Abovyan, a rua boêmia de Ierevan

Khachatur Abovyan, foi um escritor armênio e figura pública nacional do início do século 19. Abovyan, que desapareceu misteriosamente em 1848 e foi, eventualmente, dado como morto, foi um educador, poeta e defensor da modernização. Conhecido como o pai da literatura armênia moderna, escreveu Verk Hayastani (As feridas da Armênia). Este livro foi escrito em 1841, com publicação póstuma em 1858, e foi o primeiro romance publicado sob o sígnio da língua armênia moderna. O escritor estava à frente do seu tempo, e praticamente nenhum dos seus trabalhos foi publicado enquanto estava vivo; apenas após o estabelecimento da Armênia Soviética é que Abovyan recebeu o devido reconhecimento por sua obra. Khachatur Abovyan é visto como uma das principais figuras não só da literatura armênia mas também da história da Armênia como um todo.

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selo soviético de 1956 em homenagem a Khachatur Abovyan

Uma das ruas mais movimentadas de Ierevan é nomeada em homenagem a esta importante figura histórica armênia. A rua Abovyan, que corta o centro da cidade desde a Praça da República até a estátua de Khachatur Abovyan, foi a primeira rua planejada da capital da Armênia.

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Cinema Moscou

Localizada no Kentron e conhecida como reduto boêmio de Ierevan, a rua Abovyan é muito arborizada e super agradável para passear e fazer compras, principalmente em dias de sol e temperatura amena. Esta rua abriga instituições culturais e educacionais, galerias de arte, prédios residenciais luxuosos, lojas de grandes marcas, escritórios comerciais, cafés, hotéis, restaurantes e casas noturnas.

A Yerevan State University tem 2 campi na rua Abovyan: um abriga as faculdades de Teologia, de História, e de Economia e Administração; o outro, a faculdade de Medicina.

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Igrejas Katoghike Santa Mãe de Deus e Santa Anna

Um importante marco arquitetônico e local histórico de Yerevan também está na rua Abovyan: as Igrejas Katoghike Santa Mãe de Deus e Santa Anna. A Igreja Santa Mãe de Deus data da época medieval e, de acordo com as inscrições em uma das suas paredes, as estruturas sobreviventes datam de 1264. Por ser muito pequena, a Igreja Katoghike serve apenas como casa de oração. Já a Igreja de Santa Anna começou a ser construída em 2009 e foi inaugurada em 30 de abril de 2015, consagrada por Catholicos Karekin II, com projeto arquitetônico de Vahagn Movsisyan, que manteve características tradicionais da arquitetura armênia, como a pedra tuff, na criação de uma igreja moderna e ampla.

Além de dar nome à rua, Khachatur Abovyan também foi homenageado pela Universidade Estatal Armênia de Pedagogia, que leva o nome do escritor. Ademais, há um museu em Ierevan em memória do escritor.

Começou o outono em Ierevan!

Quem me segue no Instagram acompanhou minha ida ao Brasil, que foi super intensa e acabou interferindo no meu ritmo de postagens aqui no blog! Deus é testemunha da quantidade de posts que estão na pasta de rascunhos e que eu espero terminar de escrever/revisar/editar em breve pra publicar aqui!

Cheguei em Ierevan terça feira de noite, com as malas cheias de lembranças e muito amor brasileiro. Não deu pra ver todas as pessoas queridas, mas graças a Deus consegui encontrar grande parte dos meus familiares e alguns amigos, e até fiz novas amizades!

Por aqui, a mudança na paisagem já começou: o Ararat não tem mais nem um pouquinho de neve, e as árvores já estão mudando de cor!

E hoje fui almoçar na rua com o marido e pude constatar oficialmente que começou o outono em Ierevan! Fomos almoçar no La Piazza, que é um dos nossos restaurantes preferidos por aqui, e eu pedi o risotto clássico que eu adoro.

As temperaturas já não passam dos 20ºC, e já não dá pra ficar sem um casaquinho. Todo mundo já tá andando mais agasalhado, e até o restaurante já oferece mantinhas para aqueles que optam ficar nas mesinhas externas. Pelo menos as mesinhas externas ainda estão sendo ocupadas!!

Já que esfriou, declarei aberta a temporada de Cinnabon! Eu adoro Cinnabon, mas não consigo comer no calor. Acho que é uma coisa muito quente e muito gorda pros dias de verão, então eu tava sem comer Cinnabon há vários meses – acho que o último que comi foi em abril! Então hoje já parei por ali pra comer um clássico acompanhado de expresso duplo – afinal de contas, se é pra encarar o frio, que seja com bastante café e gordices maravilhosas! Seja bem vindo, outono! Que seja lindo!

