UN Headquarters

Como boa internacionalista e ex-MUNzeira de carteirinha, eu não podia deixar de dar um pulinho na sede da ONU. A gente acabou não fazendo o tour, porque os horários disponíveis estavam bem ruins, mas não é preciso fazer o tour para entrar lá.

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Eu explico: você pode visitar a sede da ONU simplesmente para ir na “bookshop”, que é mais do que uma livraria, com vários souvenires legais para além dos livros incríveis. Ao fazer o registro de visitante, você pode dizer que quer ir na “bookshop” e isso vai te dar acesso ao andar principal do UN Headquarters e ao subsolo, além da área externa, onde ficam algumas esculturas históricas importantes.

Muito importante: não vá até a sede da ONU achando que vai ser tudo rapidinho, porque não vai. Mesmo se você não quiser fazer o tour, demora um bocadinho pra conseguir entrar porque é preciso fazer o seu registro de visitante, apresentando documento válido  (no caso de estrangeiros visitantes, é o passaporte). No momento do registro, eles tiram a sua foto e emitem uma identificação que permitirá o acesso aos headquarters.

Quando fomos lá, estava tendo uma exposição interessantíssima no hall do andar principal, com fotos e declarações de mulheres de diversas partes do mundo que foram vítimas de mutilação genital e/ou que tem que lutar muito pela sua liberdade e independência.

Broadway sim!

Eu e marido somos fãs de teatro e, principalmente, de musicais. Então é claro que a gente não ia perder a oportunidade de ver algum espetáculo na Broadway. Embora eu tenha argumentado fortemente para assistirmos Harry Potter and the Cursed Child, marido me convenceu de que, por já termos visto em Londres em 2017, deveríamos optar por outro espetáculo. Ou melhor, outros espetáculos!

Como este blog é comprometido com a verdade, eu não posso negar que assistir a estes espetáculos é coisa cara. Porém cada um tem suas prioridades, e nós gostamos muito desse tipo de rolê, então a gente preferiu economizar em outras coisas e assistir a dois espetáculos na Broadway.

Sim, com a TKTS os ingressos ficam mais baratos, mas ainda assim não são diversões baratinhas. Nós fomos 2 vezes ao booth que fica no South Street Seaport (perto de Wall Street) porque, segundo informações colhidas, lá é um pouco mais tranquilo do que o booth da Times Square e eles também vendem ingresso de véspera.

Nós tiramos a quarta feira pra ficar na Broadway e assistimos a dois musicais: Anastasia, que era uma produção temporária, e Frozen. As fotos que ilustram este post foram tiradas durante os agradecimentos, afinal de contas é terminantemente proibido filmar e/ou fotografar os espetáculos.

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Seria até injusto comparar ambas produções, já que Frozen tem toda a estrutura (e magia) Disney por trás. Mas Anastasia nos surpreendeu positivamente, o elenco era muito afiado (e afinado, é claro), e a produção era bem divertida pra contar uma história da qual sempre gostei muito.

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De noite, quando fomos ver Frozen, eu fiquei encantada já entrando no teatro, e a produção era maravilhosa, pura magia Disney. Nós conseguimos ver ambos musicais com o elenco principal, e acho que isso faz toda diferença – principalmente em Frozen, pois dizem que a substituta da Caissie Levy (a Elsa) não chega nem aos pés dela, e a Caissie realmente é um espetáculo.

Além destes musicais na própria Broadway, eu já vi outras produções que existem na Broadway, só que eu assisti em Londres, a saber: Wicked, The Lion King e Aladdin (além de Harry Potter and the Cursed Child, que eu falei ali em cima). Como eu falei ali em cima, Anastasia foi uma produção temporária, e sempre tem produções temporárias, então vale a pena ver o que está em cartaz; em Londres, por exemplo, eu assisti Singin in the Rain, que era produção temporária, e foi incrível.

Eu recomendo fortemente absolutamente todos estes musicais que já assisti; se o orçamento só permitir um, escolhe aquela história que mais toca o seu coraçãozinho e vá ser feliz!

O melhor cookie de Nova Iorque

Se você nunca ouviu falar da Levain Bakery, este post é pra você. E se você já ouviu falar, ou até mesmo já provou uma das delícias dessa padaria única, vamos juntos ficar com água na boca relembrando o melhor cookie de Nova Iorque.

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A Levain Bakery tem 5 unidades em Nova Iorque, e não é incomum testemunhar filas de gentes querendo um cookie delicioso.

Acredite: vale a pena a espera. Mas, se você preferir evitar filas, tente chegar cedo – até porque as fornadas diárias não são eternas, e eventualmente os cookies acabam.

Razões para não deixar de passear pelo Central Park

Nova Iorque é conhecida como a cidade que nunca dorme. Uma amiga minha que mora em Manhattan me disse que, não importa a que horas do dia ou da noite, sempre tem muita coisa acontecendo, sempre tem de tudo acontecendo. E isso é verdade.

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Mas também é verdade que Nova Iorque é uma cidade ultra populosa e a coleta de lixo é insuficiente pra dar conta de tanta gente e de tanto lixo que essa quantidade de gente produz. E aí acontece o inevitável: a cidade que nunca dorme tem cheiro de lixo.

