three Broomsticks (e o Hog’s Head anexo), tem 3 carrinhos de comida e bebida ao longo de Hogsmeade: 2 deles vendem Butterbeer, e um deles vende água, suco de abóbora, e frutas frescas.

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Enquanto eu amo Butterbeer infinitamente e queria ter um abastecimento eterno da bebida em casa (de preferência num barril vermelho desses), eu não gostei muito do suco de abóbora. Já tentei tomar umas duas vezes e não consigo; fico só com a garrafinha de souvenir mesmo. Agora, Butterbeer, eu posso passar o dia inteiro tomando!

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Já aconteceu de tomar mais de 5 copos de Butterbeer em um só dia. True story. Explico: a bebida é bem doce. É um refrigerante meio caramelado, parece um guaraná com caramelo com sorvete de flocos, sei lá. Eu sei que é bem doce mesmo. E não é todo mundo que gosta (não entendo essa gente). Mas enfim. Como eu ia de guia, sempre tinha muita gente no grupo que comprava Butterbeer pra provar/tomar, e acabava não gostando. E eu não aceito desperdício de Butterbeer. Então eu não deixava ninguém jogar Butterbeer no lixo, eu botava tudo pra dentro da minha barriguinha numa alegria só.

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entrada do Três Vassouras

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Eu me perco mesmo na gordice é no Three Broomsticks. Eu sempre dou um jeitinho de comer lá pelo menos uma vez em cada viagem, que é pra matar a minha vontade de fish n chips, além do ambiente ser uma delícia.

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No Hog’s Head, eu recomendo fortemente provar a cerveja artesanal. A Hog’s Head Brew é bem leve, bem gostosa, perfeita pra dias quentes (ou não). A caneca de souvenir é bem grande.

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É legal destacar que todas as comidas vendidas no Three Broomsticks, bem como a Butterbeer, o suco de abóbora e a Hog’s Head Brew tem o selo de aprovação da J.K. Rowling. Antes da abertura da área, ainda na fase em desenvolvimento, uma equipe da Universal foi enviada à Edinburgh pra mostrar pra tia Jo o que estava sendo preparado pra ser vendido no Wizarding World, e ela provou e aprovou tudo antes da inauguração. Tudo isso foi feito pra que a experiência fosse o mais fiel possível ao universo criado por ela.

E daí?

A primeira vez que eu fui no Wizarding World – Hogsmeade foi no dia 17 de julho de 2010. Eu chorei de emoção um tanto naquele dia, que achei que nunca mais ia chorar quando voltasse lá. Engano meu. De lá pra cá, eu acho que não teve uma só vez que eu tenha pisado naquela área maravilhosa e não tenha chorado, pelo menos um pouquinho. E eu ainda quero voltar lá muitas e muitas vezes – principalmente a partir do ano que vem, que vai ter Beco Diagonal pra visitar, cheio de atrações e lojinhas novas!

barkeep, fill her mug!

barkeep, fill her mug!

roupa com estampa de gibi: IRON MAN

Com a proximidade da estréia da sequência de Thor, já comecei a pensar num look adequado pra ocasião. Sim, há de se pensar no look que se usa pra pré-estréia ou estréia de um filme geek!!

Aí lembrei desse look que usei nesse ano, quando fui na pré-estréia de Homem de Ferro 3, e resolvi mostrar pra vocês aqui, servindo também de inspiração pra filmes futuros. Vingador por Vingador, o Homem de Ferro é o meu favorito, e eu comprei esse moletom na Forever21 em uma das minhas últimas viagens pros EUA. É lógico que ele tinha que ser usado na pré-estréia do filme, né.

Eu devo admitir que a lógica que guiou o look foi o conforto. Eu estava usando aparelho, e era todo um drama na minha vida pra me vestir sem parecer uma criança de 13 anos e ainda me manter fiel ao meu estilo. Tenhamos em mente também que era abril e, já que eu morro de frio no cinema, tinha que ficar super quentinha, é claro. O look geek preguiçoso foi inevitável.

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Mas ser preguiçoso não precisa ser largado! A esperança fashion é a última que morre. Então combinei a blusa de moletom do Homem de Ferro com legging de oncinha da Farm e botinha de cano curto da Converse. A legging de oncinha deixou a coisa menos tomboy e mais perua feminina! E, já que eu tava assumindo tudo de geek que há dentro de mim, me pareceu adequado usar os óculos de aro grosso ray Ban (o que foi ótimo, já que a sessão era de madrugada e eu já tinha usado lente o dia inteiro e meu olho tava cansado #dramas).

oi, eu sou a Letícia, e eu não sei tirar foto.

oi, eu sou a Letícia, e eu não sei tirar foto.

Dentro da sala de projeção, entrou em cena (hã? hã?) a parka da Cantão que é xodó do meu guarda roupa, e foi uma das minhas compras favoritas do outono/inverno 2013.

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ataque de palhacite.

Achei que, ao combinar a botinha com a bolsa, consegui chegar mais perto de atingir esse equilíbrio entre o geek e o fashion. A bolsa Louis Vuitton foi obviamente escolhida pra deixar tudo com jeitinho mais classy, e o batom vermelho (esse é o Ruby Woo, da MAC!) é aliado quase sempre certo dos óculos de aro grosso. Sem contar que um batom vermelho resolve questões de maquiagem com uma eficiência incrível, é um truque muito bom pra quem quer ficar biita sem gastar muito tempo na frente do espelho.

Dá pra ver como as peças conversam entre si e tudo acabou ficando harmonioso? Vou tentar repetir a dose pro look pra ver Thor essa semana!

cineminha de terça feira: Os Suspeitos

Cheguei em Niterói de Brasília hoje e já fui direto pro cinema (e fazer gordice, é claro) com os meus amigos. O filmes escolhido foi o suspense Os Suspeitos e, de tão tenso, acabei de chegar em casa e sei que não vou conseguir dormir tão cedo (#soudessas). Não me levem a mal: eu adoro suspenses. Mas eu procuro sempre assisti-los cedo, que é pra não atrapalhar o meu soninho sagrado. Como hoje essa regrinha foi quebrada, a solução é vir logo escrever sobre esse filme tenso e muito massa.