Armênia, quem é você?

Já estamos na Armênia há quase 7 meses e eu ainda não tinha dedicado um post exclusivamente à história e características deste país! Me dei conta disso quando recebi essa semana a revista Armenia Tourism Magazine que tá cheia de conteúdo bacana. Inspirada pelas matérias que estão publicadas na edição de verão da revista (nº18), resolvi dividir aqui com vocês um pouco do conteúdo que eles publicaram, falar um pouquinho mais das nossas vivências por aqui, e aproveitar pra aprender um pouquinho mais desse lugar tão rico culturalmente!

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  • Território

A área total do país é de 29.743km², referente a 1/10 do tamanho da Armênia Histórica. A Armênia é um país sem acesso ao mar, localizada nas montanhas do Cáucaso Menor, no noroeste do Planalto Armênio da Armênia Histórica. Localizada entre os mares Negro e Cáspio, o país faz fronteira com a Geórgia, o Azerbaijão, o Irã e a Turquia. As fronteiras com Azerbaijão e Turquia são fechadas, embora haja vôos diretos entre Ierevan e Istambul (operados pela Atlas Global).

  • Brasão de Armas

Em 19 de abril de 1922, o brasão de armas da Primeira República da Armênia (1918-1920) foi restaurado. Os autores foram Alexander Tamanyan e Hakob Kodjoyan.

  • Bandeira

A bandeira nacional da Armênia tem três listras horizontais de igual tamanho: vermelho no topo, azul no meio, e laranja. O vermelho simboliza o Planalto Armênio, a luta contínua do povo armênio para sobrevivência e manutenção da fé cristã, e a independência e liberdade da Armênia. O azul simboliza a vontade do povo armênio de viver sob céus de paz. O laranja simboliza o talento criativo e a natureza trabalhadora do povo armênio.

  • Língua

O idioma nacional é o Armênio, mas a maioria da população também fala russo. No interior, pode-se enfrentar alguma dificuldade de comunicação idiomática. Inglês e francês geralmente são as segundas línguas faladas pela população mais jovem, mas as gerações mais antigas são mais conservadoras com relação à idiomas estrangeiros. De todo jeito, se um estrangeiro se aproximar, as pessoas costumam ter boa vontade de entender e ajudar, como já destaquei aqui no blog algumas vezes.

  • Governo

A política da Armênia se desenvolve num quadro de república democrática semi-presidencial, em que o presidente é o Chefe de Estado em um sistema multipartidário. O atual presidente da Armênia é Serzh Sargsyan, e o atual primeiro ministro é Karen Karapetyan.

  • População

De acordo com diversas fontes, o número de armênios no mundo varia entre 6 e 11 milhões, dos quais apenas 1/3 mora na Armênia (cerca de 3 milhões de pessoas).

  • Moeda, câmbio e cartões

A moeda do país chama Dram Armênio, com sigla AMD. Estão em circulação moedas de 10, 50, 100, 200 e 500 Drams, e notas de 1.000, 5.000, 20.000. Dizem que existem notas de 50.000 e 100.000 mas eu nunca vi. Em geral, 1USD equivale a 478AMD, 1EUR equivale a 567AMD, e 1 Rublo equivale a 8,3AMD – o câmbio oscila um pouquinho, mas bem pouquinho mesmo. Quando chegamos, eu me assustava um pouco com tudo custando mais de mil, mas depois habituei que é só o jeito deles, e faltam os centavos. É possível fazer câmbio em diversos lugares da cidade, inclusive nos principais supermercados do centro, o que eu achei muito esquisito quando chegamos, e ainda acho bastante curioso! Praticamente todos os lugares aceitam cartões, mas as vezes o sistema falha e pode demorar muito a funcionar, então eu aprendi que é sempre bom ter drams na carteira.

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  • Ierevan

A capital do país é Ierevan (Yerevan na grafia em inglês), que pode facilmente ser considerada uma das cidades mais seguras do mundo. Podemos andar tarde da noite na rua sem medo, coisa que não é comum na maioria dos países europeus. O centro da cidade de Ierevan não é muito grande, o que facilita a locomoção – mesmo sem um mapa. As opções de transporte em Ierevan são miniônibus, ônibus e táxis, mas é fácil caminhar pela cidade admirando as ruas. Nós, por exemplo, não compramos carro e não temos a menor intenção de comprar um, já que conseguimos fazer quase tudo a pé – só pegamos táxi pra ir aos shoppings e cinemas, e táxi é muito muito barato aqui. As outras 2 grandes cidades da Armênia são Gyumri e Vanadzor. A voltagem no país inteiro é de 220v. A Armênia está no fuso GMT+4 (diferença de +7h pro Brasil, e +6h quando o Brasil está no horário de verão).

