British Library: A History of Magic

Quem me segue no Instagram já viu que estamos em Londres! Já estava na hora de tirarmos férias de novo, e decidimos fazer um tour pelo Reino Unido, começando por essa cidade que eu amo!

Na verdade, nesta primeira semana, enquanto o marido passeia eu estou me dedicando intensivamente a uma nova formação profissional – mas vou falar mais sobre isso num próximo post!

Hoje quero contar pra vocês sobre a exposição Harry Potter: A History of Magic, que está acontecendo na British Library desde outubro e vai até fevereiro de 2018.

Os tickets precisam ser agendados com antecedência pelo site da British Library e custam £16 pra cada adulto. Nós agendamos a nossa visita pra ontem (terça) com entrada entre 17h30 e 18h00, e levamos cerca de 2h pra ver toda a exposição e comprar lembrancinhas. Não é permitido fotografar a exposição.

Harry Potter: A History of Magic comemora os 20 anos do lançamento do primeiro livro da série, “Pedra Filosofal”, trazendo ao conhecimento público desenhos nunca antes vistos feitos pela própria J. K. Rowling, bem como alguns manuscritos e também trechos inéditos que ficaram de fora das edições publicadas.

Além dos manuscritos e desenhos da autora da série que encanta bilhões pelo mundo, podemos apreciar algumas das artes de Jim Kay, o ilustrador que está dando cores à série de livros em novas edições. A primeira edição ilustrada foi publicada em 2015, seguida de “Câmara Secreta” em 2016, e acabou de ser publicada a versão ilustrada de “Prisioneiro de Azkaban”, o terceiro livro da série.

A exposição é dividida em seções que remetem às disciplinas ensinadas em Hogwarts, unindo os trabalhos de J. K. Rowling e Jim Kay à livros e manuscritos antigos e folclórico que explicam as origens de diversos elementos do mundo mágico, desde plantas e astros até as criaturas mágicas ou das trevas.

Ao final da exposição, ainda podemos apreciar uma das primeiras versões do roteiro do filme “Animais Fantásticos e Onde Habitam” com anotações de J. K. Rowling naquela que foi a sua primeira aventura como roteirista de cinema. A expectativa é de que esta nova série, que tem o mazizoologista Newt Scamandee como personagem principal, conte com 5 filmes ao todo. O próximo filme da série, “Os Crimes de Grindelwald”, tem estréia marcada para novembro de 2018.

É fácil chegar na British Library de metrô, já que as estações de Euston e King’s Cross/Sr. Pacras ficam bem próximas da enorme biblioteca.

Se você estiver com visita marcada pra Londres até fevereiro do ano que vem e for fã do mundo mágico criado por J. K. Rowling, você não pode perder essa exposição de jeito nenhum! E, se não for fã, mas estiver por Londres e tiver um tempinho livre, ainda assim recomendo fortemente a visita, pois é mágico ver como a autora da série de livros mais bem sucedida da história tinha tudo alinhado para seus 7 livros, fundamentando os argumentos e elementos do mundo mágico a partir do folclore encontrado em livros e manuscritos antigos e tradicionais.

Moda tradicional Georgiana

A Geórgia, país vizinho da Armênia, também tem uma cultura riquíssima (e uma culinária deliciosa!). Embora ainda não tenhamos visitado o país, a proximidade entre eles nos permite conhecer bastante da cultura georgiana mesmo do lado de cá da fronteira. E foi um pouquinho disso que aconteceu dia desses, quando fomos a uma exibição de roupas tradicionais georgianas, organizado pela Embaixada da Geórgia na Armênia.

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Na exibição, pude aprender um pouquinho mais sobre os trajes tradicionais georgianos, de acordo com as regiões históricas do país.

Mtskheta-Mitianeti

As roupas femininas eram relativamente lisas, com predominância da cor preta, e o tecido tingido naturalmente. O padrão de costura dos vestidos era em formato de túnica, com a frente decorada com longas peças prateadas, e o conjunto das roupas femininas era inimaginável sem acessórios prateados. Na cabeça, um lenço duplo de lã; para sobreposição, uma capa quente com mangas falsas; nos pés, meias listradas de lã.

