Հայոցգրեր, o alfabeto armênio

O alfabeto armênio (em armênio: Հայոցգրեր) é o sistema de escrita usado para escrever a língua armênia. O alfabeto armênio como se conhece hoje foi desenvolvido por volta de 405 d.C. por Mesrop Mashtots, linguista armênio e líder eclesiástico. A palavra armênia para “alfabeto” é “այբուբեն” (lê-se: aybooben), criada a partir das duas primeiras letras do alfabeto armênio: “Ա” e “Բ”. A língua armênia é escrita horizontalmente, da esquerda para a direita.

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Uma das principais histórias sobre a existência de um alfabeto armênio antes do desenvolvimento do linguista Mashtots vem de Fílon de Alexandria (20 a.C. – 50 d.C.), que, nos seus registros, nota que o trabalho do filósofo e historiador grego Metrodorus de Scepsis (145 a.C. – 70 a.C.), “Sobre os Animais”, foi traduzido para o armênio. Metrodorus foi um amigo próximo e historiador da corte do Imperador Tigranes o Grande, e também escreveu a sua biografia. Outro teólogo romano do século III, Hippolytus de Roma (170-235 d.C.), em sua obra “Crônica”, menciona que os armênios estão entre as nações que tinham seu próprio alfabeto distinto ao escrever sobre a sua contemporaneidade. Filóstrato o Ateniense, filósofo sofista dos séculos II e III, escreveu sobre inscrições no alfabeto armênio.

De acordo com Movses Khorenatsi, historiador armênio do século V, Bardesanes de Edessa (154-222 d.C.), que fundou a corrente gnóstica dos Bardaisanites, foi até o castelo armênio de Ani e, lá, leu o trabalho de Voghyump, um sacerdote armênio pré-cristão, registrado no manuscrito de Mithraic dos templos armênios nos quais, entre outras histórias, notava-se o episódio do Rei Armênio Tigranes VII (que reinou entre 144-161 d.C. e novamente entre 164-188 d.C.) erguendo um monumento na tumba do seu irmão, o Alto Sacerdote Mithraic do Reino da Grande Armênia, Mazhan. Khorenatsi notou que Bardesanes traduziu este livro armênio para o aramaico, e depois para o grego. Outra importante evidência da existência de um alfabeto armênio antes de Mashtots é o fato de que o panteão pagão armênio incluiu Tir, o deus da Escrita e da Ciência.

Vardan Areveltsi, historiador armênio do século XIII, notou que, durante o reinado do Rei Armênio Leo o Magnífico (entre 1187 e 1219), foram encontrados artefatos com inscrições em armênio sobre os deuses pagãos antigos. A evidência de que os acadêmicos armênios da Idade Média sabiam da existência de um alfabeto pré-Mashtotsiano também pode ser encontrada em outros trabalhos medievais, incluindo o primeiro livro escrito com o alfabeto Mashtotsiano pelo pupilo de Mashtots, Koriwn, na primeira metade do século V. Koriwn revela que Mashtots foi instruído sobre a existência de letras armênias antigas, que ele inicialmente tentava integrar ao seu próprio alfabeto.

O alfabeto armênio foi introduzido por Mersrop Mashtots e Isaac da Armênia (Sahak Partev) em 405 d.C. As fontes armênias medievais também alegam que Mashtots inventou os alfabetos georgiano e caucasiano-albaniano na mesma época. Entretanto, a maioria dos acadêmicos relaciona a criação dos manuscritos georgianos ao processo de cristianização da Ibéria, centro do reino georgiano de Kartli. O alfabeto foi, portanto, muito provavelmente criado entre a conversão da Ibéria sob o Rei Mirian III e as inscrições Bir el Qutt de 430 d.C., contemporaneamente ao alfabeto armênio. Tradicionalmente, acredita-se que a primeira frase a ter sido escrita em armênio por Mashtots seja “Para se conhecer a sabedoria e a instrução; para se entenderem as palavras da prudência” (Provérbios 1, 2).

