Game of Trones tour: Winterfell

Estamos na Irlanda do Norte! Chegamos ontem em Belfast e hoje foi dia de imersão total no universo de Game of Thrones, com um tour que durou o dia inteiro e que nos levou a vários cenários da série!

Pra quem não sabe, a série é gravada na sua maioria aqui na Irlanda do Norte, além de algumas locações na Espanha e em Malta. Além das locações externas, a série da HBO é gravada nos estúdios em Belfast. Por esse motivo, a base da equipe é em Belfast, por conta da proximidade com a maioria das locações.

Nós agendamos o nosso tour online com a Game of Thrones Tours e o pacote (transporte e passeios com guia) custa £40 por adulto para o tour WINTERFELL. Saímos de Belfast às 9h e chegamos às 17h30, e nosso guia, Robbie, era muito animado e empolgado com a série, e sabia um monte de coisas sobre os episódios e locações, além de informações turísticas não-relacionadas à Game of Thrones.

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needle, a espada de Arya Stark
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a espada de Robb Stark, “King in the North!”
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longclaw, a espada de Jon Snow

Nossa primeira parada foi Inch Abbey, que é um mosteiro do século XII, onde algumas cenas importantes da série foram filmadas, como o momento em que Robb Stark é eleito o Rei do Norte (King in the North!). Foram disponibilizadas capas no melhor estilo Stark e também espadas, machados, escudos e banners da casa Stark para que pudéssemos entrar bem no clima.

De lá, seguimos para Castle Ward Estate, local usado na primeira temporada para filmar principalmente Winterfell. Caminhamos bastante por lá (3km de trilha!) para passarmos por outras locações da série, como o acampamento de Robb Stark, o Campo de Batalha de Baelor, etc.

Almoçamos no The Cuan em Strangford, que é um pub/hotel pertinho de Castle Ward, consequentemente frequentado pelos atores, produtores e crew da série em geral. Eu comi fish & chips, o marido comeu lasanha, e nós provamos a cerveja artesanal Hodor. Dentro do pub, há uma espada de Ned Stark (ice) na parede e, o mais legal, a primeira porta de madeira trabalhada por David Hogg, que produziu 10 portas de madeira, instaladas em lugares espalhados pela Irlanda do Norte relacionados à série.

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local onde os Starks encontraram os filhotes de direwolf

Seguimos então para Tollymore Forest, onde andamos por mais 3km(!) para conhecer um pouco mais dessa floresta que serviu de cenário para vários momentos da série, como o acampamento de Tyrion e Jon a caminho da Muralha, a ponte onde os Starks descobrem a direwolf morta e seus filhotes, e também o local onde foi gravada a primeira cena de toda a série (onde um Patrulheiro da Noite encontra os corpos desmembrados pelos White Walkers).

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Infelizmente, porque o clima não permitiu, nós não pudemos atravessar o Narrow Sea de balsa, entre Portaferry e Strangford, que está incluído nesse tour. Por outro lado, fomos privilegiados pois pudemos ver Winterfell sob neve e que nos fez entrar ainda mais no clima!

Day trip para Glasgow

Estamos na Escócia! Mais precisamente, em Edimburgo! Estou amando revisitar essa cidade linda na companhia do marido! E quem me segue lá no instagram tem visto as fotos (quase) em tempo real das nossas aventuras!

Hoje aproveitamos o dia pra fazermos mais uma day trip: dessa vez, para Glasgow. De novo, compramos bilhetes de ida e volta, que custam £12,75 por adulto. Saímos da estação Waverly em Edimburgo no trem das 10h em direção a estação Queen St em Glasgow, e voltamos no trem das 15h.

Como outras cidades européias, Glasgow está movimentada por conta do mercado de Natal, localizado bem no centro da cidade, e muito próximo à estação de trens.

Nós saímos um pouco do que talvez fosse um roteiro turístico tradicional e fomos caminhando até o estádio do Celtics, o Celtics Park. O estádio fica a pouco mais de 3km da estação de trem, e decidimos ir caminhando mesmo para conhecer mais lugares inusitados da cidade.

No caminho de ida, paramos para admirar o Glasgow Green, um grande parque que abriga o Palácio de Inverno da cidade. Na volta, caímos na risada com o muro da cervejaria Tennent Caledonian Brewery.

Decidimos voltar para o centro da cidade para almoçarmos, e escolhemos o Café Andaluzia. Optamos por pedir 4 tapas para dividirmos: peixe empanado, almôndegas, croquete de presunto e queijo, e vieiras com presunto serrano. Tudo estava muito saboroso e o serviço neste restaurante é bem rápido. Há uma promoção nos dias de semana em que paga-se £13,95 por 3 tapas.

Depois de almoçarmos, caminhamos um pouco pelo centro e passeamos pela George Square, que está tomada pela feira natalina, além de vermos The Glasgow Royal Concert Hall. Por fim, resolvemos provar os churros vendidos no mercado de Natal.

O trem que liga as duas cidades leva cerca de 40min para fazer o percurso, e é uma day trip bacana pra quem tiver um tempinho sobrando em Edimburgo!

Day trip pra Manchester

Aproveitando nossa estadia em Liverpool, decidimos visitar Manchester!

O trem que liga as duas cidades leva cerca de 30min para concluir cada trecho, e o bilhete de ida e volta para um adulto custa £13. Saímos da estação Liverpool Lime Street em direção à Manchester Victoria – ambas localizadas nos centros das respectivas cidades – no trem de 10h21.

Chegando em Manchester, nossa primeira parada foi o National Football Museum, que fica convenientemente em frente à estação de trem. Neste museu, são 3 andares dedicados à história do futebol inglês e também mundial. No 3º andar, há um espaço dedicado à exposições temporárias que, neste momento, exibe artes e memorabilia relacionada ao Pelé! A entrada no museu é gratuita, embora eles aceitem doações; há inclusive um pacote de doações no valor de £6 que dá direito a fotos e experiências interativas exclusivas.

Saímos do museu do futebol em busca de alimento e acabamos escolhendo o restaurante Las Iguanas para almoçar. O ambiente é muito bacana e, no cardápio, são muitas opções de pratos inspirados na culinária mexicana, brasileira e argentina. Comemos dadinhos de queijo de entrada, com gostinho de Brasil. Felipe pediu chilli con carne e eu pedi tacos. Pra sobremesa, experimentamos os churros con dulce de leche.

Depois de almoçarmos com calma, caminhamos tranquilamente pelas ruas, até decidirmos visitar a John Rylands Library, que também tem entrada gratuita. A enorme biblioteca, que agora integra o patrimônio da University of Manchester, foi construída por Victoria Rylands em homenagem ao seu esposo. Atualmente, há uma exibição de textos antigos relacionados à reforma protestante.

Nosso outro destino foi o People’s History Museum. Este museu tem 2 andares dedicados à história de luta do povo inglês para libertar-se do sistema opressor em que viviam, com entrada gratuita e seções interativas. No primeiro andar, a exibição contempla os anos pré-1945 e, no segundo andar, pós-1945.

Paramos para um café e andamos um pouco mais pelo centro da cidade, super movimentado também por conta do mercado de Natal que já acontece ali pertinho, e voltamos para Liverpool no trem de 16h35.