As roupas masculinas, por sua vez, consistiam de uma blusa (juba) e um casaco, que parece uma túnica do Cáucaso. A vestimenta é decorada com bordados. Tecidos coloridos, com apliques, listras e cruzes. No inverno, os pachiches eram usados para aquecer e proteger os joelhos, costurados com lã e decorados com bordados. Na cabeça, um chapéu de pele de ovelhas, típico dos pastores.

Os criadores deste tipo de roupa tentaram fazê-las de uma maneira prática, bonita e que refletisse o seu espírito de mundo e a natureza que os cercava.

Kakheti

As roupas da região de Kakheti, tradicionalmente de viticultura e vinícolas, é caracterizada principalmente pelas saias masculinas relativamente curtas, ajustada logo abaixo da cintura, e presas por um cinto. Na cabeça, um pequeno chapéu preto. Era a roupa dos habitantes de uma região fazendeira, adequada para os trabalhos na vinícola.

Samtskhe-Javakheti

As roupas tradicionais são inspiradas nos retratos seculares preservados nas pinturas medievais Georgianas, com pedaços característicos de plásticos, e as roupas da corte real da Geórgia, principalmente da Rainha Tamar, registrada em afrescos.

Achara

A silhueta dos vestidos femininos é simples, ajustada ao corpo, marcando a cintura, com uma ampla saia, e frente triangular. A estampa do vestido é tipicamente Georgiana, mas abaixo da cintura é enrolado decorativamente de modo efetivo, amarrado na cintura com uma longa corda multicolorida. Na cabeça, o bashlyk (qabalakhi) é usado amarrado em torno da cabeça. Este tipo de adereço é usado pelos homens nas regiões de Achara e Guria.

Guria

Os homens usavam, em geral, a chakura, uma túnica curta, e calças com um amplo gancho, e peças especiais para os joelhos costurados nesta altura. A estampa tradicional é parecida com as roupas tradicionais dos homens na região de Achara. As roupas eram costuradas a partir de lã, linho ou veludo. Estas roupas eram sempre usadas com um bakhlyk, decorado com outro e prata.

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As roupas das mulheres de Megrelian consistiam de duas partes: um colete curto de veludo, com longas mangas falsas e fechos prateados (chaprastes) eram usados com uma longa saia, com mais tecido na parte de trás. Nas cabeças, em geral usavam apenas um véu, livremente colocado sobre a cabeça.

Kvemo Kartli

A chokha também era muito usada nessa região, e pode ser considerada a sucessora dos vestidos masculinos. Na Geórgia, existem variedades de chokhas, diferenciadas de acordo com as regiões, seus comprimentos, número de lapelas, formato das mangas, bolsos de pólvora decorativos, etc. O material das chokhas é a lã, geralmente nas cores preta, terra, azul, ou outros tons escuros. Em Kartli, a chokha era costurada com uma estampa mais festiva. Era usada com o cinto de couro, decorado com prata, e atributos necessários como espada ou adaga.

Os vestidos femininos tinham uma frente lisa que, para ocasiões festivas ou casamentos, eram ajustados na cintura e decorados com bordados ou pedras preciosas. A principal decoração do vestido é o cinto. Uma jaqueta curta, feita basicamente de veludo, com mangas falsas, era por vezes usada sobre o vestido. Um dos principais elementos dos vestidos femininos era a chikhiti-kopi, uma peça usada na cabeça como uma faixa, geralmente feita de veludo e brocados. Acima desta feita, usava-se um lenço ou véu, comumente feito de seda ou outro tecido fino.

