Onde comer em Cracóvia?

Nos nossos dias em Cracóvia, comemos muito bem, e é por isso que vou deixar registradas aqui as nossas recomendações, indicando os 5 lugares que mais gostamos!

  • Boscaiola

Se você procura uma boa comida italiana num ambiente aconchegante, com atendimento excelente, Boscaiola é o lugar pra ir em Cracóvia. Pedimos a focaccia de alho como entrada, e depois provei o nhoque aos 4 queijos. Tudo muito bem feito e delicioso, com preço justo.

  • Trattoria La Campana

Quase em frente à Igreja de São Pedro e São Paulo, está a Trattoria La Campana. Indicado no Guia Michelin de 2010 a 2017, foi uma das boas descobertas em Cracóvia. Sem quebrar o orçamento, eu provei a saltimbocca (filé com prosciutto parma, batatas e legumes) e o marido pediu o risotto con guanciale di manzo (filé de bochecha com risoto, purê, óleo de trufa negra e queijo parmesão). Ambos os pratos estavam excelentes, e o serviço foi espetacular.

  • Musso Sushi & Ramen

Se tem uma coisa da qual sentimos muita falta em Yerevan é de uma boa culinária japonesa. Por isso, sempre que viajamos, tentamos matar essa saudade o maior número de vezes possível. O Musso Sushi & Ramen foi a nossa escolha em Cracóvia. O restaurante, que foi aberto recentemente, oferece um menu recheado de delícias, tudo muito fresco nos pratos bem fartos, com um atendimento excelente num ambiente super cool.

  • Kawiarnia Santos

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Pierogi é uma massa recheada e cozida, parecido com um ravioli mas no formato de pastel, originário da Polônia. Naturalmente, não poderíamos deixar de provar este prato típico! Quando provei o da Kawiarnia Santos, já tinha provado em um outro estabelecimento localizado na praça Rynek Główny que estava muito ruim. Ao invés de desistir, insisti, em parte porque meu amigo Léo, de origem polonesa, tinha falado que esse prato ia mudar minha vida. Eu acho que o pierogi que a mãe dele (que é uma cozinheira de mão cheia) prepara deve ser ainda mais gostoso e provavelmente mudará minha vida mesmo, mas o pierogi da Kawiarnia Santos estava bem gostoso. Lá, eu comi a versão recheada com queijo, que vem com cebolas caramelizadas por cima. Preço bom e ambiente externo muito agradável.

  • Café Lisboa – Casa de Pastéis de Nata

Eu sou a louca do pastel de nata e juro que chorei de felicidade quando, nas primeiras horas em Cracóvia, passamos na frente do Café Lisboa a caminho do centro histórico. Cara, que felicidade indescritível comer meu docinho português preferido bem quentinho acompanhado de um cafezinho! Fiz questão de passar por lá todos os dias, e confesso que cheguei a comer mais de um por dia.

Onde comer em Paris?

Não é novidade pra ninguém que Paris é a capital mundial da gastronomia. Em Paris, há comida boa para todos os gostos e bolsos – e algumas furadas também. É por isso que venho humildemente dividir com vocês algumas dicas de lugares que eu gostei, e também outros que eu não gostei tanto assim, e como tentar evitar furadas gastronômicas na Cidade Luz!

Pra facilitar, vou falar dos restaurantes e cafés de acordo com os seus respectivos bairros (arrondissements) em Paris. Também vou criar uma legenda de faixa de preços médios pra vocês terem uma ideia melhor de quanto custa comer em cada um destes lugares.

faixas de preços médios (refeições com bebida para uma pessoa)
  • até 20€ = €
  • entre 25€ até 35€ = €€
  • entre 40€ até 50€ = €€€
  • mais de 50€ = €€€€

1er arrondissement

  • Café de la Régence (€€)

Pertinho do Musée du Louvre e do Musée des Arts Décoratifs, em plena Rue Saint Honoré, serviço muito simpático num ambiente super agradável. Eles tem serviço contínuo, o que é ótimo pra quem está de férias e não tem muito compromisso com horário para alimentar-se (o que nunca é o meu caso, mas não custa dividir a informação!).

4e arrondissement

  • Carette (€)

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Um pequeno café em plena Place des Voges, que é um charme e vale a visita, pertinho do Marais. A comida é boa, o ambiente é gostoso, os preços são justos com um serviço rápido. Eles tem uma oferta de pâtisserie de dar água na boca!

5e arrondissement

  • Chez René (€€)

Em pleno Boulevard Saint-Germain, esse charmoso café tem uma boa oferta de pratos onde os peixes são os protagonistas.

6e arrondissement

  • Le Hibou (€€ médio, mas tem pratos €)

Talvez a melhor sopa que já tomei na minha vida! Dei muita sorte de ir ao Le Hibou, que fica no Carrefour de l’Odéon, num dia em que a sopa do dia era de alho poró com batatas e estava UM SONHO! Eu estava passando mal, há dias sem comer nada direito, e poder me deleitar com essa sopinha foi praticamente um milagre. Estava tão boa que comi duas, porque sim.

  • Les Deux Magots (€)

Um clássico de Paris, daqueles que vale a pena ir porque não decepciona. Gosto de tomar um cafézinho a tarde e degustar algum dos deliciosos doces.

  • Huguette, Bistro de la mer (€€€)

Especializado em frutos do mar, é um bistrô super charmoso e bem localizado, e um menu recheado de coisas deliciosas.

  • Le Golfe de Naples (€)

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Simples e honesto, bem na frente da loja da Apple do Marché Saint-Germain. Gostei da pizza, verdadeiramente napolitana.

  • L’Avant comptoir du Marché (€€)

Meio estranho, porque há pouquíssimos lugares pra sentar, e algumas mesinhas pra se ficar mesmo em pé. Os petiscos são bem gostosos, então eu recomendaria como uma boa opção para um happy hour.

  • Le Relais de L’Entrecôte (€€)

Aquele clássico que está sempre na lista daqueles que visitam Paris pela primeira vez, bem como daqueles que são fãs da famosa formule.

7e arrondissement

  • Primo Piano (€€)

Dentro do Le Bon Marché, coladinho na seção de livros, o Primo Piano tem um ótimo cardápio pra quem está em meio às compras e quer comer sem perder muito tempo, mantendo a qualidade. Infelizmente, eu não gostei muito do café gourmand deles, mas tudo bem, acontece.

  • Maison de la Truffe – L’atelier (€€)

La Grande Épicerie é um paraíso para quem é apaixonado por comida e gastronomia, e é lá dentro que está uma pequena filial da Maison de la Truffe. Eu não gosto muito de fazer reservas em restaurantes (#preguiça), então aproveitei a chance de provar um prato deste famoso restaurante sem filas, no ambiente delicioso da Grande Épicerie. Comi um ravioli com trufas que estava bem gostoso, mas achei que economizaram um pouquinho na trufa pra quantidade de ravioli servido.

  • Le Café du Musée (€)

Não tive uma experiência muito boa, mas pode ter sido apenas azar. Fica bem pertinho do Musée de l’Armée, no Boulevard des Invalides.

8e arrondissement

  • Café Mademoiselle (€€€)

No limite entre o 8e e o 1er arrondissements, o café Mademoiselle é um charme e tem um dos melhores cafés gourmands (10€) que já provei em Paris.

  • Pedra Alta (€)

Especializados em frutos do mar, a unidade da rue Marbeuf tem uma localização super conveniente para quem está passeando pela Champs-Élysées, Arc de Triomphe e arredores. Eu amo comida portuguesa, e o atendimento impecável desse restaurante me faz voltar sempre. A maioria dos pratos é muito grande, então serve de 2 a 3 pessoas com fartura. O bacalhau grelhado é um troço do outro mundo, e o pastel de nata é divino, coisa dos céus.

  • Crêperie Framboise (€)

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Essa creperia é uma rede, com várias unidades em Paris. A que visitei foi no 8e arrondissement; uma vez tentei ir na unidade que fica perto do Louvre, no 1er arrondissement, mas estava lotada e preferi não esperar. Eles tem algumas formules interessantes, com bons preços. Os crepes são bem gostosos, e tem alguns sabores “pouco convencionais”, que vale a pena experimentar.

  • Café de L’Avenue Boulevard Haussmann (€)

Esse não é “O” L’Avenue, então não vamos nos confundir. Esse café fica praticamente na esquina do Boulevard Haussmann com a Rue de Monceau, e é uma opção honesta para refeições rápidas na cidade. Dos cafés mais simples (leia-se: com preços mais baixos e não tão famosos) que já visitei, é um dos que tem a comida mais gostosa.

  • Matsuri (Boëtie) (€)

Quer ir num japonês em Paris sem ter que deixar um rim pra pagar a sua refeição? A rede Matsuri entrega o que promete: comida de qualidade com preço justo, ambiente bacaninha, localizações convenientes (são 9 unidades espalhadas por Paris). A unidade de Boëtie tinha aquela esteira em que podíamos escolher os sushis e sashimis, que tinham seus preços sinalizados pela cor do prato. Coloquei na faixa de preço de até 20€ mas sua refeição pode sair um pouquinho mais cara dependendo da quantidade que você escolher comer (mas acho difícil de passar de 35€ por pessoa, mesmo tomando vinho ou saquê).

15e arrondissement

  • L’Oustal (€)

Um dos cafés mais bacanas do 15e, com um menu sucinto e honesto.