  • Clima

O clima da Armênia é continental de montanhas, com longos e frios invernos e verões quentes. Geralmente, as temperaturas em janeiro ficam entre -12ºC e -15ºC, podendo chegar a -30ºC. Neste ano, chegamos algumas vezes a -21ºC. Em julho, a temperatura média nas montanhas é de 10ºC, e de 25ºC nas regiões de planície, mas a verdade é que este mês de julho e agora em agosto estamos sofrendo com temperaturas que jamais baixam dos 30ºC e chegam todos os dias a 40ºC, com clima muito muito seco. A precipitação anual é de 20-80cm, e os topos das montanhas mais altas da Armênia ficam cobertos de neve o ano todo.

  • Topogafia

O terreno é montanhoso, e 90% das montanhas está a mais de 1000m acima do nível do mar, com média de 1800m. O ponto mais alto do país é o Monte Aragats (4095m) e o mais baixo é a margem do rio Debet (380m). O ponto mais alto da região é o símbolo histórico da Armênia, o Monte Ararat (5165m), que está no território da Turquia desde os anos 1920.

  • Comida e Água

Em Ierevan, pode-se tomar água da torneira e também das pequenas fontes (bebedouros) espalhadas pela cidade, chamadas Tsaytaghbyur. As tsaytaghbyur são pedras memoriais únicas, geralmente com 1m de altura, com água pura. Na cidade há muitos restaurantes, com culinária armênia e internacional (chinesa, árabe, georgiana, etc). Os restaurantes aqui são muito mais baratos do que a média das grandes cidades, inclusive quando comparados a Moscou.

  • Compras

O comércio em Ierevan é ótimo. Há 2 grandes shopping centers que abrigam marcas internacionais (Zara, GAP, TopShop, Pandora, Bershka, Parfois, Promod, Steve Madden, Mango, Levi’s, etc). No centro da cidade, as ruas Northern Ave, Mashtots, Abovyan e Tumanyan também são tomadas por lojas locais e internacionais (Burberry, Armani, Zegna, MaxMara, MontBlanc, L’Occitane, etc), bem como lojas multimarcas. Para artigos de casa, gosto principalmente da Matalan, da Basic Center, e da Good’s House. Além destas, muitas lojas vendem lembrancinhas e presentinhos típicos da Armênia, inclusive os famosos conhaques.

O lugar favorito dos turistas para comprar souvenirs é a Vernissage, a feira ao ar livre que fica aqui em frente da nossa casa, pertinho da Praça da República. Aos finais de semana, a Vernissage fica lotada de vendedores oferecendo tapetes feitos à mão, peças em madeira e pedra talhadas, cerâmicas, pinturas, entre outros. O que eu mais gosto na Vernissage, além dos estandes com objetos da época da União Soviética, são os bonequinhos narigudos, que fazem piada carinhosa com essa característica dos armênios. A Vernissage também funciona durante a semana, porém com menos expositores. No verão, há gente o dia inteiro; no inverno, o movimento é naturalmente menor.

  • Religião

Acho que já contei aqui que a religião predominante na Armênia é o Cristianismo, e que a Armênia foi o primeiro país do mundo a adotar o Cristianismo como religião do Estado em 301d.C. 94% da população segue a Igreja Apostólica Armênia.

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  • Khachkars: cruzes de pedra armênias

Se perguntarmos a qualquer armênio qual é o símbolo mais importante do país, a resposta certamente será Khachkars, as cruzes talhadas em pedra. Por todo o país, encontramos muitas delas, e em qualquer lugar onde houver um armênio, será possível achar este símbolo, que é, para eles, um monumento, uma obra de arte, a face da Armênia: os padrões e ornamentos tradicionais das Khachkars refletem a história e o tempo.

O dia em que Anitta tocou na Armênia

Estava eu hoje de manhã no shopping quando começou a tocar PARADINHA, música sucesso da cantora brasileira Anitta. Enquanto eu escrevia o Tweet printado abaixo, já começou a tocar logo SUA CARA, outro sucesso de Anitta, em parceria com Pabllo Vittar e Major Lazer.

Aí eis que a própria me retuíta minutos depois:

Juro que, enquanto ouvia estas músicas tocando no shopping, não só fiquei cheia de orgulho mas também me deu uma vontade imensa de sair cantando e dançando pelos corredores.

Claro que o objetivo é mesmo fazer sucesso internacional, mas daí ouvir estas músicas tocarem em lugar público aqui na Arménia foi incrível e surpreendente! You go girl!

Até hoje, a maior referência de Brasil que os armênios com quem eu conversei disseram ter eram os jogadores de futebol (de Pelé a Neymar, passando por Garrincha e Nilton Santos) e as novelas (principalmente O Clone).

