O que fazer em Belfast?

Além do Ulster Museum, dos tours de Game of Thrones e pela costa de Antrim, a Irlanda do Norte abriga inúmeras atividades interessantes e belíssimos lugares para visitar na sua capital Belfast. A cidade é muito gostosa de caminhar e, se ficar hospedado próximo ao centro, é muito fácil de conhecer tudo a pé.

Câmara Municipal de Belfast

A Câmara Municipal de Belfast (ou Belfast City Hall) é um prédio enorme e muito bonito localizado na Donegall Square, bem no centro da cidade, inaugurado em 1906 com uma arquitetura neobarroca. É possível visitar o interior do prédio com visitas guiadas gratuitas, o que possibilita a apreciação das artes públicas. Os tours levam cerca de 1 hora e é possível aprender um pouco mais da história da Câmara Municipal. Para participar desta visita guiada, é preciso chegar com 15 minutos de antecedência e todos os horários e informações podem ser encontrados aqui.

Entre novembro e dezembro, o mercado de Natal da cidade acontece justamente na praça Donegall, bem em frente ao Belfast City Hall, e as decorações natalinas deixam tudo ainda mais bonito.

Jardim Botânico de Belfast

Pertinho da Queen’s University Belfast, o Botanic Gardens abriga a casa das palmeiras, uma belíssima casa de vidro feita com ferro curvado e vidro, que data do período vitoriano. A construção foi idealizada pelo Sir Charles Lanyon, que também ajudou a desenhar partes do prédio da Queen’s University. A pedra de fundação foi colocada em 1839 e as duas alas terminaram de serem construídas em 1840 pelo mestre ferreiro Richard Turner. A doma foi adicionada em 1852.

O Jardim Botânico de Belfast foi fundado em 1828 pela Sociedade Botânica e Horticultura de Belfast (Belfast Botanic and Horticultural Society) para atender ao interesse público na natureza. O parque é muito popular entre os estudantes, turistas e habitantes da cidade, abrigando concertos, festivais e outros eventos.

Queen’s University Belfast

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Também pertinho do Jardim Botânico, a Universidade impressiona pelo belíssimo prédio Lanyon do seu campus histórico, que foi escolhido como um dos prédios universitários mais bonitos do mundo. Fundada em 1845, é a 9ª universidade mais antiga do Reino Unido. É possível fazer um tour no campus às segundas e sextas feiras, a partir das 13h, e demais informações podem ser encontradas aqui.

Museu do Titanic

A arquitetura do Titanic Museum é uma atração por si só. Este museu é a maior experiência para visitantes no mundo relacionada ao Titanic, que permite explorar sua história de um modo contemporâneo. São 9 galerias interativas, e é possível explorar o simbolismo do prédio icônico. Também é possível conhecer a última embarcação da White Star (o SS Nomadic) e descobrir todas as lendas sobre o Titanic na cidade onde tudo começou. O ingresso simples custa £18 e o ingresso White Star Premium Pass, que dá direito ao ingresso do Titanic Experience, a uma foto souvenir, ao Discovery Tour e acesso ao SS Nomadic custa £30. Demais informações podem ser encontradas aqui.

Mercado de São Jorge

O St George’s Market é uma das atrações mais antigas de Belfast. O prédio que abriga o mercado foi construído entre 1890 e 1896, e lá é possível encontrar produtos frescos às sextas, sábados e domingos. A entrada é gratuita.

Compras: Royal Ave, Donegall Pl, Chichester Street; Victoria Square

Belfast também é uma boa cidade para fazer compras, abrigando boas lojas nas ruas Royal Ave, Donegall Place, Chichester Street, e no shopping Victoria Square, um lugar bastante interessante que também tem um cinema (assistimos Jumanji por lá). As fotos acima são de artes de rua encontradas pela cidade.

