Onde comer em Paris?

Não é novidade pra ninguém que Paris é a capital mundial da gastronomia. Em Paris, há comida boa para todos os gostos e bolsos – e algumas furadas também. É por isso que venho humildemente dividir com vocês algumas dicas de lugares que eu gostei, e também outros que eu não gostei tanto assim, e como tentar evitar furadas gastronômicas na Cidade Luz!

Pra facilitar, vou falar dos restaurantes e cafés de acordo com os seus respectivos bairros (arrondissements) em Paris. Também vou criar uma legenda de faixa de preços médios pra vocês terem uma ideia melhor de quanto custa comer em cada um destes lugares.

faixas de preços médios (refeições com bebida para uma pessoa)
  • até 20€ = €
  • entre 25€ até 35€ = €€
  • entre 40€ até 50€ = €€€
  • mais de 50€ = €€€€

1er arrondissement

  • Café de la Régence (€€)

Pertinho do Musée du Louvre e do Musée des Arts Décoratifs, em plena Rue Saint Honoré, serviço muito simpático num ambiente super agradável. Eles tem serviço contínuo, o que é ótimo pra quem está de férias e não tem muito compromisso com horário para alimentar-se (o que nunca é o meu caso, mas não custa dividir a informação!).

4e arrondissement

  • Carette (€)

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Um pequeno café em plena Place des Voges, que é um charme e vale a visita, pertinho do Marais. A comida é boa, o ambiente é gostoso, os preços são justos com um serviço rápido. Eles tem uma oferta de pâtisserie de dar água na boca!

5e arrondissement

  • Chez René (€€)

Em pleno Boulevard Saint-Germain, esse charmoso café tem uma boa oferta de pratos onde os peixes são os protagonistas.

6e arrondissement

  • Le Hibou (€€ médio, mas tem pratos €)

Talvez a melhor sopa que já tomei na minha vida! Dei muita sorte de ir ao Le Hibou, que fica no Carrefour de l’Odéon, num dia em que a sopa do dia era de alho poró com batatas e estava UM SONHO! Eu estava passando mal, há dias sem comer nada direito, e poder me deleitar com essa sopinha foi praticamente um milagre. Estava tão boa que comi duas, porque sim.

  • Les Deux Magots (€)

Um clássico de Paris, daqueles que vale a pena ir porque não decepciona. Gosto de tomar um cafézinho a tarde e degustar algum dos deliciosos doces.

  • Huguette, Bistro de la mer (€€€)

Especializado em frutos do mar, é um bistrô super charmoso e bem localizado, e um menu recheado de coisas deliciosas.

  • Le Golfe de Naples (€)

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Simples e honesto, bem na frente da loja da Apple do Marché Saint-Germain. Gostei da pizza, verdadeiramente napolitana.

  • L’Avant comptoir du Marché (€€)

Meio estranho, porque há pouquíssimos lugares pra sentar, e algumas mesinhas pra se ficar mesmo em pé. Os petiscos são bem gostosos, então eu recomendaria como uma boa opção para um happy hour.

  • Le Relais de L’Entrecôte (€€)

Aquele clássico que está sempre na lista daqueles que visitam Paris pela primeira vez, bem como daqueles que são fãs da famosa formule.

7e arrondissement

  • Primo Piano (€€)

Dentro do Le Bon Marché, coladinho na seção de livros, o Primo Piano tem um ótimo cardápio pra quem está em meio às compras e quer comer sem perder muito tempo, mantendo a qualidade. Infelizmente, eu não gostei muito do café gourmand deles, mas tudo bem, acontece.

  • Maison de la Truffe – L’atelier (€€)

La Grande Épicerie é um paraíso para quem é apaixonado por comida e gastronomia, e é lá dentro que está uma pequena filial da Maison de la Truffe. Eu não gosto muito de fazer reservas em restaurantes (#preguiça), então aproveitei a chance de provar um prato deste famoso restaurante sem filas, no ambiente delicioso da Grande Épicerie. Comi um ravioli com trufas que estava bem gostoso, mas achei que economizaram um pouquinho na trufa pra quantidade de ravioli servido.