  • Le Royal Cambronne (€)

O meu preferido da minha área preferida de Paris! Eu adoro ficar no 15e, que é perto de tudo porém tem cara de bairro mesmo, com vida normal, farmácia, etc, e eu sempre vou no Royal Cambronne quando fico por lá porque, além de terem um serviço bem legal, os pratos são muito gostosos. Destaque para a sopa de legumes, que é um carinho no estômago nas noites frias. Os pratos do dia costumam ser muito bons também.

  • Le Bouquet de Grenelle (€)

Pedi uma sopa gratinée à l’oignon que estava uma delícia, mas achei a porção grande demais quando se trata de uma sopa tão pesada.

16e arrondissement

  • Le Coq (€€)

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A localização do Le Coq é perfeita para quem está passeando no Trocadéro ou no Palais Galliera, por exemplo. Curti o ambiente bem bonito e moderno, o serviço é rápido e os pratos tem bela apresentação.

  • Les Grands Verres (€€€€)

Um restaurante caro, porém maravilhoso, dentro do Palais de Tokyo. É daquelas refeições que valem a pena pela experiência como um todo: o restaurante é espetacular, o serviço é excelente, a comida é impecável, e a vista é incrível.

BÔNUS

  • Prêt-à-Manger

Já falei do Prêt-à-Manger no meu post sobre lugares para se comer em Londres, mas não custa deixar a dica aqui também, já que a rede tem algumas unidades espalhadas por Paris! Vale lembrar que é uma rede que oferece diversas comidas saudáveis, como sopas, sanduíches em baguettes e saladas, feitas com ingredientes orgânicos a preços amigos. O meu sanduíche preferido é o de atum com pepino, seguido de perto pelo de prosciutto com mozzarella e o de caprese. O café deles também é uma delícia, e vocês já sabem que eu sou fã da água de côco (em euros, custa 3,75€).

Dicas de restaurantes em Buenos Aires

Quando estávamos de férias no Brasil em maio, aproveitamos um final de semana para irmos até a Argentina e reencontrarmos nossos amigos queridos que estão morando por lá. Em cerca de 72h na capital porteña, comemos em alguns lugares deliciosos!

  • Negroni

Fomos jantar na unidade da Recoleta (La Recova) deste bistrô bar muito agradável, que tem um ambiente bem descolado e atendimento muito bom. Eu optei por provar algumas opções do cardápio de sushis. Eles tem um cardápio de drinks bem interessante.

  • La Cabrera by Gastón Rivera

Se tem uma coisa da qual sentimos falta na Armênia é de bons cortes de carne preparados com perfeição. Logo, não poderíamos perder a oportunidade de comer uma boa parilla, e não poderíamos ter ido num restaurante mais gostoso do que o La Cabrera. São duas unidades em Palermo, que estavam lotadas. Era sábado, não fizemos reserva, e esperamos um bom tempo pela mesa. Depois, a comida demorou um pouco, mas valeu cada segundo da espera quando comemos os cortes de carne perfeitos.

  • Empanadas Don Antonio

Um lugarzinho minúsculo na Recoleta que faz empanadas deliciosas e fresquinhas. Provamos de diversos sabores, mas a de queijo estava mais do que especial.

  • Osaka Palermo

Eu sou fã confessa do Osaka, e não podia perder a oportunidade de visitar uma das unidades porteñas. Almoçamos por lá e eu provei um trio de ceviches que estava divino. Todos os pratos da nossa mesa tinham uma apresentação impecável, e eu fiz questão de fotografar alguns pra mostrar pra vocês. Cada um garantiu que seu prato estava melhor do que o do outro!

  • Rapanui

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O café Rapanui é um lugar perfeito para comer alfajores acompanhado de um bom café. Num ambiente super gracinha, eles tem uma excelente variedade de alfajores, e a minha vontade era provar um de cada. Eles também servem sorvetes artesanais, que eu não provei porque estava frio e eu não gosto de dar sopa pro azar!

Se você for pra Buenos Aires e seguir alguma dessas dicas, depois me conta!

Restaurantes em Dubai

Este post gastronômico provavelmente será o mais caro da história deste blog. Comer em Dubai não é coisa barata, muito menos se a escolha for por um “circuito alcoólico”. Eu explico: os Emirados Árabes criaram uma lei especial que autoriza os hotéis (e restaurantes de hotéis) a venderem bebidas alcoólicas. O esquema funciona: se você quer fazer uma refeição com bons drinks, você pode ir a um restaurante dentro de um dos muitos hotéis da cidade, e pagar caro por eles.

Nessa viagem, estávamos acompanhados dos nossos amigos que moram no Irã, e que simplesmente não tem a opção de ir a um restaurante e pedir um vinho ou uma cerveja para acompanhar a refeição. Naturalmente, eles quiseram aproveitar a oportunidade, e nós, bons amigos que somos, entramos no “circuito alcoólico” com eles, e chegamos a pagar (felizes) o equivalente a uns 50 reais em uma única cerveja, só pra dar um exemplo.

Em Dubai, come-se muito bem. São muitos restaurantes excelentes pela cidade, alguns estrelados, e comida de todo o mundo, para todos os gostos. Aqui está a listinha dos restaurantes (e bares) que nós conhecemos na nossa passagem por lá.

  • Claw BBQ

O Claw BBQ de Dubai fica no Souk Al Bahar, que é um centro de compras e entretenimento junto à Dubai Fountain, coladinho no Dubai Mall. A proposta do Claw é bem descontraída, e nós pedimos alguns aperitivos pra dividir como almoço: asinhas de frango, batatas fritas, nachos e tirinhas de frango frito. A licença para vender álcool no Claw vem do Hotel Palace Downtown, que fica no complexo do Souk Al Bahar.

  • 800º Degrees

A pizzaria 800º Degrees é uma rede mundial comandada pelo Chef Anthony Carron e que tem algumas filiais em Dubai, e é recomendada como a melhor pizza da cidade. Nós fomos na filial da Dubai Marina, e provamos as pizzas margherita, sausage & peppers (com salsicha de carne), e buffalina. O preço médio da pizza grande é de 55 AED (cerca de R$51). As pizzas deles são realmente MUITO boas, e esse foi um dos poucos restaurantes não-alcóolicos a que fomos.

  • ICON Bar & Lounge

O Icon é um dos bares do hotel onde nos hospedamos, o Radisson Blu Media City. Nós tomamos bons drinks por lá, acompanhados de salsichas de porco (41 AED). Foi lá que descobrimos que alguns restaurantes e bares de hotéis tem as opções de pratos feitos com carnes de porco.

  • Roberto’s

O Roberto’s é um dos restaurantes italianos melhores avaliados de Dubai, e foi o escolhido para a nossa “ceia” de Natal. Digo entre aspas porque nós chegamos no restaurante antes das 21h, com uma fome danada de quem tinha passado o dia brincando no Aquaventure. O Roberto’s fica no Gate Village, que tem um Four Seasons no complexo – logo, tem licença para vender bebidas alcoólicas. Como era véspera de Natal, eles tinham um menu fechado de harmonização de vinhos com entrada, prato principal e sobremesa, que custou, se não me falha a memória, 550 AED (sim, algo em torno de R$510) por pessoa. Valeu cada centavo.

  • Besh (Turkish Restaurant)

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A culinária turca é celebrada em toda a sua glória no restaurante Besh, que fica no Hotel Sheraton Mall of the Emirates. Foi o nosso jantar do dia 25 de dezembro, e nós pedimos um manti (26 AED, na foto) pra cada um, que é um tipo de sopa muito gostoso (e que a gente sempre come num dos nossos restaurantes preferidos de Yerevan), e dividimos humus (22 AED) e 2 porções de içli köfte (que é o famoso kibe, por 26 AED cada porção).

  • Certo

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O Certo é um dos restaurantes do Radisson Blu Media City, que oferece pratos da culinária italiana elaborados pelo Chef Antonio Bitetto. Nós jantamos lá 2 vezes, então provamos alguns dos pratos do cardápio: burrata di andria (80 AED), carpaccio di carne (75 AED), caprese classica (65 AED), gnocchi alla sorrentina (80 AED), risotto parmigiano (80 AED), e a sobremesa millefoglie classica gianduja (45 AED).

  • Fogueira

Expatriado faz o que quando viaja? Isso mesmo, procura restaurante brasileiro. E se tiver churrascaria então, aí é que a gente faz a festa. A churrascaria Fogueira fica no 35º andar do Ramada Plaza JBR e tem um rodízio de carnes espetacular, com direito à farofa, feijão, angu frito polenta, pão de queijo, brigadeiro, pudim, e todas essas coisas maravilhosas da culinária brasileira. Tomei Guaraná Antártica e Caipirinha juntos, porque minha saudade impede que eu tenha qualquer critério ou maturidade. Esse jantar também não saiu nada barato, mas a gente pagou algo cerca de 500 AED por pessoa (bebidas incluídas) muito felizes da vida. Eles tem uma opção de rodízio sem bebidas incluídas, que custava algo em torno de 350 AED.

  • Barasti Beach Bar

O Barasti Beach Bar é um clube de praia que fica no hotel Le Meridien JBR. Nós fomos almoçar lá, e eu aproveitei o sol e o calor pra comer uma salada deliciosa com atum selado. Eles estavam com uma promoção de 2 bebidas pelo preço de 1, mas eles cometiam o erro imperdoável de servir as 2 bebidas ao mesmo tempo, que acabavam esquentando se não fôssemos rápidos o suficiente pra beber. Devo confessar que o serviço lá deixou um pouco a desejar.

