Tale as Old as Time Afternoon Tea: o chá da tarde mais encantador de Londres

O chá da tarde é uma tradição britânica que eu, particularmente, adoro. Eu adoro lanchar, adoro uma mesa bem linda com chá e café e delícias para degustar! Como fã confessa do mundo criado por Walt Disney, eu estava doida para experimentar o Tale as Old as Time Afternoon Tea, servido no Town House Kensington. E pra comemorar hoje os 2 anos de blog, vim contar pra vocês como foi essa experiência gastronômica/encantada!

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A Bela e a Fera” é um dos meus filmes preferidos da Disney, e a Bela sempre foi a princesa com a qual mais me identificava: ela era a única sempre rodeada por livros! O Town House começou a servir este chá inspirado na história de Beauty and the Beast na época do lançamento do filme live action, em março de 2017. Rapidamente, este chá da tarde se tornou um absoluto sucesso, e praticamente impossível de reservar uma mesa sem muita antecedência. A princípio, duraria poucos meses, até que foi sendo prorrogado devido à enorme demanda; se eu não consegui ir em novembro de 2017, graças a Deus já foi prorrogado até pelo menos 31 de dezembro de 2018, e consegui reservar em tempo de ir com os meus pais em setembro passado!

Como o chá da tarde é muito farto (é possível conferir o menu aqui, e agora eles também contam com um menu festivo, que estará disponível entre 1º e 31 de dezembro deste ano), achei por bem reservar um horário no almoço (13h). Meu pai é diabético, então entrei em contato com o Town House por email perguntando se seria possível que somente eu na mesa degustasse o Tale as Old as Time Afternoon Tea, permitindo que tanto meu pai quanto a minha mãe escolhessem pratos do menu à la carte regular e não-temático. Muito prontamente, o restaurante me respondeu que não haveria nenhum problema e que, inclusive, poderiam preparar algo especial para atender às restrições alimentares caso eu quisesse. Tendo estudado bastante o menu, e sabendo do que o meu pai e a minha mãe gostam, respondi agradecendo e dizendo que não seria necessário, que eles ficariam satisfeitos em escolher algo que já fazia parte do cardápio.

Pois bem, chegou o dia, que foi o mesmo dia quando saímos de Paris para Londres de trem, e nos dirigimos para o almoço no Town House. The Kensington Hotel, onde fica o Town House, fica bem pertinho das estações de metrô South Kensington e também Glouscester Road. Chegando lá, nossa mesa já nos esperava, com biscoitinhos de marzipã decorados imitando o vestido de baile da Bela. Eu já comecei a ter palpitações ali.

Ao confirmar com a garçonete que somente eu degustaria o Afternoon Tea, meus pais receberam menus para que escolhessem seus respectivos pratos, muito bem servidos por sinal, mas pequenos diante da fartura que me foi servida!

Eu fiquei muito contente em ter decidido marcar o afternoon tea para as 13h porque era muita comida. MUITA. E eu, embora seja mais do que muito boa de garfo, não costumo aguentar comer grandes quantidades de comida depois das 17h. E é aqui que a gente começa a cantar mentalmente (ou não) a música Be Our Guest, que forneceu a maioria (se não todas) das referências para que esse afternoon tea fosse criado.

Primeiro, foi servido um hors d’oeuvres de entrada: uma mini torta recheada de ragú de carne, um arancini flambado e um mini-soufflé de queijo. Depois, uma seleção de sanduíches, recheados de salmão defumado, frango com cranberry, pepino com cream cheese, e maionese fresca com agrião, acompanhados de baguettes doces do tipo brioche. Quando eu terminei de comer meus sanduíches, me foi oferecido um “refil”, que eu recusei, porque era muita comida! Os sanduíches estavam deliciosos, mas eu seria incapaz de degustar as sobremesas (que já estavam na minha frente, pra me deixar ainda mais doida) caso comesse mais deles.

