Ferrari World Abu Dhabi

Deixamos o melhor por último: Ferrari World foi o último dos parques temáticos que visitamos nos Emirados Árabes, e foi definitivamente por lá que tivemos as experiências mais eletrizantes da viagem!

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O parque Ferrari World é indoor, e a experiência no parque é completamente imersiva no universo da scuderia, que nos transporta para a Itália em muitas das rides e restaurantes. Inaugurado em 4 de novembro de 2010, é neste parque que estão as montanhas russas mais rápida (Formula Rossa) e com o maior looping do mundo (Flying Aces)!

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velocità!

A Formula Rossa é mais rápida do que um carro de fórmula 1, que atinge 240km/h em 4.9 segundos! Não foi por acaso que ela quebrou o recorde e assumiu o posto de montanha russa mais rápida do mundo. O ponto mais alto da montanha russa tem 52m e atingimos 4.8Gs no percurso. E é claro que o carro da montanha russa é vermelho, como uma boa Ferrari!

Já a Flying Aces, a montanha russa com o looping mais alto do mundo com 63m e inclinação de 51º, atinge 120km/h. Essa montanha russa é inspirada pela história do aviador Conte Francesco Baracca, conhecido como o “ace of aces” (o craque dos craques). Ao invés de um carro, essa montanha russa tem bi-motores militares para nos levarem às alturas!

A ride mais recente do parque é a Turbo Track, que simula um test drive da Ferrari com uma subida vertical de 64m de altura e uma queda épica em gravidade zero, atingindo a velocidade máxima de 102km/h.

Outra atração emocionante que merece destaque é a Fiorano GT Challenge, com trilhas paralelas em um circuito baseado nos verdadeiros circuitos de corridas dos GTs, simulando uma competição entre Ferraris F430 Spider. A velocidade nessa montanha russa chega a 95km/h – a mais lenta do parque!

O simulador Made in Maranello nos leva por um tour pela fábrica da Ferrari para que possamos descobrir o processo de produção de uma Ferrari GT. São revelados todos os detalhes do processo de manufaturação, desde os designs primários, passando pelos motores e chegando à pintura final e montagem manual, com direito a um teste no Circuito Fiorano da Ferrari.

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Há também rides voltadas para o público infantil, adequadas para toda a família: Bennos Great Race, Junior GT, Tyre Twist, Speed of Magic, Bell’ Italia, e Driving with the Champions. Além disso, há o espaço da Galleria Ferrari, que expõe uma coleção incrível dos modelos das Ferraris, fazendo com que possamos aprender mais sobre a história do design desses carros espetaculares, descobrindo fatos e estatísticas de cada modelo exposto.

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Karting AcademyScuderia Challenge são experiências pagas à parte e com horário marcado, que devem ser agendados com antecedência (o ideal é marcar logo quando chegar ao parque). A Karting Academy é inspirada no Circuito Yas Marina, e testa nossas capacidades de corredores numa pista de 290m. Já a Scuderia Challenge é um simulador de ponta, que permite dirigir diferentes Ferraris no circuito virtual da Yas Marina.

Aparentemente, as categorias de ingressos mudaram desde que fomos lá: quando nós compramos, podíamos escolher entre ingressos bronze, silver e gold. Bronze, o ingresso mais simples, é o passe diário do parque; o ingresso silver dava direito à 3 Quick Pass (o “fura filas”); já o ingresso gold dava direito ao Quick Pass ilimitado e também uma experiência na Karting Academy, que custava 35 AED (cerca de R$33) para quem adquiriu um ingresso silver ou bronze. Quando estava escrevendo esse post e entrei no site pra pegar as informações atualizadas dos ingressos, notei a mudança: parece que agora não há mais essas categorias de ingressos, e é possível adquirir o Quick Pass separadamente por 150 AED (cerca de R$140). Os ingressos diferentes agora se limitam às experiências VIP (a partir de 1995 AED, cerca de R$1851) e VIP+ (a partir de 2595 AED, cerca de R$2409).