  • Yo! Sushi

Já falei dessa cadeia de sushis no post com dicas de onde comer em Londres, e nós fomos na filial do Dubai Marina Mall antes de irmos ao cinema (sim, a gente vai ao cinema quando tá viajando porque aqui na Armênia nunca se sabe o que vai passar em inglês).

Onde comer em Dublin?

Nossa passagem por Dublin foi muito divertida, e nós descobrimos alguns bons cantinhos para comer pela cidade, que vou dividir com vocês agora!

  • Flanagan’s

Em plena O’Connell Street, que é uma das principais ruas da cidade, o Flanagan’s é um restaurante muito tradicional de Dublin, comandado pela mesma família desde 1980. O ambiente do restaurante é mesmo de família, acolhedor e com uma comida deliciosa. Nós pedimos o pão de alho (garlic bread, €4,95), as asinhas de frango picantes da casa (flanagan’s chicken wings, €13,95) e meia costela de porco (baby back ribs half sheet, €6,50) no molho barbecue caseiro, com cerveja pra acompanhar, é claro. A decoração Art Déco merece a atenção.

  • Arthur’s Bar (Guinness Storehouse)

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Acho que vale a pena aqui deixar registrada a qualidade da comida do Arthur’s Bar, que fica na Guinness Storehouse. Como vocês já sabem, a Guinness Storehouse foi praticamente a nossa primeira parada em Dublin, e nós adoramos a experiência. Eu pedi o cachorro quente com linguiça artesanal, que estava de comer rezando de tão bom. O marido provou o guizado irlandês que, segundo ele, era espetacular.

  • Smokin Bones

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No coração de Temple Bar, está o Smokin Bones, com seus molhos artesanais e costelas cozidas lentamente. Nós dividimos um two meat combo (€14,95), que dá a opção ao cliente de escolher 2 carnes e 2 acompanhamentos. Nós escolhemos a costela defumada por 4h (baby back ribs) com asinhas de frango (chipotle wings), acompanhados de milho preparado com manteiga e sal (corn on cob) e batatas fritas caseiras (skin on fries). Estava divino.

  • Fujiyama

Subindo uma escadinha na O’Connell Street, está o Fujiyama, uma das boas surpresas de Dublin, já que passamos algumas vezes por ele e não estávamos botando muita fé, até que resolvemos subir e fomos agraciados com comida japonesa da melhor qualidade, preparada com cuidado e peixe fresco. Pra começar, nós pedimos a gyoza tradicional (€6,90), que o marido ama e eu não sou muito fã, mas esta estava incrivelmente boa e talvez agora eu dê uma chance para as gyozas do mundo. Depois, pedimos rolls de atum (€8,00) e salmão (€8,00), e sushis também de salmão (€8,00) e atum (€8,00).

  • Hard Rock Café

O clássico dos clássicos que de vez em quando a gente visita nas nossas viagens. O Hard Rock Café de Dublin também fica em Temple Bar, mas, no momento, está fechado para obras, reabrindo no começo de maio de 2018. Ficamos numa mesa coladinha na memorabília dos Foo Fighters, então imagina a minha alegria! Nós pedimos o jumbo combo, que é mesmo enorme, e matamos a nossa fome com asinhas de frango, onion rings, tiras de frango frito, rolinhos primavera e bruschetta, servidos com molho honey mustard, hickory barbecue e blue cheese. O atendimento nos Hard Rocks do mundo costuma ser muito bom, e em Dublin não foi diferente.

 

Onde comer em Belfast?

Como vocês já sabem, Belfast foi a cidade que ganhou o nosso coração nas últimas férias! Nós adoramos Belfast e a Irlanda do Norte, e agora é hora de contar pra vocês sobre os lugares onde comemos por lá. Não são muitos, já que fizemos 2 day trips e acabamos comendo naqueles destinos, mas são 4 bons lugares que tem o selo Letícia de aprovação gastronômica!

  • Town Square

Nós gostamos tanto desse restaurante/café/bar que fomos 2 vezes! O Town Square fica na Botanic Avenue, uma das ruas que mais concentra bons restaurantes e bares da cidade, e nós demos a sorte de ficar num hotel ali pertinho – então não estranhem quando virem os 3 primeiros dos 4 restaurantes dessa listinha sejam nessa rua! O ambiente do Town Square é muito agradável, porque parece um pub mas tem um toque de modernidade, e essa estante de livros no meio do restaurante ganhou meu coração.  A seleção de cervejas deles é ótima: são sempre 8 rótulos disponíveis, mas que mudam a cada mês de acordo com a curadoria. Eu fui fiel e comi o mesmo prato nas 2 vezes em que paramos por lá: o hambúrguer de carne com onion rings acompanhado de batatas fritas (£8,50). Nem preciso dizer que amei e recomendo, né.

  • Sakura

Localizado também na Botanic Avenue, o Sakura é avaliado como um dos melhores restaurantes japoneses de Belfast. Nós comemos sashimi de atum (£6,80) e salmão (£5,80), sushis de salmão (£3,50) e atum (£3,80), e alguns rolls (preços variam entre £2,50 e £6,80). O atendimento não foi uma maravilha, mas a qualidade dos peixes é excelente.

  • Scalini

Também fomos 2 vezes a este excelente restaurante italiano, que também fica na Botanic Avenue. O Scalini é ENORME e, nas 2 vezes em que lá estivemos, estava lotado. No nosso primeiro jantar por lá, tínhamos chegado da nossa day trip temática de Game of Thrones, já era tarde, eu estava cansada e meu estômago não estava pedindo nada com grande consistência, então pedi só a sopa do dia (£4,45). Já no dia em que voltamos, aproveitamos para provar uma das muitas pizzas disponíveis, feitas no forno à lenha. A nossa escolhida foi a campagnola (£10,65): tomate, queijo mozzarella, frango, bacon e milho. Estava boa DEMAIS e eu salivei aqui só de lembrar dessa pizza!

  • Tony Roma’s

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A rede mundial de restaurante Tony Roma’s tem uma filial em Belfast, na University Road, pertinho do Ulster Museum. Eu sou bem viciadinha em costelas de porco, então é claro que eu tinha que provar uma das famosas ribs dessa cadeia de restaurantes. Nós escolhemos dividir o prato fillet medallions and half rack baby backs (£24,99), um prato enorme com 2 medalhões de filé mignon e meia costela de porco, acompanhados de purê de batata e vegetais da época (que, naquele caso, eram os brócolis). Tudo estava MUITO bom e suculento!

DICA BÔNUS: PUB

  • The Points

Vocês realmente acharam que não ia ter uma dica de pub de Belfast por aqui? Claro que tem que ter! Localizado na Dublin Road, bem no coração do centro de Belfast, o The Points foi O PUB recomendado por TODOS os locais com quem conversamos. Lá, há música ao vivo todos os dias da semana com bandas irlandesas que vem de todo o país, e uma variedade de mais de 80 whiskeys e cervejas locais e internacionais. O ambiente é muito confortável e aconchegante, mas eles não servem comida – só o Irish stew (um dos pratos nacionais caseiros da Irlanda, o guisado irlandês é elaborado com carne de cabrito, batatas, couve branca, alho poró, cenoura e aipo), que pode acabar mais rápido do que a gente pensa (infelizmente, nós não conseguimos provar).

Onde comer em Edinburgh?

Ah, Edimburgo! Não tem como não lembrar com alegria dessa cidade que mora no meu coração! E, se Edimburgo mora no meu coração desde 2012, depois dessa última visita em dezembro do ano passado, posso dizer que mora no meu estômago também, pois conseguimos explorar alguns bons e ótimos restaurantes na nossa passagem por lá.

  • Vittoria 

Coladinho no The Elephant House, em plena George IV Bridge, o Vittoria on the Bridge tem um ambiente cool e family friendly, com um cardápio de culinária italiana descomplicada e clássica. Nós tínhamos chegado da nossa viagem de carro, saindo de Lanercost, e meu estômago faminto ficou muito feliz com o penne alla Milanese (£11,95) maravilhoso que eu comi. Há uma outra unidade do Vittoria em Edinburgh, o Vittoria on the Walk, que ocupa o mesmo lugar desde 1970.

  • Café Andaluz 

Outra rede de restaurantes que merece a sua atenção! Nós fomos na unidade de Glasgow no dia da nossa day trip pra lá, mas há uma unidade também em Edinburgh, pertinho do Vittoria on the Bridge. O Café Andaluz celebra a culinária ibérica em toda a sua glória, e as tapas são de comer rezando de tão boas. De segunda a sexta feira, entre 11h30 e 15h, pode-se escolher quaisquer 3 tapas por £13,95 (por pessoa). O ambiente é muito agradável, e o serviço foi ótimo. Nós comemos 4 tapas: croquetas de jamón y queso, albóndigas, pollo marinado, e vieiras con serrano. Tudo estava absurdamente delicioso, e eu recomendo fortemente esse restaurante.

  • Boteco do Brasil

Meu estômago expatriado quase surtou de felicidade quando descobrimos que, bem pertinho do nosso hotel, tinha um restaurante brasileiro (47 Lothian Street)! Guaraná Antártica, pão de queijo (£4,95), frango à passarinho (£4,95), linguiça com aipim (£4,95), coxinha (£4,95)… nós nos deleitamos num verdadeiro banquete! Além da unidade de Edimburgo, o Boteco do Brasil também tem uma unidade em Glasgow para os estômagos famintos de Brasil.