Ulster Museum em Belfast

Coladinho no Jardim Botânico de Belfast, o Ulster Museum oferece um pouco de tudo pra quem ama arte e história, com curiosidade de descobrir mais sobre o mundo, seja adulto ou criança. As coleções expostas no Ulster Museum contam a história da Irlanda e também de outras partes do mundo, colocando os visitantes frente a frente com dinossauros e também com uma múmia do Egito, e também propiciando experiências interativas. A entrada é gratuita, e o museu fica aberto de terça a domingo, entre 10h e 17h. O Ulster Museum foi um dos museus que eu mais gostei de visitar na vida, e acho que, depois desse post, vocês vão entender o porquê.

Tapeçaria de Game of Thrones

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A Irlanda do Norte é a terra de Game of Thrones e ninguém tem dúvida disso – e eles assumem, com orgulho. Prova disso é a épica tapeçaria de 77 metros exposta no Ulster Museum, que conta a história das temporadas de 1 a 7 da série. De Winterfell às Iron Islands, todos os eventos, locações e histórias estão tecidas ali. A tapeçaria é realmente impressionante, e podemos recordar todos os momentos cruciais da série que levaram até o final épico da temporada 7.

Desenhada à mão, mas tecida por uma máquina especial e finalizada à mão na Irlanda do Norte por artesãos locais, o linho usado para formar a base da tapeçaria foi fornecido por uma das últimas fábricas de linho da Irlanda do Norte, a Ferguson’s Irish Linen.

Os bordados delicados, realizados por um time de 30 costureiros no Ulster Museum e no Ulster Folk & Transport Museum, contam histórias dos personagens e momentos da série com ponto de corrente, ponto partido, ponto traseiro, ponto de correr e ponto de semente, usando fios metálicos, de algodão e de seda para ilustrar, em forma de bordado, uma das séries mais populares da atualidade.

Esta gloriosa peça de arte deve ficar em exibição até o dia 27 de agosto de 2018, mas eu boto fé que eles vão estender esta data – e também a tapeçaria, contando as histórias da 8ª temporada que ainda está por vir. De todo jeito, se você tiver a oportunidade de ir a Belfast, não deixe de conferir esta verdadeira obra-prima!!

1923-1968: Vivendo numa Ilha dividida

Uma das exposições mais interessantes do Ulster Museum é a “1923-1968 Living on a Divided Island“, que conta a história da formação da fronteira entre Irlanda e Irlanda do Norte em meio ao caos da guerra irlandesa de independência. O Ato 1920 do Governo da Irlanda do Norte colocava fim às lutas para manter a Irlanda no Reino Unido, mas os esforços de Edward Carson garantiu que 6 condados do norte da Irlanda fossem mantidos sob a Coroa.

A nova fronteira dividia aliados antigos no Estado Livre da Irlanda, e a coleção em exibição no museu inclui notas de alfândega, a nova moeda do Estado Livre da Irlanda, e a efemeridade política da época, bem como uma coleção de itens da Segunda Guerra Mundial, e itens de memorabilia tanto de nacionalistas quanto de unionistas. Aprender um pouco mais sobre a história da separação daquela ilha, com tantas imagens e itens impressionantes, foi uma experiência única.

Gilbert U-238 Atomic Energy Lab: o brinquedo mais perigoso do mundo!

Na exibição dos Elementos, que fica no 3º andar do museu e conta com uma tabela periódica que mostra seus respectivos elementos encontrados na Terra, um cantinho escurecido chama a atenção: o brinquedo Atomic Energy Lab (ou Laboratório de Energia Atômica), lançado nos anos 1950, considerado o brinquedo mais perigoso do mundo porque continha elementos radioativos!

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Nos anos 1950, a Era Atômica nascia num ambiente otimismo: a fissão nuclear era vista como uma fonte de energia barata e ilimitada, e o fim para todas as guerras. Dentro desta visão utópica, em 1951, surgiu o Gilbert U-238 Atomic Energy Lab, um brinquedo educativo excepcional, com uma imagem idílica de uma criança maravilhada com a nova tecnologia. O jogo continha diversos materiais radioativos, com amostras de minério de urânio, um espinteroscópio (instrumento que mostra a incidência de partículas alfa por flashes em uma tela fluorescente) e uma câmara de nuvem (cloud chamber). Um jovem cientista nuclear poderia usar todo o equipamento para observar flashes e traços das partículas subatômicas vertendo de isótopos instáveis, e também usar o contador Geiger para descobrir o quão contaminados ficaram.