  • Le Café du Musée (€)

Não tive uma experiência muito boa, mas pode ter sido apenas azar. Fica bem pertinho do Musée de l’Armée, no Boulevard des Invalides.

8e arrondissement

  • Café Mademoiselle (€€€)

No limite entre o 8e e o 1er arrondissements, o café Mademoiselle é um charme e tem um dos melhores cafés gourmands (10€) que já provei em Paris.

  • Pedra Alta (€)

Especializados em frutos do mar, a unidade da rue Marbeuf tem uma localização super conveniente para quem está passeando pela Champs-Élysées, Arc de Triomphe e arredores. Eu amo comida portuguesa, e o atendimento impecável desse restaurante me faz voltar sempre. A maioria dos pratos é muito grande, então serve de 2 a 3 pessoas com fartura. O bacalhau grelhado é um troço do outro mundo, e o pastel de nata é divino, coisa dos céus.

  • Crêperie Framboise (€)

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Essa creperia é uma rede, com várias unidades em Paris. A que visitei foi no 8e arrondissement; uma vez tentei ir na unidade que fica perto do Louvre, no 1er arrondissement, mas estava lotada e preferi não esperar. Eles tem algumas formules interessantes, com bons preços. Os crepes são bem gostosos, e tem alguns sabores “pouco convencionais”, que vale a pena experimentar.

  • Café de L’Avenue Boulevard Haussmann (€)

Esse não é “O” L’Avenue, então não vamos nos confundir. Esse café fica praticamente na esquina do Boulevard Haussmann com a Rue de Monceau, e é uma opção honesta para refeições rápidas na cidade. Dos cafés mais simples (leia-se: com preços mais baixos e não tão famosos) que já visitei, é um dos que tem a comida mais gostosa.

  • Matsuri (Boëtie) (€)

Quer ir num japonês em Paris sem ter que deixar um rim pra pagar a sua refeição? A rede Matsuri entrega o que promete: comida de qualidade com preço justo, ambiente bacaninha, localizações convenientes (são 9 unidades espalhadas por Paris). A unidade de Boëtie tinha aquela esteira em que podíamos escolher os sushis e sashimis, que tinham seus preços sinalizados pela cor do prato. Coloquei na faixa de preço de até 20€ mas sua refeição pode sair um pouquinho mais cara dependendo da quantidade que você escolher comer (mas acho difícil de passar de 35€ por pessoa, mesmo tomando vinho ou saquê).

15e arrondissement

  • L’Oustal (€)

Um dos cafés mais bacanas do 15e, com um menu sucinto e honesto.

  • Le Royal Cambronne (€)

O meu preferido da minha área preferida de Paris! Eu adoro ficar no 15e, que é perto de tudo porém tem cara de bairro mesmo, com vida normal, farmácia, etc, e eu sempre vou no Royal Cambronne quando fico por lá porque, além de terem um serviço bem legal, os pratos são muito gostosos. Destaque para a sopa de legumes, que é um carinho no estômago nas noites frias. Os pratos do dia costumam ser muito bons também.

  • Le Bouquet de Grenelle (€)

Pedi uma sopa gratinée à l’oignon que estava uma delícia, mas achei a porção grande demais quando se trata de uma sopa tão pesada.

16e arrondissement

  • Le Coq (€€)

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A localização do Le Coq é perfeita para quem está passeando no Trocadéro ou no Palais Galliera, por exemplo. Curti o ambiente bem bonito e moderno, o serviço é rápido e os pratos tem bela apresentação.

  • Les Grands Verres (€€€€)

Um restaurante caro, porém maravilhoso, dentro do Palais de Tokyo. É daquelas refeições que valem a pena pela experiência como um todo: o restaurante é espetacular, o serviço é excelente, a comida é impecável, e a vista é incrível.

BÔNUS

  • Prêt-à-Manger

Já falei do Prêt-à-Manger no meu post sobre lugares para se comer em Londres, mas não custa deixar a dica aqui também, já que a rede tem algumas unidades espalhadas por Paris! Vale lembrar que é uma rede que oferece diversas comidas saudáveis, como sopas, sanduíches em baguettes e saladas, feitas com ingredientes orgânicos a preços amigos. O meu sanduíche preferido é o de atum com pepino, seguido de perto pelo de prosciutto com mozzarella e o de caprese. O café deles também é uma delícia, e vocês já sabem que eu sou fã da água de côco (em euros, custa 3,75€).