Não podemos esquecer que aqui é Eurásia. Estamos longe pra caramba do Brasil! Além disso, a Arménia é um país consideravelmente conservador.

Se o sucesso SUA CARA já representa uma quebra de paradigmas no Brasil e em países ocidentais, imagina nestes lados de cá.

Anitta e Pabllo, continuem por favor quebrando tudo mundo afora. Dá um orgulho danado ver artistas brasileiros bombando assim!

Ierevan 40ºC

É oficial: o verão em Ierevan é quente demais!

Há várias semanas que os termômetros só marcam temperaturas acima dos 30ºC, e chegam diariamente aos 40ºC! A sensação térmica já chegou, inclusive, aos 42ºC. É um calor que sufoca a gente, difícil de aguentar até pra carioca! Neste exato momento, a temperatura está 40ºC e a sensação térmica 41ºC.

E a secura?! Gente, que verão mais seco!! Não chove há 1 mês! E, da última vez que choveu, não melhorou muita coisa não… Outro dia tivemos 7% de humidade. Hoje, neste exato momento, a humidade está em 8%. OITO!!! O ar tá tão seco que mal dá pra ver o Ararat, já que a poluição tá acumulada no ar.

Em casa, só mesmo com o ar condicionado ligado. Pra ajudar a sobreviver a esse calorão, estamos tentando aproveitar ao máximo a piscina externa da nossa academia, que não deixa de ser um clube. Graças a Deus tem isso aqui bem pertinho de casa! O problema é quando tá tão calor que a gente não aguenta sair nem pra ir pra piscina hihihihi

Esse clima exige que a gente redobre o cuidado com a saúde: temos que beber MUITA MUITA MUITA água, e optar sempre por comidas mais leves. E quando a gente esquece de ter esse cuidado, bebe menos água do que devia, e/ou exagera em alguma comidinha mais pesada?! O corpo paga o preço! Na verdade, isso acontece em qualquer estação do ano… a gente precisa viver em vigilância constante!

6 meses de Ierevan!

Hoje nós completamos 6 meses desde que chegamos em Ierevan! Parece que foi ontem que saímos do aeroporto e vimos uma cidade coberta pela neve, congelada pelo frio, e ainda assim cheia de gente andando na rua. São 6 meses me surpreendendo a cada dia com o tanto que a cidade tem pra oferecer, com o tanto de coisas boas que nós podemos viver por aqui!

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Resolvi então listar hoje as 6 principais coisas que aprendemos em Ierevan nestes últimos 6 meses.

  1. Boa vontade e simpatia é sempre mais importante do que dominar um idioma. O importante mesmo é saber se comunicar.
  2. O conceito de fila é muito relativo.
  3. A comida do Cáucaso é maravilhosa e ideal para dias de temperaturas mais amenas, mas é um pouco pesada pro calor. E tem uns sorvetes maravilhosos aqui, mas os picolés são bem esquisitos.
  4. Observar a transição entre as estações do ano é uma das coisas mais bonitas que já vi na minha vida. Em 6 meses, transitamos de -20ºC para +38ºC, e isso é considerado normal.
  5. A Armênia é um país com uma cultura muito rica, e 6 meses é muito pouco tempo pra aprender um pouquinho de tanto.
  6. Morar fora do Brasil apresenta muitos desafios, mas é muito mais fácil superá-los quando se está do lado do amor da sua vida.

 

Museu de História da Armênia

Ontem aproveitei a companhia do nosso amigo Guilherme que está nos visitando essa semana e fui com ele ao Museu de História da Armênia, que fica na Praça da República, aqui em Ierevan. Já tínhamos passado várias vezes pelo Museu, mas nunca entramos, então aproveitei a oportunidade para fazer uma primeira visita.

Digo primeira visita porque o Museu é muito grande e tem amplo acervo, com cerca de 400.000 peças que datam do período Paleolítico até a proclamação da República da Armênia, há apenas 25 anos! Logo, tenho certeza de que terei que voltar algumas vezes para poder conferir com calma todo o acervo e aprender sempre um pouquinho mais da história desse país que me surpreende a cada dia.

O Museu de História da Armênia foi fundado em 9 de setembro de 1919 e só começou a admitir visitantes quase 2 anos depois, a partir de 20 de agosto de 1921. Por conta do seu amplo acervo, o Museu representa uma figura integral da história e cultura da Armênia desde mais de um milhão de anos atrás até os nossos dias, apresentando os traços raros das relações interculturais da Armênia deste então.