Sim, gentes, eu sinto muito por decepcioná-los, mas Nova Iorque é IMUNDA! Para além dos ratos do metrô (eles existem de verdade), são sacolas e mais sacolas de lixos pelas ruas (em Midtown menos) de Manhattan, e a sensação que eu tinha era de que eu tava andando no meio de um lixão, e não na cidade com o metro quadrado mais caro do mundo.

E é por isso que o título deste post é “razões para não deixar de passear pelo Central Park”. Eu sei que o Central Park é uma atração turística, e é claro que muita gente que vai pra NYC visita o parque, mas pode ser que você tenha considerado deixá-lo de fora do seu roteiro, e é por isso que eu vou te convencer a dar umas voltinhas por esse parque gigantesco durante a sua estadia na cidade.

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Se NYC é a cidade que nunca dorme, com milhares de coisas acontecendo ao mesmo tempo, é bom ter um lugar pra ir e desacelerar, contemplar a natureza de verdade no meio de uma selva de pedra.

O Central Park também é um refúgio para o olfato, já que não há sacos e mais sacos de lixo empilhados, e o cheiro de natureza é um alívio.

Outra razão para passear pelo Central Park: ele é um dos cenários mais famosos de incontáveis filmes e seriados, e a gente acaba se sentindo num filme também.

Quer mais um motivo? Strawberry Fields, com o mosaico Imagine bem no centro da área que homenageia John Lennon, e que é uma zona de silêncio dentro do parque. Pertinho desta área, fica o prédio (Dakota Apartments) onde John e Yoko Ono moraram.

O último motivo que vou listar aqui é um dos meus favoritos: a escultura Alice in Wonderland, que faz parte do Central Park desde 1959. A estátua de bronze retrata Alice e seus amigos numa tea party comandada pelo Chapeleiro Maluco.

E, já que você estará ali pertinho, não deixe de visitar o MET, que tem um dos acervos mais impressionantes do mundo.

O Brooklyn tem o melhor hambúrguer que eu já comi

Uma vez em Nova Iorque, não poderia deixar de cruzar o East River, saindo de Manhattan rumo ao Brooklyn!

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E, já que estávamos no Brooklyn, resolvemos procurar um lugar pra almoçar por lá. E eis que encontramos no Google um restaurante chamado Colônia Verde que despertou a nossa curiosidade, e pra lá nós seguimos.

Como todo bom achado, o Colônia Verde era uma portinha pequena, sem grandes letreiros, sem muito movimento. Um cardápio enxuto apresentava vários pratos que pareciam apetitosos, mas um deles chamou a nossa atenção: hambúrguer no pão de queijo, acompanhado de batata doce frita. Pedimos.

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MEU DEUS DO CÉU. Que hambúrguer, minha gente! Até hoje eu fico com água na boca só de lembrar. E é por isso que ele foi eleito O Melhor Hambúrguer Que Eu Já Comi Na Minha Vida (pelo menos até a presente data).

O hambúrguer era servido exatamente num pão de queijo gigante. Imaginou um pão de queijo imenso? Então, era isso mesmo. E era bom demais. E, desde então, todo mundo que eu conheço que vai pra NYC eu recomendo fortemente que siga rumo ao Brooklyn pra provar esta iguaria.

One World Observatory & Memorial Plaza

Um dos lugares mais legais que visitamos em Nova Ioque foi, certamente, o One World Observatory e a Memorial Plaza do 11 de setembro. Sempre me disseram que todo mundo tem que ver Nova Iorque de cima, e nós escolhemos fazê-lo do topo do observatório mais novo da cidade.

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Ao chegar no November 11 Memorial Plaza, é impossível não sentir uma forte emoção. O memorial é muito bonito, muito sensível e delicado.

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Eu, que me lembro com perfeição daquele 11 de setembro de 2001, confesso que fiquei bastante emocionada de estar ali, de ler os nomes de todos aqueles que não conseguiram sobreviver àquele episódio e, principalmente, por ver as rosas brancas colocadas nos nomes dos aniversariantes daquele dia. O acesso a Memorial Plaza é gratuito.

Para subir no One World Observatory, há diferentes tipos de ingressos, e nós optamos pelo mais simples (USD 35 + imposto, por pessoa), que dá direito ao passeio completo, porém sem audio guia ou fila prioritária (que, naquele dia, era perfeitamente dispensável porque tava bem tranquilo o movimento). A vista lá de cima é realmente incrível: são 360º de tirar o fôlego!

Finalmente, Nova Iorque!

Nosso último destino das férias de fevereiro/março foi Nova Iorque. Sim, eu finalmente conheci a concrete jungle where dreams are made of! Nós fizemos o trajeto Washington D.C. – New York de trem, numa viagem que durou pouco mais de 3 horas com a Amtrak.

Logo depois de almoçarmos em Little Italy, bairro onde ficamos hospedados, nós fomos andando até a 5ª Avenida, avistando o Empire State Building no caminho e a nossa primeira parada foi a St Patrick’s Cathedral.

Eu achei a catedral muito impressionante e aproveitei a oportunidade pra, mais uma vez, agradecer a Deus por poder vivenciar tantas coisas incríveis!

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Depois, passamos pelo Rockfeller Center, e aí aproveitamos que já estávamos por ali mesmo e demos um pulinho na Uniqlo da 5th Avenue, que é gigantesca!