Muitos manuscritos foram creditados como protótipos do alfabeto armênio. Pahlavi era o manuscrito sacerdotal em armênio antes da introdução do cristianismo, e siríaco, junto do grego, foi um dos alfabetos da Escritura Cristã. O armênio mostra algumas similaridades com estes alfabetos, mas o consenso geral é de que o alfabeto armênio foi modelado de acordo com o alfabeto grego, suplementado com letras de diferentes fontes para sons armênios que não são encontrados no grego. Algumas evidências sustentam este argumento: a ordem do alfabeto armênio, o conector ow para a vogal u, e as formas de algumas letras que parecem derivar das letras cursivas gregas.

Existem quatro principais caligrafias dos manuscritos. Erkatagir, ou “letras de ferro”, são como as letras originais de Mashtots, usadas nos manuscritos entre os séculos V e XIII, e ainda escolhidas para inscrições epigráficas. Bolrgir, ou “cursiva”, que foi inventada no século X, ficou popular no século XIII, e tem sido a impressão padrão desde o século XVI. Notrgir, ou “minúscula”, inventada inicialmente para ter mais agilidade, foi extensivamente usada pela diáspora armênia nos séculos XVI e XVIII, e depois se tornou popular nas impressões. Sheghagir, ou “escrita inclinada”, é, agora, a forma mais comum.

O exemplo mais antigo sobre o uso do alfabeto armênio foi uma dedicatória inscrita sobre a porta oeste da Igreja de São Sarkis em Tekor, datada 480 d.C. O exemplo vivo mais antigo desses manuscritos fora da Armênia é uma inscrição num mosaico da metade do século XI numa capela em Jerusalém. Agora na Biblioteque Nationale de France, um papiro descoberto em 1892 em Fayyum, contendo palavras gregas escritas com letras armênias foi datado, em termos históricos, para um período anterior a conquista do Egito – ou seja, antes de 640 d.C. – e em termos paleográficos ao século VI. Os mais antigos manuscritos com letras armênias na língua armênia datam dos séculos VII/VIII.

Algumas mudanças na língua não foram refletidas imediatamente na ortografia. O dígrafo աւ(au) seguido por uma consoante era pronunciado como “au” no armênio clássico mas, por conta de uma mudança de sons, passou a ser pronunciado como “o”, e tem sido escrito como “o” desde o século XIII. Por exemplo, a palavra“աւր” (lê-se “awr” e significa “dia”) passou a ser pronunciada “or” e agora é escrita “օր”. Por essa razão, hoje, há palavras armênias nativas que começam com a letra “o” embora esta letra tenha sido adaptada do alfabeto grego para escrever palavras estrangeiras que começavam com “o”.

O número e ordem das letras foram modificados com o tempo. Na Idade Média, duas novas letras (օ [o], ֆ [f])foram introduzidas para melhor representar sons estrangeiros, o que aumentou o número de letras de 36 para 38. Entre 1922 e 1924, a Armênia Soviética adotou uma reforma ortográfica da língua armênia: a reforma transformou o dígrafo “ու” e o conector “և” em duas novas letras. Aqueles fora da esfera soviética (incluindo os armênios ocidentais e os armênios orientais do Irã) rejeitaram as reformas ortográficas, e continuam usando a ortografia tradicional armênia, enquanto criticam alguns aspectos das reformas e alegam motivações políticas por trás delas.

O alfabeto armênio é celebrado em Yerevan na avenida Mesrop Mashtots, que homenageia o linguista armênio, e que também abriga o Mesrop Mashtots Institute of Ancient Manuscripts, também conhecido como Matenadaran.

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Quem foi Aram Manukyan?