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Tale as Old as Time Afternoon Tea: o chá da tarde mais encantador de Londres

O chá da tarde é uma tradição britânica que eu, particularmente, adoro. Eu adoro lanchar, adoro uma mesa bem linda com chá e café e delícias para degustar! Como fã confessa do mundo criado por Walt Disney, eu estava doida para experimentar o Tale as Old as Time Afternoon Tea, servido no Town House Kensington. E pra comemorar hoje os 2 anos de blog, vim contar pra vocês como foi essa experiência gastronômica/encantada!

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A Bela e a Fera” é um dos meus filmes preferidos da Disney, e a Bela sempre foi a princesa com a qual mais me identificava: ela era a única sempre rodeada por livros! O Town House começou a servir este chá inspirado na história de Beauty and the Beast na época do lançamento do filme live action, em março de 2017. Rapidamente, este chá da tarde se tornou um absoluto sucesso, e praticamente impossível de reservar uma mesa sem muita antecedência. A princípio, duraria poucos meses, até que foi sendo prorrogado devido à enorme demanda; se eu não consegui ir em novembro de 2017, graças a Deus já foi prorrogado até pelo menos 31 de dezembro de 2018, e consegui reservar em tempo de ir com os meus pais em setembro passado!

Como o chá da tarde é muito farto (é possível conferir o menu aqui, e agora eles também contam com um menu festivo, que estará disponível entre 1º e 31 de dezembro deste ano), achei por bem reservar um horário no almoço (13h). Meu pai é diabético, então entrei em contato com o Town House por email perguntando se seria possível que somente eu na mesa degustasse o Tale as Old as Time Afternoon Tea, permitindo que tanto meu pai quanto a minha mãe escolhessem pratos do menu à la carte regular e não-temático. Muito prontamente, o restaurante me respondeu que não haveria nenhum problema e que, inclusive, poderiam preparar algo especial para atender às restrições alimentares caso eu quisesse. Tendo estudado bastante o menu, e sabendo do que o meu pai e a minha mãe gostam, respondi agradecendo e dizendo que não seria necessário, que eles ficariam satisfeitos em escolher algo que já fazia parte do cardápio.

Pois bem, chegou o dia, que foi o mesmo dia quando saímos de Paris para Londres de trem, e nos dirigimos para o almoço no Town House. The Kensington Hotel, onde fica o Town House, fica bem pertinho das estações de metrô South Kensington e também Glouscester Road. Chegando lá, nossa mesa já nos esperava, com biscoitinhos de marzipã decorados imitando o vestido de baile da Bela. Eu já comecei a ter palpitações ali.

Ao confirmar com a garçonete que somente eu degustaria o Afternoon Tea, meus pais receberam menus para que escolhessem seus respectivos pratos, muito bem servidos por sinal, mas pequenos diante da fartura que me foi servida!

Eu fiquei muito contente em ter decidido marcar o afternoon tea para as 13h porque era muita comida. MUITA. E eu, embora seja mais do que muito boa de garfo, não costumo aguentar comer grandes quantidades de comida depois das 17h. E é aqui que a gente começa a cantar mentalmente (ou não) a música Be Our Guest, que forneceu a maioria (se não todas) das referências para que esse afternoon tea fosse criado.

Primeiro, foi servido um hors d’oeuvres de entrada: uma mini torta recheada de ragú de carne, um arancini flambado e um mini-soufflé de queijo. Depois, uma seleção de sanduíches, recheados de salmão defumado, frango com cranberry, pepino com cream cheese, e maionese fresca com agrião, acompanhados de baguettes doces do tipo brioche. Quando eu terminei de comer meus sanduíches, me foi oferecido um “refil”, que eu recusei, porque era muita comida! Os sanduíches estavam deliciosos, mas eu seria incapaz de degustar as sobremesas (que já estavam na minha frente, pra me deixar ainda mais doida) caso comesse mais deles.