O Museu fica aberto de terças a sábados entre 11h e 18h (última admissão às 17h15), e aos domingos entre 11h e 17h (última admissão às 16h15). O ingresso custa 1000 AMD (cerca de USD2,50) e é possível fazer visitas guiadas em Armênio (3000 AMD), Russo (5000 AMD), Inglês (5000 AMD), Francês (5000 AMD), Alemão (5000 AMD) e Italiano (5000 AMD). A entrada é gratuita para todos os visitantes no último sábado de cada mês. É proibido fotografar dentro do museu, e também não é permitido entrar com mochilas.

Novas descobertas culinárias em Ierevan

Acabei de me dar conta de que o último post sobre nossas comilanças aqui em Ierevan já tem mais de mês!

De lá pra cá, repetimos muitos dos nossos restaurantes favoritos – porque já deu pra eleger os favoritos – mas também fizemos novas descobertas. Algumas boas, outras ótimas, e algumas outras mais ou menos.

  • Mamoor

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Este restaurante, que fica na Abovyan, é muito charmoso e tem uma comidinha deliciosa. Descobrimos recentemente que a rua Abovyan é, historicamente, o reduto dos restaurantes boêmios e tradicionais da cidade. Nós experimentamos a costela de porco (eu sempre), e estava muito boa. Vem acompanhada por alguns tipos de purê de batata, o que dá um sabor especial ao prato. Mas o que eu mais gostei mesmo desse restaurante foi poder observar os cozinheiros em ação, já que a cozinha tem uma janela ampla de vidro para o restaurante.

  • Le Petit Paris

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Outro cantinho delicioso na Abovyan, tem um menu sucinto e saboroso. O dia que escolhemos para conhecer este restaurante estava chuvoso, meio melancólico, e nós nos sentamos junto à janela; ficou um cenário único! Fomos lá com o Léo, e nós 3 pedimos massa. Os pratos estavam bons, mas o destaque mesmo ficou por conta das sobremesas: nós ficamos perdidos sem saber o que pedir em meio à tantas opções! No final de contas, os eleitos foram lava cake (que, para nós brasileiros, é o famoso petit gateau), brownie, e bolo de nozes com morango.

  • Coffeeshop

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Este café tem talvez um dos serviços mais lentos que já testamos aqui em Ierevan, porém dispõe de diversas opções no cardápio que incluem Oreo na sua preparação. Consequentemente, a gente aguenta um pouquinho a lentidão e aproveita a delícia que é, por exemplo, o tiramisù de Oreo!

  • Bazaar

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Experimentamos este restaurante num dia de sol e calorzinho nessa primavera que chega lentamente em Ierevan: foi o primeiro dia que saí de mangas curtas pela cidade! Aproveitamos para nos sentar no sol e almoçamos deliciosas saladas.

  • Café Central

Um dos mais tradicionais cafés da Abovyan, tem um cardápio amplo e cheio de delícias. Nós resolvemos provar as carnes, e os pontos não vieram muito certos: Felipe pediu mal passado e veio ao ponto, e eu pedi ao ponto e veio bem passado. Mas ainda assim os pratos estavam muito saborosos, com molhos apimentadinhos, e bons acompanhamentos.

  • Dolmama

Finalmente fomos provar a comida do chamado melhor restaurante da cidade! Infelizmente, ficamos um pouquinho frustrados, mas acho que erramos mesmo na escolha dos pratos. O cardápio é um dos mais diferentes que vimos na cidade, e também o mais caro. Felipe pediu coelho e eu pedi frango: marido disse que o coelho estava muito bom, mas os acompanhamentos estavam um pouco sem tempero; eu gostei do molho que vem cobrindo o frango, mas achei o frango mesmo um pouco seco – talvez porque cortaram o peito muito grande. No meu prato, as romãs davam um gosto bem legal, mas achei que a alface e o tomate eram dispensáveis. Mesmo tendo ficado meio frustrados com nossos pedidos, já quero voltar pra testar algum outro prato e tentar tirar essa frustração do caminho!

  • Jazve Opera

A rede Jazve está espalhada por toda a cidade mas ainda não tínhamos testado! Os doces que pedimos estavam bons, mas achei o serviço bem ruim: não é só lento, como também desatento. Além disso, não aceitam cartão, o que pra mim é sempre ponto negativo. Mas a unidade em que fomos, que fica na praça da Ópera, tem ambiente agradável.

  • Anteb

Uma das melhores descobertas dos últimos tempos, este restaurante serve comida da “Armênia Ocidental” em largas e saborosas porções. De entrada, um pão diferente com um molhinho apimentado chamado Muhamara, e uma sopinha deliciosa chamada Mante. Como pratos principais, comemos churrasco de porco (pork barbecue) e kafta de carne (Adana Kebab). Bônus: a comida vem rápido.