Na tarde do dia 17 de julho de 2018, uma nova estátua foi inaugurada em Yerevan, com a presença do Primeiro Ministro Nikol Pashinyan, do Presidente da Armênia Armen Sarkissian, e do Patriarca da Igreja Armênia Garegin II (Catholicos of the Armenian Church). A homenagem a Aram Manukyan fica na saída da estação de metrô da Praça da República, na esquina da rua Aram, o que despertou a minha curiosidade em descobrir um pouquinho mais sobre este importante político armênio.

Aram Manukyan (19 março 1879 – 29 janeiro 1919) foi um político armênio revolucionário, membro líder do partido nacionalista Federação Revolucionária Armênia (Dashnaktsutyun). Ele é conhecido como o fundador da Primeira República da Armênia, há 100 anos.

Nos primeiros meses da Primeira Guerra Mundial, Manukyan trabalhou junto aos oficiais Otomanos em Van, uma das maiores cidades da Turquia, para diminuir as crescentes tensões até a metade de abril de 1915, quando as forças turcas sitiaram a cidade. Aram Manukyan então conduziu a auto-defesa civil de Van e, como resultado dessa empreitada, milhares de pessoas não foram deportadas nem massacradas pelo governo turco durante o genocídio armênio.

Depois da Revolução Russa e o colapso do fronte do Cáucaso em 1917-18, Aram Manukyan foi um “ditador popular” da área não-conquistada em torno da cidade de Yerevan. Em maio de 1918, ele organizou a defesa contra o avanço do exército turco, que foi efetivamente contido na Batalha de Sardarabad, prevenindo a destruição completa da nação armênia. Manukyan desempenhou um papel importante no estabelecimento da Primeira República da Armênia, e atuou como Primeiro Ministro dos Assuntos Internos. Ele morreu de febre tifóide em janeiro de 1919.

Aram Manukyan foi um advogado da autoconfiança. Ele era conhecido pela sua habilidade em unir diferentes setores da sociedade por uma causa comum. Ele é considerado por muitos acadêmicos como o fundador da Primeira República da Armênia. Durante o período soviético, ele e outros proeminentes partidários foram negligenciados. Desde 1990, tem sido feitas muitas tentativas de reviver sua memória na Armênia independente, e a inauguração desta belíssima estátua faz parte destes esforços.

A estátua foi idealizada por David Minasyan, e mostra Aram Manukyan, feito de pedra (como a maioria das estátuas e monumentos de Yerevan), envolto na bandeira da Armênia, feita em mármore.

1 ano na Armênia!

Na noite de 25 de janeiro de 2017, chegamos em Yerevan com as malas cheias das nossas coisas e expectativas. 365 dias se passaram, mas parece que foi ontem!

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a 1ª foto que eu tirei de Yerevan, na manhã do dia 26/01/2017

Honestamente, não tínhamos muita ideia do que iríamos encontrar por aqui. Tínhamos expectativas, mas não fazíamos ideia de como tudo o que esperávamos seria superado! Se eu sabia muito pouco sobre a Armênia quando chegamos, hoje já me sinto um pouco mais íntima de tanta cultura e história que este país guarda.

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“1” bem comemorativo!

Esse tempo morando na Armênia me possibilitou reencontrar uma paz interior que há muito eu tinha perdido. Uma calma me invadiu, talvez porque o ritmo da cidade seja menos acelerado, talvez porque eu tenha me permitido um ritmo menos acelerado pra minha rotina. Graças a Deus, as minhas crises de ansiedade ficaram no passado. Consegui redirecionar meu foco para as coisas realmente importantes, e me dedicar à atividades que eu amo realizar. Descobri talentos nunca antes desenvolvidos, e me vi colocando em prática projetos com os quais eu nem nunca sonhei ou que eu jamais imaginei possíveis. Viajamos muito, e já temos muitas boas histórias, mas ainda temos muita Armênia pra desvendar. Ainda bem que temos tempo pra isso!

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Armênia na mão e pra sempre no coração!

Me apaixonei – e continuo me apaixonando – diariamente por Yerevan, pela culinária armênia e pelo povo simpático e sorridente. Por mais que seja difícil construir laços duradouros quando temos um limite de tempo estabelecido pra morar em cada país, contado a partir do primeiro momento, fiz algumas amizades que me ensinaram muitas coisas – entre elas, algumas palavras em armênio, esse idioma dificílimo!