Nós almoçamos no Mamma Rossela, que oferece um bom cardápio de opções da culinária italiana com serviço rápido, e eu ainda fechei o dia comendo um cachorro quente antes de voltarmos para Dubai!

Motiongate Dubai

Sim, teve mais parque temático na nossa passagem por Dubai! O Motiongate Dubai faz parte do complexo Dubai Parks and Resorts, que abriga 4 parques temáticos (Legoland, Legoland Water Park, Bollywood Parks, e o Motiongate) e também a área Riverland, que é um espaço que concentra lojas e restaurantes. Nós escolhemos concentrar a nossa diversão no parque Motiongate, que nos pareceu mais atrativo! O Motiongate Dubai é dividido em 5 áreas: Studio Central, Columbia Pictures, DreamWorks, Lionsgate e The Smurfs.

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Nós começamos o dia pela área Lionsgate, que é basicamente dedicada ao filme The Hunger Games. São duas atrações dedicadas ao filme Jogos Vorazes: Panem Aerial Tour e Capitol Bullet Train. Além dessas duas atrações, nesta área acontece o show Step Up, Dubai, All In! no teatro Hollywood. Panem Aerial Tour é um simulador 4D que nos permite viajar por todos os distritos. Por sua vez, Capitol Bullet Train é uma montanha russa sensacional, que nos leva do Distrito 12 até a Capital com muitos loopings e trechos invertidos.

Depois fomos para a área dedicada à Columbia Pictures, que é 2ª área com mais brinquedos, perdendo somente para a área da DreamWorks. Ghostbusters: Battle of New York é um brinquedo de atirar com laser nos monstrinhos, recriando a temática da famosa série de filmes da década de 1980 – imagina a minha empolgação! The Green Hornet: High Speed Chase é uma montanha russa leve com a temática do Besouro Verde. Cloudy with a Chance of Meatballs River Expedition nos leva para o universo do filme Tá Chovendo Hambúrguer! e é só com muita sorte que se sai seco.

Ainda na área da Columbia Pictures, Underworld 4D é uma experiência sensorial no cinema, com muitas cenas ensanguentadas e violentas. Zombieland Blast-off é o brinquedo de despencar do parque, com uma torre com 58m que nos leva às alturas e depois fica “quicando” até que a aceleração seja zero. Por fim, o Hotel Transylvania abriga uma ride que conta a história do filme, e um restaurante fast food, onde nós almoçamos!

Em seguida, foi a vez de brincarmos na área dos Smurfs! Foi uma escolha acertada para depois do almoço, já que os brinquedos são mais infantis e não muito radicais. Nós fomos só no Smurfs Studio Tours, uma ride que conta a história dos Smurfs enquanto eles produzem um filme, e a Smurf Village Express, que é a montanha russa pra crianças. A gente poderia até ter pulado essa área se eu não fosse tão fã dos Smurfs!

Deixamos a área da DreamWorks por último por um único motivo: é a única área indoor (e, portanto, climatizada) do parque, e é de tarde que o sol mais castiga a gente! Dentro da área da DreamWorks, encontramos os universos de Shrek, Madagascar, Kung Fu Panda, e Como Treinar Seu Dragão. Shrek’s Merry Fairy Tale Journey é uma ride que reconta a história do encontro de Fiona e Shrek para os trigêmeos deles. Kung Fu Panda: Unstoppable Awesomeness é um simulador 4D MUITO LEGAL! A montanha russa Madagascar Mad Pursuit! é super rápida e muito divertida. Já a Dragon Gliders não é bem uma montanha russa, mas ao mesmo tempo é – essa ride, inspirada pelo filme Como Treinar Seu Dragão, nos leva para um passeio nas alturas, sobrevoando a área dedicada a esse filme. Há ainda outras atrações nessa área: Melman-Go-Round, Penguin Air, Mr. Ping’s Noodle FlingSwamp Celebration e The Swinging Viking, além de alguns shows que recriam os universos de Madagascar e Kung Fu Panda.