  • August Cafeteria

Uma das opções próximas ao Cascade, com ambiente agradável e mesinhas na calçada. Eu pedi um bife bourguignon, e marido comeu risoto de frango. O prato do risoto é BEM grande, enquanto o bourguignon tem uma quantidade ok de comida. Ambos estavam bem saborosos, mas eu já sei que da próxima vez que formos lá vou querer comer um prato do risoto sozinha hihihi

  • Café La Bohème

Outro agradável café com mesinhas na varanda ao sol. Pedimos bruschettas de tomates e de parma para entrada, e estavam maravilhosas. Em seguida, comemos salada italiana e Gyumri, que são praticamente iguais: alface, tomate, queijo (parmesão na italiana e lori na Gyumri). A italiana vinha com parma, e a Gyumri com pastrami; o bônus da Gyumri era um molhinho apimentado. Estavam muito saborosas, mas eu colocaria um pouquinho menos de azeite pra temperar, porque as folhas ficaram meio oleosas demais.

Fiquei devendo fotos de alguns lugares a que fomos, e também alguns nomes de pratos, porém pretendo me retratar em breve destes esquecimentos. Infelizmente, entre uma descoberta e outra, aparece uma dorzinha de barriga que não me deixa esquecer que tirei a vesícula, e nos impede de explorar maiores novidades.

Нораванк (Noravank)

Ontem fizemos uma day trip com nossas visitas Helen, Rodrigo e Thomás até o Mosteiro de Noravank, que data do século XIII e fica a cerca de 130km de Ierevan.

Noravank foi fundada em 1205 pelo Bispo Hovhannes, e o complexo inclui a igreja de São João Batista (Surb Karapet), a Capela de São Gregório, e a Igreja da Santa Mãe de Deus.

O ponto alto da visita foi rezar junto com um padre da Igreja Apostólica, e receber a bênção! Nada melhor do que receber a bênção em um lugar de peregrinação num domingo.  

O lugar é belíssimo, no vale de Amaghu, cercado de montanhas, e o céu se abriu quando chegamos lá, deixando tudo mais bonito. A Igreja da Santa Mãe de Deus (Surb Astvatsatsin) só tem acesso por meio de uma escadinha bem duvidosa, e eu não me arrisquei a subir, já que meu pé doente me impõe certas limitações.

A viagem até lá é beeeeeeeem complicada, porque as pistas não são muito boas, e há uma serra no caminho, resultando em quase 3h de viagem pra cada trecho. Embora o Mosteiro seja belíssimo, e um lugar de peregrinação, eu não faço a menor questão de voltar lá por conta desse percurso de viagem péssimo.

O percurso de ida e volta em táxi que comporta até 6 passageiros e nos esperou durante o passeio custou 40mil AMD (cerca de 80 dólares). Nós almoçamos numa caverna na subida para o Mosteiro, e oferecemos o almoço para o taxista: a refeição para 6 pessoas custou 27mil AMD (cerca de 54 dólares) e comemos muito peixe, lavash, picles e batatas, acompanhados de água com e sem gás e 2 garrafas de vinho caseiro.

Arte de rua em Ierevan

Pra mim, uma das coisas mais legais de Ierevan é poder observar as cores pintadas nas paredes da cidade!

IMG_1823IMG_2384IMG_2390Erevã é uma cidade cheia de becos que conduzem à praças residenciais, e esses becos quase sempre são coloridos com artes belíssimas. Além da arte pelos becos, algumas paredes nas ruas também são coloridas assim, bem como as passagens subterrâneas para pedestres. É bom morar e passear numa cidade colorida por arte popular!

Yerevan Brandy Factory & Ararat Museum

O conhaque armênio é produzido desde 1887 a partir de uvas brancas de 5 variedades diferentes, e o cheiro delicioso já invade nossos sentidos no momento em que entramos na Fábrica do Ararat, um prédio monumental à beira do rio Hrazdan.

IMG_2579Para realizar a visita, é preciso agendar com antecedência, e são 2 opções de preços: 4500 AMDs (com degustação de 2 tipos de conhaque Ararat) ou 9000 AMDs (com degustação de 3 tipos de conhaque Ararat). É possível fazer os tours com explicações em arêmio, russo, inglês, francês, alemão e espanhol.

IMG_2530Além de todos os tipos de conhaque já produzidos pela fábrica, podemos ver no museu diversos barris autografados por dignatários que já fizeram a visita, bem como o “Peace Barrel” (ou “barril da paz”), que será aberto quando a Armênia e o Azerbaijão chegarem a um acordo de paz sobre Nagorno-Karabakh.