  • Kyloe Steak Restaurant & Grill

O restaurante escolhido para o meu almoço de aniversário! Kyloe foi o primeiro restaurante gourmet de carnes de Edimburgo. “Kyloe” é uma palavra escocesa antiga para o gado das Highlands, e foi escolhido para dar nome ao restaurante para representar a força e versatilidade dos produtos bovinos da Escócia. O restaurante fica no The Rutland Hotel, no West End de Edinburgh, com uma vista linda para o Castelo de Edimburgo. Os menus do restaurante foram elaborados pelo premiado Chef John Rutter. Nós escolhemos o Steak Sharing Option (£35,00) com 300g de filé mignon, servido com molho de whisky e pimenta, batatas fritas, ervilhas e salada, e estava uma delícia.

  • Cucina

Fomos jantar no Cucina no dia do meu aniversário. Esse restaurante fica no Radisson Collection Hotel da Royal Mile (antigo Hotel Missoni), comandado pelo premiado Chef Andrew McQueen. A experiência culinária proposta pelo Cucina é de pratos modernos e estilosos, executados com perfeição, combinando os sabores italianos aos ingredientes frescos sazonais. Neste charmoso restaurante, pedi o risotto alla zucca, beignet alla salvia e formaggio di capra di St Maure (£9,95), que estava muito gostoso.

  • Contini

O Contini é um dos restaurantes mais disputados de Edinburgh. Localizado no número 103 da George Street, esse restaurante faz uma releitura da cozinha tradicional italiana de uma maneira contemporânea num ambiente lindo. Pedimos arancini (£6,50) e burrata (£8) como entradas para dividir, e depois cada um comeu seu ravioli de espinafre e ricotta com molho amanteigado de tomates (£8). Tudo estava espetacular.

  • Söderberg

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Sabe aquela pausa gostosa pra um cafézinho no meio da tarde? Söderberg é um ótimo lugar pra isso. Menos lotado do que qualquer Starbucks e com um ambiente super cool, a rede de padarias e cafés tem algumas unidades na cidade de Edinburgh. Eu tomei um cafézinho com uma chokladboll, um pseudobrigadeiro coberto de flocos de côco que vale cada caloria.

  • Nanyang Malaysian Cuisine

Você já pensou em provar a culinária da Malásia? Não? Então não sabe o que está perdendo! O excelente Nanyang tem um ambiente muito agradável, propício para apresentar o melhor da culinária da Malásia, que tem fortes influências da região e da sua população diversa: as culturas malai, chinesa, indiana, thailandesa, javanesa e sumatran são as principais influências dessa culinária. Nós provamos a sopa wonton (£4,95) e o frango com legumes e molho Nanyang (£11,95). Tudo estava delicioso e as porções são generosas.

  • Wagamama

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A famosa rede, que tem filiais em todo o Reino Unido, tem cada prato melhor do que o outro. Naquele dia, eu escolhi o wagamama ramen, que combina frango grelhado, carne de porco, chikuwa, camarões e mexilhões num caldo de galinha com dashi e miso, além de meio ovo cozido, menma, wakame, cebolas e brotos de ervilha. Estava bom demais!

Onde comer em Liverpool?

Liverpool foi uma das cidades que mais amei conhecer no ano passado! Não foram poucos os posts sobre a cidade dos Beatles que oferece muito mais do que apenas as histórias dos 4 rapazes. Agora chegou a hora de contar pra vocês sobre os lugares onde comemos por lá!

  • Turtle Bay Caribbean Social

Num ambiente que teletransporta a gente para a Jamaica, o Turtle Bay Caribbean Social da Victoria St tem um cardápio recheado de delícias. Essa também é uma rede de restaurantes com diversas unidades espalhadas pela Inglaterra. Vale a pena prestar atenção na promoção de cutters (3 por £14 ou 4 por £18), que são pratos inspirados pela culinária dos vendedores de quiosques de praia e de rua das ilhas do Caribe, ideais para serem divididos.

  • Revolution 

Um bar delicioso, que também faz parte de uma uma rede cheia de unidades espalhadas pelo Reino Unido: só em Liverpool são 4 unidades, e nós fomos conhecer a que fica no Cavern Quarter (2 Temple Court). A comida é muito boa, e o serviço é bom, com uma equipe atenciosa e rápida. Nós pedimos o Street Food Crate (mini hambúrgueres, frango frito, pizza de pepperoni, batata frita e molhos) pra dividir, e tudo estava muito gostoso. O ambiente é muito legal, com sofás aconchegantes e uma decoração interessante.

  • Revolución de Cuba

De revolution para revolución! Em Liverpool, o Revolución de Cuba fica no Albert Dock, e oferece uma comida excelente, embora o serviço tenha sido um pouco lento. Essa unidade restaurante, que também faz parte de uma rede, tem 2 andares e conta com um terraço junto ao dockside, que eu recomendo fortemente se não estiver um frio de rachar. No 2º andar, um bar de rum super exclusivo. De terça a domingo, pode-se pedir 3 tapas por £14.

  • Gusto

De todas as filiais de redes de restaurante que visitamos, acho que o Gusto era o mais chiquezinho de todos – embora os preços não fossem nada astronômicos. A unidade de Liverpool também fica no Albert Dock, com vista para a Tate Gallery. Nós pedimos o garlic pizza bread de tomate e manjericão (£5,75) de entrada, eu comi o garganelli arrabiata (£10,75) como prato principal, e ainda dividimos um calzone de nutella e mascarpone (£6,75) de sobremesa.

  • La Viña

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Talvez nós tenhamos feito um pedido errado, mas o La Viña foi o restaurante do qual menos gostamos em Liverpool (11-15 North John Street). O restaurante, que tem uma unidade em Liverpool e uma outra em Manchester, tem a proposta de enaltecer a comida ibérica. Nós pedimos o pan tumaca (£3,50), que é uma bruschetta na versão espanhola, e a tabla la viña (£15), mas fiquei bem frustrada porque achei que a tabla la viña teria uma quantidade maior de presuntos e queijos.

  • Las Iguanas 

Pra falar a verdade, nós fomos no Las Iguanas de Manchester! Mas, como vocês já sabem, fizemos uma day trip pra lá enquanto estávamos em Liverpool, e há uma filial do restaurante em Liverpool, então achei que faria sentido incluí-lo nesta lista aqui. A rede Las Iguanas também tem unidades espalhadas por todo o Reino Unido para celebrar a culinária latino-americana. É claro que nós pedimos pão de queijo (cheese dough balls, £3,25), que não sobreviveram nem pra foto! Também provamos os dadinhos de tapioca (£5,50), que estavam bem gostosos. O marido quis comer chili con carne (£11,95), enquanto eu fui de fajitas com camarões (£16,75). De sobremesa, churros (£4,95 a porção com 3) com doce de leite. A decoração do restaurante é uma atração a parte, recriando paisagens famosas do Rio, Buenos Aires e Ciudad de México.

  • Etsu

A melhor surpresa de Liverpool, e também a nossa grande sorte: o restaurante oriental Etsu que reproduz pratos clássicos da cozinha japonesa. E digo grande sorte porque esse restaurante é pequenininho e vive cheio, e nós conseguimos a última mesa disponível sem termos feito reserva! Se você for passar por Liverpool e gostar de comida japonesa, eu recomendo fortemente esse restaurante e, principalmente, recomendo que faça reserva pra não correr o risco de ficar de fora! Nós pedimos sake maki (£3,95), tekka maki (£4,25), maguro nigiri (£3,85), sake nigiri (£3,65), suzuki nigiri (£3,55) e unagi nigiri (£3,75).

  • Bill’s

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Outra rede de restaurantes que merece a atenção. Eu já tinha tomado um café em uma das filiais do Bill’s em Londres, mas deixei pra escrever sobre o restaurante nesse post porque foi em Liverpool que provamos a comida. Localizado no ONE, o menu recheado de delícias é servido num ambiente muito aconchegante e descontraído. Eu pedi o Bill’s Hamburguer (£10,95), que vem com um “molho secreto” bem delicioso, e adicionei queijo cheddar (+£1,35) e bacon (+£1,55). O marido comeu gnocchi bolognese (£10,95) que, segundo ele, estava muito bom. Destaque para o fato de que o restaurante usa as facas Tramontina!

Onde comer em Londres?

Os ingleses não são famosos pela sua culinária (ou talvez sejam famosos pela sua culinária pouco desenvolvida), mas há muitos lugares bons para se comer pelo Reino Unido, atendendo à todos os gostos e bolsos. Aqui, registrarei algumas das minhas dicas gastronômicas de Londres, sejam elas descobertas recentes ou lugares aos quais eu faço questão de voltar todas as vezes em que estou na cidade!

  • Jack’s

No meio de Chelsea, esse restaurante fica num imenso subsolo da Lots Road. O ambiente é muito legal, decorado com bandeiras e objetos antigos, mesas largas e cadeiras difertentes. O menu é amplo, pois permite combinar diferentes tipos de carnes, peixes e frangos a muitos acompanhamentos. Os preços dos pratos variam de acordo com as escolhas, mas ficam em torno de £20.

  • Comptoir Libanais

Essa rede de cantinas tem um cardápio amplo e muito apetitoso, recheado das delícias da culinária libanesa com preços que não vão deixar ninguém no vermelho. Kibe (£5,50), falafel (£4,75), baba ganoush (£5,50), fattets (£9,95)… são incontáveis as gostosuras para matar a fome.