O ingresso para o Motiongate custa 235 AED (cerca de R$218), e pode ser comprado com antecedência (e com desconto!) pelo site. Quando chegamos ao parque, nós optamos por comprar também o Q-Fast, porque sentimos que o parque estava um pouco cheio e queríamos aproveitar todas as atrações. O Q-Fast é o passe especial que dá direito a uma fila rápida em todos os brinquedos. Esse Q-Fast é individual, e custa a partir de 125 AED (cerca de R$117), já que o preço varia de acordo com a lotação do parque. Como nós compramos o Q-Fast ilimitado, além de ganharmos bastante tempo por não pegarmos fila nas atrações, pudemos ir nos brinquedos e montanhas russas de que mais gostamos mais de uma vez!

Ulster Museum em Belfast

Coladinho no Jardim Botânico de Belfast, o Ulster Museum oferece um pouco de tudo pra quem ama arte e história, com curiosidade de descobrir mais sobre o mundo, seja adulto ou criança. As coleções expostas no Ulster Museum contam a história da Irlanda e também de outras partes do mundo, colocando os visitantes frente a frente com dinossauros e também com uma múmia do Egito, e também propiciando experiências interativas. A entrada é gratuita, e o museu fica aberto de terça a domingo, entre 10h e 17h. O Ulster Museum foi um dos museus que eu mais gostei de visitar na vida, e acho que, depois desse post, vocês vão entender o porquê.

Tapeçaria de Game of Thrones

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A Irlanda do Norte é a terra de Game of Thrones e ninguém tem dúvida disso – e eles assumem, com orgulho. Prova disso é a épica tapeçaria de 77 metros exposta no Ulster Museum, que conta a história das temporadas de 1 a 7 da série. De Winterfell às Iron Islands, todos os eventos, locações e histórias estão tecidas ali. A tapeçaria é realmente impressionante, e podemos recordar todos os momentos cruciais da série que levaram até o final épico da temporada 7.

Desenhada à mão, mas tecida por uma máquina especial e finalizada à mão na Irlanda do Norte por artesãos locais, o linho usado para formar a base da tapeçaria foi fornecido por uma das últimas fábricas de linho da Irlanda do Norte, a Ferguson’s Irish Linen.

Os bordados delicados, realizados por um time de 30 costureiros no Ulster Museum e no Ulster Folk & Transport Museum, contam histórias dos personagens e momentos da série com ponto de corrente, ponto partido, ponto traseiro, ponto de correr e ponto de semente, usando fios metálicos, de algodão e de seda para ilustrar, em forma de bordado, uma das séries mais populares da atualidade.

Esta gloriosa peça de arte deve ficar em exibição até o dia 27 de agosto de 2018, mas eu boto fé que eles vão estender esta data – e também a tapeçaria, contando as histórias da 8ª temporada que ainda está por vir. De todo jeito, se você tiver a oportunidade de ir a Belfast, não deixe de conferir esta verdadeira obra-prima!!

1923-1968: Vivendo numa Ilha dividida

Uma das exposições mais interessantes do Ulster Museum é a “1923-1968 Living on a Divided Island“, que conta a história da formação da fronteira entre Irlanda e Irlanda do Norte em meio ao caos da guerra irlandesa de independência. O Ato 1920 do Governo da Irlanda do Norte colocava fim às lutas para manter a Irlanda no Reino Unido, mas os esforços de Edward Carson garantiu que 6 condados do norte da Irlanda fossem mantidos sob a Coroa.

A nova fronteira dividia aliados antigos no Estado Livre da Irlanda, e a coleção em exibição no museu inclui notas de alfândega, a nova moeda do Estado Livre da Irlanda, e a efemeridade política da época, bem como uma coleção de itens da Segunda Guerra Mundial, e itens de memorabilia tanto de nacionalistas quanto de unionistas. Aprender um pouco mais sobre a história da separação daquela ilha, com tantas imagens e itens impressionantes, foi uma experiência única.