Para sobremesa, uma gelatina de baunilha com uma pétala de rosa comestível dentro, uma torta com ganache de chocolate no formato do Horloge (que, obviamente, dava pena de comer de tão lindo!), macarons de côco e chocolate, geleia de damasco com chocolate, e a mais esperada de todas: a mousse de chocolate branco “Try the grey stuff“, com direito à etiqueta escrita à mão com caligrafia perfeita.

A louça desse afternoon tea é de enlouquecer: a atenção aos detalhes, passando pela apresentação dos pratos até o sabor impecável, é tudo impressionante. A refeição completa custa £42 por pessoa, e, mesmo com o câmbio desfavorável, pra mim valeu cada centavo. A única coisa que poderia tornar a experiência ainda mais mágica seria a trilha sonora do filme tocando ao fundo! Mas eu compreendo que, como é um restaurante que não se dedica exclusivamente ao Tale as Old as Time Afternoon Tea e recebe um público diverso, talvez isso não seja mesmo possível. Fato é que foi inesquecível!

Dicas de restaurantes em Buenos Aires

Quando estávamos de férias no Brasil em maio, aproveitamos um final de semana para irmos até a Argentina e reencontrarmos nossos amigos queridos que estão morando por lá. Em cerca de 72h na capital porteña, comemos em alguns lugares deliciosos!

  • Negroni

Fomos jantar na unidade da Recoleta (La Recova) deste bistrô bar muito agradável, que tem um ambiente bem descolado e atendimento muito bom. Eu optei por provar algumas opções do cardápio de sushis. Eles tem um cardápio de drinks bem interessante.

  • La Cabrera by Gastón Rivera

Se tem uma coisa da qual sentimos falta na Armênia é de bons cortes de carne preparados com perfeição. Logo, não poderíamos perder a oportunidade de comer uma boa parilla, e não poderíamos ter ido num restaurante mais gostoso do que o La Cabrera. São duas unidades em Palermo, que estavam lotadas. Era sábado, não fizemos reserva, e esperamos um bom tempo pela mesa. Depois, a comida demorou um pouco, mas valeu cada segundo da espera quando comemos os cortes de carne perfeitos.

  • Empanadas Don Antonio

Um lugarzinho minúsculo na Recoleta que faz empanadas deliciosas e fresquinhas. Provamos de diversos sabores, mas a de queijo estava mais do que especial.

  • Osaka Palermo

Eu sou fã confessa do Osaka, e não podia perder a oportunidade de visitar uma das unidades porteñas. Almoçamos por lá e eu provei um trio de ceviches que estava divino. Todos os pratos da nossa mesa tinham uma apresentação impecável, e eu fiz questão de fotografar alguns pra mostrar pra vocês. Cada um garantiu que seu prato estava melhor do que o do outro!

  • Rapanui

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O café Rapanui é um lugar perfeito para comer alfajores acompanhado de um bom café. Num ambiente super gracinha, eles tem uma excelente variedade de alfajores, e a minha vontade era provar um de cada. Eles também servem sorvetes artesanais, que eu não provei porque estava frio e eu não gosto de dar sopa pro azar!

Se você for pra Buenos Aires e seguir alguma dessas dicas, depois me conta!

Restaurantes em Dubai

Este post gastronômico provavelmente será o mais caro da história deste blog. Comer em Dubai não é coisa barata, muito menos se a escolha for por um “circuito alcoólico”. Eu explico: os Emirados Árabes criaram uma lei especial que autoriza os hotéis (e restaurantes de hotéis) a venderem bebidas alcoólicas. O esquema funciona: se você quer fazer uma refeição com bons drinks, você pode ir a um restaurante dentro de um dos muitos hotéis da cidade, e pagar caro por eles.

Nessa viagem, estávamos acompanhados dos nossos amigos que moram no Irã, e que simplesmente não tem a opção de ir a um restaurante e pedir um vinho ou uma cerveja para acompanhar a refeição. Naturalmente, eles quiseram aproveitar a oportunidade, e nós, bons amigos que somos, entramos no “circuito alcoólico” com eles, e chegamos a pagar (felizes) o equivalente a uns 50 reais em uma única cerveja, só pra dar um exemplo.