Para sobremesa, uma gelatina de baunilha com uma pétala de rosa comestível dentro, uma torta com ganache de chocolate no formato do Horloge (que, obviamente, dava pena de comer de tão lindo!), macarons de côco e chocolate, geleia de damasco com chocolate, e a mais esperada de todas: a mousse de chocolate branco “Try the grey stuff“, com direito à etiqueta escrita à mão com caligrafia perfeita.

A louça desse afternoon tea é de enlouquecer: a atenção aos detalhes, passando pela apresentação dos pratos até o sabor impecável, é tudo impressionante. A refeição completa custa £42 por pessoa, e, mesmo com o câmbio desfavorável, pra mim valeu cada centavo. A única coisa que poderia tornar a experiência ainda mais mágica seria a trilha sonora do filme tocando ao fundo! Mas eu compreendo que, como é um restaurante que não se dedica exclusivamente ao Tale as Old as Time Afternoon Tea e recebe um público diverso, talvez isso não seja mesmo possível. Fato é que foi inesquecível!

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Onde comer em Belfast?

Como vocês já sabem, Belfast foi a cidade que ganhou o nosso coração nas últimas férias! Nós adoramos Belfast e a Irlanda do Norte, e agora é hora de contar pra vocês sobre os lugares onde comemos por lá. Não são muitos, já que fizemos 2 day trips e acabamos comendo naqueles destinos, mas são 4 bons lugares que tem o selo Letícia de aprovação gastronômica!

  • Town Square

Nós gostamos tanto desse restaurante/café/bar que fomos 2 vezes! O Town Square fica na Botanic Avenue, uma das ruas que mais concentra bons restaurantes e bares da cidade, e nós demos a sorte de ficar num hotel ali pertinho – então não estranhem quando virem os 3 primeiros dos 4 restaurantes dessa listinha sejam nessa rua! O ambiente do Town Square é muito agradável, porque parece um pub mas tem um toque de modernidade, e essa estante de livros no meio do restaurante ganhou meu coração.  A seleção de cervejas deles é ótima: são sempre 8 rótulos disponíveis, mas que mudam a cada mês de acordo com a curadoria. Eu fui fiel e comi o mesmo prato nas 2 vezes em que paramos por lá: o hambúrguer de carne com onion rings acompanhado de batatas fritas (£8,50). Nem preciso dizer que amei e recomendo, né.

  • Sakura

Localizado também na Botanic Avenue, o Sakura é avaliado como um dos melhores restaurantes japoneses de Belfast. Nós comemos sashimi de atum (£6,80) e salmão (£5,80), sushis de salmão (£3,50) e atum (£3,80), e alguns rolls (preços variam entre £2,50 e £6,80). O atendimento não foi uma maravilha, mas a qualidade dos peixes é excelente.

  • Scalini

Também fomos 2 vezes a este excelente restaurante italiano, que também fica na Botanic Avenue. O Scalini é ENORME e, nas 2 vezes em que lá estivemos, estava lotado. No nosso primeiro jantar por lá, tínhamos chegado da nossa day trip temática de Game of Thrones, já era tarde, eu estava cansada e meu estômago não estava pedindo nada com grande consistência, então pedi só a sopa do dia (£4,45). Já no dia em que voltamos, aproveitamos para provar uma das muitas pizzas disponíveis, feitas no forno à lenha. A nossa escolhida foi a campagnola (£10,65): tomate, queijo mozzarella, frango, bacon e milho. Estava boa DEMAIS e eu salivei aqui só de lembrar dessa pizza!

  • Tony Roma’s

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A rede mundial de restaurante Tony Roma’s tem uma filial em Belfast, na University Road, pertinho do Ulster Museum. Eu sou bem viciadinha em costelas de porco, então é claro que eu tinha que provar uma das famosas ribs dessa cadeia de restaurantes. Nós escolhemos dividir o prato fillet medallions and half rack baby backs (£24,99), um prato enorme com 2 medalhões de filé mignon e meia costela de porco, acompanhados de purê de batata e vegetais da época (que, naquele caso, eram os brócolis). Tudo estava MUITO bom e suculento!