Pra quem não sabe, eu me apaixonei por energia nuclear em 2006, fiz meu mestrado em Estudos Estratégicos da Defesa e da Segurança na UFF e escrevi minha dissertação sobre a Política Nuclear Brasileira. Eu não sei até hoje como não estudei Física na faculdade, mas fato é que eu dediquei 10 anos da minha vida exclusivamente aos estudos das questões nucleares e eu sou completamente alucinada pelo assunto. Quando eu vi esse brinquedo em exposição no Ulster Museum, eu surtei e queria de qualquer jeito um desses.

É claro que esse brinquedo sensacional não atende aos requisitos de segurança e saúde de hoje em dia, e foi tirado de circulação ainda em 1951 porque o preço de US$50 (o equivalente a quase US$500 hoje) era muito caro para a maioria das famílias, e também muito complexo. No mercado de colecionáveis, a maioria dos jogos Atomic Energy Lab se encontra em condição imaculada. Se algum dia eu achar um, não respondo por mim!

Giants Causeway & Antrim Coast Tour

Ainda em Belfast, fizemos mais um day tour – dessa vez, com a empresa Irish Tour Tickets! Em um único dia, conhecemos a Carrick-a-Rede Rope Bridge, Dunluce Castle, Giants Causeway, Bushmills Whiskey Distillery, Carnlough Village e passamos por toda a Antrim Coast Road. Nós agendamos online o passeio, que custa £25 por adulto. Não estão incluídas a taxa para cruzar a Carrick-a-Rede Rope Bridge (cerca de £6 por adulto) nem a visita guiada em Giants Causeway (£5 por pessoa). Embora não fosse um tour focado em Game of Thrones, é impossível pensar na Irlanda do Norte e não fazer a conexão imediata com a série, e muitos dos lugares por onde passamos também foram usados como locações para as filmagens, sinalizados pela nossa simpática guia Charlene – que, adivinhem, também foi figurante na série!

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Carrick a Rede Rope Bridge

Nossa primeira parada foi Carrick a Rede Rope Bridge, onde pudemos cruzar a verdadeira ponte do rio que cai. Conta a história que, há mais de 350 anos atrás, os pescadores locais de salmão se esforçavam para alcançar a pequena ilha, construindo a primeira ponte sobre o abismo. Os pescadores costumavam cruzar a ponte de corda que construíram para ter acesso ao melhor local de pesca, onde o salmão nada em direção aos locais de desova nos Rios Bann e Bush. A ponte tem 20m de comprimento, suspensa numa altura de 30m, balança um bocado com o vento, e não é todo mundo que tem coragem de cruzá-la. Este local foi usado como locação de Game of Thrones para as cenas do acampamento de guerra de Renly Baratheon nas Stormlands, quando Brienne of Tarth vence Ser Loras no torneio, e garante sua vaga na guarda real de Renly. Ali perto também foram filmadas cenas em que Littlefinger vai atrás de Catelyn Stark, quando ela vai ao encontro do Rei Renly para negociar; outras cenas com Euron, Theon e Yara também foram gravadas neste local.

Dunluce Castle

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Seguimos, então, em direção ao Castelo de Dunluce – ou melhor, às ruínas deste castelo medieval, que ficam na borda de um penhasco de basalto. Dunluce Castle é um dos castelos mais pitorescos em toda a Irlanda.

Giants Causeway

Considerado “oitava maravilha do mundo”, Giants Causeway é o único patrimônio da humanidade na Irlanda. Com a visita guiada de um Dalriadano (Dalriada foi o reino da tipo dos esgotos no norte da Irlanda e na costa oeste da Escócia, entre o fim do século V e meados do século IX), aprendemos bastante sobre a região, escalando pedras antigas e ouvindo histórias sobre mitos e lendas de um lugar incrível. De fato, Giants Causeway é um dos lugares mais lindos que eu já vi na minha vida, e só de lembrar fico emocionada.