Imereti

Um grande casaco chokha era o tipo de roupa mais comumente usado em todo o Cáucaso. Tornou-se uma roupa secular no século 17. Na Geórgia Ocidental, as chokhas eram mais compridas, usadas com um cinto prateado ou de couro para ajustada-las. Alguns acessórios necessários para o casaco eram bolsos para cartuchos, que, antigamente, eram usados para armazenar pólvora e, posteriormente, se tornaram apenas adereço decorativo das chokhas. Por baixo das chokhas, usava-se uma túnica com botões e ajustada ao corpo.

Shida Kartli 

Diversas peças compunham os trajes femininos. Uma saia e uma jaqueta longa e com mangas falsas; as mãos eram cobertas com um fino tecido transparente; nas cabeças, um chapéu alto, decorado com bordados, e um véu ou um longo pedaço de seda ou cetim, decorado com pedras aplicadas ou bordados. Acessórios de prata eram sempre usados com esse tipo de roupa na região.

 

 

 

 

Mais restaurantes de Ierevan!

Tem bastante tempo que não rola um post gastronômico de Ierevan por aqui, né? O último post sobre nossas descobertas gastronômicas da cidade foi em maio!! Acontece que, depois de 9 meses(!) morando por aqui, nós já elegemos os nossos favoritos e acaba rolando uma preguicinha de visitar lugares novos (#sinceridades).

Mas, quando conseguimos vencer essa preguiça, sair da zona de conforto e explorar cafés e restaurantes que ainda não tínhamos visitado, somos constantemente surpreendidos!

  • Avenue by L’Orange

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Nós descobrimos esse restaurante ainda em maio, e ele rapidamente se tornou um dos nossos favoritos – principalmente pra comida japonesa! Com 2 andares bem espaçosos no ambiente interno, nós aproveitamos bastante a varanda na primavera e no verão – e também na nossa última visita semana passada. Agora que esfriou (hoje os termômetros chegaram a marcar -1ºC!!), certamente desfrutaremos das instalações internas do restaurante. No menu, uma diversidade de pratos como massas, carnes de porco, saladas, entre outros. Mas, como eu já falei, eu gosto mesmo é da comida japonesa de lá! Eles tem um sushi bar muito bom (principalmente pros padrões de Ierevan), e acho que o meu prato favorito são os rolls cobertos de caviar (esqueci de anotar o nome! Mas prometo fazer o update na próxima visita!). A comida japonesa sempre vem servida em cima do gelo seco, que não só ajuda a conservar a comida mas também dá um efeito muito bacana e eu sempre fico encantada hehehehehe

  • Rossini

O restaurante anexo ao Grand Hotel Yerevan, na praça Charles Aznavour, oferece um cardápio sucinto de delícias italianas. Mas, pra mim, o destaque ficou por conta do café expresso acompanhado de petit fours diversos. É um dos restaurantes mais chiques da cidade, portanto, não é tão baratinho quanto a média.

  • Tsirani Home Restaurant

Comida armênia da melhor qualidade num ambiente super aconchegante, que parece mesmo a casa da gente. A gente tentou umas 3 vezes ir nesse restaurante, e sempre tava lotado! Até que um belo dia conseguimos chegar bem cedo pro almoço, e ainda estava bem vazio, então finalmente conseguimos degustar alguns dos pratos servidos por eles! Felipe comeu o frango tabaka, que já é um dos nossos favoritos, e eu comi um churrasco de cordeiro acompanhado de batatas. Depois, pakhlava de sobremesa, pra fechar com chave de ouro!

  • Santa  Fé

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Eu fui 2 vezes ao Santa Fé nesse verão, e minha experiência por lá é meio duvidosa. Embora o ambiente seja dos mais agradáveis da cidade pro verão, minha mãe teve infecção alimentar ao comer o croque madame de lá. Nesse mesmo dia, eu comi o mil folhas, e estava espetacular. No outro dia em que voltei lá, fui com o Felipe e nossos amigos Ana e Ricardo que estavam nos visitando, e degustamos uma diversidade de queijos, com direito a Aperol Spritz. Isso aconteceu em 2 dias seguidos e minha mãe só começou a passar mal quando a gente já tinha voltado lá, e eu confesso que não voltei mais lá não. Pode ter sido só azar, mas sei lá.