IMG_2532A sala do Peace Barrel é uma das partes mais interessantes do museu, onde podemos deixar nossas assinaturas e mensagens de paz.

IMG_2537Também podemos apreciar os dois primeiros barris onde foram fabricados os famosos conhaques armênios, com algumas relíquias que datam desde a abertura da fábrica.

IMG_2557Nessa parte do passeio, ouvimos a anedota que conta a principal jogada de marketing da fábrica no começo da produção: contratavam-se atores para ir aos principais restaurantes europeus pedir o conhaque Ararat. Quando os garçons respondiam que não tinham Ararat, os homens pediam desculpas às suas companheiras por as terem levado a um lugar tão ruim que não tinha Ararat! Com isso, o conhaque começou a se tornar famoso por toda a Europa, uma vez que os bares e restaurantes passaram a estocar algumas garrafas no caso de algum cliente pedir.

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Ao final do passeio pelo museu, vamos para a sala da degustação, aprender como se toma conhaque da maneira certa e como podemos reconhecer as diferenças de envelhecimento. Aprendi, por exemplo, que dá-se o nome de “lágrimas” àquela parte do conhaque que fica no copo depois de bebido, e que corresponde a um teste de qualidade: quanto mais tempo as lágrimas ficam no copo, maior a qualidade. Também aprendi que o conhaque deve ser tomado com a mão esquerda, para que ele fique mais perto do coração. Além disso, aprendi a distinguir as cores do conhaque e sentir seus diferentes aromas!

Eu, que provei o conhaque Ararat pela primeira vez em 2013, quando nem imaginava que ia acabar vindo morar na Armênia e ainda ia conhecer a fábrica, tô quase uma connoisseur de conhaque depois dessa visita!

A 1ª crise de sinusite na Armênia

E aí que ela me pegou!

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A crise começou dia 26 de março, depois que chegamos da partida de futebol entre Armênia e Casaquistão. Acontece que tinha muita gente fumando em volta de mim e, mesmo sendo um ambiente aberto, a fumaça dos cigarros ficava toda em volta de mim.

Comecei, então, com o Predsim, o famoso “soco na cara”. Esse apelido carinhoso corresponde exatamente à sensação que eu tenho quando tomo esse remédio: parece que eu tomei um soco na cara, porque eu fico nocauteada, quase incapaz. E o Léo ia chegar pra visitar a gente e eu queria ficar boa logo pra podermos passear com ele, e não ficar reclamando que tô com o nariz ruim, que meu nariz tá doendo, que meu ouvido tá doendo, que parece que eu tô dentro do avião, etc.

Pois bem, acho que meu organismo até foi bacana e deu uma reagida legal quando o Léo chegou e, como vocês acompanharam pelo instagram e estão vendo pelos posts aqui no blog, conseguimos aproveitar bastante a estadia dele aqui. Eu tomava o Predsim de noite, que aí não tinha problema ficar nocauteada, e passava os dias razoavelmente bem.

Foi só o Léo ir embora que meu organismo parece que falou assim: é agora! Deus, como eu caí. Em um dia, eu já tava toda ruim de novo, com o nariz horrível, falando esquisito, cheia das dores. Voltei, então, pro Predsim por mais 3 dias, totalizando 7 dias de soco na cara, somado ao Hidrocin, que é o antibiótico nasal, e aumentando a dose do Nasonex, meu spray nasal de uso contínuo, pra 2 vezes ao dia.

Mas é claro que o Predsim já não era suficiente. Eu fiquei ruim ruim ruim muito ruim mesmo. Ruim de não conseguir nem cozinhar. E aí no sábado comecei a tomar o antibiótico oral, Tamiram, que quase me faz vomitar a cada dose, mas que resolve meu problema. Tive, ainda, que recorrer ao Aerolin, pra dar aquela dilatada nos brônquios e conseguir respirar razoavelmente bem.

Eu tenho horror de usar remédio. Quem me vê, acha que eu sou hipocondríaca, porque tem sempre um remedinho por perto. Mas na verdade eu detesto. É que meu nariz é mesmo muito ruim. Muito muito ruim. E não tem jeito, tem mesmo que usar os remédios. E eu aprendi a aceitar isso desde criança.

Eu sempre reluto pra entrar no corticóide ou no antibiótico, mas, quando não tem jeito, é mesmo o jeito. Hoje será a 4ª dose do Tamiram, e então faltarão apenas 6 dias. Já melhorei um bocado, mas não o suficiente. O nariz e o ouvido ainda doem bastante, embora a respiração graças a Deus já tenha melhorado. A sensação de asma é uma das piores coisas: ficar buscando o ar e não conseguir, tentar respirar e ficar cansadíssima.