A história é a seguinte: Keller Dover (interpretado por Hugh Jackman) leva uma vida feliz ao lado da esposa e dos filhos. Um dia, a família visita a casa de Franklin (Terrence Howard) e Nancy Birch (Viola Davis), seus grandes amigos. Sem que eles percebam, a pequena Anna (a filha pequena de Keller, interpretada por Erin Gerasimovich) e Joy (Kyla Drew Simmons), a filha dos Birch, desaparecem. Desesperadas, as famílias apelam à polícia e logo o caso cai nas mãos do detetive Loki (Jake Gyllenhaal). Não demora muito para que ele prenda Alex (o ótimo Paul Dano), que fica apenas 48 horas preso devido à ausência de provas contra ele. Na verdade, Alex tem o QI de uma criança de 10 anos e, por isso, a polícia não acredita que ele esteja envolvido com o desaparecimento. Entretanto, Keller está convicto de que ele tem culpa no cartório e resolve sequestrá-lo para arrancar a verdade dele, custe o que custar.

Em 2h33min de projeção, o filme é marcado pelo conflito entre a justiça dos homens e a justiça de Deus. O personagem de Hugh Jackman, excelente em seu papel, é um homem extremamente religioso, e um pai dedicado, mas que começa a tomar atitudes condenáveis e muito violentas com o intuito de salvar e encontrar a sua filha. O dilema é complicado, e revela uma grande sabedoria na condução da história do filme: nós nos identificamos e torcemos por um personagem que tortura e se torna cada vez mais bárbaro, porque é um pai corajoso que quer salvar sua filha. Quando bota criança no meio, sempre fica mais complicado, e todas as nuances fazem diferença.

Jake Gyllenhaal também dá um show de interpretação no papel do detetive Loki, com um ~tique nervoso~ que o faz piscar os olhos muito rápido, com tatuagens em formas de símbolos espalhadas pelo corpo, e outros elementos de personalidade que revelam o seu caráter obsessivo e de profissional dedicado.

Não me lembro de ter visto um filme nesse gênero com essa extensão (as 2h33min passam voando), pelo menos recentemente, que conseguisse prender a atenção do espectador o tempo inteiro, sem perder o ritmo e conseguindo mostrar tantas reviravoltas que influenciam no entendimento da história. A atenção, aliás, é fundamental para que nenhum aspecto da história escape ao espectador, enquanto montamos o quebra-cabeça que deverá solucionar o mistério do sequestro das meninas.

Embora alguns elementos não fiquem muito bem resolvidos (como a simbologia do labirinto, presente no poster de divulgação e em tantos outros momentos da história), o filme revela uma trama sombria, com homens e mulheres marcados pelo pecado e pela controvérsia, ao invés de mostrar a moral e os bons costumes dos personagens incorruptíveis característicos dos suspenses hollywoodianos. E é isso que surpreende o expectador.

Como um bom suspense, a cada segundo, parece emergir um novo suspeito possível. Na minha cabeça, até as opções mais impossíveis, em algum momento, pareceram plausíveis. Ainda assim, as revelações finais foram surpreendentes, o que demonstra a sabedoria do diretor Denis Villeneuve ao conduzir a trama.

Ao longo do filme, notamos que um silêncio incômodo paira em toda a história. Este silêncio fala. E muito. Este silêncio fala sobre os arranjos que, em nome de Deus e da verdade, os homens e as mulheres fazem para construírem a sua própria noção de justiça.

Shine on you crazy diamond

Certa feita, há alguns bons meses, conversava com um amigo sobre as inúmeras revoluções que a internet havia feito na vida e no dia-a-dia das pessoas. No meio da discussão, meu amigo me disse uma frase que eu guardo até hoje:

Hoje em dia você não está conectado; você é conectado.

Considero isso uma verdade, para o bem e para o mal. Sobretudo para o mal.

O caso ENEM

Esse último fim de semana foi um dia importante na vida dos proto-adultos-futuros-universitários: foi o dia do Exame Nacional do Ensino Médio, o famigerado ENEM.

A despeito das piadas anuais para com as pessoas que chegam atrasadas e perdem a chance de realizar o exame, esse ano – como no ano passado – houve um atrativo a mais: as eliminações em decorrência de postagens em redes sociais.

A verdade, nada mais que isso.

A verdade, nada mais que isso.

Explico: seguindo um ponto do Edital da prova, os candidatos estavam proibidos de usar celular durante a execução da prova, com pena de eliminação. Até aí, nenhuma novidade, até porque eu passei por isso quando fiz a prova lá em meados de 2007.

A novidade era que o Ministério da Educação iria acompanhar as rede sociais para averiguar o uso de celular durante as provas. Isso foi dito ainda na sexta-feira pelo ministro da Educação, Aloízio Mercadante.

No sábado, qual não a surpresa geral quando começaram a pipocar na internet os inúmeros casos de alunos que, durante a prova, tiraram fotos da mesma e postaram em Facebooks e Instagrams afora. Os casos emblemáticos foram compilados e podem ser vistos aqui.

E, como era de se esperar, quem via do lado de fora tais ações se perguntava: por quê?

O Facebook e o pior de nós

Uma das frases que mais uso ultimamente é que o Facebook exacerba o que tem de pior em nós.

E não, essa não é uma crítica ao site, do qual sou fã e utilizo bastante. Como quase todo mundo na internet, o Facebook é minha ferramenta padrão de comunicação com meus amigos, bem como informação e debate. Acho-a ótima para isso.

Meu ponto vai diretamente às pessoas. E o caso do ENEM só reforça isso.

Pense bem: o que faz com que alguém, durante uma das provas mais importantes da sua vida – o que é fato, já que o ENEM hoje garante o acesso às universidades -, vá se preocupar não em resolver a questão 10 de Matemática, mas sim em postar no Instagram uma foto se desejando sorte?

Facebook-Hashtags

É uma resposta bastante simples: necessidade de atenção.