Em Dubai, come-se muito bem. São muitos restaurantes excelentes pela cidade, alguns estrelados, e comida de todo o mundo, para todos os gostos. Aqui está a listinha dos restaurantes (e bares) que nós conhecemos na nossa passagem por lá.

  • Claw BBQ

O Claw BBQ de Dubai fica no Souk Al Bahar, que é um centro de compras e entretenimento junto à Dubai Fountain, coladinho no Dubai Mall. A proposta do Claw é bem descontraída, e nós pedimos alguns aperitivos pra dividir como almoço: asinhas de frango, batatas fritas, nachos e tirinhas de frango frito. A licença para vender álcool no Claw vem do Hotel Palace Downtown, que fica no complexo do Souk Al Bahar.

  • 800º Degrees

A pizzaria 800º Degrees é uma rede mundial comandada pelo Chef Anthony Carron e que tem algumas filiais em Dubai, e é recomendada como a melhor pizza da cidade. Nós fomos na filial da Dubai Marina, e provamos as pizzas margherita, sausage & peppers (com salsicha de carne), e buffalina. O preço médio da pizza grande é de 55 AED (cerca de R$51). As pizzas deles são realmente MUITO boas, e esse foi um dos poucos restaurantes não-alcóolicos a que fomos.

  • ICON Bar & Lounge

O Icon é um dos bares do hotel onde nos hospedamos, o Radisson Blu Media City. Nós tomamos bons drinks por lá, acompanhados de salsichas de porco (41 AED). Foi lá que descobrimos que alguns restaurantes e bares de hotéis tem as opções de pratos feitos com carnes de porco.

  • Roberto’s

O Roberto’s é um dos restaurantes italianos melhores avaliados de Dubai, e foi o escolhido para a nossa “ceia” de Natal. Digo entre aspas porque nós chegamos no restaurante antes das 21h, com uma fome danada de quem tinha passado o dia brincando no Aquaventure. O Roberto’s fica no Gate Village, que tem um Four Seasons no complexo – logo, tem licença para vender bebidas alcoólicas. Como era véspera de Natal, eles tinham um menu fechado de harmonização de vinhos com entrada, prato principal e sobremesa, que custou, se não me falha a memória, 550 AED (sim, algo em torno de R$510) por pessoa. Valeu cada centavo.

  • Besh (Turkish Restaurant)

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A culinária turca é celebrada em toda a sua glória no restaurante Besh, que fica no Hotel Sheraton Mall of the Emirates. Foi o nosso jantar do dia 25 de dezembro, e nós pedimos um manti (26 AED, na foto) pra cada um, que é um tipo de sopa muito gostoso (e que a gente sempre come num dos nossos restaurantes preferidos de Yerevan), e dividimos humus (22 AED) e 2 porções de içli köfte (que é o famoso kibe, por 26 AED cada porção).

  • Certo

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O Certo é um dos restaurantes do Radisson Blu Media City, que oferece pratos da culinária italiana elaborados pelo Chef Antonio Bitetto. Nós jantamos lá 2 vezes, então provamos alguns dos pratos do cardápio: burrata di andria (80 AED), carpaccio di carne (75 AED), caprese classica (65 AED), gnocchi alla sorrentina (80 AED), risotto parmigiano (80 AED), e a sobremesa millefoglie classica gianduja (45 AED).

  • Fogueira

Expatriado faz o que quando viaja? Isso mesmo, procura restaurante brasileiro. E se tiver churrascaria então, aí é que a gente faz a festa. A churrascaria Fogueira fica no 35º andar do Ramada Plaza JBR e tem um rodízio de carnes espetacular, com direito à farofa, feijão, angu frito polenta, pão de queijo, brigadeiro, pudim, e todas essas coisas maravilhosas da culinária brasileira. Tomei Guaraná Antártica e Caipirinha juntos, porque minha saudade impede que eu tenha qualquer critério ou maturidade. Esse jantar também não saiu nada barato, mas a gente pagou algo cerca de 500 AED por pessoa (bebidas incluídas) muito felizes da vida. Eles tem uma opção de rodízio sem bebidas incluídas, que custava algo em torno de 350 AED.