Pra completar, minhas mãos tinham recomeçado a sangrar pela 3ª vez desde que chegamos, então tive que encontrar soluções antialérgicas e sem cheiro pra tratar da pele sem incentivar mais a crise respiratória.

Tudo isso foi feito com acompanhamento médico (FaceTime é vida, gente), e muita preocupação do marido daqui e dos meus pais de lá. Eu acho que já nem me preocupo tanto mais, já sei que meu nariz é ruim mesmo… tomo os remédios, e rezo pra melhorar logo.

O lado positivo é que tô conseguindo manter o blog bem atualizadinho com os últimos passeios, e pensando em mais conteúdo pra dividir com vocês por aqui. Mas bem que eu queria ficar boa dessa sinusite logo!!! Rezem por mim!!

Haghtanak Zbosaygi (Victory Park)

Haghtanak Zbosaygi (Victory Park, ou, em bom português, Parque da Vitória) é um enorme parque localizado no topo do Cascade aqui em Erevã. O nome do parque teve origem na comemoração da participação da Armênia Soviética na Segunda Guerra Mundial.

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Eu e Felipe estávamos curiosíssimos pra ir conhecer o parque, que tem uma ampla área arborizada, um lago artificial, brinquedos, cafés, uma vista incrível do centro de Erevã, um monumento em homenagem aos filhos, e a estátua da Mãe Armênia (Mayr Hayastan) sobre o museu.

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O parque é inteiro muito interessante e nós ficamos encantados! Mas o principal ponto de interesse é a estátua da Mãe Armênia, que substituiu uma estátua monumental de Stalin, que foi criada como um memorial da vitória da Grande Guerra Patriótica. Durante o governo Stalinista da União Soviética, o primeiro secretário do Comitê do Partido Comunista Central da Armênia e membros do governo supervisionaram a construção do monumento, apresentada ao público em 29 de novembro de 1950. Em 1967, a estátua de Stalin foi removida e substituída pela Mãe Armênia, com design de Ara Harutyunyan.

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A Mãe Armênia é a personificação feminina da Armênia, que simboliza a paz por meio da força, e também relembra os importantes valores atribuídos às mulheres mais velhas das famílias armênias, e seu papel de relevância. A Mãe Armênia segura uma espada, e eu fiquei emocionada com essa obra majestosa, com significado tão profundo.

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A posição estratégica da Mãe Armênia, olhando para a cidade de Erevã, faz com que ela pareça a guardiã da capital da Armênia. A cada 9 de maio, milhares de pessoas visitam a estátua para celebrar os armênios mortos em guerras.

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Próximo à estátua da Mãe Armênia, podemos observar de pertinho o lançador de foguetes soviético Katyusha e o míssil S-75. A luz do entardecer de um dia nublado contribuiu pra deixar o passeio ainda mais encantador, e a nossa primeira visita ao Victory Park foi mesmo inesquecível!

 

Khor Virap

No último domingo, tomamos um táxi rumo a Khor Virap (Монастырь Хор Вирап), o Monastério que é uma das principais atrações turísticas da Armênia. “Khor Virap” significa “masmorra profunda”, e fica muito muito próximo do monte Ararat.

20170402_143724img_2261.jpgFoi em Khor Virap que Grigor Luisavorich, ou São Gregório o Iluminador, ficou preso por 13 anos, antes de curar o Rei Tirídates III de uma doença. Isso causou a conversão do rei ao cristianismo, e tornou a Armênia, no ano de 301, o primeiro país oficialmente cristão.

IMG_2272IMG_2285IMG_2290É possível visitar a câmara subterrânea onde São Gregório ficou preso, localizada na capela de São Gevorg, que fica separada da igreja principal.

IMG_229320170402_14530120170402_150230A escada que dá acesso à câmara é um tanto quanto assustadora, e só o marido teve coragem e força pra descer! Esta câmara subterrânea tem um tamanho impressionante, e, por conta das velas e falta de circulação de ar, é um ambiente muito abafado.

20170402_144640A grande Igreja de São Astvatsatsin em Khor Virap foi construída no século XVII, e as mulheres que visitam a Igreja devem cobrir a cabeça. A colina de Khor Virap e suas adjacências correspondem ao local da importante primeira capital da Armênia – a antiga Artashat ou Artaxiasata, construída pelo Rei Artashes I, fundador da dinastia Artashesid, por volta de 180 A.C.

IMG_2317O dia estava um tanto quanto nublado, mas mesmo assim foi um passeio muito agradável!!20170402_143910Khor Virap fica a cerca de 1h de carro do centro de Erevã, e ida e volta num táxi do tipo conforto, já contabilizando o tempo de espera do motorista, nos custaram 15000 AMDs (cerca de US$30,00).