Em um excelente artigo, o Leonardo Sakamoto destrincha esse novo comportamento do século XXI de maneira simples, mas, na minha opinião, certeira: a vida, para fazer sentido, precisa ser compartilhada nas redes sociais e ser “aprovada” via likes, tweets e afins. Sem isso, a experiência vivida se torna incompleta.

Macacos de terno

Tem dois filmes que eu gosto muito que trabalham bem essa idéia da carência humana e da nossa constante necessidade de aprovação. Não que seja o ponto fulcral dos filmes, mas está presente.

O primeiro é Antes do Amanhecer, do Richard Linklater. Lá pelas tantas do filme, enquanto os dois personagens passeiam por Viena e papeiam, a mulher, Celine, em meio a uma discussão sobre o amor, se questiona:

Isn’t everything we do in life a way to be loved a little more?

O segundo filme – este sim, que trata mais dessa questão – é Revólver, do Guy Ritchie. Na melhor parte do filme, o personagem do Jason Statham faz um monólogo sobre a sua concepção de ego. Vale a pena ver a cena toda, mas fica o destaque para a frase final:

Cos we’re just monkeys wrapped in suits, begging for the approval of others.

Vejo a primeira citação de forma positiva; a segunda, negativa. E baseada na última, fica o meu pitaco da vez:

Abra seu Facebook e olhe as últimas coisas que aparecem no seu feed da timeline. Avalie se aquele conteúdo ali é realmente interessante ou se só é mais uma forma de pessoas chamarem atenção para si de forma barata.

E se você comesse sem mostrar pra todo mundo?

E se você comesse sem mostrar pra todo mundo?

Agora avalie as suas postagens e faça o mesmo procedimento.

Porque – e digo isso de verdade – se o de mais interessante que você pode compartilhar é a foto do seu sushi com uma hashtag aleatória, tem algo de muito errado com a sua vida.

Marvel Vinylmation

Mais uma vez, a Disney me faz ~pirar o cabeção~ com coleções Vinylmation. Pra quem não conhece, Vinylmation é o nome (que combina Animation com Vinyl) dado para bonecos colecionáveis vendidos nos parques da Disney, nas Disney Stores e na loja online da Disney. Todos os bonecos tem o formato do Mickey, mas cada coleção tem um tema diferente. É das tranqueiras que eu mais gosto de comprar na Disney!

A coleção que me deixou maluca dessa vez é inspirada nos super heróis da Marvel. Olha só alguns dos ~Mickeys Vingadores~ disponíveis:

Thor

Thor

Black Widow

Black Widow

Capitão América e Hulk

Capitão América e Hulk

Homem Aranha

Homem Aranha

É demais pro meu coração. Quero todos, quero já, quero pra sempre!

Mothafocka GTA is in da house!

–       What do you want, Michael?

–       I don’t know, I want something that isn’t this. But at the same time, I really want the other stuff too.

Eu tinha uns 13 anos quando joguei GTA III pela primeira vez.

Cheguei da escola trazendo na mochila o CD-Rom de instalação do jogo que havia pego emprestado com um amigo. Nas suas palavras, “aquele era o melhor jogo já feito na história dos videogames dos últimos tempos”. Assim mesmo, com todas as hipérboles que tinha direito.

Liguei meu computador, deixei o jogo fazer sua instalação de praxe e esperei. Como quem esperava uma encomenda dos correios ou uma cartinha de amor – não me julguem, eu tinha 13 anos. Amor não era importante naquela época. Até que o Windows apitou o fim e o jogo, enfim, começou.

Precisei de exatos 5 minutos em Liberty City. Foi o tempo suficiente para que eu tivesse a minha primeira morte no jogo, em decorrência de um conflito com a polícia que por sua vez se deu em decorrência de eu ter dado um tiro em um transeunte na rua. E o que aquela pobre pessoa virtual tinha me feito de ruim? Nada, eu só quis mesmo.

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Liberty City at its maximum!

Grand Theft Auto nunca foi só um jogo. Era uma parada, um negócio pesado, no melhor linguajar popular. Diferente de quase tudo que havíamos vivido em termos de videogames, GTA jogava com uma experiência diferente: não havia fases, chefões, labirintos. No lugar do modelo padrão de jogos, a Rockstar te oferecia algo maior: liberdade de escolha.

GTA III, até hoje, foi o ápice dessa liberdade. Seus gráficos em 3D permitiam algo ainda inédito nos videogames: somar a liberdade inerente ao tema do jogo com um nível de realidade até então não visto. Era a fórmula do sucesso.

E aquele belo dia de meus trezes anos foi inteiramente consumido por Liberty City. Só não vairei a madrugada porque minha mãe, sempre sábia, me obrigou a estudar com meia dúzia de esporros.

Passada a catarse de matar pessoas na rua, enfrentar a polícia e destruir carros, zerei o jogo em não mais que uma semana, um tempo até rápido. E até hoje nunca esqueci de Liberty City.

GTA V

Desde aqueles 13 anos se passaram 11 anos. E de lá pra cá foram muitos jogos, acúmulo de idade e alguns outros GTA’s: Vice City, San Andreas, versões para portáteis, IV, até que finalmente chegamos ao atual: Grand Theft Auto V.

O jogo foi lançado no dia 17 de Setembro último. Vendeu, em 24 horas, mais de 800 milhões de dólares. A versão tupiniquim chegou dois dias mais tarde, dia 19.

Comprei o jogo no dia do lançamento. Cheguei na loja e percebi que não era o único “louco” pelo jogo: vi adolescentes, pessoas da minha idade, mães e até mesmo executivos de terno e gravata ansiosos na fila com o jogo na mão.

Trabalhar? Só depois de GTA...

Trabalhar? Só depois de GTA…

O hype se procriava na internet: fotos em redes sociais da capa do jogo acompanhados de piadas como “É o fim da minha vida” se tornaram figurinha carimbada nos dias que se seguiram. Veículos não muito versados em videogames eram obrigados a dar atenção ao que, naquele momento, se tornava o maior empreendimento de entretenimento da história, superando blockbusters como os Vingadores (2012) e Avatar (2009).