  • Caffé Concerto

Entre uma comprinha e outra, um cantinho aconchegante para tomar um café na King’s Road. Eles tem uns doces incríveis, que a gente começa a comer com os olhos no momento em que entramos no café.

  • Manicômio

Na Duke of York Square, o Manicômio é um café, restaurante e bar com ambiente super agradável e charmoso. O menu fechado de almoço com entrada e prato principal custa £24,50, enquanto o menu que compreende entrada, prato principal e sobremesa custa £28,50. No menu do café, que tem um ambiente mais descontraído, opções para o café da manhã (servido até as 11h20), refeições rápidas (entre meio dia e 18h30), e deliciosas sobremesas para serem harmonizadas com os cafés.

  • Moo Cantina Argentina

Com 2 unidades em Londres (Bricklane e Pimlico), esse restaurante celebra a culinária argentina em toda a sua glória. Além das carnes com os cortes tradicionais, a Moo Cantina destaca alguns clássicos da comida de rua argentina, como os lomitos e as empanadas. Os pratos podem ser degustados acompanhados de vinhos argentinos ou de uma boa Quilmes. No cardápio de sobremesas, panqueca com dulce de leche. Nós jantamos na unidade de Pimlico, onde fomos muito bem atendidos.

  • Jamie’s Italian

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No coração de Covent Garden (um dos meus lugares preferidos de Londres), está uma das filiais do restaurante Jamie’s Italian. Quando fomos lá dessa vez, um menu especial de fim de ano estava disponível, e eu optei por provar o risotto de frutos do mar. Essa rede está sempre lotada (então é bom fazer reserva), mas a comida é muito gostosa e os preços são bem amigos: a maioria dos pratos custa menos de £20. De segunda à sexta, entre meio-dia e 19h, é possível degustar o set menu com entrada e prato principal por £12,95, ou entrada, prato principal e sobremesa por £17,95.

  • Prêt à Manger

Provavelmente a minha rede favorita de comidas rápidas! Em Londres, é fácil encontrar um Prêt à Manger a cada esquina, obedecendo ao conceito de “pronto pra comer” (que é, literalmente, o nome da rede). Essa rede oferece uma gama de comidas saudáveis, como sopas, sanduíches em baguettes e saladas, feitas com ingredientes orgânicos. O meu sanduíche preferido é o de atum com pepino, seguido de perto pelo de prosciutto com mozzarella e o de caprese. O café deles também é uma delícia. Mas o que eu mais amo do Prêt à Manger é a água de côco (£3): é a única água de côco engarrafada de toda a Europa que tem gosto de água de côco de verdade!

  • Rosso Pomodoro

Falou em pizza napolitana, eu tô dentro. Eu amo a massa mais grossinha das pizzas napolitanas, e a rede Rosso Pomodoro prepara suas pizzas com perfeição. Há algumas unidades em Londres, mas é claro que a minha preferida é a de Covent Garden (eu já falei que amo esse bairro? Pois é). As pizzas custam entre £7 e £15, e eles tem até opções sem glútem. As bruschettas também são deliciosas.

  • Yo! Sushi

Essa é outra rede com muitas unidades espalhadas não só por Londres mas também por outras cidades da Europa e da Ásia, onde sempre poderemos encontrar comida japonesa fresca e de boa qualidade. Os preços também variam entre £7 e £15.

  • Jamie Oliver’s Union Jack
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o dia em que eu vi Jamie Oliver no Jamie’s Union Jack

Advinha onde fica esse restaurante? Isso mesmo, Covent Garden! O Jamie Oliver’s Union Jack fica dentro do Covent Garden Market, e a proposta é diferente da rede Jamie’s Italian, embora os preços sejam parecidos. Neste restaurante descontraído, bons hambúrgueres e pizzas podem ser apreciados.

  • Bella Italia

Mais uma rede italiana que vale a atenção pela boa culinária e pelos bons preços. Há muitas unidades espalhadas pela cidade.

  • Prezzo

Do mesmo modo que Bella Italia e Rosso Pomodoro, a rede Prezzo tem ótimos preços e pratos muito bem servidos e saborosos nas suas unidades espalhadas por Londres.

  • Lots Road Pub

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Se não tivesse um pub nessa lista, não seria a minha lista. Eu amo pubs e pub food, que costumam ser sempre bem feitas e não custam os olhos da cara. Falem o que quiser, eu acho fish & chips uma das coisas mais deliciosas que já inventaram! O pub da Lots Road, que fica em Chelsea, tem um cardápio cheio de delícias pra serem servidas num ambiente agradável e com ótimo serviço.

Gyumri: restaurante Cherkezi Dzor

No dia 13 de janeiro, fomos conhecer a cidade de Gyumri, que é a 2ª maior cidade da Armênia e fica a cerca de 130km do centro de Yerevan. A viagem entre as duas cidades leva cerca de 2h30. E, se em Yerevan apenas começou a nevar, Gyumri já está bem mais branquinha!

Depois de visitarmos o centro da cidade e conhecermos a linda catedral, fomos para o restaurante Cherkezi Dzor, que é uma fazenda de peixes onde podemos escolher na hora qual peixe comeremos!

Na hora em que escolhemos o peixe, um dos funcionários do restaurante pesca o eleito, pesa e leva pra cozinha. Pouco tempo depois, o peixe chega lindíssimo e inteiro à mesa, para nosso deleite em uma refeição maravilhosa. Como acompanhamento, escolhemos batatas típicas, arroz pilaf de cogumelos, picles, iogurte (matsoun) e muito pão fresco. De sobremesa, comemos gatah acompanhada de café armênio.

Em Gyumri, a neve já deixou a paisagem bem branquinha!

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Na volta para Yerevan, paramos na estrada pra registrar a paisagem bem branquinha da região montanhosa da Armênia.

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Ano passado, Yerevan estava coberta de neve nesta época mas, neste inverno, o frio está menos intenso e a neve também. Se no inverno do ano passado as temperaturas chegaram a -20ºC, este inverno tem sido bem mais ameno, com as mínimas em torno de -4ºC. Só ontem é que tivemos um pouco mais de neve na cidade, que acabou derretendo ao longo do dia!

Mais restaurantes de Ierevan!

Tem bastante tempo que não rola um post gastronômico de Ierevan por aqui, né? O último post sobre nossas descobertas gastronômicas da cidade foi em maio!! Acontece que, depois de 9 meses(!) morando por aqui, nós já elegemos os nossos favoritos e acaba rolando uma preguicinha de visitar lugares novos (#sinceridades).

Mas, quando conseguimos vencer essa preguiça, sair da zona de conforto e explorar cafés e restaurantes que ainda não tínhamos visitado, somos constantemente surpreendidos!

  • Avenue by L’Orange

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Nós descobrimos esse restaurante ainda em maio, e ele rapidamente se tornou um dos nossos favoritos – principalmente pra comida japonesa! Com 2 andares bem espaçosos no ambiente interno, nós aproveitamos bastante a varanda na primavera e no verão – e também na nossa última visita semana passada. Agora que esfriou (hoje os termômetros chegaram a marcar -1ºC!!), certamente desfrutaremos das instalações internas do restaurante. No menu, uma diversidade de pratos como massas, carnes de porco, saladas, entre outros. Mas, como eu já falei, eu gosto mesmo é da comida japonesa de lá! Eles tem um sushi bar muito bom (principalmente pros padrões de Ierevan), e acho que o meu prato favorito são os rolls cobertos de caviar (esqueci de anotar o nome! Mas prometo fazer o update na próxima visita!). A comida japonesa sempre vem servida em cima do gelo seco, que não só ajuda a conservar a comida mas também dá um efeito muito bacana e eu sempre fico encantada hehehehehe

  • Rossini

O restaurante anexo ao Grand Hotel Yerevan, na praça Charles Aznavour, oferece um cardápio sucinto de delícias italianas. Mas, pra mim, o destaque ficou por conta do café expresso acompanhado de petit fours diversos. É um dos restaurantes mais chiques da cidade, portanto, não é tão baratinho quanto a média.

  • Tsirani Home Restaurant

Comida armênia da melhor qualidade num ambiente super aconchegante, que parece mesmo a casa da gente. A gente tentou umas 3 vezes ir nesse restaurante, e sempre tava lotado! Até que um belo dia conseguimos chegar bem cedo pro almoço, e ainda estava bem vazio, então finalmente conseguimos degustar alguns dos pratos servidos por eles! Felipe comeu o frango tabaka, que já é um dos nossos favoritos, e eu comi um churrasco de cordeiro acompanhado de batatas. Depois, pakhlava de sobremesa, pra fechar com chave de ouro!

  • Santa  Fé

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Eu fui 2 vezes ao Santa Fé nesse verão, e minha experiência por lá é meio duvidosa. Embora o ambiente seja dos mais agradáveis da cidade pro verão, minha mãe teve infecção alimentar ao comer o croque madame de lá. Nesse mesmo dia, eu comi o mil folhas, e estava espetacular. No outro dia em que voltei lá, fui com o Felipe e nossos amigos Ana e Ricardo que estavam nos visitando, e degustamos uma diversidade de queijos, com direito a Aperol Spritz. Isso aconteceu em 2 dias seguidos e minha mãe só começou a passar mal quando a gente já tinha voltado lá, e eu confesso que não voltei mais lá não. Pode ter sido só azar, mas sei lá.