DICA BÔNUS: PUB

  • The Points

Vocês realmente acharam que não ia ter uma dica de pub de Belfast por aqui? Claro que tem que ter! Localizado na Dublin Road, bem no coração do centro de Belfast, o The Points foi O PUB recomendado por TODOS os locais com quem conversamos. Lá, há música ao vivo todos os dias da semana com bandas irlandesas que vem de todo o país, e uma variedade de mais de 80 whiskeys e cervejas locais e internacionais. O ambiente é muito confortável e aconchegante, mas eles não servem comida – só o Irish stew (um dos pratos nacionais caseiros da Irlanda, o guisado irlandês é elaborado com carne de cabrito, batatas, couve branca, alho poró, cenoura e aipo), que pode acabar mais rápido do que a gente pensa (infelizmente, nós não conseguimos provar).

Onde comer em Liverpool?

Liverpool foi uma das cidades que mais amei conhecer no ano passado! Não foram poucos os posts sobre a cidade dos Beatles que oferece muito mais do que apenas as histórias dos 4 rapazes. Agora chegou a hora de contar pra vocês sobre os lugares onde comemos por lá!

  • Turtle Bay Caribbean Social

Num ambiente que teletransporta a gente para a Jamaica, o Turtle Bay Caribbean Social da Victoria St tem um cardápio recheado de delícias. Essa também é uma rede de restaurantes com diversas unidades espalhadas pela Inglaterra. Vale a pena prestar atenção na promoção de cutters (3 por £14 ou 4 por £18), que são pratos inspirados pela culinária dos vendedores de quiosques de praia e de rua das ilhas do Caribe, ideais para serem divididos.

  • Revolution 

Um bar delicioso, que também faz parte de uma uma rede cheia de unidades espalhadas pelo Reino Unido: só em Liverpool são 4 unidades, e nós fomos conhecer a que fica no Cavern Quarter (2 Temple Court). A comida é muito boa, e o serviço é bom, com uma equipe atenciosa e rápida. Nós pedimos o Street Food Crate (mini hambúrgueres, frango frito, pizza de pepperoni, batata frita e molhos) pra dividir, e tudo estava muito gostoso. O ambiente é muito legal, com sofás aconchegantes e uma decoração interessante.

  • Revolución de Cuba

De revolution para revolución! Em Liverpool, o Revolución de Cuba fica no Albert Dock, e oferece uma comida excelente, embora o serviço tenha sido um pouco lento. Essa unidade restaurante, que também faz parte de uma rede, tem 2 andares e conta com um terraço junto ao dockside, que eu recomendo fortemente se não estiver um frio de rachar. No 2º andar, um bar de rum super exclusivo. De terça a domingo, pode-se pedir 3 tapas por £14.

  • Gusto

De todas as filiais de redes de restaurante que visitamos, acho que o Gusto era o mais chiquezinho de todos – embora os preços não fossem nada astronômicos. A unidade de Liverpool também fica no Albert Dock, com vista para a Tate Gallery. Nós pedimos o garlic pizza bread de tomate e manjericão (£5,75) de entrada, eu comi o garganelli arrabiata (£10,75) como prato principal, e ainda dividimos um calzone de nutella e mascarpone (£6,75) de sobremesa.

  • La Viña

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Talvez nós tenhamos feito um pedido errado, mas o La Viña foi o restaurante do qual menos gostamos em Liverpool (11-15 North John Street). O restaurante, que tem uma unidade em Liverpool e uma outra em Manchester, tem a proposta de enaltecer a comida ibérica. Nós pedimos o pan tumaca (£3,50), que é uma bruschetta na versão espanhola, e a tabla la viña (£15), mas fiquei bem frustrada porque achei que a tabla la viña teria uma quantidade maior de presuntos e queijos.