As crescentes notas máximas nos mais diversos portais especializados garantiam a excelência de público e crítica – algo que no videogame costuma ser comum, diferente de outras artes. E com isso chegávamos a cabal pergunta: por que GTA é o que é?

A resposta talvez pareça simples, mas a mesma desde a terceira edição da série: liberdade.

O que que eu vou fazer com essa tal liberdade?

O filósofo holandês Baruch de Espinosa, nas suas vindas lá pelo século XVII, dizia que ser livre é o ato de se realizar em sua total plenitude, de acordo com nossas amarras naturais.

SPC na vanguarda do pensamento liberal

SPC na vanguarda do pensamento liberal

Usando a tecla SAP, o que ele pregava era que um ser era livre quando era capaz de fazer tudo o que lhe era permitido pela sua natureza. Assim sendo, um jacaré era livre quando gozava de suas funções de jacaré, como nadar, ficar tomando sol e matar um bicho ou outro de vez em quando. Ele não poder voar, por exemplo, era sua limitação natural.

Para nós, seres humanos, a liberdade também é restrita por leis e por nossa moralidade, o que nos impede de dar uns tiros em alguém se nos fecham no trânsito.

Jacaré no seco é livre

Jacaré no seco é livre

E é aí que GTA brilha: é no jogo que podemos ser livres à la Espinosa! Porque no jogo, no duro, praticamente tudo é permitido. Podemos roubar carros, matar pessoas, atropelar, explodir pessoas com bombas em celulares, invadir bases militares, pular de pára-quedas, pilotar um avião e até mesmo torturar uma outra pessoa. E tudo isso sem o risco de sofrer qualquer tipo de sanção legal ou moral.

GTA é o nosso filme de ação preferido onde nós somos os protagonistas. Se em GTA III isso já era algo inebriante, no V ele alcança sua maestria: sequestrar um avião no ar está, sem dúvidas, no hall das melhores coisas que já fizeram na história dos videogames.

E não, não me entendam mal achando que eu prego que possamos agir como se a vida fosse um GTA. Não, é bom que tenhamos regras e princípios que nos impeçam de cometer qualquer tipo de atrocidade.

Por outro lado, é quase notório o fascínio do ser humano pela violência e sua necessidade de canalizar isso de alguma forma, seja em filmes, sexo ou vendo lutas de MMA sábado a noite. O videogame – e GTA, por tabela – é apenas mais um exemplo nos montes que corroboram isso.

O veredicto

Não se iludam com relatos sobre a história de GTA V, a dinâmica de troca de três personagens, o drama pessoal de cada um deles etc. Isso importa, sem dúvida, mas não é o que te ganha em GTA V. Em narrativa, por sinal, o jogo perde com folgas para seu grande concorrente ao jogo do ano, Last of Us.

GTA V é sobre roubar um carro e cruzar Los Santos em direção à Sandy Shores ouvindo Radio Gaga, do Queen, no rádio; é sobre se esconder em um descampado enquanto inúmeros carros da polícia te procuram sem descanso; é sobre nadar no mar aberto em busca da inevitável morte por tubarão.

All we hear is Grand Theft Auto... Grand Theft Auto...

All we hear is Grand Theft Auto… Grand Theft Auto…

É, em suma, a essência da série há mais de uma década: diversão por diversão, sem medo de ser feliz. Soma-se isso ao montante de dinheiro investido na produção, tecnologia e marketing, bem como o crescimento da indústria de videogames e o fenômeno é explicado.

Se isso não basta, fiquem com a fala do psicólogo de um dos protagonistas:

You’re plainly addicted to chaos.

E sim, nós somos.

 

 

 

músicas covers que amamos

A listinha de músicas pra embalar essa nossa sexta feira tá curtinha, mas tá cheia de amor. Tem músicas que tocam e encantam, e que ficam simplesmente melhores quando algum outro artista pega e faz uma releitura própria da canção. Sim, tô falando dos famosos covers. Quando eu canso de leve da minha seleção musical, saio catando covers que me façam sorrir. É, simples assim: se a música me estampar um sorriso no rosto, tá valendo, e ela entra logo pra minha biblioteca, e vai ficar no repeat por alguns dias. Pra mim, covers de músicas são uma grande prova de que tudo se transforma!

1- Ainda é Cedo – Frejat

  • Uma fórmula fácil que deu muito certo: um clássico do rock nacional, numa versão feita pelo lorde brasileiro do rock n roll (Frejat, te amo S2), com guitarras ainda mais distorcidas e solos ainda mais inspirados.

2- Love of My Life – Scorpions

  • Fazer cover do Queen não é pra qualquer um, mas acho que os caras do Scorpions acertaram em cheio. A voz do Klaus entoando essa canção consegue me emocionar tanto quanto Freddie Mercury, e acho que isso é motivo suficiente pra fazer dessa música um dos meus covers favoritos.

3- Como é grande o meu amor por você – Lulu Santos

  • Lulu Santos e como tornar uma das músicas brasileiras mais lindas da vida numa versão rock n roll maravilhosa. Só isso, porque não resta muito mais o que dizer.

4- Viva la Vida – Weezer

  • Weezer é banda que sempre me lembra o comecinho da minha adolescência, e que eu ouço até hoje pelos velhos tempos. Aí eles pegam e fazem a sua própria versão de uma música do Coldplay que eu adoro, e só me fazem agradecer por eu não ter perdido o hábito de escutá-los.

5- Fluorescent Adolescent – Kate Nash

  • Embora eu seja super fã dos Arctic Monkeys desde o início da carreira, nunca tinha dado muita bola pra essa música especificamente. Sei lá, não batia. Até que eu ouvi esse cover com a fofa da Kate Nash. Achei que a música ficou tão leve, tão suave, e ainda assim rock n roll cantada por ela!