  • Tiziano

Além do ambiente super fofo, o Tiziano tem uma parede toda decorada com macarons, o que já seria o suficiente pra ganhar o meu amor. Como se não bastasse, ainda tem o melhor risoto que já comi aqui em Ierevan, e um frango à parmigiana que mais parece uma torre de suculência. Eles servem o café expresso da maneira correta: acompanhado de copinho de água e mini cookie. Foi outra descoberta recente mas que já visitamos mais de uma vez, e que já entrou pra lista dos favoritos.

  • Cheesy Café

Um restaurante especializado em queijos, com um ambiente super fofo. No cardápio, bolinhas de queijo. Sim, bolinhas de queijo!! Claro que não são exatamente iguais às bolinhas de queijo brasileiras, e também não acho que se propusessem a ser, mas são deliciosas e serviram pra matar bem a saudade dessa delícia da nossa pátria amada. Nós repetimos a dose poucos dias depois na hora do almoço e eu comi um tagliatelle com queijo brie e bacon que também tava muito bom.

  • Mané Restaurant

Não, vocês não leram errado: o nome desse restaurante é mesmo Mané! Esse restaurante fica bem pertinho aqui de casa e eu honestamente não sei porquê demoramos tanto pra ir conhecê-lo. Pedi o estrogonofe, e estava um espetáculo. Certamente vai entrar pra lista dos “restaurantes da preguiça” – aqueles que ficam bem pertinho de casa, e acabam sendo os mais frequentados!

Restaurantes em Moscou

Se alguém me dissesse um dia que eu já teria ido passear em Moscou 4 vezes em 4 meses, eu jamais acreditaria. Tenho mesmo é que dar graças a Deus por estas oportunidades que já aconteceram na minha vida, e por ser relativamente fácil ir daqui de Ierevan pra capital da Rússia!

Com isso, temos podido experimentar diferentes restaurantes em Moscou, e, se eu já contei sobre alguns deles no post sobre nossa primeira ida pra essa cidade incrível, resolvi reunir em um único post todas estas experiências que tivemos! E, de cara, já registro uma informação importante: é bem mais caro comer na Rússia do que na Armênia!

  • Dr Jivago (Dr. Живаго)

A localização desse restaurante é incrível, em frente ao Kremlin. O restaurante funciona 24h e, segundo informações colhidas, vive lotado. No dia em que fomos, chegamos depois da meia noite e ainda assim tivemos que esperar alguns minutos por alguma mesa. O menu tem versão em inglês, e foi a refeição mais cara que já fizemos em Moscou. No cardápio, delícias típicas, com direito à pasta de beterraba.

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Como chegar: estação de metrô Ploshchad Revoliutsii (Площадь Революции) para linha 3, ou Teatralhnaia (Театральная) para linha 2. A estação Tverskaya (Тверская) também fica ali por perto, pra quem usa a linha 2.

  • Uilliam’s

Esse restaurante tem um ambiente muito bacana, localizado na rua Malaya Bronnaya. O menu tem várias opções para os diferentes horários do dia, e o brunch que tomamos lá ainda é uma das minhas refeições favoritas de Moscou.

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Como chegar: As estações de metrô mais próximas são Tverskaya (Тверская) pra quem usa a linha 2, e Pushkinskaya (Пушкинская) pra quem usa a linha 7. De qualquer uma destas estações até o Uilliam’s, uma caminhadinha de uns 10 minutos.

  • Le Pain Quotidien (Хлеб Насущный)

A famosa rede francesa também tem várias filiais na capital russa. A padaria tem pães deliciosos, e eu também recomendo fortemente tomar café da manhã/brunch por lá, já que os pratos são muito saborosos.

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Como chegar: são muitas filiais! Certamente haverá uma perto de você.

  • Stolovaya 57 (Столовая 57)

Pra mim, é o clássico dos clássicos de Moscou. Fica no 3º andar da GUM (ГУМ), e é uma opção muito boa para quem quer uma farta refeição a preço justo em plena Praça Vermelha. Não tem uma vez que eu vá a Moscou e não vá lá!

Como chegar: estação de metrô Ploshchad Revoliutsii (Площадь Революции) para linha 3, ou Teatralhnaia (Театральная) para linha 2. A estação Tverskaya (Тверская) também fica ali por perto, pra quem usa a linha 2.

  • Shokoladnitsa (шоколадница)

Esse também tem aqui em Ierevan, e muitos pontos em Moscou. É um bom café, com menu cheio de delícias, e também pratos salgados pra refeições rápidas. Eu amo o chá de limão, gengibre e mel deles!

Como chegar: são muitos os pontos desse café em Moscou! Quase que tem um a cada esquina!

  • Burguer Heroes/Bad Bro Bar

A rede Burguer Heroes também tem algumas filiais em Moscou, mas nós fomos na que fica dentro do Bad Bro Bar, que tem um ambiente que lembra um pub, onde a cerveja é bem servida. O menu do Burguer Heroes tem hambúrgueres gourmet saborosos, e os  seus nomes remetem a personagens famosos. Os hambúrgueres demoraram um pouco pra ficar prontos, e é preciso ficar atento ao número do pedido, já que o sistema de chamada dos pedidos não é muito eficiente.

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Como chegar: rua ul. Gruzinskiy Val, 28, Moskva, Rússia, 123056. Estação de metrô Belorusskaya (Белорусская) para linhas 2 e 5.

  • Kafé Merkato no Parque Gorky (Кафе Меркато Парк Горького)

Pense num ambiente delicioso, no meio do Parque Gorky, com música boa tocando ao fundo, uma focaccia deliciosa, e um Aperol Spritz bem feito: este é o Café Merkato. São dois ambientes, um interno e um externo e, como nós fomos na primavera, estava sol (porém fresquinho, não se enganem) e pudemos ficar no ambiente externo. Mas o ambiente interno me pareceu bastante agradável também.

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Como chegar: estação de metrô Park Kultury (Парк культуры) para linhas 1 e 5, ou Oktyabrskaya (Октябрьская) para linhas 5 e 6.

  • Бадамзар (Badamzar) Новый Арбат

Esse restaurante de comida uzbeque fica na Avenida Nova Arbat, onde também está localizada minha livraria favorita (Dom Knigi <3). Eu não estava botando muita fé na comida do Uzbequistão, mas fui positivamente surpreendida! No menu, uma entradinha de tomates com cebola deliciosa, e uma carne de cordeiro muito saborosa!

Como chegar: estação de metrô Arbatskaya (Арбатская) para linha 3, ou Biblioteka Imeni Lenina (Библиотека им. Ленина) para linha 1.

  • Волконский (Volkonskii) Новый Арбат

Sobremesas deliciosas num ambiente muito fofo! O serviço também é excelente. A Volkonskii também funciona como padaria, e fiquei sabendo que, à noite, eles dão descontos especiais no estoque do dia pra evitar o desperdício!

Como chegar: estação de metrô Arbatskaya (Арбатская) para linha 3, ou Biblioteka Imeni Lenina (Библиотека им. Ленина) para linha 1.

  • Razvedka (Разведка)

Esse restaurante tem um ambiente que me causou um pouco de desconforto, porque a decoração temática é toda ligada à espionagem, e as paredes são cobertas de armas, celulares antigos, etc. Os banheiros também entram na temática, e eu confesso que troquei de cabine quando vi que uma delas era totalmente decorada com câmeras de segurança! Me deu agonia hihihihi Falando em banheiros, eles são bem limpos. Mas a comida de lá é muito boa, e o serviço é bem justo. Eles também disponibilizam menu em inglês, e o preço é bem justo pra um restaurante/bar tão próximo da Praça Vermelha.

Como chegar: estação de metrô Ploshchad Revoliutsii (Площадь Революции) para linha 3, ou Teatralhnaia (Театральная) para linha 2.

  • Korio (Корё)

O glorioso restaurante Norte Coreano em Moscou tem um amplo cardápio cheio de quitutes típicos da Coréia do Norte. O ambiente também parece nos transportar diretamente para o país, decorado com peças típicas. Nas TVs, ficam passando filmes com apresentações musicais muito produzidas do país. Tudo o que provei estava muito gostoso, e o temperinho apimentado deles dá um toque especial a todos os pratos.

Como chegar: estação de metrô Ленинский проспект (Leninskyi Prospekt) para linha 6.

  • Burguer & Fries Miratorg (бургер и фраис Миратог)

Uma hamburgueria comandada pela maior produtora de frangos e carnes da Rússia, com menu simplificado e atendimento rápido. Nós descobrimos a Burguer & Fries Miratorg quase sem querer, quando estávamos com muita fome depois de termos chegado de Vienna em Moscou. A unidade em que fomos fica dentro de um mercado da Miratorg, o que facilita a vida de quem precisa comprar pequenos lanchinhos pra levar pro hotel.

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Como chegar: tem algumas unidades pela cidade, mas a que nós fomos é a da rua Mashi Poryvaevoy, acessível pela estação de metrô Krasnyie Vorota (Красные ворота) para linha 1.

  • Bosco Fresh & Bar na Praça Vermelha

Uma opção um pouquinho mais sofisticada para refeições na Praça Vermelha, mas ainda assim sem estourar o orçamento. Fui lá com meus pais em um dia bem quente de verão e estava tão cheio que não conseguimos mesa na área externa que fica, literalmente, na Praça Vermelha. Este Bosco fica no piso térreo da GUM (ГУМ), e o cardápio oferece opções saudáveis, como frango grelhado e saladas, e também várias massas. O serviço foi bem lento no dia em que estivemos lá – pedi gelo e tô esperando até hoje – mas não sei se era porque o restaurante estava bem cheio.