Gilbert U-238 Atomic Energy Lab: o brinquedo mais perigoso do mundo!

Na exibição dos Elementos, que fica no 3º andar do museu e conta com uma tabela periódica que mostra seus respectivos elementos encontrados na Terra, um cantinho escurecido chama a atenção: o brinquedo Atomic Energy Lab (ou Laboratório de Energia Atômica), lançado nos anos 1950, considerado o brinquedo mais perigoso do mundo porque continha elementos radioativos!

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Nos anos 1950, a Era Atômica nascia num ambiente otimismo: a fissão nuclear era vista como uma fonte de energia barata e ilimitada, e o fim para todas as guerras. Dentro desta visão utópica, em 1951, surgiu o Gilbert U-238 Atomic Energy Lab, um brinquedo educativo excepcional, com uma imagem idílica de uma criança maravilhada com a nova tecnologia. O jogo continha diversos materiais radioativos, com amostras de minério de urânio, um espinteroscópio (instrumento que mostra a incidência de partículas alfa por flashes em uma tela fluorescente) e uma câmara de nuvem (cloud chamber). Um jovem cientista nuclear poderia usar todo o equipamento para observar flashes e traços das partículas subatômicas vertendo de isótopos instáveis, e também usar o contador Geiger para descobrir o quão contaminados ficaram.

Pra quem não sabe, eu me apaixonei por energia nuclear em 2006, fiz meu mestrado em Estudos Estratégicos da Defesa e da Segurança na UFF e escrevi minha dissertação sobre a Política Nuclear Brasileira. Eu não sei até hoje como não estudei Física na faculdade, mas fato é que eu dediquei 10 anos da minha vida exclusivamente aos estudos das questões nucleares e eu sou completamente alucinada pelo assunto. Quando eu vi esse brinquedo em exposição no Ulster Museum, eu surtei e queria de qualquer jeito um desses.

É claro que esse brinquedo sensacional não atende aos requisitos de segurança e saúde de hoje em dia, e foi tirado de circulação ainda em 1951 porque o preço de US$50 (o equivalente a quase US$500 hoje) era muito caro para a maioria das famílias, e também muito complexo. No mercado de colecionáveis, a maioria dos jogos Atomic Energy Lab se encontra em condição imaculada. Se algum dia eu achar um, não respondo por mim!

O que fazer em Edimburgo?

Eu já contei por aqui que sou apaixonada por Edimburgo desde 2012, quando fui pra lá pela primeira vez. A cidade velha de Edimburgo foi tombada como patrimônio mundial da UNESCO, tendo sido preservadas as suas características medievais. Se o Castelo de Edimburgo e a Milha Real (Royal Mile) não forem o suficiente para convencer você a visitar a bela capital da Escócia, hoje fiz um apanhado de vários pontos turísticos (óbvios ou não tão óbvios) que você não pode deixar de conhecer!

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Calton Hill é uma atração por si só: o topo da colina oferece uma vista linda do Mar do Norte! E lá estão alguns monumentos importantes: Nelson Monument, National Monument, Playfair Monument, Monument to Scottish Parliament, Dugald Stewart Monument.

A estação de trens Edinburgh Waverley conecta a capital da Escócia a outras cidades escocesas e também do Reino Unido, inclusive Londres, Manchester e Birmingham. Foi de lá que pegamos o trem para Glasgow!

Edinburgh Waverley fica na Princes Street, que é uma das principais ruas da cidade, e concentra, além dos monumentos Scott Monument e The Royal Scots Greys Monument, muitas lojas – ou seja, se você quiser fazer umas comprinhas enquanto estiver em Edimburgo, a Princes Street será parada obrigatória!