6- Titanium – Boyce Avenue

  • Essa música é o verdadeiro exemplo de que covers podem superar – e muito – as versões originais. Eu não sei vocês, mas eu tenho uma certa preguiça desses hits eletrônicos que tocam direto nas rádios. Nada contra quem gosta, mas eu pessoalmente não costumo escolher esse tipo de música pra ouvir quando tô estudando, por exemplo. Mas a letra de “Titanium” é realmente bacana e motivadora, e eu gostei muito de descobrir esse cover. Aliás, Boyce Avenue é uma banda que tem um tino pra fazer covers, e eu recomendo uma olhadinha cuidadosa no canal deles no YouTube.

7- Não quero dinheiro – Frejat

  • É, eu sei, dose dupla de Frejat nessa mixtape de hoje. Mas não deu pra resistir. A história é a seguinte: eu quase morri mesmo de tanta emoção quando tava lá no Rock in Rio nesse ano e o meu cantor/guitarrista favorito entoou a minha música favorita do Tim Maia. E só ele mesmo, com essa versão linda dessa música que eu amo, poderia fechar a listinha de covers dessa sexta feira.

Gostaram da seleção? E acharam bacana a mixtape comentada? Conta pra gente (: e boa sexta pra todo mundo!

JK Rowling desenhou, e a gente amou

Depois de tantos anos sendo ~fã xiita~ de Harry Potter (amo/adoro essa expressão!), é difícil encontrar algo que eu já não tenha visto. Então eu sempre fico mega ultra feliz quando descubro uma novidade, uma coisa que eu não sabia que existia, principalmente 6 anos depois do fim da publicação dos livros, e mais de 2 anos depois do último filme. Eu vinha preenchendo o meu “tempo ocioso de Potter” com o Pottermore, e é claro que eu fiquei em estado de festa quando foi anunciada a pré-produção do filme inspirado no livro Animais Fantásticos e Onde Habitam, principalmente porque a J.K. Rowling será uma das produtoras (pulinhos de alegria).

E o post de hoje não é sobre ela, mas é sobre um desenho que ela fez, em 1999. Eu tinha que compartilhar com vocês essa fofura:

desenhado e assinado por J.K. Rowling em 1999

desenhado e assinado por J.K. Rowling em 1999

Sem brincadeira: meus olhos ficaram cheios de lágrimas quando eu vi esse desenho. Pensar que a própria tia Jo (esse é o meu jeitinho íntimo/carinhoso de chamar a criadora/autora do meu universo fantástico favorito) desenhou os personagens, colocando no papel como ela via cada um deles quando escrevia as histórias, foi emoção demais pra mim. É muito amor em um desenho só!

O Harry abraçando o Dobby, cara. Tears.

Helena Bordon apresentando Roberto Cavalli para C&A

Já contei pra vocês que segunda feira foi um dia bem zoado na minha vida, né. Pois é. Como nem tudo é tão ruim assim, eu tive a grata surpresa de me deparar com a Helena Bordon apresentando a coleção do Roberto Cavalli para a C&A no Park Shopping aqui de Brasília. A blogueira é a embaixadora da Collection Cavalli para C&A e passou por três cidades brasileiras (Salvador, Rio de Janeiro e Brasília) para mostrar um preview da coleção para a loja fast fashion, coleção esta que será formada por 56 peças.

Pois é, eu fui dar uma volta despretensiosa no shopping na segunda de manhã, com um vestidinho e uma rasteirinha, sem pentear o cabelo e sem maquiagem, e, quando vi, tava sentada na C&A tomando bons drink refrigerante e comendo canapé enquanto esperava Helena Bordon, aquela boneca, começar a falar sobre a coleção, que será lançada no dia 05 de novembro nas lojas.

encarte com lookbook da coleção

encarte com lookbook da coleção

É claro que, numa segunda feira em que tudo estava dando errado, eu não fazia ideia de que ia acabar participando desse evento no shopping. Se eu soubesse, teria levado a câmera DSLR (que incrivelmente veio para Brasília) pra tirar fotos boas pro blog. No mínimo, eu teria carregado a bateria do iPhone pra tirar fotos com uma qualidade ok. Ou eu teria levado a bateria extra. Mas, não. O iPhone com a câmera melhor resolveu ficar sem bateria logo que a Helena começou a falar sobre as suas peças favoritas, eu esqueci a bateria extra em casa, e a ~sorte~ foi que o outro iPhone (mais velho e com câmera infinitamente pior) tava com bateria.

Helena Bordon apenas sendo linda.

Helena Bordon apenas sendo linda na única foto que consegui tirar com o iPhone que tem uma câmera razoável.

Ou seja: temos várias fotos, mas não são as melhores do mundo. Vocês me perdoam?

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Helena conversou por um tempo com os presentes sobre a coleção, vestindo um longo em animal print de seda (que vai custar R$799,90), e com acessórios também da coleção. Sim, não esperem padrão C&A nos preços dessa Collection. Pelo que deu pra ver nesse preview, as peças estão mais caras, mas o acabamento é impecável. A coleção tem peças que poderiam facilmente estar numa loja Cavalli – o DNA do estilista está mesmo todo ali. Todas as peças são de seda pura, jersey de seda, cotton alfaiataria e cotton satin, que foram escolhidos a dedo pelo estilista.

Acho que vale a pena falar um pouco sobre Roberto Cavalli, né? Pra quem não o conhece, o estilista italiano apresentou a sua primeira coleção prêt-à-porter aos 30 anos, e inaugurou a sua primeira boutique em Saint Trôpez em 1972. O estilista desenha diversas linhas de roupas e acessórios, e, para roupas femininas, preza por modelos que valorizem o corpo da mulher, fazendo com que ela se sinta mais sexy e poderosa. Nas suas coleções, o animal print está sempre presente nas suas araras.

Seria possível resumir o lifestyle da mulher Cavalli assim: ela é independente, abusa do animal print e adora looks poderosos; ela usa dourado sem medo, e é sexy sem ser vulgar.