Bushmills Whiskey Distillery

Paramos na Bushmills Whiskey Distillery para almoçar. Esta destilaria começou a produção de whiskey em 1608, e é a destilaria mais antiga na Irlanda. O pequeno restaurante oferece algumas opções gostosas para almoço rápido, e todas as refeições são preparadas na hora.

Carnlough Village

Nossa próxima parada foi a vila de pescadores de Carnlough, cujo porto pitoresco é, hoje, usado por barcos de lazer e pequenas embarcações de pescadores numa área rica tanto para pesca marítima quanto de água doce. Este porto, construído no século XIX, mantém seu charme de um mundo antigo, o que fez dele um lugar interessante para aparecer em Game of Thrones, na 6a temporada: ninguém nada neste porto hoje em dia, mas “a girl just might”. O pequeno porto foi usado como locação de uma cena crucial que se passa em Braavos: foi na escadaria de pedra que conduz ao mar que Arya rastejou-se depois de ser atacada por Waif.

Antrim Coast Road (Vilas de Cushendall, Glenariff e Cushendun villages)

A rodovia na costa de Antrim é considerada uma das mais lindas do mundo – e os irlandeses do norte investiram muito nisso. A rodovia abraça a costa, garantindo vistas incríveis do mar, praias e penhascos. Era um dia razoavelmente claro e conseguimos até mesmo ver um pedacinho da Escócia!

Carrickfergus Castle

Nossa última parada, bem rapidinho, foi no Castelo de Carrickfergus, que fica no litoral norte de Belfast Lough. Este castelo normando, que data de 1177, foi sitiado pelos Escotes, Irlandeses, Ingleses e Franceses por muitos séculos. Até hoje, o Carrickfergus Castle continua sendo uma das estruturas medievais com melhor preservação na Irlanda. Infelizmente, quando paramos por lá, começou a chover e voltamos correndo pro ônibus!

Foi um dia incrível e eu jamais esquecerei os lugares belíssimos que vimos e por onde passamos. Se eu me apaixonei pela Irlanda do Norte, certamente foi por conta desses lugares maravilhoso que visitamos fora de Belfast, e eu recomendo muitíssimo não só a viagem até Belfast mas também estes passeios que são verdadeiramente enriquecedores!

O que fazer em Edimburgo?

Eu já contei por aqui que sou apaixonada por Edimburgo desde 2012, quando fui pra lá pela primeira vez. A cidade velha de Edimburgo foi tombada como patrimônio mundial da UNESCO, tendo sido preservadas as suas características medievais. Se o Castelo de Edimburgo e a Milha Real (Royal Mile) não forem o suficiente para convencer você a visitar a bela capital da Escócia, hoje fiz um apanhado de vários pontos turísticos (óbvios ou não tão óbvios) que você não pode deixar de conhecer!

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Calton Hill é uma atração por si só: o topo da colina oferece uma vista linda do Mar do Norte! E lá estão alguns monumentos importantes: Nelson Monument, National Monument, Playfair Monument, Monument to Scottish Parliament, Dugald Stewart Monument.

A estação de trens Edinburgh Waverley conecta a capital da Escócia a outras cidades escocesas e também do Reino Unido, inclusive Londres, Manchester e Birmingham. Foi de lá que pegamos o trem para Glasgow!

Edinburgh Waverley fica na Princes Street, que é uma das principais ruas da cidade, e concentra, além dos monumentos Scott Monument e The Royal Scots Greys Monument, muitas lojas – ou seja, se você quiser fazer umas comprinhas enquanto estiver em Edimburgo, a Princes Street será parada obrigatória!