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por onde for, quero ser seu par!

E, se é difícil construir laços duradouros em países que são a nossa casa temporariamente, os nossos laços ficam cada vez mais profundos. Marido, obrigada por ser o melhor companheiro de vida e de aventuras que eu poderia ter. Desde o primeiro dia, muito mais do que me incentivar, você me dá coragem para seguir sempre em frente. Compartilhar sonhos e ideais com o meu melhor amigo, numa relação de cumplicidade que transcende o que palavras poderiam descrever, faz o meu coração transbordar de alegria. De mãos dadas com você, vou até o fim do mundo, ao infinito e além. O mundo é a nossa casa e todo o meu amor é seu.

Agradecer, agradecer, agradecer. Senhor Deus, receba toda a minha gratidão por ter providenciado coisas tão maravilhosas para nós neste tempo em que estamos morando por aqui. Acordo e vou dormir feliz e tranquila todos os dias, e é graças às muitas bençãos que o Pai do Céu tem derramado sobre nós, pela intercessão da Santíssima Virgem Maria. Que o próximo ano seja tão maravilhoso quanto este que passou!

Por que os armênios celebram o Natal em janeiro?

Desde que cheguei na Armênia, o aprendizado tem sido diário, e me surpreendo constantemente com a cultura local e as bases sólidas por trás de tudo o que há de tradicional no país. E não poderia ser diferente quanto ao Natal que, na Armênia,  é celebrado no dia 6 de janeiro!

É claro que a curiosidade surge: se a Armênia observa o calendário gregoriano, por que os armênios comemoram o Natal no dia 6 de janeiro?

Os armênios constituem um povo de muita fé, com algumas peculiaridades e diferenças em relação à Igreja Católica Apostólica Romana. Para a Igreja Apostólica Armênia, a escolha do dia 6 de janeiro para celebrar o nascimento de Cristo está pautada na argumentação de que não se sabe ao certo qual o dia Jesus nasceu e que, de acordo com as tradições muito antigas da igreja, vários eventos aconteciam para comemorar a Incarnação de Deus. Estas festas não eram chamadas de Natal, e sim de Teofania, que significa “revelação de Deus”.

No calendário Gregoriano, há 2 datas que observam e celebram o nascimento de Cristo: 25 de dezembro e 6 de janeiro. No antigo calendário Juliano, estas datas equivalem aos dias 7 e 19 de janeiro. O dia 25 de dezembro do calendário Gregoriano é o dia 7 de janeiro do calendário Juliano, e o dia 6 de janeiro do calendário Gregoriano é o dia 19 de janeiro do calendário Juliano. De todo modo, a Epifania do Batismo de Jesus é celebrada 12 dias após o Natal, período dedicado pela Igreja ao aprofundamento, contemplação e assimilação do Mistério da Encarnação do Filho de Deus.

Os armênios observam o calendário Gregoriano, exceto aqueles que moram em Jerusalém. Celebrar o Natal no dia 6 de janeiro é uma opção da Igreja Armênia que comemora tanto o nascimento quanto o batismo de Jesus no mesmo dia, quando todos os principais eventos relacionados à Teofania são relembrados, desde a revelação de Jesus como o Filho de Deus, o Verbo Encarnado, o Príncipe da Paz e Rei dos Céus. Portanto, esta celebração abrange desde a Natividade de Cristo em Belém, a visita e a visão dos Reis Magos que foram testemunhar o nascimento de Cristo como revelação Divina, a narrativa da infância de Jesus (a fuga para o Egito, a apresentação no Templo, a circuncisão de Cristo) e a Epifania ou o Batismo no Rio Jordão, onde é inaugurada a redenção do Povo de Deus pela abertura dos céus, a revelação de Deus por meio do Espírito Santo na forma de uma pomba, e a Voz de Deus Pai proclamando que Aquele era o Seu Filho muito amado.