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Na C&A do Park Shopping, a it girl brasileira que circula com frequência as rodas internacionais da moda e é constantemente clicada pelos blogs gringos de street style com looks mais do que inspiradores, contou que o estilista cuidou de cada peça que compõe a coleção, preocupando-se não só com o acabamento e com os tecidos usados, mas também buscando desenhar peças que sejam adequadas ao corpo das brasileiras. Helena ainda mostrou algumas combinações entre as peças da coleção:

vestido preto + blazer animal print p&b + bolsa na mesma padronagem

vestido preto + blazer animal print p&b + bolsa na mesma padronagem

blazer preto + camisa animal print. acho chique.

blazer preto + camisa animal print. acho chique.

blusa rosa + short alfaiataria com animal print azul. eu usaria!

blusa rosa + short alfaiataria com animal print azul. eu usaria!

Helena Bordon também destacou dois looks como os seus favoritos – segundo ela, os que ela levaria pro seu próprio armário: um vestido de seda muso em animal print azul, e um conjuntinho de calça pantalona e blusa também em animal print, mas com padronagem em p&b.

quero já esse vestido muso na minha vida, com um sapato poderoso e uma bolsa linda pra uma festa, e pro dia a dia com uma rasteirinha simples

quero já esse vestido muso na minha vida, com um sapato poderoso e uma bolsa linda pra uma festa, e pro dia a dia com uma rasteirinha simples

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Ela também mostrou pra gente os acessórios e os sapatos desenhados por Cavalli para C&A. Deu pra ver que o azul e o vermelho vem com força pra essa mini coleção, todos com riqueza de detalhes. As aplicações em pedraria e os detalhes dourados deixaram as peças bem luxuosas, e eu acho que a mulherada vai pirar quando a coleção chegar nas lojas.

mesa de acessórios: bolsas e sapatos em cores fortes e com animal print!

dicas da Helena pros acessórios: não ter medo de ousar!

dicas da Helena pros acessórios: não ter medo de ousar!

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Depois da apresentação, tirei foto mais de perto das araras com as roupas:

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animal print p&b: duas tendências em uma só estampa

animal print p&b: duas tendências em uma só estampa

essa oncinha azul mexeu comigo <3

essa oncinha azul mexeu comigo ❤

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Não é de hoje que a C&A tem buscado inovar seu papel no mercado, atraindo novos consumidores e investindo em coleções que trazem o DNA de marcas renomadas. Eu mesma passei a prestar mais atenção na marca desde a sua primeira parceria com a Espaço Fashion, ainda em 2010 (eu tenho um coturno da coleção que é meu xodó e eu uso muito até hoje). De lá pra cá, vimos parcerias com a Maria Filó, com a Maria Bonita Extra, com a Mixed, com a Santa Lolla, e muitas outras marcas queridinhas por gente que muito provavelmente nunca tinha posto os pés numa loja da rede antes de saber dessas parcerias. Para firmar-se no mercado brasileiro como fast fashion, e não apenas como loja de departamento com roupas low cost, tenho visto cada vez mais uma C&A preocupada com o design e com o acabamento das suas roupas – e isso só traz ganhos ao consumidor.

É claro que a coleção de Cavalli não tem o preço padrão C&A, mas as peças também não se encaixam nesse padrão: os tecidos tem qualidade superior ao que estamos acostumados a ver nas araras das lojas, e até mesmo os vestidos de jersey prometem vestir os corpos das brasileiras sem deixar nada fora do lugar, destacando o que temos de melhor. As peças de seda tem o toque macio, as peças de alfaiataria tem corte impecável. Eu confesso que estou ansiosa pra poder provar as peças da coleção pra ver como ficam no meu corpo – e, quem sabe, arrematar mesmo o vestido azul de animal print pra morar no meu armário.

No mais, foi uma grata surpresa ver Helena Bordon de pertinho. Não sei se deu pra notar ao longo do post, mas ela é, pra mim, uma grande referência de estilo. Foi bem legal vê-la de perto falando sobre uma coleção que será razoavelmente acessível à todas as brasileiras e fazendo combinações bacanas entre as peças que estarão à venda.

tech: P$4 no Brasil

Nessa última semana, não se falou em outra coisa: o elevado preço do PlayStation 4 no Brasil causou furor entre potenciais consumidores, chocados por saberem que o novo console da Sony custará R$3.999,00.

Quando a Sony lançou o PlayStation 3, o console era visto como uma máquina quase revolucionária, oferecendo uma nova experiência para os usuários, que podiam não só jogar, mas também ver fotos, navegar na internet e assistir aos discos de Blu-Ray com alta definição.

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O PlayStation 4 consegue superar o seu antecessor em alguns aspectos que prometem mudar a experiência dos usuários: com um processador melhor e um chip adicional, a Sony promete resolver as questões de otimização do console e também diminuir o tempo de processamento de tarefas de background, que tomam muito tempo no PS3. O novo PS4 terá 8GB de GDDR5 RAM, o que equivale a dezesseis vezes mais memória do que o PS3, além de gráficos capazes de tornar a experiência de uso ainda melhor. A tudo isso, soma-se um drive de Blu-Ray com velocidade até seis vezes superior ao seu antecessor, além de mais algumas outras melhorias, e a Sony criou um PS4 incrivelmente mais potente do que o PS3.

A ansiedade pra ter um PS4 já bate forte. Mas quem será capaz de desembolsar R$3.999,00 em terras tupiniquins por um novo video game?

Em entrevista ao UOL Jogos, Mark Stanley, responsável pela divisão PlayStation na América Latina, explicou porque o console vai custar tão caro por aqui. Na entrevista, é apresentado um gráfico com os custos da produção e importação do PS4 para o Brasil, reproduzido aqui:

fonte: UOL Jogos

fonte: UOL Jogos

A Sony não descarta a possibilidade de produzir o console em breve no Brasil, o que reduziria significativamente os custos, refletidos no preço final. Na verdade, a empresa diz que o processo será facilitado pelo fato de que o PS3 já é produzido no Brasil. Ainda assim, os executivos da empresa explicam que só depois de algum tempo de fabricação internacional do console é que será possível fazê-lo no Brasil.

Além disso, a empresa já deixou claro que não pretende esgotar os estoques que serão disponibilizados para venda imediata no Brasil, por conta do preço, manifestando também a sua frustração com o elevado preço final. Ao mesmo tempo, não há uma previsão para redução do preço do console no Brasil.