  • Tiziano

Além do ambiente super fofo, o Tiziano tem uma parede toda decorada com macarons, o que já seria o suficiente pra ganhar o meu amor. Como se não bastasse, ainda tem o melhor risoto que já comi aqui em Ierevan, e um frango à parmigiana que mais parece uma torre de suculência. Eles servem o café expresso da maneira correta: acompanhado de copinho de água e mini cookie. Foi outra descoberta recente mas que já visitamos mais de uma vez, e que já entrou pra lista dos favoritos.

  • Cheesy Café

Um restaurante especializado em queijos, com um ambiente super fofo. No cardápio, bolinhas de queijo. Sim, bolinhas de queijo!! Claro que não são exatamente iguais às bolinhas de queijo brasileiras, e também não acho que se propusessem a ser, mas são deliciosas e serviram pra matar bem a saudade dessa delícia da nossa pátria amada. Nós repetimos a dose poucos dias depois na hora do almoço e eu comi um tagliatelle com queijo brie e bacon que também tava muito bom.

  • Mané Restaurant

Não, vocês não leram errado: o nome desse restaurante é mesmo Mané! Esse restaurante fica bem pertinho aqui de casa e eu honestamente não sei porquê demoramos tanto pra ir conhecê-lo. Pedi o estrogonofe, e estava um espetáculo. Certamente vai entrar pra lista dos “restaurantes da preguiça” – aqueles que ficam bem pertinho de casa, e acabam sendo os mais frequentados!

Fazendo compras nos shoppings de Ierevan

Uma das grandes curiosidades/preocupações que eu tinha antes de chegarmos na Armênia era quanto às compras de supermercado, de coisas de casa, de itens pessoais, de roupas e acessórios, etc. Lá no comecinho do blog, eu contei sobre minhas primeiras excursões aos supermercados. De lá pra cá, me familiarizei ainda mais com os produtos e também comecei a fazer as compras semanais online, já que a taxa de entrega é de 500 AMDs (pouco mais de 1 dólar) e evita que eu fique carregando peso pela rua, uma vez que não temos carro.

Mas hoje eu não vou falar sobre supermercados, e sim sobre os shoppings de Ierevan que nós frequentamos e onde fazemos nossas comprinhas! Ou melhor, onde eu faço comprinhas pra nós dois, porque o marido não gosta de fazer compras hehehe

Além da rua Abovyan, da Avenida Mashtots e da Avenida Northern (que ainda vão ganhar seus posts por aqui!), os shoppings Dalma Garden Mall e Yerevan Mall são os principais destinos de compras na cidade. Tanto o Dama Garden Mall quanto o Yerevan Hall oferecem um mix de entretenimento com boas lojas locais e marcas internacionais.

Dalma Garden Mall

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O Dalma Garden Hall acabou de completar 5 anos desde a sua inauguração, e, nesta ocasião, foi anunciada a sua expansão: o shopping, que hoje tem 2 andares, ganhará um terceiro andar em breve! Este foi o primeiro complexo de entretenimento familiar na Armênia, inaugurado em 2012, e que conta com bastante luz natural já que tem grande parte do seu teto em vidro.

Com 116 lojas (incluindo uma grande JYSK), 1 hipermercado (o City, que acabou de passar por uma reforma/expansão e praticamente dobrou de tamanho), 18 restaurantes e cafés, um complexo de boliche e 6 salas de cinema geridas pelo grupo CinemaStar, o shopping fica bem próximo do complexo que abriga o Museu do Genocídio, na Tsitsernakaberd Highway.