  • Las Iguanas 

Pra falar a verdade, nós fomos no Las Iguanas de Manchester! Mas, como vocês já sabem, fizemos uma day trip pra lá enquanto estávamos em Liverpool, e há uma filial do restaurante em Liverpool, então achei que faria sentido incluí-lo nesta lista aqui. A rede Las Iguanas também tem unidades espalhadas por todo o Reino Unido para celebrar a culinária latino-americana. É claro que nós pedimos pão de queijo (cheese dough balls, £3,25), que não sobreviveram nem pra foto! Também provamos os dadinhos de tapioca (£5,50), que estavam bem gostosos. O marido quis comer chili con carne (£11,95), enquanto eu fui de fajitas com camarões (£16,75). De sobremesa, churros (£4,95 a porção com 3) com doce de leite. A decoração do restaurante é uma atração a parte, recriando paisagens famosas do Rio, Buenos Aires e Ciudad de México.

  • Etsu

A melhor surpresa de Liverpool, e também a nossa grande sorte: o restaurante oriental Etsu que reproduz pratos clássicos da cozinha japonesa. E digo grande sorte porque esse restaurante é pequenininho e vive cheio, e nós conseguimos a última mesa disponível sem termos feito reserva! Se você for passar por Liverpool e gostar de comida japonesa, eu recomendo fortemente esse restaurante e, principalmente, recomendo que faça reserva pra não correr o risco de ficar de fora! Nós pedimos sake maki (£3,95), tekka maki (£4,25), maguro nigiri (£3,85), sake nigiri (£3,65), suzuki nigiri (£3,55) e unagi nigiri (£3,75).

  • Bill’s

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Outra rede de restaurantes que merece a atenção. Eu já tinha tomado um café em uma das filiais do Bill’s em Londres, mas deixei pra escrever sobre o restaurante nesse post porque foi em Liverpool que provamos a comida. Localizado no ONE, o menu recheado de delícias é servido num ambiente muito aconchegante e descontraído. Eu pedi o Bill’s Hamburguer (£10,95), que vem com um “molho secreto” bem delicioso, e adicionei queijo cheddar (+£1,35) e bacon (+£1,55). O marido comeu gnocchi bolognese (£10,95) que, segundo ele, estava muito bom. Destaque para o fato de que o restaurante usa as facas Tramontina!

O que fazer em Edimburgo?

Eu já contei por aqui que sou apaixonada por Edimburgo desde 2012, quando fui pra lá pela primeira vez. A cidade velha de Edimburgo foi tombada como patrimônio mundial da UNESCO, tendo sido preservadas as suas características medievais. Se o Castelo de Edimburgo e a Milha Real (Royal Mile) não forem o suficiente para convencer você a visitar a bela capital da Escócia, hoje fiz um apanhado de vários pontos turísticos (óbvios ou não tão óbvios) que você não pode deixar de conhecer!

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Calton Hill é uma atração por si só: o topo da colina oferece uma vista linda do Mar do Norte! E lá estão alguns monumentos importantes: Nelson Monument, National Monument, Playfair Monument, Monument to Scottish Parliament, Dugald Stewart Monument.

A estação de trens Edinburgh Waverley conecta a capital da Escócia a outras cidades escocesas e também do Reino Unido, inclusive Londres, Manchester e Birmingham. Foi de lá que pegamos o trem para Glasgow!

Edinburgh Waverley fica na Princes Street, que é uma das principais ruas da cidade, e concentra, além dos monumentos Scott Monument e The Royal Scots Greys Monument, muitas lojas – ou seja, se você quiser fazer umas comprinhas enquanto estiver em Edimburgo, a Princes Street será parada obrigatória!