Há de se considerar que o preço estabelecido para venda no lançamento do PS4 do Brasil é mesmo muito alto, porém é resultado de um esforço da empresa em tornar o produto disponível para o nosso mercado ao mesmo tempo em que será lançado em outros países. Não estou dizendo que isso justifica o preço elevado do console, mas há de se considerar o esforço de oferecer o produto. Quantas vezes já reclamamos do tempo defasado entre o lançamento de um gadget no mercado internacional e da sua chegada no Brasil? Eu já perdi a conta.

PlayStation 4, DualShock 4, e a câmera PlayStation 4 Eye

PlayStation 4, DualShock 4, e a câmera PlayStation 4 Eye

Também não estou dizendo que vou comprar o PS4 no seu lançamento no Brasil. Quem me dera ter essa grana pra gastar assim! #bolsistasofre Além disso, mesmo não me faltando vontade de ter um console novo, eu comprei o PlayStationMove pro PS3 nesse ano, fico até com dó de aposentar tão rápido.

O que vocês acham disso tudo? Estão muito ansiosos pelo lançamento? Pretendem comprar o PS4 no Brasil? Ou planejam uma viagem ao exterior pra comprar o console por um preço menor? Ou simplesmente vão ignorar o lançamento da Sony e vão se apegar ao XBox?

eu não entendo as pessoas nos aeroportos

Hoje é segunda feira, tá um bom dia pra reclamar da vida. Afinal, é a primeira segunda feira do horário de verão, eu estou em Brasília, está um calor infernal, e várias coisas já deram errado hoje.

Pra vocês terem uma ideia, nos primeiros minutos do meu dia eu causei um curto circuito feio em casa, porque não vi que o fio tinha ficado dentro da grelha, e ele consequentemente fritou junto com o meu pão, e aí fez um barulho enorme e queimou e a casa toda apagou. Na mesma cozinha, horas depois, eu deixei a panela elétrica de arroz cair no chão não apenas uma, mas duas vezes, e, na segunda vez, ela quebrou. Dois prejuízos em um dia só. Bem assim.

Mas não é disso que eu quero reclamar agora. Eu quero compartilhar com vocês a minha agonia quanto ao comportamento de determinadas pessoas em aeroportos. Veja bem, eu não quero dizer que sou expert na rotina de aeroportos, mas, sim, tenho algum conhecimento de causa. São alguns anos viajando de avião pra lá e pra cá, de dentro do Brasil pra fora, de fora pra dentro, etc; são anos observando os comportamentos alheios em aeroportos, sem entender muito bem o porquê de determinadas atitudes/escolhas.

no aeroporto

Sem mais delongas, aqui vai uma lista explicada das coisas que eu não entendo no comportamento das pessoas em aeroportos.

1- Figurino

Aeroportos não são os lugares mais confortáveis do mundo. Além disso, nunca podemos contar com a pontualidade dos vôos/conexões; a gente nunca sabe quando aquele vôo Rio-SP (ou, como acontece frequentemente na minha vida nos últimos tempos, Rio-BSB/BSB-Rio) que não deveria tomar mais de 2h do meu tempo (considerando chegar uma hora antes do vôo, mais os 45min de vôo Rio-SP, mais uma eventual espera de malas) pode se tornar uma experiência de muitas horas. Diante de situações assim, que podem causar transtorno, a gente não vai querer se preocupar com a roupa, né? É fundamental estar confortável.

oi?

oi?

Eu simplesmente não entendo quem vai pro aeroporto com roupa colada (calça ou vestido/saia), salto alto, decotão, toda maquiada como se estivesse indo pra noitada. E, acreditem, é mais comum do que se pensa. Não quer dizer que a pessoa deva ir zoada pro aeroporto, mas acho que, na escolha do look o conforto tem que estar sempre em primeiro lugar. Um decote enorme no aeroporto pode revelar mais do que se quer, quando menos se espera. Uma roupa colada pode subir enquanto você tá puxando as suas malas, e não conseguiria ajeitar o que foi pro lugar onde Minha dica é achar um sapato que não aperte, uma calça que te dê mobilidade suficiente, e também ter sempre a mão algo que possa te proteger do ar condicionado gelado dos aviões.

2- Mala de mão oversized

As companhias aéreas estabelecem um limite de tamanho e peso para bagagens de mão. Aqui no Brasil tá ficando cada vez mais difícil embarcar com malas de mão, por conta das restrições – mas quem vai direto pro portão não faz nem ideia disso. E tem gente que simplesmente não respeita o tamanho máximo das malas de mão. Isso é um problema pra quem carrega e pros outros passageiros por motivos de: além de ser difícil de encaixar a mala no bagageiro, a tal mala pode ocupar muito mais do que o espaço destinado inicialmente pra uma só bagagem, restringindo o espaço que outros passageiros poderiam usar.

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3- Mais malas de mão do que o permitido

Isso é outra coisa que me incomoda muito. Eu entendo – e acho mais do que justo – que as companhias aéreas restrinjam a bagagem de bordo a uma mala de mão e um item pessoal. A verdade é que isso é mesmo o suficiente pra que você faça uma viagem curta, ou mesmo acomode seus objetos de valor e uma (ou duas) muda(s) de roupa pro caso de extravio de bagagem. Mas eu vejo muita gente em aeroporto que abusa. Outro dia, numa das minhas idas e vindas de Rio-BSB, uma moça entrou no avião com 5 itens de mão. Veja bem, CINCO ITENS DE MÃO. Ela tinha uma bolsa pessoal, uma mala de rodinhas, uma mochila, e duas sacolas de compras.

Gente, isso é o cúmulo do exagero/falta de consideração com os outros passageiros. Pra essa pessoa guardar todos os seus itens de mão, obrigatoriamente vai ocupar o lugar que seria destinado às bagagens de bordo de outro passageiro. E nenhum funcionário da companhia aérea falou nada – o que eu achei ainda mais absurdo.