Como chegar: estação de metrô Ploshchad Revoliutsii (Площадь Революции) para linha 3, ou Teatralhnaia (Театральная) para linha 2.

  • Teremok (Теремок)

Fast food russo, com cardápio cheio de opções da culinária típica a preços módicos. Tem uma sopinha de frango com macarrão que é bem gostosinha e bem temperada. Eles também servem as tradicionais blínis (Блины), que são as panquecas recheadas russas.

Como chegar: tem várias espalhadas pela cidade!

  • Steak it easy Grill Bar Новый Арбат (Novyi Arbat)

Muito provavelmente o destaque da minha passagem por Moscou com meus pais (tô devendo esse post! Eu sei!), o Steak it easy da Novyi Arbat tem um cardápio ótimo, um ambiente maravilhoso, preço muito justo, e um atendimento sensacional (eles adaptaram todos os pratos pras nossas necessidades daquele dia), além da localização super conveniente (muito pertinho da minha Dom Knigi favorita). Recomendo fortemente a tortinha de chocolate com caramelo e flor de sal.

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Como chegar: estação de metrô Arbatskaya (Арбатская) para linha 3, ou Biblioteka Imeni Lenina (Библиотека им. Ленина) para linha 1.

Começou o outono em Ierevan!

Quem me segue no Instagram acompanhou minha ida ao Brasil, que foi super intensa e acabou interferindo no meu ritmo de postagens aqui no blog! Deus é testemunha da quantidade de posts que estão na pasta de rascunhos e que eu espero terminar de escrever/revisar/editar em breve pra publicar aqui!

Cheguei em Ierevan terça feira de noite, com as malas cheias de lembranças e muito amor brasileiro. Não deu pra ver todas as pessoas queridas, mas graças a Deus consegui encontrar grande parte dos meus familiares e alguns amigos, e até fiz novas amizades!

Por aqui, a mudança na paisagem já começou: o Ararat não tem mais nem um pouquinho de neve, e as árvores já estão mudando de cor!

E hoje fui almoçar na rua com o marido e pude constatar oficialmente que começou o outono em Ierevan! Fomos almoçar no La Piazza, que é um dos nossos restaurantes preferidos por aqui, e eu pedi o risotto clássico que eu adoro.

As temperaturas já não passam dos 20ºC, e já não dá pra ficar sem um casaquinho. Todo mundo já tá andando mais agasalhado, e até o restaurante já oferece mantinhas para aqueles que optam ficar nas mesinhas externas. Pelo menos as mesinhas externas ainda estão sendo ocupadas!!

Já que esfriou, declarei aberta a temporada de Cinnabon! Eu adoro Cinnabon, mas não consigo comer no calor. Acho que é uma coisa muito quente e muito gorda pros dias de verão, então eu tava sem comer Cinnabon há vários meses – acho que o último que comi foi em abril! Então hoje já parei por ali pra comer um clássico acompanhado de expresso duplo – afinal de contas, se é pra encarar o frio, que seja com bastante café e gordices maravilhosas! Seja bem vindo, outono! Que seja lindo!

São Petersburgo e as noites brancas

Conhecer a Rússia era sonho antigo, e hoje eu me sinto verdadeiramente abençoada por já ter podido ir a este país algumas vezes nos últimos meses. De Ierevan a Moscou, são apenas 2h30 de vôo, e os preços são bastante convidativos. São Petersburgo fica um pouquinho mais longe, então nós aproveitamos o finzinho destas férias pra ir conhecer esta cidade incrível.

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Se Moscou é a capital da revolução, São Petersburgo (ou “Peter”) definitivamente manteve-se como a capital do império em cada uma das suas ruas e construções. Chamada por muitos de “Veneza do Norte”, é verdadeiramente encantador andar pelas ruas e pontes de Peter, desbravando cada cantinho e encantando-se com tanta beleza.

Nós chegamos na estação de trem pouco antes do meio dia, então seguimos a pé até o restaurante Банщики (Banshiki), que ficava ali pertinho. Chovia, e mesmo assim nós chegamos lá em 7 minutos. Lá, degustamos algumas entradinhas muito saborosas, e comi o melhor frango à Kiev que já provei desde que chegamos ao Cáucaso.

Às 14h, nós nos dirigimos para o apartamento onde nos hospedaríamos, alugado por meio do AirBnB, como eu já contei aqui. Deixamos nossas malas lá em cima e saímos pra começar a conhecer a cidade. Como o apartamento era na rua Zhukovskogo, no  bairro Tsentralny, ele ficava bem próximo de algumas das principais atrações da cidade, então saímos caminhando por Peter sob uma chuva fininha. Ao contrário das outras cidades por onde tínhamos passado, fazia frio em São Petersburgo!

Nossa primeira parada foi para admirar a majestosa Catedral de Nossa Senhora de Cazã (Казанский кафедральный собо) na avenida Nevskiy (Невский). Nesta avenida também está a Paróquia Católica de Santa Catarina (Приход Святой Екатерины Римско-католической Церкви в Санкт-Петербурге). Atravessamos a ponte Fontanka (Река Фонтанка), famosa pelas estátuas de cavalos e seus respectivos cavaleiros. E aí começou a chover de novo, então aproveitamos pra tomar um café no Biblioteca.

A chuva teimou em permanecer, ora mais forte, ora mais fraca. Na avenida Nevskiy (Невский) também fica a maior Dom Knigi (Дом книги) da cidade, então fomos até ela e aproveitamos pra comprar alguns livros que queríamos. Quando a chuva deu uma trégua, tomamos o rumo do Bureau Burguer & Bar (Бюро бургеры и бар) pra jantarmos um bom hambúrguer acompanhado de bons drinks. E já começamos, naquele mesmo dia, a ter um gostinho do que são as noites brancas: o céu fica de uma cor inexplicável, e que nenhuma câmera conseguiu capturar.

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No dia seguinte, seguimos cedo rumo à Estação Finlândia (Станция Санкт-Петербург-Финля ндский)! Lá está o vagão no qual Lenin viajou em 1917, quando voltava do exílio.

De lá, seguimos andando para o navio Aurora, que é um museu desde 1956. O batismo do Aurora foi na batalha de Tsushima em maio de 1905; durante a Primeira Guerra Mundial, o Aurora fez parte do segundo esquadrão, atuando ativamente nas ações militares no Báltico; ao final de 1916, o navio foi ancorado em São Petersburgo (então Petrogrado) para reparações; em 1917, o Aurora participou das atividades revolucionárias de fevereiro e outubro; entre 1922-1923, o Aurora se tornou um dos primeiros navios de guerra do Báltico a servir como espaço para treinamento especializado. O ingresso para o Aurora custa 600 rublos.

Quando terminamos nossa visita ao Aurora, tomamos um táxi até a Fortaleza de Pedro e Paulo (Петропавловская крепость) para almoçarmos no excelente Koryushka(Корюшка), certamente uma das melhores refeições das nossas férias. Almoçamos com calma, e saímos de lá caminhando pelas pontes que atravessam os belíssimos canais da cidade, passando pelo Jardim de Verão (Летний сад), pelo Castelo Mikhailovsky(Михайловский замок) e pelo Museu Russo (Русский музей), até chegarmos ao Cavaleiro de Bronze (Медный всадник) que fica no Parque Aleksandrovsky Sad(Александровский сад).

Fizemos um lanchinho na Schastye (Счастье), e em seguida fui visitar a incrível Catedral de São Isaac (Исаакиевский собор), que é a maior igreja ortodoxa de São Petersburgo, e a quarta maior catedral do mundo. A Catedral abriga inúmeras obras de arte que encantam quem as vê, mas o que eu mais amei mesmo foi a escultura do Espírito Santo na doma da Catedral. O ingresso para a Catedral de S. Isaac custa 250 rublos. Ao sair de lá, seguimos para o nosso jantar no exótico restaurante vietnamita Pagoda Mot Kot (Пагода Мот Кот).

Na sexta feira, fomos cedo para o Cais do Palácio para tomarmos um barco em direção a Peterhof (Петергоф)! Chovia bastante, mas confiamos na previsão do tempo de que o sol apareceria, e compramos nossos bilhetes de barco. Enquanto esperávamos, fizemos um lanche no Fernando (Фернандо), que oferece cafés, sanduíches, nuggets, etc, pois nosso barco só sairia 11h30 e o tempo de viagem é de cerca de 40min. O Palácio de Peterhof é tombado pela UNESCO como patrimônio mundial, e eu não consigo nem começar a dizer qual foi a nossa frustração por não conseguir tickets para entrar no Palácio. Aproveitamos, então, para passear nos jardins belíssimos que circundam o enorme Palácio, apreciar a Grande Cascata e a Fonte Sansão, e almoçamos no Standart (Штандарт), a stalovaya (o bandejão estilo soviético) de Peterhof. Depois de almoçarmos, caminhamos um pouco mais pelos jardins, com suas majestosas fontes, e ficamos verdadeiramente encantados. O dia estava lindo, parecia coisa de cinema!

Ao voltarmos para São Petersburgo, fomos até a Catedral do Sangue Derramado, mas já estava fechada para visitação. Caminhamos calmamente então até a rua Malaya Morskaya, desviando das multidões que se acumulavam para comemorar a formatura dos jovens naquela que seria a noite mais curta do ano. A tradicional festa das Velas Escarlates, que começou a ser celebrada em 1969, quando 25 mil graduandos saíram nas ruas para celebrar, e foi a primeira vez que um veleiro com velas cor escarlate passou pelo Rio Neva. Esta festa celebra os graduandos, desejando a eles boa viagem para a vida adulta e para a materialização das suas ambições. Paramos para um chá no Gosti (Гости) e antes do nosso jantar no Gogol (Гоголь), um restaurante tradicional que oferece uma experiência gastronômica de comida russa.