Palace of HolyroodhouseQueen’s Gallery são imperdíveis, e o ingresso que dá acesso aos dois locais custa £17,50 (o ingresso para visitar somente o palácio custa £14,00). Fundado em 1128 por David I da Escócia como um mosteiro, o Palácio de Holyroodhouse serviu como principal residência dos reis e rainhas da Escócia desde o século XV. Hoje em dia, é a residência oficial da Rainha Elizabeth II na Escócia, e é possível visitar os aposentos reais, bem como os aposentos usados por Maria Rainha dos Escoceses. Os jardins do Palácio são belíssimos, e as ruínas da Abadia de Holyrood (Holyrood Abbey) são impressionantes.

Em frente ao Palácio de Holyroodhouse, o Edifício do Parlamento Escocês (Scottish Parliament) pode ser visitado gratuitamente, e também é possível agendar tours guiados.

Na Royal Mile, a belíssima St. Gile’s Cathedral é a igreja histórica da cidade de Edimburgo, e o pináculo de coroa chama a atenção no horizonte de Edimburgo, e pode ser vista tanto do Castelo quanto de Calton Hill. A Catedral de St. Giles é a Igreja Mãe do Presbitarianismo, e é nela que fica a Chapel of the Order of the Thistle.

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Para os fãs de Harry Potter, em George IV Bridge, The Elephant House foi o lugar onde J.K. Rowling passou boa parte do tempo escrevendo o primeiro livro da série, com uma bela vista para o Castelo de Edimburgo. Por isso, este café é considerado o lugar do nascimento de Harry Potter.

Além de tudo isso, para quem gosta de galerias de arte, Edinburgh abriga a Scottish National Gallery of Modern Art, a Scottish National Portrait Gallery e a Scottish National Gallery. Para os apaixonados por uísque, a Scotch Whisky Experience fica coladinha no Castelo de Edimburgo.

Mesmo já tendo visitado a cidade em 2012 e 2017, ainda quero voltar outras vezes para aproveitar mais e continuar descobrindo as maravilhas da capital da Escócia!

Edinburgh Castle, a fortaleza no topo de Castle Rock

Ah, Edinburgh! Como eu amo essa cidade! Desde que nos conhecemos em 2012, tenho um caso de amor por esta cidade, que foi a eleita para passarmos o meu aniversário! As comemorações começaram bem cedo, quando acordei pra ir à missa na St Mary’s Catholic Cathedral, e depois subimos a Royal Mile até chegarmos ao Castelo de Edimburgo, que fica no topo de Castle Rock.

Para visitar o Edinburgh Castle é preciso adquirir o ingresso, que custa £17 para adultos (de 16 a 59 anos), £10.20 para crianças (de 5 a 15 anos) e £13.60 para maiores de 60 anos. Crianças com menos de 5 anos podem visitar a fortaleza gratuitamente, mas sempre acompanhadas por um adulto. Áudio-guias estão disponíveis para aluguel por £3.50, e tours guiados estão incluídos no ingresso.

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O Castelo de Edimburgo é, na verdade, uma grande fortaleza, que também abriga o National War Museum, os Regimental Museums e o Scottish National War Memorial, além do palácio real, das prisões de guerra e da capela de Santa Margaret, que é a construção mais antiga de Edimburgo! Uma parte da fortaleza ainda é usada como base militar.

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Durante a Idade do Ferro, os guerreiros compreendiam o potencial militar da rocha, e construíram um forte no seu topo. A poesia mais antiga da Escócia conta a história de um esquadrão de guerra que passou um ano festejando no Castelo de Edimburgo antes de encararem a morte nas batalhas. Já no período das Guerras de Independência, o Castelo mudou de liderança muitas vezes. Em 1314, foi retomado pelos ingleses numa batida comandada por Thomas Randolph. O Castelo foi a casa de reis e rainhas; a Rainha Margaret (mais tarde, Santa Margaret) faleceu lá, em 1093, e Maria Rainha dos Escoceses deu a luz à James VI no palácio real em 1566. Em 1996, a Pedra do Destino (Stone of Destino), sobre a qual os reis foram coroados por muitos séculos, foi devolvida à Escócia, e está exposta na Sala da Coroa.