Palace of HolyroodhouseQueen’s Gallery são imperdíveis, e o ingresso que dá acesso aos dois locais custa £17,50 (o ingresso para visitar somente o palácio custa £14,00). Fundado em 1128 por David I da Escócia como um mosteiro, o Palácio de Holyroodhouse serviu como principal residência dos reis e rainhas da Escócia desde o século XV. Hoje em dia, é a residência oficial da Rainha Elizabeth II na Escócia, e é possível visitar os aposentos reais, bem como os aposentos usados por Maria Rainha dos Escoceses. Os jardins do Palácio são belíssimos, e as ruínas da Abadia de Holyrood (Holyrood Abbey) são impressionantes.

Em frente ao Palácio de Holyroodhouse, o Edifício do Parlamento Escocês (Scottish Parliament) pode ser visitado gratuitamente, e também é possível agendar tours guiados.

Na Royal Mile, a belíssima St. Gile’s Cathedral é a igreja histórica da cidade de Edimburgo, e o pináculo de coroa chama a atenção no horizonte de Edimburgo, e pode ser vista tanto do Castelo quanto de Calton Hill. A Catedral de St. Giles é a Igreja Mãe do Presbitarianismo, e é nela que fica a Chapel of the Order of the Thistle.

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Para os fãs de Harry Potter, em George IV Bridge, The Elephant House foi o lugar onde J.K. Rowling passou boa parte do tempo escrevendo o primeiro livro da série, com uma bela vista para o Castelo de Edimburgo. Por isso, este café é considerado o lugar do nascimento de Harry Potter.

Além de tudo isso, para quem gosta de galerias de arte, Edinburgh abriga a Scottish National Gallery of Modern Art, a Scottish National Portrait Gallery e a Scottish National Gallery. Para os apaixonados por uísque, a Scotch Whisky Experience fica coladinha no Castelo de Edimburgo.

Mesmo já tendo visitado a cidade em 2012 e 2017, ainda quero voltar outras vezes para aproveitar mais e continuar descobrindo as maravilhas da capital da Escócia!

Edinburgh Castle, a fortaleza no topo de Castle Rock

Ah, Edinburgh! Como eu amo essa cidade! Desde que nos conhecemos em 2012, tenho um caso de amor por esta cidade, que foi a eleita para passarmos o meu aniversário! As comemorações começaram bem cedo, quando acordei pra ir à missa na St Mary’s Catholic Cathedral, e depois subimos a Royal Mile até chegarmos ao Castelo de Edimburgo, que fica no topo de Castle Rock.

Para visitar o Edinburgh Castle é preciso adquirir o ingresso, que custa £17 para adultos (de 16 a 59 anos), £10.20 para crianças (de 5 a 15 anos) e £13.60 para maiores de 60 anos. Crianças com menos de 5 anos podem visitar a fortaleza gratuitamente, mas sempre acompanhadas por um adulto. Áudio-guias estão disponíveis para aluguel por £3.50, e tours guiados estão incluídos no ingresso.

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O Castelo de Edimburgo é, na verdade, uma grande fortaleza, que também abriga o National War Museum, os Regimental Museums e o Scottish National War Memorial, além do palácio real, das prisões de guerra e da capela de Santa Margaret, que é a construção mais antiga de Edimburgo! Uma parte da fortaleza ainda é usada como base militar.

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Durante a Idade do Ferro, os guerreiros compreendiam o potencial militar da rocha, e construíram um forte no seu topo. A poesia mais antiga da Escócia conta a história de um esquadrão de guerra que passou um ano festejando no Castelo de Edimburgo antes de encararem a morte nas batalhas. Já no período das Guerras de Independência, o Castelo mudou de liderança muitas vezes. Em 1314, foi retomado pelos ingleses numa batida comandada por Thomas Randolph. O Castelo foi a casa de reis e rainhas; a Rainha Margaret (mais tarde, Santa Margaret) faleceu lá, em 1093, e Maria Rainha dos Escoceses deu a luz à James VI no palácio real em 1566. Em 1996, a Pedra do Destino (Stone of Destino), sobre a qual os reis foram coroados por muitos séculos, foi devolvida à Escócia, e está exposta na Sala da Coroa.