4- Embalar malas nos plásticos

Eu me senti obrigada a abrir um tópico só pra falar nisso. Se tem uma coisa que eu aprendi nessa vida é que mala foi feita pra ser destruída. Não adianta quanto cuidado a gente tenha, ela não vai durar linda e limpinha e inteira por muito tempo. Já tive mala que durou 10 anos, já tive mala destruída na primeira viagem. E embalar em plástico é apenas um gasto desnecessário (a menos que o seu destino seja algum lugar na África, aí realmente eu recomendo – um dia eu conto o porquê, num post do viajante geek). Já vi muita gente embalando mala, gastando uns 50 reais (ou até mais, dependendo do aeroporto gringo), pra proteger algo que foi feito para ser destruído. Apenas aceite que sua mala foi feita para ser destruída, compre uma mala barata (ou invista numa com garantia) e liberte-se dessa neura.

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5- Salto alto

Eu sempre fico muito muito incomodada quando vejo alguém em aeroporto de salto alto. Não sei se é porque eu abomino esse tipo de sapato, mas a simples ideia de usar salto pra viajar é inconcebível pra mim. Gente, já é ruim de carregar bagagem de sapato sem salto, imagina de salto? Se o vôo atrasa, já é ruim ficar esperando, imagina de salto?

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Ok, tem gente que sai do aeroporto direto pra uma reunião, e não pode se dar o luxo de chegar de tênis num ambiente de trabalho, mas acho que rola substituir o salto por uma sapatilha – pelo menos nas horas de aeroporto. É só guardar o salto na mala de mão e trocar quando chegar no destino – elas existem pra isso.

6- Fotógrafos

Eu não consigo me lembrar de nenhuma viagem saindo ou chegando no Santos Dumont em que eu não tenha visto alguém famoso (ou alguma sub celebridade). E sempre tem um paparazzo atrás, tentando um bom clique do dito cujo. Eu entendo que é o trabalho deles, e que tem gente que gosta de ver fotos dos artistas na vida real, na rotina de aeroporto, mas tem uns fotógrafos que perdem a noção. Aconteceu comigo: na busca de uma foto perfeita de uma artista, um paparazzo simplesmente bloqueou o portão de acesso à sala de embarque. Não dá pra entender.

7- Fila no gate 

Isso é outra coisa que não faz o menor sentido. Por que raios as pessoas formam filas nos portões de embarque muito tempo antes do mesmo ser anunciado? É esquisito demais. Cada um tem o seu lugar marcado, e o avião não vai sair dali sem ninguém – ou melhor, o avião não vai decolar sem que seja anunciada a última chamada para embarque. Não é mais fácil ficar sentado, aguardando a chamada do seu grupo de embarque? Eu acho.

caos

caos

8- Guardar a mochila no bagageiro

De volta à bagagem e ao bagageiro, eu não consigo entender quem viaja com uma mochila e/ou uma bolsa pessoal como bagagem de mão e não coloca embaixo da poltrona na sua frente. É tão mais prático e mais rápido, e ainda deixa mais espaço livre pra quem leva uma mala de rodinhas, ou uma mala de mão que não cabe em baixo da poltrona.

9- Gente que perde a paciência

Tem gente que simplesmente não aceita o fato de que shit happens. Se acontece na vida, acontece no aeroporto. Num aeroporto, o mais importante é não perder a calma. Se você vai fazer isso lendo um livro, ou lendo uma revista, ou ouvindo música, ou mexendo no seu tablet/notebook, não importa. Mas, por favor, não perca a paciência, e não faça escândalo. É feio, e incomoda a todos a sua volta. Pense que o avião não atrasou só pra você, e que tem mais gente na mesma situação. Não adianta reclamar com o funcionário se o painel mostrar que o seu vôo tá atrasado, ou mesmo sem previsão de embarque.

Eu já vi casos em aeroportos em que foi preciso chamar a polícia federal para acalmar um sujeito exaltado que gritava com funcionários da companhia aérea. O negócio foi tão feio que o cara quase foi impedido de embarcar. Além disso, a confusão ainda fez com que o vôo atrasasse ainda mais, depois de um atraso de mais de 3 horas.

pessoas em Aeroporto

Tem aqueles que perdem a paciência esperando a bagagem na esteira. Gente, não adianta: é muita mala pra pouco funcionário e pra pouca esteira. Alguma mala vai ter que demorar. Ao invés de reclamar que tá demorando, concentre em desejar que a mala chegue. Melhor ficar esperando a mala por um tempo e ela chegar, do que simplesmente ter a bagagem extraviada.

10- Malas sem rodinhas 360º

Não dá pra entender quem ainda vive sem uma dessas. Além de serem um milhão de vezes mais fáceis de empurrar, elas costumam ser infinitamente mais leves. É tão fácil de carregar que muitas vezes não é nem preciso pegar um daqueles carrinhos de aeroporto pra empurrar.

músicas para um dia de chuva

Brasília definitivamente não combina com chuva. É, eu sei, eu sempre reclamo de como aqui é seco e quente e tal, mas desde ontem o tempo tá super fechado aqui e eu simplesmente não sei viver nessa cidade com esse tempo nublado. Brasília pede céu azul.

Acordar e sentir que tá friozinho, ver que tá nublado e que tá cinza me deixou pensativa. É claro que o dia de hoje me inspirou a juntar uma sequência de músicas sobre chuva – foi inevitável.

1- Rain – The Beatles

2- Covered in Rain – John Mayer

3- It Will Rain – Bruno Mars

4- Set Fire to the Rain – Adele

5- Black Rain – Keane

6- Chove Chuva – Miriam Makeba

7- Raindrops – Regina Spektor

8- Rain City – Turin Brakes

9- The Adventures of Rain Dance Maggie – Red Hot Chili Peppers

10- Rainmaker – Iron Maiden

11- Rain Fall Down – Rolling Stones

12- Chuva de Prata – Gal Costa

13- Singing In The Rain / Umbrella – Glee Cast feat. Gwyneth Paltrow

14- Sirens – Pearl Jam (bonus track por motivos de: canção maravilhosa que tá no repeat! E ela até que combina com dias nublados/de chuva, né?!)

Achei que deu uma misturinha bem interessante – e até inusitada – de músicas! Boa sexta pra todo mundo!