A Teofania (ou Epifania) era celebrada em 6 de janeiro até o século V, quando o Concílio de Calcedônia (451 d.C.) declarou formalmente que o dia 25 de dezembro comemoraria o nascimento de Jesus Cristo, separando a natividade do batismo pelos 12 dias de Natal. A Igreja, sob a liderança do Papa Libério, marcou, desde o século IV, o “Dies Natalis” ou “Natalis Domini” no dia 25 de dezembro.

Embora sejam muitas as teorias sobre os motivos para os 4 Concílios Ecumênicos de Niceia, Éfeso, Calcedônia e Constantinopla terem decidido mudar a celebração da Natividade para o dia 25 de dezembro, acredita-se em geral que a data foi modificada para suprimir as festas e práticas pagãs que celebravam o solstício de inverno, porque, naquele tempo, os cristãos também observavam as festas pagãs. Os pagãos chamavam esta celebração do solstício de inverno de Saturnália, honrando o deus pagão Saturno, com uma festa que durava desde o dia 17 de dezembro até o dia 25, cultivando com o nascimento do sol invencível (Dies natalis invicti solis), na medida em que os dias começavam a ficar mais longos, porque, entre os pagãos, acreditava-se que o sol que morria durante o solstício de inverno renascia em seguida. A Igreja Católica quis ressaltar que a verdadeira luz que ilumina a humanidade é Cristo, e é a celebração do Seu nascimento é a solenidade própria que afirma a fé autêntica no mistério da Encarnação do Verbo, afastando os fiéis da prática de festas idolátricas.

Uma vez que a data da Epifania ou Batismo era mais antiga, e tinha importância litúrgica primordial, não podia-se modificá-la, ao passo que uma adição da data para celebrar exclusivamente a Natividade poderia ser feita sem grandes problemas. A origem da palavra Natal também é discutida, e há quem acredite que a palavra derivou da tradição pagã de celebrar o “Noio hel“, que significa Novo Sol. A árvore, que antes era adorada como símbolo de vida, passou a ser associada também à celebração cristã.

Entretanto, na Armênia, cujo Cristianismo tem origem nos antigos Apóstolos, não se adotou esta mudança pelo simples fato de que não mais existiam tais práticas pagãs na Armênia no século V, o que permitia que eles se mantivessem fiéis às tradições dos seus antepassados.

É por isso que, até hoje, os armênios celebram a Natividade no dia 6 de janeiro, junto da Epifania. Segundo a tradição, há uma benção das águas, com a imersão de uma cruz na água como sinal do Mistério Salvífico de Deus por meio da vida de Cristo, do útero à tumba. A água benta é, então, oferecida a todos como sinal da manifestação Divina nas águas gloriosas do rio Jordão, o local onde Jesus Cristo foi revelado como Salvador da Humanidade, trazendo nova vida para todos que n’Ele creem.

*este meu texto foi originalmente publicado no blog Brasileiras pelo Mundo.

Mercado de Natal em Ierevan

Como em muitas outras cidades européias, Ierevan também tem seu mercado de Natal!

Organizado em plena Northern Avenue, o mercado de Natal de Ierevan oferece muitos artigos festivos e também quitutes deliciosos para aquecer os corações e estômagos de todos os que celebram o Natal e o Ano Novo!

Além da decoração de Natal linda que tem tomado conta da cidade, a Northern Avenue abriga diversos stands, entre eles alguns dos cafés locais com opções especiais para a época festiva.

O calendário de festas cristãs aqui na Armênia é um pouco diferente, e o Natal é celebrado por aqui no dia 6 de janeiro! Na verdade, as celebrações começam no dia 31 de dezembro, com o ano novo, e terminam no dia 6 de janeiro com o Natal, totalizando 7 dias de celebrações. Confesso que estou ansiosa pra viver tudo isso pela primeira vez!