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Quando saímos do Gogol, já era bem tarde, e as ruas não só estavam abarrotadas de gente como também o céu estava com cores como jamais tinha visto na minha vida. A festa das velas escarlates estava apenas começando, já que as comemorações tem início no fim da tarde e se espalham por São Petersburgo por toda a noite: a Nevskiy Prospekt é fechada para que os pedestres possam andar livremente por ela, há um baile de formatura na Praça do Palácio exclusivo para os graduandos, e, ao mesmo tempo, concertos abertos ao público acontecem na Ilha de Vasilievsky. Depois da 1 da manhã, começa o show de águas, luzes e pirotecnia no Neva, se espalhando da ponte Troitskiy até a ponte Dvortsoviy,  num percurso de cerca de 2km, e é aí que o veleiro com velas escarlates aparece e flutua pelo rio Neva.

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Nosso sábado seria bastante especial em São Petersburgo, começando pela visita à Catedral do Sangue Derramado – ou Igreja da Ressurreição do Salvador sobre o Sangue Derramado – (Спас на Крови), que fica na margem do canal Griboedov. Construída onde o Czar Alexandre II foi assassinado em 1881, a igreja hoje é um museu estatal, e o ingresso custa 250 rublos.

De lá, fomos, finalmente, para o Museu Hermitage (Эрмитаж)! Já estávamos com nossos ingressos comprados pela internet, o que teria economizado nosso tempo se não fosse um pouquinho de desorganização do Museu para a entrada: como o Palácio é imenso, não é muito claro qual entrada se pode usar, e nem mesmo os funcionários externos sabem explicar direito pra onde temos que ir (e olha que nós estávamos com o Rodrigo, que já foi ao Эрмитаж incontáveis vezes!).

O Hermitage é IMENSO. Eu acho que precisaria de umas três vidas inteiras pra poder explorar cada cantinho e observar cada obra exposta. São 7 prédios: o Palácio de Menshikov, o prédio do General Staff, o Great Old Hermitage, o Teatro Hermitage, o Novo Hermitage, o Pequeno Hermitage, e o Palácio de Inverno. Como nós só tínhamos uma manhã e o comecinho da tarde, optamos por fazer uma visita rápida, caminhando ligeiramente e parando pra olhar só o que realmente nos interessava, e priorizando as salas do Palácio de Inverno, a residência oficial dos monarcas russos e que, por um pequeno período depois da revolução de fevereiro de 1971, foi a sede do governo provisório russo, liderado por Alexandre Kerensky. No mesmo ano de 1971, o Palácio de Inverno foi tomado por soldados e marinheiros do Exército Vermelho, um dos momentos definitivos do nascimento do Estado Soviético. Também aproveitamos pra visitar com um pouquinho mais de calma o prédio do General Staff, que abriga obras de artistas como Matisse e Picasso.

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Saímos do Hermitage e fomos almoçar no Curry House, um dos bons indianos da cidade, e que fica pertinho do Teatro Mariinski (Мариинский театр), onde mais tarde assistiríamos à ópera! Às 18h30 teve início o espetáculo “The Sicilian Vespers” no novo Teatro Mariinski, como parte do evento The Stars of the White Nights. A ópera durou mais de 3h, com dois intervalos, e, quando saímos do Mariinski, o céu ainda estava claro! Foi o final perfeito pras nossas férias.

São Petersburgo foi a cidade mais fria do nosso verão, e as temperaturas não passaram dos 16ºC nenhum dia, com um vento gelado que nos obrigava a ficar de casaco o dia todo, e até desejar ter levado uma calça térmica (sério, tava frio, especialmente considerando que era o solstício de verão). No domingo, fomos cedinho pro aeroporto de São Petersburgo, que fica um pouco afastado da cidade, para começarmos nossa jornada de volta pra Ierevan. Fato é que nossas férias foram incríveis!!

Novas descobertas culinárias em Ierevan

Acabei de me dar conta de que o último post sobre nossas comilanças aqui em Ierevan já tem mais de mês!

De lá pra cá, repetimos muitos dos nossos restaurantes favoritos – porque já deu pra eleger os favoritos – mas também fizemos novas descobertas. Algumas boas, outras ótimas, e algumas outras mais ou menos.

  • Mamoor

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Este restaurante, que fica na Abovyan, é muito charmoso e tem uma comidinha deliciosa. Descobrimos recentemente que a rua Abovyan é, historicamente, o reduto dos restaurantes boêmios e tradicionais da cidade. Nós experimentamos a costela de porco (eu sempre), e estava muito boa. Vem acompanhada por alguns tipos de purê de batata, o que dá um sabor especial ao prato. Mas o que eu mais gostei mesmo desse restaurante foi poder observar os cozinheiros em ação, já que a cozinha tem uma janela ampla de vidro para o restaurante.

  • Le Petit Paris

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Outro cantinho delicioso na Abovyan, tem um menu sucinto e saboroso. O dia que escolhemos para conhecer este restaurante estava chuvoso, meio melancólico, e nós nos sentamos junto à janela; ficou um cenário único! Fomos lá com o Léo, e nós 3 pedimos massa. Os pratos estavam bons, mas o destaque mesmo ficou por conta das sobremesas: nós ficamos perdidos sem saber o que pedir em meio à tantas opções! No final de contas, os eleitos foram lava cake (que, para nós brasileiros, é o famoso petit gateau), brownie, e bolo de nozes com morango.

  • Coffeeshop

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Este café tem talvez um dos serviços mais lentos que já testamos aqui em Ierevan, porém dispõe de diversas opções no cardápio que incluem Oreo na sua preparação. Consequentemente, a gente aguenta um pouquinho a lentidão e aproveita a delícia que é, por exemplo, o tiramisù de Oreo!

  • Bazaar

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Experimentamos este restaurante num dia de sol e calorzinho nessa primavera que chega lentamente em Ierevan: foi o primeiro dia que saí de mangas curtas pela cidade! Aproveitamos para nos sentar no sol e almoçamos deliciosas saladas.

  • Café Central

Um dos mais tradicionais cafés da Abovyan, tem um cardápio amplo e cheio de delícias. Nós resolvemos provar as carnes, e os pontos não vieram muito certos: Felipe pediu mal passado e veio ao ponto, e eu pedi ao ponto e veio bem passado. Mas ainda assim os pratos estavam muito saborosos, com molhos apimentadinhos, e bons acompanhamentos.

  • Dolmama

Finalmente fomos provar a comida do chamado melhor restaurante da cidade! Infelizmente, ficamos um pouquinho frustrados, mas acho que erramos mesmo na escolha dos pratos. O cardápio é um dos mais diferentes que vimos na cidade, e também o mais caro. Felipe pediu coelho e eu pedi frango: marido disse que o coelho estava muito bom, mas os acompanhamentos estavam um pouco sem tempero; eu gostei do molho que vem cobrindo o frango, mas achei o frango mesmo um pouco seco – talvez porque cortaram o peito muito grande. No meu prato, as romãs davam um gosto bem legal, mas achei que a alface e o tomate eram dispensáveis. Mesmo tendo ficado meio frustrados com nossos pedidos, já quero voltar pra testar algum outro prato e tentar tirar essa frustração do caminho!

  • Jazve Opera

A rede Jazve está espalhada por toda a cidade mas ainda não tínhamos testado! Os doces que pedimos estavam bons, mas achei o serviço bem ruim: não é só lento, como também desatento. Além disso, não aceitam cartão, o que pra mim é sempre ponto negativo. Mas a unidade em que fomos, que fica na praça da Ópera, tem ambiente agradável.

  • Anteb

Uma das melhores descobertas dos últimos tempos, este restaurante serve comida da “Armênia Ocidental” em largas e saborosas porções. De entrada, um pão diferente com um molhinho apimentado chamado Muhamara, e uma sopinha deliciosa chamada Mante. Como pratos principais, comemos churrasco de porco (pork barbecue) e kafta de carne (Adana Kebab). Bônus: a comida vem rápido.

  • August Cafeteria

Uma das opções próximas ao Cascade, com ambiente agradável e mesinhas na calçada. Eu pedi um bife bourguignon, e marido comeu risoto de frango. O prato do risoto é BEM grande, enquanto o bourguignon tem uma quantidade ok de comida. Ambos estavam bem saborosos, mas eu já sei que da próxima vez que formos lá vou querer comer um prato do risoto sozinha hihihi

  • Café La Bohème

Outro agradável café com mesinhas na varanda ao sol. Pedimos bruschettas de tomates e de parma para entrada, e estavam maravilhosas. Em seguida, comemos salada italiana e Gyumri, que são praticamente iguais: alface, tomate, queijo (parmesão na italiana e lori na Gyumri). A italiana vinha com parma, e a Gyumri com pastrami; o bônus da Gyumri era um molhinho apimentado. Estavam muito saborosas, mas eu colocaria um pouquinho menos de azeite pra temperar, porque as folhas ficaram meio oleosas demais.

Fiquei devendo fotos de alguns lugares a que fomos, e também alguns nomes de pratos, porém pretendo me retratar em breve destes esquecimentos. Infelizmente, entre uma descoberta e outra, aparece uma dorzinha de barriga que não me deixa esquecer que tirei a vesícula, e nos impede de explorar maiores novidades.