Entre as lojas, encontramos as únicas TopShop, TopMan e GAP da cidade, além de Mango, Stradivarius, Bershka, Accessorize, Monsoon Accessorize, Pandora, Pull&Bear, Levi’s, Aldo, Carpisa, New Balance, Women’s Secret, Massimo Dutti, etc. Em breve, o shopping também receberá uma unidade da Lacoste, que já tem uma loja na rua Sayat Nova aqui na capital da Armênia. As lojas locais TIME (joalheria), ZigZag Megastore (a grande loja de eletroeletrônicos), a perfumaria Rouge e a multimarcas Rio Galleria também estão presentes no shopping.

Yerevan Mall

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O shopping, inaugurado em 2014, tem cerca de 130 lojas e atrações diversas, incluindo a maior Zara na região, e, com exclusividade na Armênia, a Zara Home, a Mango Man e o Carrefour. Na praça de alimentação do shopping, várias opções de comida local e fast food pra todos os gostos, inclusive uma unidade do Black Angus, que faz o meu hambúrguer favorito no mundo (até agora).

No mix de lojas, além das já citadas, também encontramos as internacionais Mango, Stradivarius, Bershka, Parfois, Accessorize, Monsoon Accessorize, Pandora, MAC, Pull&Bear, Levi’s, New Yorker, Aldo, Carpisa, United Colors of Benneton, entre outras. Das lojas locais, merecem destaque a joalheria TIME, a grande loja de eletroeletrônicos ZigZag Megastore, e a perfumaria Rouge. No quesito entretenimento, contamos com o Kino Park, que tem 6 salas de cinema, sendo uma delas premium.

Confesso que, em geral, minhas compras no Yerevan Mall são mais produtivas do que no Dalma, mas eu gosto MUITO dos dois shoppings!

É claro que não citei todas as lojas que podemos encontrar neles, mas devo dizer que foi um alívio muito grande ver que não nos faltam opções para compras na cidade! Aliás, eu já perdi a conta de quantas vezes as lojas desses shoppings me salvaram nos looks pros eventos – e também pro dia a dia! – daqui.

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No dia 14 de outubro, a cidade de Yerevan comemorou 2799 anos desde a sua fundação! Por motivos de sinusite, só hoje consegui sentar no computador e escrever com carinho sobre o aniversário desta cidade que tem sido a nossa casa desde janeiro deste ano.

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O nome da cidade de Yerevan tem origem no nome “Erebuni”, do período Urartu: o som urartiano de “B” tem som de “V” em armênio, tendo o nome se transformado para Yerevan. Localizada à beira do vale do Ararat, nas duas margens do rio Hrazdan, numa altitude de 900 – 1200m acima do nível no mar.

Na ocasião do aniversário de 2799 da cidade, o prefeito Taron Margaryan publicou uma mensagem oficial congratulando a todos pelo evento, celebrado por armênios de todo o mundo. Sob o slogan “City of Love”, a capital da Armênia é celebrada por suas conquistas como uma das capitais mais estáveis, seguras e com desenvolvimento sustentável do mundo.

Os eventos festivos que celebraram o aniversário da cidade começaram com o tradicional desfile de caminhões de água, em que estas máquinas desfilam decoradas desde a France Square até a Praça da República, lavando todo o caminho.

No parque Saryan, o evento YerevanART abriu espaço aos estudantes de arte, aos centros culturais e aos artistas modernos da Armênia de diferentes gerações que foram inspirados pelas cores festivas de Yerevan. Além disso, o evento também ofereceu aulas magnas para todos aqueles interessados em arte, com exibições artísticas.

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Muitos eventos aconteceram ao longo do dia 14 de outubro para festejar a importante data, e também nos dias subsequentes. Além de uma meia maratona na cidade, a experiência “Discover Armenia from the sky” foi oferecida pelo Festival Internacional de Balões entre 14 e 17 de outubro.

Ao final do dia 14 de outubro, muitos fogos coloriram o céu da capital da Armênia, preparando o início das celebrações pelos 2800 anos desde a fundação da cidade!

Desde o dia 15 de outubro, a cidade está em contagem regressiva para esta nova celebração, e o clima de festa ainda toma conta da cidade.