  • Barasti Beach Bar

O Barasti Beach Bar é um clube de praia que fica no hotel Le Meridien JBR. Nós fomos almoçar lá, e eu aproveitei o sol e o calor pra comer uma salada deliciosa com atum selado. Eles estavam com uma promoção de 2 bebidas pelo preço de 1, mas eles cometiam o erro imperdoável de servir as 2 bebidas ao mesmo tempo, que acabavam esquentando se não fôssemos rápidos o suficiente pra beber. Devo confessar que o serviço lá deixou um pouco a desejar.

  • Yo! Sushi

Já falei dessa cadeia de sushis no post com dicas de onde comer em Londres, e nós fomos na filial do Dubai Marina Mall antes de irmos ao cinema (sim, a gente vai ao cinema quando tá viajando porque aqui na Armênia nunca se sabe o que vai passar em inglês).

Onde comer em Dublin?

Nossa passagem por Dublin foi muito divertida, e nós descobrimos alguns bons cantinhos para comer pela cidade, que vou dividir com vocês agora!

  • Flanagan’s

Em plena O’Connell Street, que é uma das principais ruas da cidade, o Flanagan’s é um restaurante muito tradicional de Dublin, comandado pela mesma família desde 1980. O ambiente do restaurante é mesmo de família, acolhedor e com uma comida deliciosa. Nós pedimos o pão de alho (garlic bread, €4,95), as asinhas de frango picantes da casa (flanagan’s chicken wings, €13,95) e meia costela de porco (baby back ribs half sheet, €6,50) no molho barbecue caseiro, com cerveja pra acompanhar, é claro. A decoração Art Déco merece a atenção.

  • Arthur’s Bar (Guinness Storehouse)

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Acho que vale a pena aqui deixar registrada a qualidade da comida do Arthur’s Bar, que fica na Guinness Storehouse. Como vocês já sabem, a Guinness Storehouse foi praticamente a nossa primeira parada em Dublin, e nós adoramos a experiência. Eu pedi o cachorro quente com linguiça artesanal, que estava de comer rezando de tão bom. O marido provou o guizado irlandês que, segundo ele, era espetacular.

  • Smokin Bones

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No coração de Temple Bar, está o Smokin Bones, com seus molhos artesanais e costelas cozidas lentamente. Nós dividimos um two meat combo (€14,95), que dá a opção ao cliente de escolher 2 carnes e 2 acompanhamentos. Nós escolhemos a costela defumada por 4h (baby back ribs) com asinhas de frango (chipotle wings), acompanhados de milho preparado com manteiga e sal (corn on cob) e batatas fritas caseiras (skin on fries). Estava divino.

  • Fujiyama

Subindo uma escadinha na O’Connell Street, está o Fujiyama, uma das boas surpresas de Dublin, já que passamos algumas vezes por ele e não estávamos botando muita fé, até que resolvemos subir e fomos agraciados com comida japonesa da melhor qualidade, preparada com cuidado e peixe fresco. Pra começar, nós pedimos a gyoza tradicional (€6,90), que o marido ama e eu não sou muito fã, mas esta estava incrivelmente boa e talvez agora eu dê uma chance para as gyozas do mundo. Depois, pedimos rolls de atum (€8,00) e salmão (€8,00), e sushis também de salmão (€8,00) e atum (€8,00).

  • Hard Rock Café

O clássico dos clássicos que de vez em quando a gente visita nas nossas viagens. O Hard Rock Café de Dublin também fica em Temple Bar, mas, no momento, está fechado para obras, reabrindo no começo de maio de 2018. Ficamos numa mesa coladinha na memorabília dos Foo Fighters, então imagina a minha alegria! Nós pedimos o jumbo combo, que é mesmo enorme, e matamos a nossa fome com asinhas de frango, onion rings, tiras de frango frito, rolinhos primavera e bruschetta, servidos com molho honey mustard, hickory barbecue e blue cheese. O atendimento nos Hard Rocks do mundo costuma ser muito bom, e em Dublin não foi diferente.