Palace of HolyroodhouseQueen’s Gallery são imperdíveis, e o ingresso que dá acesso aos dois locais custa £17,50 (o ingresso para visitar somente o palácio custa £14,00). Fundado em 1128 por David I da Escócia como um mosteiro, o Palácio de Holyroodhouse serviu como principal residência dos reis e rainhas da Escócia desde o século XV. Hoje em dia, é a residência oficial da Rainha Elizabeth II na Escócia, e é possível visitar os aposentos reais, bem como os aposentos usados por Maria Rainha dos Escoceses. Os jardins do Palácio são belíssimos, e as ruínas da Abadia de Holyrood (Holyrood Abbey) são impressionantes.

Em frente ao Palácio de Holyroodhouse, o Edifício do Parlamento Escocês (Scottish Parliament) pode ser visitado gratuitamente, e também é possível agendar tours guiados.

Na Royal Mile, a belíssima St. Gile’s Cathedral é a igreja histórica da cidade de Edimburgo, e o pináculo de coroa chama a atenção no horizonte de Edimburgo, e pode ser vista tanto do Castelo quanto de Calton Hill. A Catedral de St. Giles é a Igreja Mãe do Presbitarianismo, e é nela que fica a Chapel of the Order of the Thistle.

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Para os fãs de Harry Potter, em George IV Bridge, The Elephant House foi o lugar onde J.K. Rowling passou boa parte do tempo escrevendo o primeiro livro da série, com uma bela vista para o Castelo de Edimburgo. Por isso, este café é considerado o lugar do nascimento de Harry Potter.

Além de tudo isso, para quem gosta de galerias de arte, Edinburgh abriga a Scottish National Gallery of Modern Art, a Scottish National Portrait Gallery e a Scottish National Gallery. Para os apaixonados por uísque, a Scotch Whisky Experience fica coladinha no Castelo de Edimburgo.

Mesmo já tendo visitado a cidade em 2012 e 2017, ainda quero voltar outras vezes para aproveitar mais e continuar descobrindo as maravilhas da capital da Escócia!

Edinburgh Castle, a fortaleza no topo de Castle Rock

Ah, Edinburgh! Como eu amo essa cidade! Desde que nos conhecemos em 2012, tenho um caso de amor por esta cidade, que foi a eleita para passarmos o meu aniversário! As comemorações começaram bem cedo, quando acordei pra ir à missa na St Mary’s Catholic Cathedral, e depois subimos a Royal Mile até chegarmos ao Castelo de Edimburgo, que fica no topo de Castle Rock.

Para visitar o Edinburgh Castle é preciso adquirir o ingresso, que custa £17 para adultos (de 16 a 59 anos), £10.20 para crianças (de 5 a 15 anos) e £13.60 para maiores de 60 anos. Crianças com menos de 5 anos podem visitar a fortaleza gratuitamente, mas sempre acompanhadas por um adulto. Áudio-guias estão disponíveis para aluguel por £3.50, e tours guiados estão incluídos no ingresso.

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O Castelo de Edimburgo é, na verdade, uma grande fortaleza, que também abriga o National War Museum, os Regimental Museums e o Scottish National War Memorial, além do palácio real, das prisões de guerra e da capela de Santa Margaret, que é a construção mais antiga de Edimburgo! Uma parte da fortaleza ainda é usada como base militar.

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Durante a Idade do Ferro, os guerreiros compreendiam o potencial militar da rocha, e construíram um forte no seu topo. A poesia mais antiga da Escócia conta a história de um esquadrão de guerra que passou um ano festejando no Castelo de Edimburgo antes de encararem a morte nas batalhas. Já no período das Guerras de Independência, o Castelo mudou de liderança muitas vezes. Em 1314, foi retomado pelos ingleses numa batida comandada por Thomas Randolph. O Castelo foi a casa de reis e rainhas; a Rainha Margaret (mais tarde, Santa Margaret) faleceu lá, em 1093, e Maria Rainha dos Escoceses deu a luz à James VI no palácio real em 1566. Em 1996, a Pedra do Destino (Stone of Destino), sobre a qual os reis foram coroados por muitos séculos, foi devolvida à Escócia, e está exposta na Sala da Coroa.